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domingo, agosto 30, 2015

Sete dias... só com uma filha...

Significa estarmos um pouco mais abandonados, em diversas vertentes do nosso dia-a-dia...


 Faz prever tempo para nos dedicarmos a pequenos projetos criativos...


Quer dizer que se pode brincar e dar mais atenção personalizada à mais nova, que raramente pode ser filha única...


Representa aproveitar o dia em que se começou a trabalhar às 05H00 e, por isso, se acabou mais cedo, para vir calmamente a pé para casa, passar na drogaria como há muito tempo se planeava fazer e comprar algo para mais e diferentes projetos criativos...


Abre a possibilidade de finalmente nos fecharmos num quarto para levar a cabo trabalhos pensados já há um ano porque o pai dá bem conta dos afazeres normais só com uma filha agarrada às pernas...


Parece querer dizer que se pode acordar mais tarde meia hora... mas afinal constata-se que alguém se esqueceu de dizer isso à filha que ficou, ou ela não decidiria acordar todos os dias antes das 07H00...


Torna possível reviver jantares a sós, na mesinha pequena da sala, a ver seja o que for que apeteça na televisão...

Rita

sábado, agosto 01, 2015

Sete dias de... "Lá fora"

Este ano levámos o "Lá fora" de férias connosco. Já o tínhamos feito em outras ocasiões, mas desta vez quisemos mesmo aproveitá-lo.
O "Lá fora" é um livro magnífico do Planeta Tangerina, um "Guia para descobrir a natureza", cheio de úteis informações e belas ilustrações. Com ele nas mãos, saímos para fazer explorações ou aproveitámos para aprender sobre o que nos acontecia, lá fora, inusitadamente. Provocou-me o "Sete dias" que mais gozo me deu fazer até agora...

No primeiro dia fomos a pé à procura de árvores... pinheiros, sobreiros, oliveiras, eucaliptos... espreitámos, mexemos, olhámos...
«E o que são os anéis claros e escuros que vemos num tronco cortado?
São as camadas que aparecem à medida que a árvore cresce: o anel mais claro é formado durante a primavera e o verão e por isso se chama "anel de primavera"; o anel mais escuro chama-se "anel de outono" porque é formado durante o outono e o inverno.» (págs. 118 e 119)

No segundo dia aproveitámos os tesouros trazidos no dia anterior e fizemos caras... esta não é só uma foto, mas sim um conjunto dos nossos trabalhos, mas mereciam ser mostrados em grupo.
«Faz uma escultura inspirada na Land Art
Podes usar paus e outros materiais da natureza (folhas, pedras, terra). Se precisares de inspiração, procura imagens de artistas que gostam de usar elementos da natureza nas suas obras. Algumas pistas: Richard Long, Robert Smithson, Alberto Carneiro, Patrick Dougherty, Mikael Hansen.» (págs. 126 e 127)

A certa altura descobrimos que no escoadouro do pátio, havia um sapito preso. Em bom rigor, só o viemos a considerar preso dali a uns dias, por uns tempos pensámos que ali teria ido por sua livre iniciativa e ali estaria de bom grado. Foi o "nosso sapo" durante as férias, mas no último dia, armámo-nos em engenhocas, abrimos o escoadouro, pegámos (peguei) no sapo e levá-lo para o ribeirito mais próximo. Não queria sair do balde e foi luxuosamente colocado (coloquei-o) junto à água. Enquanto "o tivemos", foi alvo de muitos olhares curiosos.
«As diferenças entre sapos e rãs não são fáceis de perceber à primeira vista. Normalmente as pessoas chamam rãs aos animais de pele mais lisa e que vivem próximo da água; e chamam sapos aos de pele mais rugosa e que andam mais em terra. Mas, na verdade, há sapos e rãs que pertencem à mesma família, ou seja, os cientistas não consideram que exista uma diferença real entre uns e outros.» (pág. 106)

Não tive qualquer interferência nas suas descobertas das andorinhas que nos finais de tarde vinham rodear a casa enquanto eles brincavam no pátio nos seus momentos de brincadeiras após a praia e os banhos. Aproveitámos as amigas que eles afirmavam ter feito para aprender um pouco mais e foi até da sua iniciativa que nasceu o trabalho no livro das férias...
«Tal como nós podemos passar umas férias longe de casa quando chega o verão, há muitas espécies de aves que resolvem fazer uma viagem grande, até um sítio distante, uma vez por ano.
A diferença é que as aves fazem essa viagem por razões de sobrevivência: algumas porque não resistem ao frio; outras porque deixam de ter alimento nos sítios onde moram (por ex., por causa da neve); outras, por ambas as razões.» (pág. 172)

Sempre gostei de poças de maré. Desde que me lembro, foi sempre uma aventura descobrir os animais e plantas escondidos por entre as rochas quando o mar se ia. Continuo a gostar de uma praia com rochas descobertas na maré baixa e ainda mais de procurar o que se esconde por ali, com eles.
«À medida que a maré vai baixando, deixa à vista a areia ou as rochas que minutos antes estavam debaixo de água - forma-se assim a área entre-marés também chamada intertidal. Quando esta área é de rocha, a água do mar fica presa em pequenas cavidades, formando as poças de maré.»
(pág. 297)

As borboletas foram um mero e curto acaso descoberto durante um passeio, o suficiente para se tentar perceber um pouco mais acerca do seu esvoaçar e pousar por entre as flores.
«A boca é uma pequena tromba sugadora que funciona como uma palhinha. Quando está em repouso, fica toda enrolada; quando a borboleta se aproxima do néctar, desenrola-a e chuuup!» (pág. 85)


