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segunda-feira, março 12, 2018

Rabiscos...

O tempo não dá para fazer tudo o que se quer e alguma coisa fica para trás. Tem sido este blogue, as peças das oficinas, os rabiscos e pinturas, as pinturas, as leituras... Persegue-me a sensação que estou em falta. Em falta sobretudo para quem gosto e gosta de mim, porque para eles também falta tempo. Mas de repente enterra-se a cabeça no sofá e ignora-se tudo o que está pendente e pega-se no caderno e nos lápis de cor. Tenta-se captar a energia dos modelos que aqui andam em forma de desenho e sai qualquer coisa mais ou menos agradável. 


O Cobi e a Misha em rabisco. Já tinha saudades...
Ana Cristina

quarta-feira, fevereiro 21, 2018

Os Xulés voltaram a este blog

Aqui se conta a ainda curta história de dois Xulés que seguiram no Natal para novas casas. Tal como todos os outros foram feitos à mão, com muito carinho e enchimento sintético anti-alérgico. Desta vez não tiveram botões por motivos de segurança.


Eram amigos desde a altura em que eram apenas projecto. Tinham tanto em comum... foram concebidos para gente pequenina, tiveram direito a ter cara pintada, coração musical e só têm pernas. No tempo que estiveram à espera de seguir para novas paragens passaram pelo crivo avaliador do júri dos Xulés, onde crianças e adultos avaliam tanto a aparência como a funcionalidade e a originalidade. Acabaram por concluir que até nas fotografias ficavam bem juntos mas souberam desde sempre que as suas vidas iriam seguir rumos diferentes.
Do saco xulezudo saíram com a mesma vontade, alegrar os miúdos que os esperavam... E o que nos chegou foi que, tanto um como o outro, foram recebidos com entusiasmo pelos seus novos companheiros, a Ema e o Gustavo.
Por cá ficamos contentes, e desejamos aos Xulés sessenta-e-oito e setenta longas e alegres vidas.

sexta-feira, janeiro 12, 2018

Novo ano, as mesmas vidas, as mesmas resoluções

Porque é o início de um novo ano fazem-se, outra vez, balanços e projectos. 

E o ano de 2017 foi em vários aspectos, muito diferente. Difícil porque a doença rondou as nossas vidas. A doença da A, uma amiga muito querida, que teve mais um round na luta que é a da vida dela. A doença da mãe, que agravou francamente estando a perder-se progressivamente, física e (quem sabe) mentalmente. Tem sido muito duro para nós, filhas, mas para o nosso pai é um abalo sísmico na sua estrutura, que também ela se encontra cada vez mais frágil. Para ela, até dói imaginar o que será sobreviver impedida de viver, quanto mais assistir impotente ao progresso da doença de uma pessoa de amamos.
Mas foi um ano que também nos trouxe a alegria de ver as crianças crescer, e mais uma vez constactar que é verdade, as crianças fazem mesmo o nosso mundo ficar mais colorido e não nos deixam entrar na fase de auto-comiseração. 
Da minha parte, recordo o ano passado com uma mistura de sensações. Durante alguns meses consegui explorar um pouco o desenho e experimentar um bocadinho os lápis aquareláveis mas as tristezas que rodearam e correrias do dia-a-dia impediram-me de o fazer tanto como gostaria. Também foi um ano de lutas profissionais, algumas delas terão reflexos este ano, com muito tempo de atraso a bem dizer. Em resumo, 2017 foi mesmo um ano marcante e adivinha-se que este também o será, familiar e pessoalmente...

Importa também relembrar a nossa colaboração como profissionais no blog "O Pai, a Mãe e Eu", um espaço na blogosfera muito dinâmico que vai fazer agora um ano, e  que pretende ajudar numa parentalidade saudável. Foi com orgulho que aceitámos o desafio de colaborar com as suas autoras e vamos, de certeza continuar com esta parceria.

Este blog reflectiu em parte essas mudanças nas nossas vidas, com mais posts no início do ano acerca das nossas pequenas criações e momentos das nossas vidas e um fim do ano muito mais ausente deste espaço. Apesar destas fases mais ou menos atribuladas neste blog continua a valer a pena manter este espaço que é o nosso, das manas RANHA, por vezes Oficinas.
E por falar em Oficinas RANHA... temos de mostrar aqui as nossas criações que seguiram em forma de presentes de Natal no mês passado...

E já agora, acho que ainda não vos desejei Bom Ano Novo.

