quinta-feira, setembro 23, 2010

Cardigos 2009-2010

Como no ano passado, nestas férias também fomos visitar os Bisavós e os Tios-avós à casa cor-de-rosa de Cardigos, perto de Castelo Branco. Matámos saudades e ficou prometido voltar com bem menos do ano de intervalo que fizemos desta vez.
Tirámos tantas fotografias que até deu para fazer um jogo de "descubra as diferenças":

A miúda no pequeno (e velho e estragado e incumpridor das imensas regras de segurança actuais - mas único na terra e tão parecido com os do nosso tempo) parque infantil da aldeia. Em 2009 e em 2010.
O mais velho e o mais novo deste lado da família. Em 2009 e 2010.

Eu do alto do alpendre a vê-los: ela em brincadeira com o pai no sobe e desce das escadas em 2009 e a regar as plantas com a Bisa em 2010.

Rita

sábado, setembro 18, 2010

Descanso, leitura...

... final de tarde na praia em terras de Além-Tejo.
Eu sei que têm inveja, mas não tenham. Pensem que eu, este ano, ainda só tinha estado de férias em Maio.
Ana Cristina

sexta-feira, setembro 17, 2010

Piadola de filha (à falta do cabo de ligação da máquina fotográfica ao computador e, por isso, de hipótese de ilustração de posts de outro teor)

Já no carro, depois de sairmos da casa dos primos:
- Logo à tarde, quando estiverem a dar as Winx, vou partir a televisão! E depois colo com fita-cola...
Nós surpreendidos com a estranheza e violência do objectivo. E logo ela a explicar que nessa altura as Winx podiam sair da televisão para fora, para brincarem com ela.
Não valeu de nada explicar a questão dos desenhos animados, da sucessão de imagens desenhadas, da exemplificação que já tínhamos visto em outros locais. Irredutível. Existiam sim senhora e ela ia meter o braço dentro da televisão e puxá-las cá para fora.
Pelo sim pelo não, é melhor hoje afastá-la do dito aparelho. Era só o que me faltava, um bando de miúdas aladas e descontroladas cá por casa.
Rita

quinta-feira, setembro 16, 2010

Vou passar uns dias fora...

... porque VOU DE FÉRIAS.
Não serão as férias que tinha em mente quando as marquei, porque terei de vir a casa por uns dias mas sobretudo porque ele não pode juntar os dias dele aos meus. Os dias juntos serão reduzidos a um fim-de-semana prolongado, que já estamos com muita sorte por ele ter andado a ter apenas uma folga por semana (obrigado) durante umas semanas seguidas e os chefes terem autorizado o gozo dessas folgas seguidas.
Cá estarei antes do fim do mês para concretizar um projecto, que por azar ficou marcado para as minhas férias, mas também para o inicio de uma nova fase que falarei noutra altura.
Entretanto levo uns livrinhos e algum material de trabalho. Não sei se terei orçamento, ou rede, para vos visitar mas se der apareço.
A todas as nossas visitas, até breve que eu vou de férias.
Ana Cristina

quarta-feira, setembro 15, 2010

Pequena história de Dona Panqueca, do alto da sua nova e vermelha cadeira-auto, e Senhor Crepe, encolhido na antiga cadeira dela

Lá fora, a serra e o escuro. Pela frente, uma viagem grande. Nos dois o sono pesa, mas nenhum se quer deixar demover, entusiasmados pelas brincadeiras recentes na casa cor-de-rosa, com os Bisos e a Tia-avó.
Senhor Crepe resmunga, pede água, está aborrecido. Não parece decidido a dar facilidades no início da viagem. A mãe sugere que dêm as mãos, lembranças de um ritual antigo entre manas, quando havia pesadelos.
Senhor Crepe rejeita primeiro, aceita depois. Dona Panqueca maravilhada com a acalmia dele. A bem dizer, todos maravilhados com a acalmia dele. A mãe lamenta interiormente não ter a máquina fotográfica à mão.
Lá fora o escuro e dentro do carro uma vozinha:
- Quando eu crescer posso casar com o Vasco?
- Não pode ser, vocês são irmãos e os irmãos não se casam uns com os outros.
- Então quem é que vai casar com o Vasco?
- Outra menina que seja namorada dele, de quem ele goste.
- Não! Não quero...!
Explicações sobre lugares e amores eternos, que ninguém rouba.
Dona Panqueca e Senhor Crepe de mão dada, praticamente a viagem toda, mesmo a dormir.
Rita

quarta-feira, setembro 08, 2010

Foi ontem...

