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sexta-feira, julho 06, 2018

Quatro anos de MISHA

Fez hoje 4 anos que chegou cá a casa. Era uma bebé-gata com cerca de 3 meses, aparentemente grande para a idade. Vinha mais ou menos desconfiada mas adaptou-se bem e num instante adotou-nos como família humana. Continua uma menina-gata linda, de olhos grandes e pêlo comprido. Tão confiante que nunca parece ter medo. Mantém-se reguila mas não tanto como em bebé, e as plantas cá de casa continuam a sofrer os seus ataques. Agora é uma irmã mais velha, daquelas que ajuda nas traquinices mas não é quem dá mais nas vistas, que faz as asneiras mas disfarça bem melhor que o mano.
Não festejámos a entrada dela na família (não deu tempo) mas eu ainda consegui tirar umas fotos da peluda. Aqui está a Misha, numa foto de hoje... e é linda, não é?

Ana Cristina

segunda-feira, março 12, 2018

Rabiscos...

O tempo não dá para fazer tudo o que se quer e alguma coisa fica para trás. Tem sido este blogue, as peças das oficinas, os rabiscos e pinturas, as pinturas, as leituras... Persegue-me a sensação que estou em falta. Em falta sobretudo para quem gosto e gosta de mim, porque para eles também falta tempo. Mas de repente enterra-se a cabeça no sofá e ignora-se tudo o que está pendente e pega-se no caderno e nos lápis de cor. Tenta-se captar a energia dos modelos que aqui andam em forma de desenho e sai qualquer coisa mais ou menos agradável. 


O Cobi e a Misha em rabisco. Já tinha saudades...
Ana Cristina

sexta-feira, julho 28, 2017

A sobrinha-gata e mais uma sessão de fotografias

Desta vez não veio cá para casa passar férias. Já está menos paciente e os pestinhas, onze anos mais novos talvez não a deixassem ter uns dias descansados como bem merece. Assim, numa visitinha que lhe fiz, matamos saudades de mimo (porque brincar já não lhe apetece) e eu mais uma vez aproveitei para tirar umas fotos. E, para variar, constatei que a Fera sabe bem que é fotogénica.

Ana Cristina

sábado, julho 01, 2017

As segundas pequenas coisas que aconteceram no segundo dia de ausência do pai

É sábado e acordamos duas horas antes da atividade planeada, para dar tempo ao tempo. Mesmo assim, saímos à pressa, vamos a correr, em stress absoluto. Quando chegamos, nem queremos acreditar, são todos tão simpáticos, parece quase que estiveram à nossa espera para começar. 
Quando saíamos - a atividade ficará para outro post - são horas de almoçar. Eles iniciam a sua lengalenga de pedido... «por que é que não almoçamos fora»... «podíamos almoçar aqui»... «ou ali»... Eu já ia preparada, concordei com o MacDonalds, os restos em casa ficariam para o jantar...
Rumámos, satisfeitos, ao Mac do Campo Grande. Tudo a correr bem. Uma voltinha escusada para estacionar, mas algo aceitável para quem não circula por aquelas bandas...
Tudo a correr bem.

E depois...
- o do meio que entorna o ice tea para a frente e quem está à frente sou eu e as minhas calças e o meu hamburguer e as minhas batatas...
- a mais velha que perde o saco de apoio que levávamos... uma questão de minutos até se perceber que os funcionários já o tinham encontrado...
- a mais nova que resolve novamente fazer xixi pelas pernas abaixo - não sei se já tinha dito mas não é nada habitual...

Enfim... ao menos foram democráticos nos acidentes... Não serve para nada mas ajuda pensar que até nos disparates se pode ser solidário...
Rita

segunda-feira, março 27, 2017

Descubra as diferenças


Sim, numa primeira imagem são parecidos.
Mas não se enganem. A Misha é uma menina-gata de olhos grandes e verdes e pêlo comprido. O Cobi é um menino-gato em que tudo é redondinho; os olhos amarelos, a barriguinha e a cara. Não parece nas fotos mas ela é bem maior que ele mas mais magrinha.
São os dois lindos e às vezes são apanhados na mesma situação ou de maneira a confundir o olhar.



