segunda-feira, abril 19, 2010

In Vasco

Gosto de quando me deixam aqui no chão da sala.
Dá para ir facilmente até aquele sítio onde os grandalhões cozinham. Há aí um tabuleiro com água e aquelas coisas pequeninas e secas que a bola de pêlo minorca e gira que para aí anda come.
Também dá para ir até aquele sítio onde se toma banho... acho que gosto mais... dá para chupar aquela coisa de metal que tapa o bidé... ou então para puxar o papel e espalhá-lo ou rasgá-lo... às vezes ainda se consegue chegar à água daquela cadeira diferente, de loiça... ou então aquela escova diferente e redonda que os grandalhões usam para limpar essa cadeira de loiça...
Da sala, se tiver muito vontade, ainda consigo ir rapidamente à caixa que tem aquela areia da bola de pêlo minorca e gira... dá vontade de brincar com a porta de dar-a-dar, mas o mais fixe é mesmo tentar trazer a areia cá para fora. Às vezes até parece que há coisas lá misturadas, mas ainda não consegui chegar-lhes... nem prová-las...
A grandalhona faz umas caras super-giras quando eu me dedico a estes hobbies. E repete aquilo, «Não, não, não!». Fica muito fixe com a cara assim séria, dá-me sempre vontade de rir e de fazer outra vez, só para a ver assim cómica.
Só não percebo aquela coisa dela fechar a porta da sala de um lado, fechar a porta do sítio onde se toma banho do outro e ainda de pôr cadeiras no caminho da caixa de areia. Deve ser para tornar isto mais interessante.
Até conseguir passar pelas portas fechadas ou pelos muros de cadeiras, o que vale é que na sala há sempre aqueles buraquinhos pequeninos na parede, aqueles que vêm aos pares e onde eles ligam o candeeiro, por exemplo. Sempre vai dando para entreter. Ainda hei-de descobrir o que é que dá para guardar ali...
Vasco

5 comentários:

Oficinas RANHA disse...

Eheheheh
Ana Cristina

Anónimo disse...

LOLOLOLOLOLOLO
Tina

rutinha disse...

amigo vasco, eu cá adoooro apanhar a porta da casa de banho aberta! é certo e sabido que vou logo abrir a torneira do bidé, à bruta, e ver a água a vir parar ao chão é o máximo! e mandar as coisas todas para dentro da banheira? hás-de experimentar, no outro dia de manhã é ver a mãe de rabo para o ar a tirar tudo de lá para tomar banho!
vai contando mais destas novidades que eu gosto de ouvir.
um abraço piri, edu.

Sónia disse...

:)))

Muito bom!

mena disse...

é que é mesmo assim... estas cabecinhas estão sempre em ebulição e essa paixão pelo papel higienico parece ser geral. são eles e o meu gato calvin