Ana Cristina

segunda-feira, julho 31, 2017

Agora também lá estamos!

Desde ontem que também nós, as Oficinas Ranha, fazemos parte de mais uma rede social. Desta vez aderimos ao Instagram, e  claro que já lá encontrámos vários dos nossos contactos, individuais e colectivos. Para os que ainda não estão habituados a esta parceria, às vezes um bocadinho confusa e a roçar a dupla personalidade, vão ter mais uma hipótese de se adaptarem. É que, se ainda não perceberam, nós explicamos. Sabem os gémeos? Unidos por um cordão umbilical invisível? São como nós, mas neste caso umas gémeas nascidas com alguns anos de diferença.


Se quiserem procurem-nos e sigam-nos (quando percebermos alguma coisa desta "nova" rede social, claro).
Oficinas RANHA

segunda-feira, fevereiro 06, 2017

Parabéns para nós...

Sim, porque faz hoje 11 anos que este blog foi criado. E 11 anos é uma boa data para celebrar este nosso cantinho na blogosfera. De lá para cá podem ler-se muitos posts (não tantos como gostaríamos, é certo) de várias fases das nossas vivências pessoais e criativas. 
No início quisemos mostrar quem somos e o porquê de nos denominarmos Oficinas RANHA e mostramos às nossas visitas o que mais gostávamos de fazer com trapos, tintas e pincéis, linhas e agulhas. Desta faceta mais ou menos criativa podemos destacar as fases das camisolas pintadas, das peças pintadas ou recicladas, das carteirinhas pintadas ou da linha de bijuteria, mas também não podemos esquecer as telas ou as paredes pintadas, ou mais recentemente os muitos Xulés que fizemos e que andam actualmente por esse mundo fora. Ainda criámos um outro blog para podermos mostrar apenas as nossas peças para venda, mas rapidamente desistimos dele apesar de ainda poder ser visitado.
Mas fomos também falando de nós e das nossas vidas de mulheres de família, trabalhadoras e medianamente criativas. Por vezes usámos este blog para reivindicar também os nossos direitos trabalhistas, as fases de estudo, algumas criticas literárias, de cinema e de outras artes e muitas dúvidas existenciais. A família foi crescendo, sobretudo do lado da Rita, e se ao princípio a Alice tinha poucos meses agora é uma menina pré-adolescente, irmã mais velha do Vasco (o rapaz sanduíche) e da Joana (a filha caçula). 
Temos passado por altos e baixos. E todas estas fases são para ser lembradas, embora eu gostasse de encontrar menos post's onde nos lamentamos do pouco que temos escrito para o blog, Temos agora mais visitas mas muito menos comentários mas parece ser generalizado e resultado de outras redes sociais.
Recentemente tornámos a decidir que ainda vale a pena. Por isso hoje festejamos os 11 anos do arRanha no Trapo desejando que este se mantenha activo por muitos mais anos, enquanto valer a pena. 

Enquanto houver estrada para andar, a gente vai continuar...

Ana Cristina

quarta-feira, janeiro 18, 2017

Tesourinhos


Em arrumações encontram-se sempre uns tesourinhos. Ora umas roupas que guardamos para, quem sabe, um dia tornar a vestir, ora uns bibelots que ficaram guardados desde a mudança de casa para que um dia se decida o local onde vão ficar, ora uns pedaços de tecido para quando se coser à máquina. 
Desta vez, alem disso tudo, como não podia deixar de ser, encontrei também um saco de livrinhos feitos em tempos para a montra da Ana. Não se devem lembrar mas podem vê-la neste post, Este saco tinha 14 livrinhos, os maiores com 5 cm de altura, quase todos de obras literárias, com uma lombada personalizada e escrita em letra muito pequenina (tive de ir buscar uma lupa para ler alguns), e que constam da minha estante, como "A Tenda dos Milagres" de Jorge Amado, ou "Eva Luna" de Isabel Allende, entre outros.
Fiquei com vontade de fazer uma montra pra mim mesma e outra para a Rita, afinal as autoras da primeira, e que nunca fazem nada para elas próprias. Quem sabe se não é um desafio a cumprir em breve.
Ana Cristina