 Ana Cristina

domingo, março 19, 2017

Catorze anos de Fera


Nesta semana que passou, a primeira filha cá de casa completou catorze anos. 

Já lá foi o tempo em que saltava para dentro do frigorífico, ou para a cabine do duche enquanto eu tomava banho, que mamava no lóbulo da minha orelha, que ir a correr buscar os papelinhos mínimos que atirávamos para longe, que deliciava os transeuntes na rua com as suas turras na janela quando eles se metiam com ela do lado de lá do vidro. Agora, embora ainda queira ir ao pátio, já não sobe a muros e a parapeitos. Mas, havendo uma escada de incêndio, ainda há uns meses se atirou de lá em voo para caçar um pardalito que lhe captou o olhar. E depois, de uma forma extremamente hábil que lhe desconhecia por completo, torceu-lhe o pescoço num ápice e comeu-o todo, não ficando nem uma peninha para contar a história - deixando-nos na dúvida sobre a quantidade de vezes que aquilo já poderia ter acontecido.

Com esta idade, as suas aventuras resumem-se essencialmente a saltar para o sofá, de preferência quando eu lá estou, ou ir ter comigo à cama assim que a porta se abre e ficar a dormir quanto possa, enroscada em mim. No entanto, continua a manter a sua extrema paciência com os irmãos-pessoinhas e, com anos de permeio, a suportar os mimos brutos que estes lhe fazem até aprenderem a lidar corretamente com a sua doçura... e continua a ser a minha companheirona, a minha querida Fera... por falar nisso, vou buscá-la, que ela faz-me falta aqui no sofá...
Rita

sexta-feira, fevereiro 17, 2017

Um ano de Cobi

Parece muito mais tempo, quando penso no tempo que temos convivido com o Cobi, mas na verdade só passou um ano.
Quando ele cá chegou a casa tínhamos uma gata grande mas ainda bebé, tal era a forma como se comportava. Em pouco tempo as coisas mudaram. A Misha passou a ser uma gata ainda maior mas mais bem comportada, uma  autêntica irmã mais velha, parceira nas asneiras mas mais selectiva nos seus interesses.

Por outro lado, o Cobi, que vinha de uma casa com vários irmãos adotivos a portar-se como um menino brincalhão com os manos e com tudo o que o rodeava, continua assim.  Dá ideia que vai ser um eterno mimado-curioso-brincalhão.


Neste tempo já conseguiu roubar vários "brinquedos" dos locais onde estavam guardados, entrar na casa da vizinha de 3 formas diferentes, estraçalhar um pacote de rolos de papel higiénico, e com a ajuda da mana fazer muitas e variadas destruições.
Tem sempre um comportamento cauteloso com os humanos que chegam a casa, independentemente das suas idades, mas uma curiosidade e simpatia naturais que o fazem vir espreitar e dar festinhas nas mesmas pessoas de quem fugiu uns minutos antes.Também é conhecido por ser o primeiro a chegar à cozinha quando um dos humanos quer ir comer qualquer coisa, não ser esquisito e estar sempre pronto pra provar tudo o que os outros comem, tanto que está mais gordinho. Brinca com tudo mas não traz de volta as bolas que mandamos para longe. É tão mimoco que dá imensas lambidelas nas nossas mãos e dedos, pede festinhas, ronrrona de uma maneira que parece que está com catarro, e faz o mesmo quando anda na correira. Quando chegamos está à nossa espera, a pedir festas. Para ele as mãos não servem para lutar, só para alimentar e fazer festas.
É assim o nosso Cobi, o pestinha... (eu acho que ele tem um focinho de requila, com a sua manchinha do nariz)
Ana Cristina

quinta-feira, janeiro 12, 2017

Passaram doze dias do novo ano...

