terça-feira, agosto 31, 2010

Umas calças floridas

Na tentativa de tornar a exibir as obras das Oficinas Ranha às terças-feiras (para vocês terem o resto da semana toda para comentar, percebem?), cá vão as calças que há uns meses fizemos para a Laura, da minha amiga e colega Dê.
A Laura é uma das miúdas mais galardoadas com as nossas obras. Desta vez também gostou das suas calças e teve de ficar ansiosamente à espera que chegasse o bom tempo para poder andar com elas... estávamos em Abril, por isso foi uma longa espera para quem tem seis anos de idade. Agora, que estamos a entrar na recta final do Verão, espero que as ditas estejam ruças, de tanto uso...



Rita

segunda-feira, agosto 30, 2010

Nada de especial

Por causa do cansaço e da Alice também ter ficado com varicela e do Vasco estar a dar más noites provavelmente devido às comichões das crostas enormes que ainda tem, não tenho cá vindo... sei que estou sempre a dizer o mesmo, mas às vezes é mesmo o que há para dizer... eu continuo a gostar de cá vir e escrever e contar e mostrar...

Fiquem com uma das milhentas trafulhice do puto:


Rita

terça-feira, agosto 24, 2010

Um dos presentes da Alice foi uma vivenda T0 pré-fabricada.
Há muito tempo que esta ideia rondava nas nossas cabeças. Inspiradas pela casa que a Ana Ventura mostrou aqui, temos falado muitas vezes em construir uma para a Alice.
Foi desta. Não a fizemos juntas porque as vidas não proporcionaram a junção dos tempos mas, entre a sujestão da Rita, umas ieias conjuntas e a minha mão de obra saiu esta casa.


Este é um modelo único, mas se pudesse fazia agora uma meia dúzia, com todas as ideias que agora tenho.
Para quem quizer a receita esta foi feita com:
Ingredientes; duas caixas de cartão, muita cola, papel de jornal e um pedaço de cartão ondulado, dois pacotes de litro de leite e uma lata de chocolate em pó.
Material necessário; x-ato, tesoura, trincha grande
Muita imaginação e algum espaço. E já agora um carro com mala grande, que esta foi dificil de entrar no monovolume da Rita

E podem ter a certeza que fazem as delicias tanto da gente minorca como dos felinos.
Ana Cristina



segunda-feira, agosto 23, 2010

Papéis e papelinhos

Não percebo.
No hospital, uma médica credenciada passa uma declaração, vulgo atestado, para ficarmos em casa com um filho doente. Dos tantos dias aos tantos dias, obviamente.
Do serviço mandam-nos fazer uma declaração - e como temos três dias para entregar o atestado, calculo que o prazo seja o mesmo para a dita declaração, pressupondo por isso que temos de a fazer em casa, onde estamos, com o filho doente - a dizer que somos a única pessoa ou a pessoa adequada a acompanhar o filho.
Por fim, como se o segundo passo não fosse já suficientemente ridículo, quando voltamos para o trabalho, no final do período que a médica nos estipulou - a nós, devidamente identificados através da apresentação do BI aquando da passagem do atestado - temos de fazer a chamada "apresentação ao serviço", um documento onde dizemos que voltámos.
Não percebo.
E pior, recuso-me a perceber a dinâmica da burocracia, desta troca de papéis e papelinhos... num mundo onde se continua a burocratizar demasiado, a falar - mas só a falar - que os sistemas deviam estar informatizados, que gastamos muito papel, que as florestas estão a arder desenfreadamente...
Rita

domingo, agosto 22, 2010


Neste dias em que aqui faltei, andei de volta do meu puto (que, apesar de uma semana e meia inteirinhas comigo, continua a adorar de paixão... o pai), fiz algumas arrumações, dediquei algum tempo a mim mesma (enquanto o rapaz dormia)... e fiz cinco anos de maternidade!!!!!!!!
É verdade, a Alice fez cinco anos. E, podendo falar de mais coisas sobre o assunto, como por exemplo a dificuldade de fazer anos em Agosto e ainda por cima com um irmão com varicela, por hoje vou só dizer que, com todos os revezes, a festa foi um sucesso.
Fotografei os bolos porque ficaram lindos e são maravilhosos. Saíram das mãos da Andrea, que se dedica a esta arte em par-time e que não poupou esforços para ir de encontro às minhas ideias. A Alice queria um bolo das Winx, com destaque para a figura preferida (a qual ela denomina de "rosa" porque nunca lhe conseguirá decorar o nome - "Flora"). Pedi dois à Andrea. O primeiro foi para a escola e fez um sucesso brutal, com trinta meninos a quererem fazer festinhas à boneca e levá-la para casa. O segundo foi cá para casa e ela adorou que tivesse o nome dela e as ditas cujas bonecas como prenda extra (foram compradas à parte). Àparte a beleza, o interior é divinal. Vale a pena fazer a publicidade, viva o Mundo Nham.
Rita

