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domingo, junho 10, 2018

Quase que tenho vergonha

É verdade. Quase que tenho vergonha de vir aqui escrever depois de tanto tempo ausente. E se pensam que agora estou virada para outras redes sociais, não estão completamente errados, porque, nos últimos tempos, tenho visitado mesmo que pouco, o facebook e o instagram mais do que tenho vindo aqui. Claro que isso não tem desculpa, até porque este é, ainda, o cantinho onde mais me interessa deixar a minha marca... mas também o que obriga a mais método de dedicação, e por consequência, mais tempo para fazer um post minimamente interessante. E tempo não tem abundado por estes lados. 
A juntar ao dia-a-dia de enfermeira, sindicalista, filha de pais mais ou menos dependentes, há uns meses também se juntaram as pesquisas, os trabalhos e estudos, porque estou a fazer uma pós-graduação. E voltei a não ter tempo para os meus pequenos prazeres pessoais. Tenho deixado de parte os meus pequenos desenhos e pinturas, os Xulés estão por fazer, e os livros já se acumulam há muito. Mas tem sido bom voltar aos estudos. É mais ou menos um sentimento agridoce, onde o doce é a aprendizagem e a energia que se ganha com o estimulo do estudo, e o acre é a falta de tempo para todas as outras coisas que gostamos de fazer. E vir aqui ao blog está incluído nessas faltas.
Voltei hoje, sem promessas, e com vontade de aqui aparecer muito mais...
A todas as nossas visitas Olá Olá, cá estou eu... viva!!!

Mostro-vos a pequena parte da estante de livros por ler...
Ana Cristina

quarta-feira, fevereiro 01, 2017

Reciclar e recriar

Quando vivíamos no apartamento mais pequeno eram mais visíveis os cantinhos da nossa casa feitos com base em peças recicladas, a maior parte do tempo em que eu vivia sozinha.
Com a mudança, e a consequente compra de peças cá para casa, as "originais" foram também elas desaparecendo ou sendo readaptadas. Foi o caso da mesinha que o padresito fez lá para casa com o tampo da escrivaninha, e que tive a oportunidade de mostrar neste post. Actualmente é uma plataforma de transporte de materiais de construção e tem dado muito jeito a poupar as costas quando alguma coisa mais pesada precisa de subir ou descer os quatro andares. Não tenho a foto dela mas já não está bonita como antigamente.

Muito diferente também está a estante.
Muitas meninas, aqui no blog ou por outras vias, já me pediram por várias vezes para mostrar a minha estante de tijolos. É hoje, e aqui está ela.
Foi difícil encontrar fotografias das estantes no outro apartamento, mas pode ser vista como fundo nesta fotografia minha já com muitos anos.


A estante de tijolos é muito simples. Feita com tábuas de madeira maciça e tijolos, posso garantir-vos que se tiver peso é muito estável, independentemente do seu comprimento mas tal como todas as outras pode abaular se for demasiado comprida. As minhas estantes foram pensadas para a sala anterior, por isso tinham cerca de metro e meio de comprido e como na altura da mudança eram várias (e foram crescendo em altura ao longo dos anos) deram para montar na nova casa uma parede no escritório que se encontra, como podem ver, completamente desarrumada. As tábuas que sobraram, em conjugação com outras de dois metros de comprimento, da estante de tijolos que a Rita tinha em casa dela à semelhança da minha, são actualmente a estante do quarto das visitas, o meu cantinho de materiais para obras futuras. Tem seis tijolos de altura.
Eu continuo a gostar das minhas estantes de tijolos. Acho-as elegantes e bonitas.
Espero que também gostem.

Quem quiser fazer uma estante de tijolos não se esqueça de várias dicas:
  • Os tijolos devem ser envernizado com verniz de cantaria, ou pintados com tinta de óleo (também deve ficar giro) para não partirem facilmente.
  • As tábuas devem ser de madeira boa para que não empenem facilmente. As minhas foram tratadas com bondex cor carvalho.
  • As minhas tábuas têm a profundidade de 30 centímetros.
  • Os tijolos podem ser de 7 centímetros ou de 11. Na minha opinião é uma questão estética, por exemplo, se quisermos pôr 3 pontos de apoio o do meio não deve ficar muito grosso.
  • Eu protegi os tijolos com protector para não arranhar as tábuas nem o chão.
  • A altura entre tábuas é a dos tijolos, e infelizmente não dá para dossiês.
Se quiserem alguma dica, estão à vontade, mandem um mail.