No último dia, a aventura tornou-se cómica, mas deu um belo final para os sete dias lá fora.
«Tal como acontece com as pessoas, quando os animais comem, há sempre partes dos alimentos que o corpo rejeita. Essas partes são enviadas para fora do corpo através dos dejetos (o nome que os biólogos dão aos "cocós" dos animais). Assim, nos dejetos dos animais podemos encontrar tudo o que não foi digerido, como sementes, plantas, pelos, pequenos ossos ou exosqueletos de insetos.» (pág. 45)
Neste caso, só pela observação, questionámo-nos acerca de bostas... e ponderámos que as dos cavalos serão maiores pelo seu tamanho, e terão aspeto do que passam o tempo a comer... palha.

Rita

segunda-feira, julho 27, 2015

Sete dias de... brincadeiras de férias


Escorregas pela primeira vez... subir e descer, tudo sozinha e com grande pintarola, sem nada de choro quando caiu meio desamparada no início...


Passeios e explorações, neste caso, sobre os sobreiros e a cortiça... 


Nada a dizer, viajar às costas de um mano é o mesmo que voar...


Ideia aproveitada do blog recém descoberto "Café, canela e chocolate": pernas de polvo...



"Kalaha", grande jogo recém abraçado cá pela famelga...



Piscina, mas de bolas, na festa local...



E uma caminha de bebés a dar para todos... 


Rita

domingo, março 23, 2014

Sete dias de... Oficinas

Transmiti à Cristina o desejo de continuar com o "Sete dias de..." e lancei-lhe o desafio de o fazermos esta semana com as Oficinas. Cá vai:

Domingo: Xulé em elaboração, com a companhia do filho-gato da Cristina
 
Segunda: o retoque na prenda de aniversário que fiz para a Cristina, mesmo antes dela sair cá de casa, depois de um encontro para os projectos das Oficinas
 
Terça - o pormenor de um Xulé em elaboração 

Quarta - trabalho numa prenda para uma amiguinha
 
 Quinta - a fotografia que a Cristina me enviou das meias todas que há lá por casa

 Sexta - uma pequena parte de uma brincadeira que a Cristina fez para uma colega recém-divorciada
 
Sábado - a fotografia é péssima, mas tendo em conta que pretende retratar o meu bloqueio criativo a impedir-me de realizar uma prenda para outra amiguinha, acho que acaba por não estar mal de todo...
 
Rita
(pelas Oficinas)

terça-feira, julho 13, 2010

Sete dias de... Irlanda

Sim, é verdade... roam-se de inveja... e, apesar das fotos seguintes serem dos sete dias de viagem, não correspondem todas a uma por cada dia... mas pronto, cumpriu-se o desafio... mais opiniões sobre a Irlanda em posts seguintes, para quem esteja interessado...

Uma porta em Dublin, num edifício de estilo urbanístico georgiano. E, tanto quanto percebemos, mesmo quando as casas são só uma imitação do dito cujo, é hábito colocar uma porta assim, com este tipo de "moldura"... as ombreiras, armações e bandeiras das janelas e da porta são sempre pintadas de branco e depois as portas podem ser vermelhas, amarelas, azuis, verdes, com batentes grandes e trabalhados...

Um pub dos muitos em Dublin, na zona do Temple Bar... em hora de ponta, com música ao vivo e muita gente de "pints" de cerveja na mão...


Uma cascata nas Wicklow Montains, uma floresta tão densa que não se vê mais de dois metros lá para dentro... e todo o verde da Irlanda...

Uma rua em Kilkenny, com traços bastante comuns ao de outras localidades pequenas que visitámos e em que é visível o tipo de decoração aplicada nos edifícios a qualquer tipo de estabelecimento comercial.

O "full irish breakfast" que se vê em todo o lado e que não consegui compreender se é totalmente turístico ou perfeitamente comum... ovos mexidos ou estrelados, salsichas, bacon, tomate grelhado, morcela branca e preta, pão torrado com manteiga ou doce, café ou chá com leite... uma prendinha para os nossos fígados...
Uma casa de telhado de colmo, como ainda se vêm algumas... neste caso, no Kerry Bog Village Museum, na zona de Killarney (um museu ao ar livre, tentando reproduzir e mostrar as formas de trabalho e vida dos agricultores cortadores de turfa do século XVIII).

O Beef Stew... um guisado de carne de vaca, pelos vistos marinada em Guiness durante algumas horas, acompanhado com legumes e puré de batata.

Grafton Street em Dublin (a rua pedestre, altamente comercial, quase como uma Rua Augusta em Lisboa)... a chuva como despedida, ou não estivessemos nós a deixar a Irlanda...

Rita

domingo, junho 27, 2010

Tenho pena, mas esta semana não fiz o "Sete dias"... máquina que não tinha pilhas, dias de trabalho que deram para noites, muitos projectos ao mesmo tempo... talvez consiga esta semana... logo se vê...
Rita

domingo, junho 20, 2010

Sete dias... de algumas das brincadeiras que há cá por casa

Cá está, desafio aceite... sete dias fotografados sob o tema de um único post... é muito giro pensar na semana assim e estimula o olhar e o pensamento...







Esclarecimentos: não consta nenhuma das brincadeiras que fazemos todos juntos porque não sobra ninguém para segurar a máquina...
E em relação à última: o pai também tem direito às suas brincadeiras...
Rita