domingo, março 29, 2015

Elfos e Lego, uma boa combinação

Ai, estou tão maravilhada com esta nova coleção da Lego........................................!!!!!!!!!!


Rita

sábado, março 28, 2015

A Leituria

Hoje fomos à Leituria, ali junto ao largo do Neptuno, na Rua da Estefânia. Uma amiga tinha-me lá levado no dia anterior, quase de fugida, à hora de almoço, com a ideia que era "a minha cara". Que bom que é ter amigos que nos conhecem tão bem...
A Leituria é um espaço divinal. Venda de livros, objetos artísticos, produtos alimentares de "mercearia fina", tudo num espaço extraordinário com possibilidade de nos sentarmos confortavelmente a ler (tanto nós como os miúdos)... 
No sábado apresentei os filhos ao espaço, quando fomos ver a ilustradora Rita Correia mostrar o seu mais recente livro: "O meu nome é...". Foi uma leitura muito engraçada, quase que um jogo de caça ao tesouro... 
Divertimo-nos imenso, compramos a prenda de aniversário (atrasada) da tia Cristina e tive, pela primeira vez na vida, oportunidade de procurar o famoso Wally com o Vasco e a Alice - por falar nisso, cheguei à conclusão que não é tarefa fácil...
No fim, fiz-lhes a vontade e como, com grande pena nossa, a Leituria não serve refeições, passámos na Padaria Portuguesa e trouxemos pães-de-Deus para o lanche.





Rita

terça-feira, março 24, 2015

Deles

1.
Ao jantar, a Alice fala de Egon Schiele, a propósito do ATL de férias que está a fazer; de como a este pintor só interessava a pintura de pessoas, de como retirava os objetos das pinturas, de como tinha chegado a estar preso por exibir pinturas de nús, de como tinha morrido muito novo, de gripe espanhola... A dada altura, perguntamos de onde era o pintor. E ela:
- Era... australíaco!

2.
Na casa-de-banho, digo ao Vasco para ele sair, porque preciso fazer coisas que só as mulheres fazem na casa-de-banho, que ele tem tempo de saber disso. À saída, olha para mim e solta:
- Blergh... deve ser nojento...

3.
Ao jantar, o Vasco fala sobre o filme do Homem Aranha que viu hoje com o pai. A certa altura, diz:
- ... e depois, o puto fez aquilo...
O pai:
- Não se percebeu nada do que agora disseste. "O puto"? Quem era "o puto", o que quiseste dizer?
E ele:
- Hum... o indivíduo!

Rita

sábado, março 21, 2015

Eu também tenho opiniões sobre a lista VIP

Segundo o título de ontem d'"O Público", o subdiretor da Justiça Tributária terá validado a ideia de fazer uma lista VIP de contribuintes... mas depois a mesma nunca teria avançado na prática... Porque nunca ninguém lhe teria dado uma lista de facto, nem o Paulo Núncio, Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, nem qualquer outra pessoa... 

Curiosamente, todos os funcionários do fisco que acederam ao cadastro fiscal de determinados contribuintes, foram alvo de processos disciplinares para explicar o motivo dessa consulta... Ora, é de mim, ou torna-se difícil de explicar: não existindo uma lista, não existindo um sistema de alertas informáticos no caso de se consultar os cadastros fiscais das pessoas dessa lista, como é que se pode saber quem são os funcionários que o fizeram?! Como é possível haver quem tenha de explicar o acesso a algo, se esse algo não gera um alerta... se esse algo não existe... se esse algo não interessa a ninguém...?

Esta questão é tanto mais pertinente quanto se pondera sobre a necessidade de controlar acessos a cadastros que, no fundo, deveriam ser públicos, como no caso de titulares de órgãos de soberania... E, no caso dessas pessoas serem íntegras, não deveriam ser as primeiras a querer comprovar a legitimidade das suas contas...?

Rita

sexta-feira, março 20, 2015

Por agora, trabalho concluído!

