quinta-feira, dezembro 28, 2006

Encomedas de Natal - de manas para manas


Uma colega encomendou esta tela para oferecer às meninas de uma grande amiga neste Natal. E, ao que parece, gostou tanto que nem esperou por embrulhar o presente.
Não chegámos a saber bem a reacção da Rita e da Daniela quando o viram pela primeira vez, só que gostaram e que no desenho reconheceram uma relação de amor e proximidade que se deseja para toda a vida - como a das irmãs que o fizeram... Mas, muito sinceramente, o que mais gozo nos deu foi saber a reacção do pai, que «sem ser nada dessas lamechices», ficou todo enternecido de ver ali as suas meninas. Que bom...

Rita

quarta-feira, dezembro 27, 2006

Viana do Castelo - Natal 2006

E lá se passou mais um Natal, com lareira, presentinhos e votos de saúde.
Agora vêm os projectos e desejos para o novo ano.
Ana Cristina

terça-feira, dezembro 19, 2006

Frio


E parece que vem aí o frio... frio a sério... brr, tremo de pensar no gelo que vai estar em Viana do Castelo daqui a uns dias... mas sem neve, que pena...
Rita

segunda-feira, dezembro 18, 2006

A Árvore ou o Pinheirinho


Lá em casa tínhamos uma Árvore de Natal muito raquítica, diga-se em abono da verdade.
A maior parte das vezes tinha que ser posta em cima de um móvel, de forma que me lembro de, durante muito tempo, ser o presépio a ficar ao nível dos meus olhos. Eu podia brincar com ele e cheguei a ter a mania de esconder o menino Jesus até ao 25... afinal, não fazia sentido ele andar por lá até à data, correcto? Também cheguei a juntar estrunfes ao presépio, eu adorava brincar com estrunfes e estes eram mesmo daqueles de Natal, cheios de presentes e com os barretes vermelhinhos em vez dos habituais brancos.
Em compensação, em Viana do Castelo a Árvore de Natal que nos esperava era sempre grande, verdadeira e chamava-se Pinheirinho. A decoração era diferente, havia as bolas, mas também os chocolates (divididos irmamente, ou melhor, irma e primamente por mim, pela Cristina e pela Lili) e, principalmente, os bonecos. Acho que os meus tios os tinham trazido de França e eram os enfeites mais bonitos que eu já tinha visto. Pendurados, não era suposto darem para brincar, mas mesmo que só para ver, cumpriam magnificamente o seu objectivo.
Olho para a árvore que enche agora um canto da minha sala e penso como irá ser, no futuro, a ideal para a Alice. Talvez ela não venha a achar piada a uma tão grande e opte por uma que se coloque em cima de um móvel. E os enfeites, se calhar vai preferi-los em duas ou três cores. Um dia pode até pensar "quero só bolas, nada daquela bonecada toda que havia na da minha mãe". No entanto, com toda a certeza, a árvore será para ela como para mim: bilingue.
Rita

domingo, dezembro 17, 2006

Rita, minha irmã Rita

Quando acordámos, de uma noite bem agitada (pela expectativa e porque nunca dormíamos juntas), eu a Tina recebemos a notícia que tinha nascido uma menina.

A alegria foi tanta que assim que cheguei à escola contei logo que já tinha uma irmã.

Claro que eu queria um rapaz e ainda sugeri à família do lado trocarmos os bebés, visto que assim repetíamos os sexos, mas a proposta não foi aceite e contentei-me com o que me tinha calhado em sorte.

Numa infância feliz recordo momentos, lugares, bonecos, professores e situações que podem nem ter sido especiais, mas o nascimento da minha irmã foi dos momentos que mais me marcou. O marco que dividiu o “Antes de Rita” do “Depois de Rita” trouxe-me a sensação de “não mais sozinha”. Passei a contar com aquela mãozinha que apertava quando algum pesadelo não me deixava dormir, com o tempo que dedicava a brincar com a miúda vários anos mais nova, com o apêndice que me seguia pra todo o lado, com a idolatração (e que sempre me fez muito bem ao ego).

Hoje, sem grande inspiração para escrever umas palavras bonitas, dou parabéns à Rita, minha irmã, minha melhor amiga, uma mulher muito especial.
Ana Cristina

terça-feira, dezembro 12, 2006

Ficam as recordações...

“A Morte é certa. A ela ninguém escapa, nem o Rei nem o Bispo, nem o Papa.
Mas eu hei-de escapar. Compro uma panela, meto-me dentro dela.
E a Morte vem e diz:
- Aqui não está ninguém. Boa noite meus senhores. Passem todos muito bem.”

Esta cantilena aprendemos de pequenas com a Avó Joana. Como se dum teatro se tratasse, fazíamos gestos, e fingíamos tapar-nos com a tampa da panela.

A avó Joana encheu as nossas infâncias de pequenos mimos, de histórias antigas, de cantigas, de roupa para nós e para as bonecas. Foi uma AVÓ.

A avó Joana esteve dentro da panela desde Junho. Hoje destapou a tampa e foi vista.
Deixa muitas SAUDADES.
Ana Cristina
Rita

sábado, dezembro 09, 2006

Preparam-se...

... novas carteirinhas que seguirão para outras mãos. Em breve mostrarei estas e outras que estão numa outra fase da preparação.
Ana Cristina

quarta-feira, dezembro 06, 2006

Baú de Recordações II

Duma caixa cheia de histórias e de pequenos livros pintados por nós, surgiram os meus livros da escola primária. Dos dois, o “Livro de Leitura da Segunda Classe” foi o que me deixou mais recordações. Lembro-me de quase todas as suas histórias: do “Amigo” que ia todos os dias brincar com a menina que não podia sair do jardim, da história do “Piloto”, um cão que defendeu a sua família sem fazer mal a ninguém. Mais uma vez guardei estas recordações, desta vez com os livros da infância e algumas bonecas, que um dia mostrarei.

Vou dedicar-me agora aos livros da escola actual, que estão à espera que eu me debruce sobre eles com intensidade. Deixarão recordações tão duradouras como os da segunda classe??


Beijinhos a todas as nossas visitas.
Ana Cristina

domingo, dezembro 03, 2006

Quase...

Uma primeira volta a sondar as prendas de Natal e o resultado: seria completamente disparatado propor uma "lista de aniversário", semelhante às dos casamentos, à Promod?! Tem umas túnicas e saias e camisolas e tudo e tudo e tudo tão girooooooooooo...
Pessoal indeciso e hesitante, o dia está a chegar, todos à Promod!!!!
Rita

sábado, dezembro 02, 2006