segunda-feira, outubro 24, 2011

Hoje apresento neste espaço dois dos livros que me fizeram ler de uma assentada toda a obra literária da sua autora. Num dos meus passeios a livrarias deparei com uma capa que me chamou a atenção. Chama-se este livro “A Rainha Branca”. E foi com enorme prazer que li o primeiro livro de Philippa Gregory, que soube mais tarde ser autora de vários romances históricos, quase todos acerca da dinastia Tudor, um deles adaptado ao cinema, e que eu tinha visto o filme recentemente (“Duas irmã, um Rei”). A seguir li o “A Rainha Vermelha”, a seguir li todos os outros por ordem cronológica de acontecimentos.
A “Rainha Branca e a Rainha Vermelha” são figuras históricas contemporâneas. As duas personagens centrais de uma época denominada como a Guerra das Rosas são personagens completamente diferentes. Inimigas políticas, ambas cérebros de intrigas e conspirações na ânsia da herança do trono de Inglaterra. Quis a História que se tornassem as avós do mais famoso rei de Inglaterra, Rei Henrique VIII.
Gostei dos dois, mas gostei ainda mais de ter descoberto
Philippa Gregory como autora de romances históricos. Podem vê-la aqui, na apresentação do livro “A Rainha Branca”.
Resta-me ainda deixar-vos aqui as respectivas sinopses.


· A Rainha Branca
“A Rainha Branca é a história de uma plebeia que ascende à realeza servindo-se da sua beleza, uma mulher que revela estar à altura das exigências da sua posição social e que luta tenazmente pelo sucesso da sua família, uma mulher cujos dois filhos estarão no centro de um mistério que há séculos intriga os historiadores: o desaparecimento dos dois príncipes, filhos de Eduardo IV, na Torre."


· A Rainha Vermelha
"Herdeira da rosa vermelha de Lancaster, Margarida vê as suas ambições frustradas quando descobre que a mãe a quer enviar para um casamento sem amor no País de Gales. Casada com um homem que tem o dobro da sua idade, depressa enviúva, sendo mãe aos catorze anos. Margarida está determinada em fazer com que o seu filho suba ao trono da Inglaterra, sem olhar aos problemas que isso lhe possa trazer, a si, à Inglaterra e ao jovem rapaz. Ignorando herdeiros rivais e o poder desmedido da dinastia de York, dá ao filho o nome Henrique, como o rei, envia-o para o exílio, e propõe o seu casamento com a filha da sua inimiga, Isabel de York. Acompanhando as alterações das correntes políticas, Margarida traça o seu próprio caminho com outro casamento sem amor, com alianças traiçoeiras e planos secretos. Viúva pela segunda vez, Margarida casa com o impiedoso e desleal Lorde Stanley. Acreditando que ele a vai apoiar, torna-se o cérebro de uma das maiores revoltas da época, sabendo sempre que o filho, já crescido, recrutou um exército e espera agora pela oportunidade de conquistar o prémio maior."


Só posso aconselhar.

Ana Cristina

2 comentários:

Oficinas RANHA disse...

Passa-os mas é para cá!!! Estou à espera deles...
Rita

rutinha disse...

mais uma vez obrigada pelas sugestoes, eu tenho cá em casa "duas irmas, um rei" que é um calhamaço mas que se lê muito bem e é muito melhor que o filme (achei o filme muito parado).

as capas dos livros tb são lindissimas!