... e é mais que tempo de assentar ideias e definir alguns objectivos. E os meus desejos relacionam-se com a expressão " fazer mais"; fazer mais, ser mais eficaz, não ceder tantas vezes à inercia e à preguicite. Em relação a este blog, e à parte que me toca das Oficinas RANHA, pretendo que o ano de 2017 seja bem diferente do que passou, de preferência bem mais criativo, metódico e dinâmico. Que o tempo disponível, as dificuldades e eu própria colaborem para tornar a activar este espaço que tanto gostamos. Esta é a resposta ao desafio da Rita, e fica aqui registada.

Adiante- Passaram doze dias do novo ano e é tempo de arrumar os poucos enfeites de Natal que cá em casa se espalharam. Este ano, com os dois filhos-gatos-pestinhas, mas também porque estivemos a fazer umas renovações (que ainda não estão concluídas, diga-se, mas a parte mais suja já passou) não se montou a árvore de Natal nem se espalharam os enfeites habituais. Comprei umas figuras daquelas que aderem aos vidros para que a época não passasse sem ser lembrada e, até essas resistiram com dificuldade aos felinos cá de casa. 
Quem os observa assim, fofinhos, só vê a parte dos gatinhos de postal, os pestinhas posso mostrar-vos noutros posts... e já tenho tema para vários. ;)



Ana Cristina

quarta-feira, fevereiro 17, 2016

Cá em casa temos um novo habitante

Um menino-gato. Um mano mais novo para a Misha. Com quase um ano e meio, chegou receoso e muito tímido, mas disposto a confiar nos humanos que o receberam com muito mimo e a dar a volta à felina que por aqui era dona e senhora. Não respondia pelo nome e por isso os sobrinhos decidiram que teriamos de lhe mudar o nome. Ficou Cobi, porque os livros dizem que os gatos respondem melhor a nomes com som de i, porque estamos em ano de jogos olímpicos, e porque a mascote dos de Barcelona assim se chamava e também era uma mascote bonita e simpática.
E chegou pra conquistar, tantos os humanos como a mana-gata. E a integração tem sido muito mais fácil do que imaginámos. Em apenas uma semana tornou-se um membro da família, mais um curioso e traquinas como a que cá tínhamos em casa, que faz parceria na destruição das plantas que o dono tanto gosta e partilha um espaço na cama durante a noite. Apresento-vos o Cobi e a sua semana cheia de emoções. Conseguem perceber a evolução?
Ana Cristina

terça-feira, dezembro 01, 2015

Descanso no sofá

Para recuperar forças dos turnos e das andanças várias. Para ganhar energias para que s dias que se aproximam. Para relaxar em boa companhia.
Foi assim a nossa tarde.

Ana Cristina e Misha

sábado, agosto 08, 2015

No Dia Mundial do Gato

Turrinhas, ronronadelas e muitas brincadeiras para todos os que têm amigos gatos.

da Misha

terça-feira, maio 05, 2015

As patinhas da Misha...

Sempre achei as patinhas dos gatos maravilhosas. Na verdade sou um encantada com a elegância e aquele ar de modelos, quer fotográficos quer de passerelle, dos felinos e sempre que posso fotografo os meus modelos domésticos. A Misha já deve estar habituada a ouvir o som da máquina ou do telemóvel enquanto dorme, mas ela dorme em posições tão engraçadas...
Ontem quando conheci o novo membro da família de uma amiga, um gatarrão lindo e imponente reparei logo nas suas grandes patas redondas apeteceu-me fotografá-las. E foi nessa altura que fiquei a saber que, ao que parece, é possível encontrar na net, em especial à terça-feira imagens e posts dedicados aos pés (assim nuns cinco minutos encontrei vários posts de cuidados com as unhas, sapatos e botas de lã...) quer de humanos, quer dos seus companheiros patudos. Chamam-lhe "Tootsie Tuesdays". E pronto, aqui fica a minha primeira colaboração, mostrando as patinhas da Misha. As lindas e peludas patinhas da Misha.
Ana Cristina

segunda-feira, março 09, 2015

O que fazer?

