quarta-feira, abril 28, 2010

Quando a única coisa a escrever, dizer ou sentir é: :-(

A educadora dele, hoje:
- Oh mãe, o Vasco tem de sair sempre às seis?
Eu:
- Então... se eu saio às cinco e meia...
Ela, tom triste e embaraçado:
- Não sabia se lhe havia de dizer isto... é que ele tem chorado sempre, inconsolável... vê os outros a ir embora e chora tanto... ontem foi o primeiro dia que não chorou... Pronto, há meninos que não sentem tanto... o Vasco não é menino para ficar aqui até às seis... mas se a mãe me está a dizer que não há outra hipótese...
Maldita vidinha esta...

Rita

6 comentários:

Pocahontas disse...

Querida cunhada,

Sinceramente, fiquei triste ao ler esta mensagem. Estou certa de que quem a ler e estiver disponível, nomeadamente os avós, irá ajudar a encontrar uma solução para obviar esta situação.

Bjs.

rutinha disse...

a serio? rita é uma questao de habituação vais ver que isso passa! que dirá o edu, coitado só o vou buscar quase sempre depois das 19h...e vai para lá às vezes ainda nao sao oito da matina.
mas compreendo, ficamos com o corãçao apertadinho de saber isto né?

Sónia disse...

Pois.......a L. refila comigo TODOS os dias!
MAs sinceramente, a que horas será que saem as outras mães para os irem buscar mais cedo?!
Eu vou buscar a L. por volta das 18h30 mais cedo é muito dificil! E até acho que tenho um horário porreiro!

Oficinas RANHA disse...

O Vasco até ao mês passado tinha a sorte de ter uma mãe em horário de amamentação. Agora sai duas horas mais tarde e estranha. Com o tempo vai-se habituar. Mas aqui a tia há-de ir uns dias buscá-lo mais cedo e brincar com ele e com a mana...

mena disse...

ele acaba por apanhar o novo ritmo, vais ver.entretanto, claro que ficamos com o coração apertadinho, eu sei. apetece enche-los de beijinhos... digo eu, que tenho um horário mil vezes pior do que o teu

Oficinas RANHA disse...

Eu sei, eu sei, pessoal... Obrigada por todo o consolo. Eu é que estava longe de imaginar que ele ficava assim... ainda por cima porque muitas e muitas vezes nem quer vir para mim quando o vou buscar...
É uma pena não se preverem soluções para, durante uns anos, podermos trabalhar nem que seja menos duas horas por dia, para poder acompanhar melhor os filhos... era só isso que eu pedia para mim, nem era muito... enfim, apesar de um pouco triste, não fiquei muito ansiosa, eu sei que ele está bem e que acaba por se habituar... mas o que perdemos todos com as nossas ausências (as dos pais), não?!
Beijinhos a todos, Rita