sexta-feira, maio 29, 2015

Finalmente à venda numa loja


Primeiro tiraram a foto de família, na estante habitual e na companhia de um dos elementos da família. (nem todos entraram na foto porque os primeiros foram antes conhecer o espaço) Depois seguiram num saco xulesudo, rumo a novas experiências. Esperam seguir para novas paragens, na companhia de gente alegre e bem disposta. Alguns até talvez mandem notícias, ou fotos das suas novas vidas.
Estão, desde hoje expostos e prontos para seguir viagem, em A Venda Lusitana (Rua do Telhal, n˚75 Lisboa).
Esta é estreia dos Xulés numa loja. Para comemorar o dia da criança.
Ana Cristina

terça-feira, maio 26, 2015

Série "Estamos tão desgraçados da nossa vidinha..." - 1

Temos portanto as aventuras de meados de Abril:


E as de um mês e meio depois:


No próximo mês, quando ela espreitar de cima de um roupeiro, eu mostro...
Rita

Nota: por acaso, isto até fica bem colocar no dia em que o Google decide realçar a primeira astronauta norte-americana, Sally Ride (sem qualquer desprimor para a Xô Dona Valentina Tereshkova, primeira mulher de sempre no Espaço e até agora a única a viajar por ele a solo)... Portanto, hoje escadas, amanhã "o infinito e mais além"...

quarta-feira, maio 20, 2015

terça-feira, maio 19, 2015

Contas muito simples, no dia mundial do médico de família

Fazendo contas muito simples para que ninguém se engane. Nós as duas e as nossas famílias mais os nossos pais, somos oito. Nenhum de nós tem médico de família. Mas não somos os únicos, somos um milhão, doze por cento da população portuguesa. Segundo a Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar faltam oitocentos médicos de família neste nosso país. Para nós faltam três. E dizem que há zonas mais carenciadas. Nós somos de Lisboa, Amadora e Sintra. Será coincidência?
Mas no meio disto tudo há a esperança que dentro de pouco mais de ano e meio haverá quem nos trate da saúde. E não estou a falar de nos tratarem dos nervos pela crise que nos provocam com tanta hipocrisia.

Ana Cristina (queria formatar este post e colocar-lhe uma imagem mas ao que parece o blogger no tablet funciona maaaalll)

quinta-feira, maio 14, 2015

Autonomia, aventura, independência... felicidade...



Rapazeco de seis anos parte hoje para acantonamento de dois dias e meio com a sua turma (mais de vinte...!). Acorda satisfeitíssimo, mesmo que mais cedo do que nos outros dias, e fica cada vez mais excitado enquanto ainda permanece em casa, a arranjar-se. Esquece-se da escova de dentes... mas o que são dois dias sem higiene dentária, face a todas as aventuras que o esperam... 
Mãe de rapazeco explica-lhe que, depois da avaliação do acantonamento feita pela Educadora e da avaliação da mochila regressada feita por ela própria, decidirá com o pai a possibilidade de ele ir a outro acantonamento com a irmã, durante uma semana, no Verão. Relembra aquelas cenas das mães, «és dos mais velhos, sê dos primeiros a fazer o que a S., a G. ou a N. te disserem, para que os mais pequeninos percebam a importância e repitam», «todos os dias tiras a tua roupa e guardas logo, dentro do saco da roupa suja, não te esqueças, tens que lá pôr uns calções, uma t-shirt, umas cuecas e umas meias...», «olha que as meias são duas!», «tem cuidado, ajuda, não te esqueças que vocês são muitos»...
Mãe de rapazeco estaciona o carro e saem os dois, rapazeco contentíssimo, mochilinha às costas, mão dada um com outro, poucos minutos de namoro até à separação. 
Mãe de rapazeco:
«-Então diz-me lá as coisas que eu te disse, para ver se fixaste.»
Rapazeco:
«- Disseste-me para ter cuidado para não perder o casaco.»
Mãe de rapazeco:
«-Certo. É só um e vais tirá-lo se tiveres calor, por isso tem atenção.»
Silêncio.
Mãe de rapazeco:
«- E mais?»
Rapazeco:
«- Hum... eu não me lembro de mais nada...!»
Rita

domingo, maio 10, 2015

Aprendizagem memorável

Que se registe em todos os arautos d'àquem e d'álem mar que a sô dona Joana desta casa, hoje, dia 10 de Maio de 2015, com 16 meses de idade, aprendeu a dar beijos... 
Filha, minha filha, que sejam estes só os primeiros de muitos que dês pela vida fora...
Rita

Esta é a história da Mamã e do Papá, da Alice e do Vasco, da Fera, dos Avós e dos Tios, e do Bebé, que aprendeu a andar e (ainda não) a falar e a pintar (um dia) flores amarelas, mas que gostava acima de tudo de beijos, de muitos beijos.
(adaptado de "O bebé", de Fran Manushkin e Ronald Himler, Sá da Costa Editora - um livro lindo de morrer)

sexta-feira, maio 08, 2015

Comemoram-se hoje os 70 anos


... da vitória sobre o Nazi-Fascismo  E nunca é demais lembrar uma das manchas negras da história da Humanidade...