O desafio era, nem mais nem menos, que melhorar dois espaços que, em muitos estabelecimentos, ficam para segundo plano, mas que neste devem ser, também eles um cartão de visita. No entender dos donos, as casas de banho, terão de ser tão bonitas e interessantes como as mesas onde se servem os petiscos, ou as prateleiras one ficam todos os produtos para venda.
Claro que aceitámos com entusiasmos, e como nos deram carta branca no processo criativo, só necessitamos de um período de brainstorming, onde todas as ideias, mais ou menos apreciadas ficaram registadas. Decidir o caminho a seguir foi um processo natural onde a inspiração  foi o conceito do próprio espaço.
Depois, foi meter a mão nos pincéis e dar cor a duas casas de banho interiores. Foram, segundo as minhas contas, cinco jornadas de trabalho, apenas duas em conjunto mas onde numa delas contámos com as sugestões da Alice para uma nova fase deste projecto. Entre trabalhos de uma, turnos de outra, tarefas domésticas, parentais e filiais lá se deu por concluída a primeira fase de intervenção das Oficinas RANHA na Venda Lusitana.


A inspiração foram os produtos regionais portugueses, o artesanato, as danças e cantares, a cor... Na casa de banho dos homens procurámos basear-nos nos Barros de Nisa. Na das mulheres nas saias do traje tradicional domingueiro da Viana do Castelo.


A venda Lusitana é um novo espaço, no centro de Lisboa onde, desde o início do mês, se podem comprar produtos portugueses, como os maravilhosos queijos e enchidos das várias zonas do país ou os diversos vinhos e cervejas artesanais produzidas cá dentro, ou degustar esses mesmos produtos sob a forma de petiscos. São muitos e diversos os produtos que lá se podem encontrar e em breve terá espaça para venda de produtos artesanais não comestíveis. Convidamo-vos, desde já a ir visitar este novo espaço, a deixarem-se maravilhar pelos produtos maravilhosos, a provarem as coisinhas boas e, claro, visitarem as casa de banho, porque FORAM PINTADAS POR NÓS. E, se quiserem mandar fotos da vossa visita estejam à vontade.
A morada é Rua do Telhal, nº75, Lisboa
E para quem não pode, por enquanto, visitar A venda Lusitana, espreite na págima do Facebook e salive...


Nós desejamos que este projecto seja muito feliz e que seja o princípio de uma parceria maravilhosa.
Ana Cristina

segunda-feira, março 09, 2015

O que fazer?

Com uma gata que, ora se diverte a estragar os vasos de flores, incluindo os catos cheios de picos, que ainda restam cá em casa;

... ora vem, qual gatinha carente, ronronar e pedir mimos no colo da sua, "adorada" dona.

Alguém tem sugestões?
Ana Cristina

domingo, março 08, 2015

Sol!

Finalmente, sol... e calor...
Brincadeiras no páteo, com direito a rebolar no chão... 


Pés quase descalços...


A Primavera está a chegar, viva!
Rita

segunda-feira, março 02, 2015

domingo, março 01, 2015

Work In Progress

A que andam estas Oficinas dedicadas????


[fazer de conta que a foto de baixo não está desfocada, fáxavor...]

Nós, "ambas as duas"

sábado, fevereiro 28, 2015

O que faltou contar do Carnaval...

... a forma como aterraram no carro, em dez minutos, depois de um dia a brincar às mascaradas com mãe, tia e amigos...


Rita

sexta-feira, fevereiro 27, 2015

Post atrasado sobre o Carnaval

Faço posts atrasados porque me interessa que fiquem aqui descritas algumas coisas que se perdem na memória se assim não for. Venho consultá-las mais tarde e gosto de as ler, trazem-me recordações mais completas dos bons momentos do que só as fotografias. 
Neste caso, o post é sobre o Carnaval e pode ainda interessar a outras pessoas que gostem de pôr mãos à obra. 

Iniciei no ano passado as tentativas de ir de encontro aos desejos deles em relação ao que se queriam mascarar e este ano, apesar do tempo não ser tanto por já não estar de licença, continuei na mesma senda - o que implica começar a incentivá-los a pensar no assunto assim que se dá a época de Natal e Ano Novo por finda. 

Este ano a Alice queria ir de boneca. Pensei logo na saia de tule porque tinha encontrado uns sites com indicações sobre como fazer e o resultado era bastante giro - só aconselho a quem queira experimentar que escolha tule mais grosso e que corte tiras largas, evitando assim que as mesmas se enrodilhem com muita facilidade umas nas outras. Usei depois: uns collants e uma camisola branca onde apliquei uns remendos com alinhavo para poder aproveitar as peças mais tarde (nomeadamente a camisola); umas luvas brancas; e uma camisola simples onde apliquei fitas a fazer lacinhos, botões coloridos e uma tira de bordado inglês - tudo para oferecer um aspeto mais abonecado.