quinta-feira, julho 30, 2015

Mais uma camisola pintada à mão, com a assinatura Oficinas RANHA

Quem nos visita desde o início deste blog pode ter lido a origem do nosso nome "artístico" neste e neste posts e saber que as as Oficinas RANHA começaram quando eu e a Rita decidimos oferecer as amigas, há muitos e longos anos, peças únicas e personalizadas trabalhadas por nós.
Quem não sabia, fica a saber que assim foi. E tudo começou com a pintura te t-shits ou a reciclagem de umas calças. E continuou com essa e outras manualidades, das quais a recriação de peças de roupa foi sempre uma constante. E sempre com críticas positivas pela originalidade, (não há nenhuma igual) mas também porque na maioria das vezes são feitas a pensar em quem as vai receber. E, apesar de nos últimos anos trabalhado em poucas peças haverá ainda por esse país camisolas, túnicas e até calças com apontamentos originais com a nossa assinatura.
Eu continuo a gostar de pegar numa camisola, um básico normalíssimo  e, recorrendo aos pincéis, trabalhar em mão livre a peça, de preferência inspirada na sua futura dona. Depois trabalhá-la com tecidos ou linhas ou não.
Foi o que aconteceu no final do ano passado quando pintei para a Susana um dos presentes personalizados que oferecemos este Natal. A pensar no guarda-roupa Primavera-Verão 2015 aqui está uma camisola basica de algodão, pintada à mão com tintas de tecido. As cores foram as preferidas da menina que a recebeu; cinzento e amarelo. Ficou assim. Espero que gostem.


Nota: As palavras ou expressões em itálico são links para quem não percebeu.. :-) :-) :-)
Ana Cristina

quarta-feira, julho 22, 2015

Um xulé contente, um menino feliz

Foi há uns meses que recebemos estas fotos. O dono babado do seu xulé, com um amiguinho. Adivinha-se, pelos sorrisos do menino e do Xulé Quarenta e Três que estão felizes juntos. E desejamos que as brincadeiras evoluam ao mesmo tempo que o menino cresce, que continuem companheiros de brincadeiras e de sonhos.
E quem sabe, se dentro de algum tempo, novo xulé se junta à mesma casa, desta vez para ser companheiro da mana do menino. Talvez tenhamos a sorte de receber uma foto dos quatro...
Ana Cristina

sexta-feira, maio 29, 2015

Finalmente à venda numa loja


Primeiro tiraram a foto de família, na estante habitual e na companhia de um dos elementos da família. (nem todos entraram na foto porque os primeiros foram antes conhecer o espaço) Depois seguiram num saco xulesudo, rumo a novas experiências. Esperam seguir para novas paragens, na companhia de gente alegre e bem disposta. Alguns até talvez mandem notícias, ou fotos das suas novas vidas.
Estão, desde hoje expostos e prontos para seguir viagem, em A Venda Lusitana (Rua do Telhal, n˚75 Lisboa).
Esta é estreia dos Xulés numa loja. Para comemorar o dia da criança.
Ana Cristina

terça-feira, abril 14, 2015

Xulés para adultos, o Quarenta e Dois

Desde Setembro que não falávamos de Xulés neste blog. Bem, verdade verdadinha é que, qualquer temática tem sido pouco abordada neste blog, sejam eles Xulés, opiniões e desabafos, actividades das Oficinas RANHA... Mas não pensem vocês que isso quer dizer que temos estado pouco activas ou atentas ao que nos rodeia, o tempo é que não chega para tudo e, neste caso, o blog muitas vezes fica para "amanhã", como o início da actividade física. E o tempo vai passando, e quando nos apercebemos estamos com projectos e com trabalhos em mãos e não partilhámos com as nossas visitas as novidades.
Neste caso não é uma novidade mas sim o relembrar que os Xulés das Oficinas RANHA são adequados para todas as idades. O Quarenta e Dois, por exemplo, saiu do saco xulézudo para ir, diretinho, para as mãos de uma fã incontestável das manas RANHA. A nossa amiga de longa data, uma "irmã" de quem nós temos sempre muitas saudades, porque apesar da proximidade as vidas de cada uma deixam também para "amanhã" o almoço que está sempre por marcar. É para a semana, Tina?
Quanto ao Xulé Quarenta e Dois, temos a certeza que está muito bem na sua casa solarenga, quem sabe a espreitar pela janela?... quem sabe ...
Quantos aos outros xulés, as novidades estão pra breve. Nos aguardem.
Ana Cristina

sexta-feira, março 20, 2015

Por agora, trabalho concluído!