Ana Cristina

quarta-feira, maio 06, 2015

Lego


No fim de semana rumámos ao Campo Pequeno para a exposição de Lego. Uma amiga tinha-nos oferecido dois bilhetes e no elevador do centro comercial uma família desconhecida perguntou-nos simpaticamente se os tínhamos, o que significa que nos deu o terceiro que precisávamos. 
Já há uns anos tínhamos ido a uma exposição de Lego em Oeiras. Era enorme, cheia de gente, uma grande confusão. Desta vez, mesmo sendo a manhã do último dia, o tamanho disponível e a quantidade de pessoas no local era de conjugação ideal. Houve possibilidade de apreciarmos todos os displays, desde a enorme catedral de Colónia ao Estádio da Luz, desde os cenários futuristas aos de contos de fadas, desde os edifícios que o senhor que nos vendeu duas minifiguras fotografou por esse Portugal e esquematizou em papel milimétrico para depois reproduzir até à aldeia de Beirais... desde a Câmara Municipal de Lisboa ou a Casa dos Bicos até às pequenas construções que valem pela imaginação das piadas alusivas à troika...
Temos um primo que tem uma oficina cheia de caixinhas e gavetinhas com pecinhas e que se dedica a fazer construções originais fascinantes. Para mim, que nunca tive muito, o Lego continua a ser um brinquedo maravilhoso, mas essa zona de criatividade além do manual de instruções encontra-se-me negada, talvez pela falta de experiência no trabalho com o mesmo. Sendo assim, ainda bem que existem as exposições a permitir-nos maravilharmo-nos com os projetos alheios... 
No fim ainda aproveitámos outros divertimentos, como jogos de consolas, pinturas faciais ou, melhor ainda, uns cilindros (de milho?) para fazer construções, ou areia cinética que age quase como se de plasticina se tratasse. 
Resultado: manhã em cheio e um grande obrigado à amiga M!
Rita

terça-feira, maio 05, 2015

As patinhas da Misha...

Sempre achei as patinhas dos gatos maravilhosas. Na verdade sou um encantada com a elegância e aquele ar de modelos, quer fotográficos quer de passerelle, dos felinos e sempre que posso fotografo os meus modelos domésticos. A Misha já deve estar habituada a ouvir o som da máquina ou do telemóvel enquanto dorme, mas ela dorme em posições tão engraçadas...
Ontem quando conheci o novo membro da família de uma amiga, um gatarrão lindo e imponente reparei logo nas suas grandes patas redondas apeteceu-me fotografá-las. E foi nessa altura que fiquei a saber que, ao que parece, é possível encontrar na net, em especial à terça-feira imagens e posts dedicados aos pés (assim nuns cinco minutos encontrei vários posts de cuidados com as unhas, sapatos e botas de lã...) quer de humanos, quer dos seus companheiros patudos. Chamam-lhe "Tootsie Tuesdays". E pronto, aqui fica a minha primeira colaboração, mostrando as patinhas da Misha. As lindas e peludas patinhas da Misha.
Ana Cristina

domingo, maio 03, 2015

Adoro o Dia da Mãe...

Colar, brincos, pregadeira, caneta, carteira, porta-canetas, íman para o frigorífico, postal... embrulhos lindos, declarações de amor, muitos e muitos mimos... três filhotes e carradas de prendas, feitas por eles, envolvidas em grandes surpresas desde quinta-feira, todas minhas, minhas e deles...
Este dia que é tão bom por ser tão nosso.


                                                                                           03/05/2015
Querida e adorada mãe!
Adoro-te até... Sirius, a estrela com o dobro do tamanho do Sol e 25 vezes mais brilhante que ele.
Eu sou metade dela e tu és a outra metade dela. Somos as queens do world!!
Temos algumas zangas mas depois tu dizes-me "amote" e fica tudo resolvido. "Mãe, tu não sabes o quanto eu te amo o quanto eu gosto de ti, nem que eu morra assim "
                                                          Com muito amor,
                                                          Alice A.

Rita