Com uma gata que, ora se diverte a estragar os vasos de flores, incluindo os catos cheios de picos, que ainda restam cá em casa;

... ora vem, qual gatinha carente, ronronar e pedir mimos no colo da sua, "adorada" dona.

Alguém tem sugestões?
Ana Cristina

segunda-feira, fevereiro 09, 2015

Olá Olá!

A Misha com o Misha

Há muito que a Misha não aparecia por estas bandas. Aparece hoje numa foto com um dos seus amigos peluches, o boneco seu homónimo, a mascote dos Jogos Olímpicos de Moscovo de 1980. E como está linda a menina-gata. Como podem ver, uma autentica modelo-fotográfica. .
Ana Cristina

segunda-feira, setembro 15, 2014

Os filhos-gatos também gostam dos Xulés


No tempo do Pilas podíamos vê-lo, por vezes, acompanhado de xulés. Acompanhava a sua construção, sempre por perto, muitas vezes como suporte. Era possível colocar os xulés durante vários dias à mostra, em poses de grupo ou sozinhos porque o Pilas deixava-os à vontade.

Com a Misha é diferente. Uma gatinha ainda bebé, que se sente permanentemente provocada com as linhas, os tecidos, os botões ou as meias é um risco constante sempre que um xulé está a ser elaborado. Deixar um deles em cima de uma prateleira ou de um móvel representa que quando voltarmos não o encontramos no mesmo sítio porque a filha-gata aproveitou para com ele brincar ou tentar destruir. Mas de repente conseguimos ver que ela o que quer mesmo é companhia...
Ana Cristina

segunda-feira, julho 28, 2014

Apresento-vos a MISHA

Chegou cá a casa com a madrinha, que a encontrou a necessitar de ajuda e nos convenceu a adoptá-la. Parece, ter vivido na rua com a mãe e irmãs durante três meses, altura em que terá ficado orfã. Pensa-se que nesse mesmo dia, a que depois se tornou madrinha encontrou as três manas na beira da estrada e levou-as para um veterinário já conhecido e companheiro na causa de salvar gatinhos e cãezitos necessitados. Das manas não sei mais nada, mas espero que tenham encontrado lares adequados e donos dedicados. Espero também que tenham vidas felizes e duradouras. 
A Misha foi a primeira a ser entregue e é a nossa bebé-gata. Nas primeiras noites dormiu na sala bem escondida mas assim que se viu autorizada a explorar a casa à vontade não demorou muito a descobrir a nossa cama e agora a maior parte da noite podemos senti-la entre nós. Têm-se revelado uma pestinha, destruidora e vasos com e sem plantas (adotou uma flloreira com terra como casa-de-banho para os cocós e roeu algumas folhas de uma planta alta de folhas largas) e uma gulosa de comida de pessoa, ao ponto de ter já no seu histórico criminal assaltos ao saco do pão, roubo de um pequeno pedaço e ratação de um grande e de um pão de deus (comeu a parte do coco), e assaltos sem sucesso aos sacos de compras. Alterna períodos de correria e brincadeira em que corre e salta com a energia típica dos pequenos, com sono reparador em local estratégico ou no colo de um dos donos. Ronrona alto e quase não mia, só quando está aflita. Já conheceu a maior parte da família e alguns amigos e parece dar-se muito bem com pessoas, mesmo com as crianças. Com a Fera, a prima-gata que já cá estava a passar umas férias quando ela chegou, a relação é de uma curiosidade cautelosa misturada com um desafio respeitoso, por parte da pequena, e de uma tolerância assertiva por parte da grande. 
Meus senhores e minhas senhoras, apresento-vos a Misha, a nossa filha-gata.

Ana Cristina

sexta-feira, julho 18, 2014

Faz hoje um mês

... que me despedi do Pilas. Não pude fazê-lo pessoalmente porque estava longe, e isso ficou como "a mágoa" de todo o tempo que vivemos juntos. Ficarão para sempre os momentos de convívio, de mimo e até as zangas que tivemos. O Pilas era um gato bem disposto, brincalhão sempre que se sentia bem, que gostava de visitas mas não que os estranhos lhe pegassem ao colo, que fazia festas quando chegávamos a casa mas que se já estivesse acompanhado nos fintava para ir explorar a escada ou a casa de algum vizinho. Ainda hoje, quando chego a casa olho para os pés a ver se ele não sai a correr enquanto eu entro.