segunda-feira, agosto 16, 2010

O miúdo está com varicela.
E hoje até dá/deu para escrever, descontrair, fazer umas arrumações, porque ele acordou e esteve melhor durante todo o dia. Mas de quinta a domingo foi um suplício a ver as borbulhas a apoderarem-se dele, a febre sempre a subir aos 39º e com menos de oito horas de intervalo, o incómodo, a choraminguice, o pedido constante de andar constantemente ao colo.
Não fazia ideia como o aspecto da varicela grita à distância para não nos aproximarmos. E como aparece na cabeça, nos pés e mãos, nos olhos, nos genitais, na boca. Só dá pena.
Já está a recuperar, mas enquanto não fica totalmente bom estamos os dois por casa, a trocar mimos.
E claro, vamos contando o tempo que demorará para aparecer à Alice.
Rita

segunda-feira, agosto 09, 2010

Só muito rapidamente...

... venho cá num instantinho dizer que ainda estou a trabalhar... e que vou continuar... e que, tirando de manhã, hoje não vi os putos... que o meu lanche, jantar e ceia foi uma sandocha de presunto, um copo de leite, umas colheradas de gelado de melancia e o descafeinado que tenho aqui ao lado do computador, para beber... que estou cansada, mas um pouco eléctrica... mas que, assim que tiver que sair do blogger e recomeçar o trabalho, vou ficar pedrada de sono...
Pronto, só para terem um bocadinho de pena de mim... pena não, vá, solidariedade...... O que vale é este mês devo ganhar uma comissão maior... eheheheh (vocês não percebem mas este riso do lado de cá é sarcástico e tem cá a ver com coisas... eheheheh)
Beijocas, que tenho muito que fazer.
Rita

sexta-feira, agosto 06, 2010

Hoje apeteceu-me e saiu-me assim:

Um dia ela disse-lhe que esperaria sempre por ele para dançar. Que sabia que ele não sabia dançar. Que sabia que ele nunca tinha aprendido. E que não importava. Ela esperaria. Se fosse preciso, para sempre.

Rita

quinta-feira, agosto 05, 2010

Arrumações

Cá em casa andamos ocupadíssimos. Arrumações. A aproveitar a ausência da filha mais velha.
Dos planos para nos dedicarmos a uma assoalhada por dia passámos à constatação de que isso não seria possível com todas, depois para planos mais concretos para o páteo, depois para as compras para o páteo.
Em jeito de permissas conclusivas, podemos dizer que:
1. temos uma parte da casa muito limpa a arrumada;
2. temos outra parte da casa cheia das coisas que ainda não conseguimos arrumar ou, segundo outro ponto de vista, para as quais não conseguimos arranjar lugar na parte 1 da casa;
3. ficamos extremamente orgulhosos quando olhamos para a parte 1 da casa;
4. ficamos cansados quando olhamos para a parte 2 da casa;
5. já deitámos muita coisa fora;
6. ainda não conseguimos desencaixotar as coisas que comprámos para o páteo;
7. vamos ficar com um páteo muito giro, esperemos que ainda seja durante este Verão;
e, por último, mas a mais importante:
8. é impressionante a quantidade de espaço que se arranja depois de uma boa arrumação. É caso para dizer: gentes de todo o mundo, arrumai-vos!!!
Rita

quarta-feira, agosto 04, 2010

A sina do pacote de açucar...

Se te calha um conselho, destes é porque necessitas mesmo de morder a lingua da próxima vez que te apetecer espingardar...

Se no mesmo dia te calha duas vezes, já tens mais um assunto para falar com as tuas amigas...
Ana Cristina

segunda-feira, agosto 02, 2010

Resquícios da Irlanda

Há uns dias que ando a prometer uma coisa a mim mesma.
O meu amigo U. costuma dizer que o trânsito desperta o pior nas pessoas e acho que ele tem toda a razão. Uma pessoa sai satisfeita de casa e passados dez minutos já está a reclamar com o mundo de condutores à sua volta, com os disparates em que vai reparando, a insultar os seus proprietários na intimidade da viatura... o sangue pulsa mais rápido, acelera, desacelera...
Mas na Irlanda, em Dublin, em plena hora de ponta, os condutores não apitam... mesmo quando vão para lá os que conduzem à direita e fazem as idiotices normais depois de pegar num automóvel com tudo ao contrário... não apitam... e cedem a passagem... O cenário é tão calmamente estranho ou estranhamente calmo que só depois de algum tempo é que nos apercebemos...
Hoje atravessei Lisboa em hora de ponta, em Agosto, e um indivíduo atrás de alguém fartava-se de apitar para outro alguém. E foi quando eu, que já andava a reparar e a pensar nestas coisas, decidi que posso torcer-me toda, mas que vou tentar ser mais irlandesa nisto do trânsito... vamos lá ver se não me dá uma apoplexia motivada pelo silêncio...
Rita