Ana Cristina 

quinta-feira, maio 15, 2014

Depois de uns dias sem postar

Apareço a mostrar-vos as plantas cá de casa. Enquanto a marquise serve de estufa e não de forno...



Estão bonitas, não estão?
Ana Cristina

domingo, abril 06, 2014

Será que a Primavera chegou?

Eu tenho dificuldade em afirmar. Tem chovido tanto e há dois dias estava frio. As varandas ainda estão molhadas e cheiram a humidade que, espero com convicção que seja desta que o sol venha para durar. Mas as plantas cá de casa há cerca de 15 dias que parecem ter sentido que a primavera realmente chegou, com ou sem chuva. Coincidiu com a entrada no calendário que começaram, aos poucos a mostrar-se mais viçosas.  E desde há dois ou três dias que já se vêem algumas flores a despontar.
Bem-vinda primavera! A gente e as plantas cá te esperam.
Ana Cristina


segunda-feira, maio 27, 2013

Ontem, a fazer umas experiências com a máquina fotográfica...

... tirei esta foto. A ideia era fotografar a estante dos livros especialmente umas prateleiras que eu gosto mais para fazer um post a lembrar a Feira do Livro.
E afinal a fotografada fui eu...
Olá cá estou eu!
Ana Cristina

terça-feira, dezembro 04, 2012

Já descobri!

O pássaro que fotografei é um periquito-de-colar. Encontrei a informação na net em sites da especialidade como este. Ao que parece estes periquitos, "quase tão grandes como os papagaios e coloridos como os periquitos" são mesmo da família dos papagaios e podem ser vistos nos parques de Lisboa com alguma frequência. Terá sido uma coincidência vê-los agora porque não são sazonais, acontece é que as árvores do nosso largo estão mais despidas e transparentes. Há mesmo quem diga que noutras cidades já são mesmo considerados como praga mas eu, por estas bandas tenho visto grupos pequenos.
Engraçado foi encontrar, por um lado sites que publicitam a venda desta espécie e ao mesmo tempo descobrir que nos anos 80, possivelmente fruto de fuga ou de deliberada libertação, estes pássaros resolveram reproduzir-se e viver nas ruas da cidade, estando agora ao alcance dos olhos e ouvidos (porque são muito barulhentos) de muito mais pessoas. 
Prometo tentar gravá-los em vídeo assim que eles colaborarem.

Fotografia retirada do publico.pt 25/12/2011
Ana Cristina

Esta manhã tivemos uma visita


Em frente à nossa casa. Nas árvores que agora estão despidas apareceu um pássaro diferente. Tem ar de tropical, com as cores dos periquitos mas de tamanho mais parecido com os papagaios. Desta vez estava sozinho mas no ano passado ainda vimos um grupo de uns quatro. Consegui fotografa-lo e fiquei imenso tempo a adorar esta maravilha de animal. E eu nem gosto muito de pássaros.
Cada vez gosto mais de viver nesta casa.
Ana Cristina

sexta-feira, maio 13, 2011

Cantos da nova casa 2

Daqui, posto de controlo do Pilas. Numa rua com muito movimento. Tanto automóvel, como de passarinhos e pombos. E como ele gosta de passarinhos...

Ana Cristina

sexta-feira, abril 08, 2011

Mudanças

Desde o inicio do ano que as mudanças têm sido muitas.

Primeiro foram as expectativas de futuro, porque estavamos em época de mudança e ano novo vida quase nova mas novos projectos. Ao mesmo tempo vieram notícias de desempregos e de aproximação de tempos mais difíceis. Mais tarde novas notícias que provocaram uma avalanche de sentimentos confusos e ambivalentes. E por fim acontecimentos que vieram pôr fim, por enquanto, aos projectos à muito desejados.