A última foto que tenho dele fará amanhã dois meses. Ilustra a recepção que recebia sempre que vinha das longas noites de trabalho. Foi a única vez que que consegui fotografar a recepção que nos vazia. Habitualmente durava uns dois-três minutos a dar turrinhas e ronronadelas, eu de rabo para o ar ou de cócoras e ele a receber-me com muito mimo. Logo se seguida passava para o modo "brincalhão" e deixava de querer festas para brincar ao esconde-caça com as minhas mãos. Nunca consegui gravar as miadelas que se ouviam quando ainda estávamos na escada.Entretanto, e contra os nossos projectos de adoptar para já um novo filhote-gato, não resistimos às várias ideias de possíveis adopções que fomos recebendo (obrigada Mena, Sofia e Sara). Acabámos por receber uma menina-gata com três meses que ficou órfã de mãe na beira de uma estrada bem movimentada. A Ana, minha amiga, e a pessoa que eu conheço como o íman-de-animais-a-necessitar-de-ajuda encontrou-a com mais duas irmãs, em risco também ser atropelada e escolheu-a para nós - das três a mais diferente do Pilas. E nós não resistimos... Mas as fotos ficam para um próximo post. Este é sobre o Pilas... porque tenho saudades do meu primeiro filhote-gato...

Ana Cristina

sexta-feira, junho 20, 2014

Dos primeiros tempos do meu sobrinho-gato

De como ele chegou, minúsculo, e cresceu, forte, saudável, brincalhão, arisco e mimocas. 
De como viveu uma boa vida, convosco, connosco. 
Beijinhos, querida irmã e cunhado. 








Rita

quinta-feira, junho 19, 2014

Onze anos e três meses

Encostámos o carro e a Rita veio passá-lo para o meu colo. Vinha com as instruções do leite em pó e um biberão. Chegou lá casa, escondeu-se atrás da máquina de lavar a roupa e tivemos de colocar garrafas de água a tapar o espaço porque de lá não queria sair. Era tão pequenino que tínhamos medo de o pisar. O F queria deixar a luz acesa durante a noite porque lhe fazia impressão que ficasse às escuras mas logo na primeira ou segunda noite ouvimos os guizos do brinquedo e encaixamos que via bem melhor que nós. Só comia connosco lá em casa, por isso, nos primeiros tempos nunca ficava muito tempo em casa sozinho. Aliás, foi o motivo para muitas visitas dos tios-humanos que dormiram lá em casa várias vezes para poder brincar com ele, e da adoção da Fera, a prima-gata. Ficou Pilas porque duas semanas depois de estar lá em casa deparámo-nos com o facto que tinha uma bolsinha com duas bolinhas. Tinha olhos azuis e orelhas enormes. As orelhas continuaram grandes mas a cor dos olhos passou de azul a verde e de verde a amarelo.
Foi quase toda a vida brincalhão e curioso. Respondia ao nome, era falador (principalmente comigo) e gostava de atenção. Não gostava de máquinas fotográficas mas apareceu várias vezes neste blog.
O que posso dizer mais sobre o Pilas? Que hoje, depois de quase um ano e meio de internamentos, de antibióticos e de soros para hidratar, não conseguiu recuperar. Faleceu hoje, infelizmente sem ser ao meu colo porque estamos de férias.
Foram onze anos e três meses de convívio. Com o Pilas aprendi imenso. Hoje quase nem me lembro do tempo em que, para mim, era quase impossível fazer festinhas a um gato, pegar nele ao colo e me sentir confortável. Hoje quase nem me lembro da nossa casa sem o Pilas. E eu vou sentir muita falta dele, das recepções calorosas, das miadelas para dar nas vistas, da companhia ...


Ana Cristina