sexta-feira, novembro 17, 2017

Dia Mundial da Prematuridade

Quem nos segue sabe que eu sou enfermeira, enfermeira num serviço de neonatologia. E quando se pensa em neonatologia tem-se imediatamente a ideia de bebés pequeninos, prematuros mas quase ninguém sabe, que neonatologia não é sinónimo de prematuridade. Neonatologia é o campo clínico que define o princípio da vida extra-útero, mais propriamente os primeiros 28 dias de vida de um recém-nascido. Não deixa de ser verdade que os prematuros são os principais clientes dos cuidados neonatais pela sua necessidade indiscutível de cuidados. E hoje, por ser o Dia Mundial da Prematuridade lembro os "meus" bebés pequeninos, agarrados à vida, lutadores desde o princípio, resilientes muitas vezes a vida inteira.

Eu, Ana Cristina, juntei-me à equipa do " O Pai, a  Mãe e Eu", o blogue de umas colegas e amigas com quem já colaborámos noutra rubrica, para montar um pequeno filme, que podem ver no facebook. Uma pequena homenagem a todos os bebés prematuros e sua famílias, que diariamente nos mostram como para alguns a vida começa de forma dura.
Ana Cristina

quarta-feira, novembro 08, 2017

Saudades de ouvir a minha MPB


Durante muitos anos era a música que consumia. E com a perda da prática de ouvir musica quase diariamente também coloquei de parte os meus CD's de música brasileira. Mas de vez em quando tenho saudades e, por vezes, procuro com o telemóvel e no YouTube, uma ou outra música que conheço há muito tempo. Deixo-me enveredar nas pesquisas, e encontro interpretes de cabelos brancos mas que continuam com aquela aura de musicalidade e intelectualidade. Hoje foi mais um dia desses. E lembrei-me daqueles LP's na casa dos pais, das tardes a ouvir repetidamente as mesmas músicas...

"Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe, 
sonho meu. 
Vai mostrar essa saudade, 
sonho meu, 
com a sua liberdade, 
sonho meu. 
No meu céu a estrela-guia se perdeu. 
A madrugada fria só me traz melancolia, 
sonho meu
...."

Uma letra linda, sobre a saudade e a vida. Uns interpretes muito, muito bons. Um conjunto de gente a transpirar música por todos os poros. Neste caso ouvir é bom, mas ver é ainda melhor
Ana Cristina

segunda-feira, outubro 30, 2017

Em directo do Palácio de Belém


O Presidente do nosso país recebe outro Presidente, neste caso o da Comissão Europeia e fazem em conjunto declarações para o país... Poucas frases para quase todos ouvirem mas para os franceses perceberem.
Je suis triste. Dans mon pays, la langue officielle est le français.
Pardonne-moi. Je ne m'en suis pas rendu completement.
Imagem retirada da NET.

Ana Cristina

quinta-feira, outubro 26, 2017

O(s) diário(s) de Anne



Hoje, que tenho finalmente o meu computador novo (yupiiiiiii!!!!), posso falar nesta magnífica ideia de alguém: fazer, d'"O Diário de Anne Frank", um diário gráfico... ou, porque não dizê-lo, uma versão em banda desenhada.
Qui-lo assim que o vi, logo no início do mês, e só acabei de o ler hoje porque foi obviamente partilhado com a Alice e com outra minha leitura comprada a seguir...

Para quem não leu "O Diário de Anne Frank", aconselho. Não é feito do drama da II Grande Guerra, é sim feito da expressão do magnífico desenvolvimento interior de uma adolescente colocada em circunstâncias anormais e enquanto o mundo à sua volta enlouquecia. A adolescente por si só talvez não fosse totalmente comum, mas, mesmo quando enfiada entre as poucas paredes da sua reclusão de dois anos, os seus problemas giram em torno do que faz parte na adolescência: a comparação com a irmã, os conflitos com os pais, as exigências de terceiros em relação às suas posturas e comportamento, o amor, o sexo, o papel da mulher, a sociedade, as transformações interiores, as expectativas futuras. Ler a Anne é, no fundo, um pouco o mesmo que ler as nossas recordações de adolescente ou as mentes de todos os adolescentes que nos rodeiam... para além disso, é ler o que os nós adolescentes poderíamos ter sido se uma perseguição atroz a nível global nos obrigasse à fuga e ao refúgio...

No entanto, tanto para quem leu como para quem não leu, aconselho igualmente a versão em diário gráfico. O carinho com que o trabalho foi levado a cabo está patente nos mais pequenos pormenores, incluindo o que calculo terem sido os estudos acerca da fisionomia das pessoas em causa, da moda da época, do local da ação... O diário gráfico coloca-nos perante as personagens, como num filme, e transporta-nos, na fantasia mas também no que acreditamos poder ter sido real, à mente de Anne.

Para aqueles que não têm qualquer pretensão em vir a dedicar-se às 442 páginas de um diário que uma jovem invulgarmente conhecedora de si mesma e possuidora de grandes dotes de escrita fez entre os seus 13 e 15 anos de idade, não falhe esta versão de um grande livro... Um maravilhoso trabalho da Fundação Anne Frank e de Ari Folman e David Polonski. 
Rita

domingo, outubro 15, 2017

Coisas

Hoje sonhei com a minha mãe. Já estava doente, mas ainda estava a pé e ainda falava. 
De qualquer forma, fico lixada. Era um sonho. Meu. Devíamos aproveitar para estar uma com a outra como antes e matar saudades. Não para ser um prenúncio de um futuro que já foi largamente ultrapassado pelo presente. 
Porcaria de sonho.
Rita

sábado, outubro 14, 2017

Novo ano letivo, nova atividade...


"- Mãe, hoje dei um pum na piscina..."
"- Ah! Ah! Ah! E ouviu-se na água, uma coisa assim: brolorlorlor...?"
"- Não..."
"- E contaste à professora?"
"- Não...!"
Estilo: sou-nova-na-piscina-mas-não-sou-parva...
Rita

terça-feira, outubro 10, 2017

Sorte é...

Ter, numa terça-feira, em Lisboa, um croissant do Manelzinho Natário, com fiambre, tostado, para o pequeno-almoço... Prenúncio de um grande dia, de certezinha absoluta... 😋❤️
Rita