A acompanhar, duas notícias boas. Arrendamos o apartamento a partir do inicio deste mês e mudamo-nos de bagagem, caixas de cartão etiquetadas e Pilas para o novo apartamento que nos esperava desde o inicio do mês passado mas que estava a ser lentamente preparado para nos receber.

E assim, entre caixas, novos cantos e barulhos estranhos à pouco mais de uma semana vivemos neste novo lar, que agora começa a parecer nosso apesar das paredes do quarto ainda não estarem a gosto e das imensas caixas de cartão no quarto dos desarrumos.

Fotos para ilustrar as mudanças só umas do Pilas. Mas ficam para amanhã, porque só agora consegui encontrar o saco dos cabos da máquina fotográfica.

Foi por estas, e por outras, que não apareci a dar notícias.

Ana Cristina

terça-feira, novembro 17, 2009

Prometem-se novos cantos para esta casa!

Ai, estou tão contente...!!! Já consegui comprar os tecidos para os cortinados da minha marquise...!!! E já sonho com eles feitos e postos, e com as fotografias que vou finalmente poder pôr na cómoda, e com todas as molduras e afins que vou poder pôr na parede... ai que bom que vou poder deixar de me preocupar com o facto das coisas descorarem... se calhar até vou ficar contagiada e acabar os restantes projectos pendentes, ai que bom, estou tão contente!!!!
Rita

quinta-feira, maio 14, 2009

Arrumações 1

Se com a chegada de uma nova estação, há roupa que precisa de ser experimentada e arrumada, com a chegada de um bebé, mais ainda...
Se o dito bebé for de um género diferente de um primeiro filho, agrava-se a questão...
Se a casa não é grande, pior ainda...

Com esta conversa, é fácil perceber que nos últimos tempos tenho andado dedicada à roupa dos miúdos. Separar a que é visivelmente de menina e a que pertence ao grupo unissexo. Dentro de cada categoria, dividir por classes etárias. Ver o que já não serve. Confirmar o que ainda não serve. Aumentar o espaço que era de um para que dê para dois. Inventar.

Solução arranjada: prateleira quase no tecto (que cá em casa é particularmente alto) e uma fileira de caixas do Ikea.

Rita

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Uma mesinha diferente.

Quando comprei a minha casa, pela primeira vez, e acho que única, comprei umas revistas de decoração para poder tirar umas ideias do que fazer ao meu novo espaço. Numa dessas revistas havia uma mesa com rodinhas que serviu de inspiração ao padresito que reciclou uma porta de escrivaninha partida da mobília do nosso quarto e a transformou nesta mesa de apoio única.
Actualmente está no nosso quarto e nela estão os novos livros da casa e umas latinhas. A maior trouxe-a dos EUA cheia de chocolatinhos em forma de suspiro mas o que me encantou foi mesmo a lata. As outras duas comprei-as no final do ano passado.

Ana Cristina

sexta-feira, julho 18, 2008

Cantinho cá de casa...

Tentando voltar à normalidade, recomeço a rúbrica "cantinhos cá das casas" que durante algum tempo foi hábito nosso. Na altura fomos influenciadas por esta menina, nossa amiga da blogosfera que conhecemos pessoalmente na única feira que tivemos oportunidade de ir (única, mas muito boa experiência,que um dia, que sabe, se repetirá) e que já consideramos nossa amiga.

Esta semana mostro o cantinho dos gatos, na minha sala, onde se encontram dois gatinhos em porcelana, oferecidos por duas amigas, e umas informações em forma de livros, que me deram toda a sabedoria teorica acerca de felinos. A prática veio com o Pilas, que já todas conhecem.



Ana Cristina

terça-feira, junho 03, 2008

Cá em casa, uma vez por semana 5

Bem sei que a Rutinha lançou este desafio/rubrica com o intuito que este fosse semanal... mas confesso, nem sempre dá e nem sempre me apetece... os últimos tempos têm sido algo complicados para actualizar esta rubrica e este blog - isto é por fases - mas promete-se um novo e continuado esforço para manter tudo em ordem... até porque há muitas coisas para mostrar...
Adiante, esta semana exibo, em tom caricatural, o canto da casa mais importante da nossa actualidade:


Isto não é bem verdade, claro está. Mas faço este post só para dizer que a miúda da casa já não tem rabiosque de fraldas, pelo menos durante o dia. E tem corrido muito bem.
No ano passado achámos que a Alice estaria pronta para largar as fraldas e começámos a falar-lhe no assunto. No entanto, não partimos para o treino à séria. Resultado: a moçoilita ficou confusa e a coisa não deu bom resultado, inclusivamente a nível de saúde (nada gravoso, mas aborrecido na mesma). Este ano, quando o mau tempo aliviou, experimentámos deixá-la pela casa sem fraldas. E qual não é o nosso espanto, verificámos que sabia perfeitamente quando tinha que ir ao bacio...
Decisão: o próximo filho que tenha há-de largar as fraldas quando estiver suficientemente seguro para o fazer, sem qualquer stress ou pressão da nossa parte. Pode demorar um pouco mais e implicar mais gastos na economia familiar, mas vale de facto a pena esperar, a resolução deles é muito mais segura, confiante... e rápida, sem treino! Fica o conselho.
Rita

segunda-feira, maio 05, 2008

Cá em casa, uma vez por semana...


Isto de mostrar uma vez por semana um dos cantinhos das nossas casas não é bem assim. Como podem reparar, a semana passada não teve direito a posts alegres, nem a pensamentos rebuscados nem a fotos. As palavras simpáticas não abundaram, (na boca e muito menos nos pensamentos), as fotos não tiveram direito a legendas e por isso não foram convertidas em posts. Mas esta semana será diferente, espero...
E porque as férias espreitam por todos os lados; a família ou esteve ou está de passeio, eu terei uns dias de descanso lá para o fim do mês e o Sol já apetece, lembrei-me de vos mostrar a prateleira dos roteiros de viagens realizadas, com três latinhas que trouxe em mãos de sítios diferentes, um cheirinho de outras línguas...

Como eu gostava de ir dar um passeio desses este ano...
Ana Cristina

quinta-feira, abril 24, 2008

Cá em casa, uma vez por semana 4

Lá em cima, no alto do móvel do hall de entrada, a aproveitar os tectos tão lá no fundo, está mais um louvor da nossa casa ao Ikea: as nossas arrumações encaixotadas.
É impressionante como as caixas ajudam a arranjar um sítio para as coisas, quaisquer que elas sejam. E quando as ditas são catitas, melhor, conseguem-se cantinhos de arrumações deliciosos. Neste caso, as nossas ajudam a organizar revistas de decoração, correspondência, programas de espectáculos artísticos, documentos sobre gravidez e bebés, obras da Alice na creche e recordações-várias-daquelas-que-não-se-consegue-deitar-fora-mas-que-sabemos-que-não-servirão-nunca-para-nada.
Sorrio: das caixas até ao tecto ainda há espaço. Nunca se sabe...
Rita

sexta-feira, abril 18, 2008

Cá em casa, uma vez por semana...

Numa época em que eu senti que era a altura de ter novas experiências, que necessitava explorar em mim as vertentes mais artísticas da minha pessoa, resolvi inscrever-me no curso de pintura da SNBA. Aprendi muito, e mesmo não tendo terminado os três anos iniciais da formação, foi uma experiência que, mais do que tudo, me libertou de algum medo dos pincéis, da cor e do tamanho dos trabalhos. Até à data eu queria que tudo ficasse perfeito, não tinha capacidade para ir corrigindo o que me parecia menos bem, tinha medo de gastar material, fazia tudo muito pequenino e nunca tinha mostrado nenhuma das minhas experiências a ninguém fora da família próxima.
Guardo uma prateleira de livros sobre pintura, quase todos desses dois anos. Neste momento os gastos são ainda mais controlados e as prioridades vão para outros temas...
Mas é um cantinho da minha casa que eu adoro, por isso resolvi mostrá-lo.

Ana Cristina


quinta-feira, abril 10, 2008

Cá em casa, uma vez por semana 3

Assim, visto de baixo, parece-me uma espécie de flor...



Mas afinal é o(s) nosso(s) candeeiro(s) do corredor...



Falta dizer que talvez assim, exibidos neste nosso blog, alguém comente os nossos candeeiros... é que cá em casa os tectos são tão altos que habitualmente ninguém repara neles e é sempre uma frustração...

Rita