O desafio era, nem mais nem menos, que melhorar dois espaços que, em muitos estabelecimentos, ficam para segundo plano, mas que neste devem ser, também eles um cartão de visita. No entender dos donos, as casas de banho, terão de ser tão bonitas e interessantes como as mesas onde se servem os petiscos, ou as prateleiras one ficam todos os produtos para venda.
Claro que aceitámos com entusiasmos, e como nos deram carta branca no processo criativo, só necessitamos de um período de brainstorming, onde todas as ideias, mais ou menos apreciadas ficaram registadas. Decidir o caminho a seguir foi um processo natural onde a inspiração  foi o conceito do próprio espaço.
Depois, foi meter a mão nos pincéis e dar cor a duas casas de banho interiores. Foram, segundo as minhas contas, cinco jornadas de trabalho, apenas duas em conjunto mas onde numa delas contámos com as sugestões da Alice para uma nova fase deste projecto. Entre trabalhos de uma, turnos de outra, tarefas domésticas, parentais e filiais lá se deu por concluída a primeira fase de intervenção das Oficinas RANHA na Venda Lusitana.


A inspiração foram os produtos regionais portugueses, o artesanato, as danças e cantares, a cor... Na casa de banho dos homens procurámos basear-nos nos Barros de Nisa. Na das mulheres nas saias do traje tradicional domingueiro da Viana do Castelo.


A venda Lusitana é um novo espaço, no centro de Lisboa onde, desde o início do mês, se podem comprar produtos portugueses, como os maravilhosos queijos e enchidos das várias zonas do país ou os diversos vinhos e cervejas artesanais produzidas cá dentro, ou degustar esses mesmos produtos sob a forma de petiscos. São muitos e diversos os produtos que lá se podem encontrar e em breve terá espaça para venda de produtos artesanais não comestíveis. Convidamo-vos, desde já a ir visitar este novo espaço, a deixarem-se maravilhar pelos produtos maravilhosos, a provarem as coisinhas boas e, claro, visitarem as casa de banho, porque FORAM PINTADAS POR NÓS. E, se quiserem mandar fotos da vossa visita estejam à vontade.
A morada é Rua do Telhal, nº75, Lisboa
E para quem não pode, por enquanto, visitar A venda Lusitana, espreite na págima do Facebook e salive...


Nós desejamos que este projecto seja muito feliz e que seja o princípio de uma parceria maravilhosa.
Ana Cristina

domingo, março 01, 2015

Work In Progress

A que andam estas Oficinas dedicadas????


[fazer de conta que a foto de baixo não está desfocada, fáxavor...]

Nós, "ambas as duas"

segunda-feira, janeiro 19, 2015

Novas experiências com tintas e pincéis

Desta vez em pequenas peças de cortiça, compradas numa banca de artesanato. Só por si as peças já são bonitas, mas a ideia era mesmo trabalhá-las de forma a dar-lhe um ar Oficinas RANHA. Foram duas as experiências, a primeira um pequeno estojo com pintura em castanho e preto, a segunda uma carteira com pintura em preto.
Resultaram nestas peças que vos mostro hoje e que foram oferecida a duas amigas pelo Natal de 2014. Foram recebidas com entusiasmo mas na verdade a mais entusiasmada fui eu própria. Como estava à espera, as tintas comportam-se de forma um bocadinho diferente com cortiça do que nos outro materiais que já experimentei como tecido, o papel, a tela e o vidro. Apesar das diferenças parecem ter resultado bem e talvez venha a fazer novas experiências, de preferência em peças maiores.


Espero que gostem.
Ana Cristina 

quinta-feira, janeiro 01, 2015

domingo, setembro 28, 2014

Os Xulés Quarenta e Sete, Quarenta e Três e Trinta e Cinco

Partiram juntos do saco xulezudo. Sabiam que iriam para casas diferentes. Todos eles sabiam que iriam encontrar pequenos donos. À partida já ansiavam por brincadeiras malucas e bons abracinhos, de meninos pequenos. 
O Quarente e Sete imaginava um menino reguila e bem disposto, que gostasse de brincadeiras malucas. O seu olhar é um bocadinho torto e tudo o que vê é mais ou menos enviesado, por isso está sempre pronto para mais uma gargalhada, uma tropelia e uma luta entre heróis desde que ele seja um dos justiceiros. 
O Quarenta e três, talvez por ter pernas e braços bem compridos, pensava em andar muito de baloiço, dar cambalhotas e fazer muita ginástica nas mãos de uma qualquer criança brincalhona. Na verdade também gosta de dormir, de preferência abraçado, numa cama quentinha e cheia de bonecada macia.
Por seu lado, o Trinta e Cinco tinha a ideia que o seu dono ideal seria um bebé pequenino, mas não pensava em mais nada. Ele próprio é pequenino, tem apenas 24 centímetros, por isso não sabe ainda o que esperar do futuro.