... que deixei de ser caloteira para com o meu serviço.
Há coisa de menos de um mês telefonaram-me à hora de almoço a perguntar se eu aceitava não ir trabalhar em troca de fazer um turno que fosse necessário ao serviço porque com as férias, os estados e casamentos deixaram toda uma programação de horário caótica. Aceitei. Mas as necessidades de horário coincidiram na totalidade com turnos em que, ou estava a trabalhar, ou de tal forma desenquadrada do horário que não me era possível fazê-lo.
Assim passei a fazer parte da lista de pessoas que devem turnos ao serviço. Desde aí sempre que ía ao dossier do horário lia o meu nome como uma caloteira. Engraçado, no dossier não consta o tempo que nos devem. No dossier não está que só em horas e dias podiam colocar uma colega a trabalhar prái um ano, com o objectivo de pagar aos profissionais os dias que lhes estão a dever. O meu turno de dívida estava lá, mas não estava que o próximo feriado que eu gozar em casa será o dia 25 de Abril de 2007 (que dessa data até hoje todos os outros estão por gozar, à excepção dos que estava de férias nesse dia).
Mas pronto, não vou sofrer mais de ataques de fúria quando abrir o dossier do horário. Desde ontem que EU não devo nada ao serviço.
Ana Cristina

terça-feira, setembro 07, 2010

Quero fazer as minhas compras!!!

Vou esperar que amanhã o senhor não fale muito, pelo menos que não fale tanto que acabe por entrar pela minha hora de almoço adentro, porque o que eu queria mesmo era ter oportunidade de ir a correr ao Ikea comprar a nova cama para a Alice e mais o colchão e os lençóis porque já vão lá estar, se bem que não faço ideia se conseguiria trazer tudo no carro, isto se por acaso eu conseguisse ir...
Nota-se muito que estou ansiosa à espera de novidades para a minha casa...?!
Rita

segunda-feira, setembro 06, 2010

Acabou outra...

E pronto, acabou mais uma Festa do Avante. A 34ª. E eu fui a todas.
Como sempre, esta festa foi diferente das anteriores, ora porque houve faltas graves por motivos de trabalho, ora porque houve pessoal que lá foi passado muitos e longos anos, ora porque houve outros que lá foram pela primeira vez e tenho quase a certeza que lá regressarão.
Foi um fim-de-semana longo e cansativo, mas muito atento às novidades. E, por isso, ainda fizémos um brinde ao desfecho do julgamento do caso mais mediatico do nosso país e às suas conclusões. Mesmo que outras possam ser vir a ser tomadas.
Ana Cristina

quinta-feira, setembro 02, 2010

Tristezas...

E pronto. Após tantos meses de negação desta possibilidade, hoje trouxe trabalho para casa. Não gosto e espero que me sirva de emenda. É mesmo para despachar o máximo de coisas antes de ir de férias. E já agora, a meio caminho, evitar comentários maliciosos de quem os merece mas não nos merece a nós.
Vou ali trabalhar um bocadinho.
Rita

quarta-feira, setembro 01, 2010

Tem nome de qualquer coisa tropical e perigosa, mas não é

Impétigo.
São as ditas crostas enormes que o Vasco tem, localizadas essencialmente por cima das ex-borbulhas da varicela. Uma coisa que provoca "feridas" concêntricas com mau aspecto e que nos fez, só por descargo de consciência, marcar para ele uma consulta simultânea à dos cinco anos da Alice. Em boa hora. Antibiótico, pomada antibiótica, gel de banho, spray. Risco de contágio na escola. Risco de contágio para a irmã. Mais dias em casa.
Raio do miúdo, tanto lhe gabámos a resistência, a ausência de atestados por viroses no primeiro ano de vida e escola. E assim de repente, toma lá com uma infecção intestinal prolongada e resistente e agora com uma varicela e ainda com uma coisa de nome esquisito e aparentemente insultuoso.
E dizia eu no outro dia:
«- Já viste o aspecto das borbulhas dele?! A continuar assim vai ficar cheio de cicatrizes da varicela... nunca vi ninguém com marcas assim... parece uma doença de pele contagiosa...»
E olha: não parece, é.
Rita