Tenho a ideia que partiram felizes. Acho mesmo que cada um deles já estará com o seus novo dono.
Nós, por cá, esperamos notícias. E fotos, claro.
Ana Cristina

quinta-feira, agosto 21, 2014

Xulé Trinta e Três (33#))

Tem cara de quem gosta de se divertir e possui um nariz detector de brincadeiras, de mimos e de belos passeios.Tal como todos os outros amigos Xulés, o Trinta e Três adora tirar fotos e espera ansioso no saco xulezudo pelo momento de ser encontrado por um menino ou por uma menina que por ele se encante e queria brincar. Por ele, desde que seja para se divertir, está sempre disponível.

Boneco-de-meia, feito à mão. Com enchimento sintético e botões.
Peça única, com 20 cm.
Ainda sem dono.
Ana Cristina

segunda-feira, agosto 18, 2014

WIP

 Hoje mostro, muito rapidamente, um pedacinho de um dos últimos trabalhos das Oficinas RANHA. Espero que gostem.
Ana Cristina

segunda-feira, agosto 11, 2014

As férias que já tivemos

Antes de ficarmos a três (uma vez que a Alice está agora no campo de férias), estivemos de férias a cinco, na altura em que o pai ainda não havia regressado ao trabalho. Daqui a dias, quando a miúda voltar, retomaremos o nosso ATL de Verão familiar, ou seja, pouco menos de um mês a quatro, mãe e filhos. 
Entretanto, as férias já gozadas foram óptimas... tal como se quer, com muita cor...

... cor de praia...

... cor de comezainas...

... cor de passeios...

... cor de belas vistas...

... cor de brincadeiras...

... cor de gelados...

Rita

domingo, agosto 03, 2014

Uma estante cheia de Xulés 2

São oito, e têm nomes seguidos, do Quarenta e Dois ao Quarenta e Nove. Quiseram marcar a diferença com uma fotografia de grupo a assinalar a quase meia centena de Xulés saídos da fábrica Oficinas RANHA.
Já seguiram quase todos para novas paragens, e foram felizes porque o saco xulezudo estava cheio e ficar lá dentro não tinha grande graça. Engraçado é brincar tanto que se fica moído e com pontos desfeitos, é dormir agarradinho ao dono pequeno ou ser admirado pelo grande. E tirar fotografias, claro (um prazer comum a todos os Xulés, como já deu para perceber). 
A história das meninas Xulés Quarenta e Quatro e Quarenta e Seis já contámos neste post, e a do verdusco e bezuguento Xulé Quarenta e Oito foi contada neste. Contaremos as outras histórias assim que possível, mas têm de esperar um bocadinho porque as artesãs e criativas das Oficinas RANHA, são também mãe-de-três-agora-de-férias ou enfermeira-a-trabalhar-a-40-horas-por-turnos-em-luta-sindical.
Ana Cristina



quarta-feira, julho 30, 2014

O verdusco e bezuguento Xulé Quarenta e Oito


Claro que quando o rapaz soube que a irmã mais velha planeava comprar um novo Xulé, de imediato puxou das suas poupanças e decidiu fazer o mesmo. O problema inicial foi a escolha. Dentro do saco xulezudo, todos se empertigavam, mas a cada novo olhar, o rapaz decidia-se por um diferente. Até chegar ao verdusco e bezuguento Xulé Quarenta e Oito.
No saco já sabiam que o Quarenta e Oito era um pouco destrambelhado, a gostar de brincadeiras malucas e divertimentos que dessem origem a muitas gargalhadas, de preferência a serem proferidas em voz alta. Daí que ninguém tivesse estranhado o imediato tácito entendimento entre o rapazinho e o verdusco. Miraram-se – o Xulé de forma desigual, devido ao seu desigual olhar –, mexeram-se, abraçaram-se, experimentaram-se. E decidiram-se um pelo outro, com a certeza de que os esperava uma vida louca repleta de tontarias a realizar em conjunto.
E foi assim que o sexto Xulé chegou à nossa família.



Rita