Também fiz a peruca, que ainda está por aperfeiçoar. Usei a técnica inicial que descobri neste blog: um retângulo seguindo o tamanho da linha central do crânio onde cosi as lãs às meadas. Como esta peça, por si só, deslizava pela cabeça, apliquei-a depois nuns collants antigos da Alice. Na foto em baixo à direita até se pode ver que, por baixo da lã, existem os buracos das pernas cortadas aos collants... ainda estou para fechá-los, mas o Carnaval acabou e deixou de haver pressas (lá para o ano, talvez se conclua, eheheh)...


A máscara do Vasco era de Lobo Cinzento, correspondia à personagem de um livro que a sua sala tinha escolhido como tema do Carnaval deste ano. Usei um fato de treino onde apliquei pedaços recortados de um tecido peludo, dos joelhos até aos pés, dos cotovelos até às mãos, em torno dos ombros e no capuz. Comprei também umas luvas pretas sem dedos e cosi-lhe umas "garras" de feltro nas pontas, o que só por si foi um sucesso estrondoso, a partir do momento que ficaram feitas o Vasco pedia-me todos os dias para ir com elas... [Atenção: não valorizar o estado de sujidade do fato, a foto já foi tirada no fim do Carnaval, depois de ser usada durante cinco dias...]


Também cosi o tecido em alinhavo, para poder aproveitar o fato de treino, no caso de lhe deixar de interessar a máscara de Lobo no futuro. Faço sempre estas coisas, mas na verdade não sei se terei coragem para desfazer um trabalho que me deu tanto gozo a fazer...
O trabalho maior foi revestir o capuz, por não ser fácil traçar-lhe o molde. Por ser felpudinho (a casa fica toda suja por causa dele), o tecido ajuda, não deixando ver bem as indubitáveis  imperfeições. As orelhas são em feltro cinzento e apliquei-as no capuz com a técnica que se pode ver na foto em baixo, à direita, para conseguir que ficassem a pé. Ao tecido cinza escuro tive depois que fazer uns cortes, para as deixar passar.


Quanto à Joana, para permitir que uma vez sem exemplo a tratassem pelo diminutivo (que eu detesto), foi de Joaninha. O fato, embora sendo ideia minha, foi feito pela escola, eu já não conseguia... Ficou o máximo. Comprei-lhe o único fato de treino preto que encontrei na Kid to Kid e na escola coseram-lhe uma saiinha à frente das calças (eu nem o teria feito, mas ficou o máximo) e as asinhas nas costas. Depois colaram-lhe umas bolinhas de esferovite no capuz e um pompom no rabiosque (não sei se as joaninhas têm cauda, mas não quero saber, esta tem). Claro que a miúda até podia ir de sem abrigo que ficaria sempre gira, é o que dá ser uma minúscula simpática.

Rita

quinta-feira, fevereiro 26, 2015

Ideias que podem dar jeito

E como é que se entretêm três filhos em simultâneo numa visita a um hiper (neste caso, o Leroy)...?

Rita


segunda-feira, fevereiro 16, 2015

Brincadeiras de Carnaval num dia quase de chuva

Junte-se um filho lobo, uma filha boneca de pano, uma mãe e uma tia palhaçonas, uma amiga charlot... um dia de clima instável... muita vontade de rir, exibir máscaras e de diversão... uma pista de bowling (pela primeira vez para três dos envolvidos)... e consegue-se um magnífico domingo de Carnaval... 


Em relação aos resultados, só uma coisa a dizer antes das possíveis gargalhadas desse lado: os resultados do grupinho de três cujas idades somadas não perfazem a idade da mais nova das mais velhas são obviamente relacionadas com a existência de barreiras ao longo da pista, hã???!!!
Rita

segunda-feira, fevereiro 09, 2015

Olá Olá!

A Misha com o Misha

Há muito que a Misha não aparecia por estas bandas. Aparece hoje numa foto com um dos seus amigos peluches, o boneco seu homónimo, a mascote dos Jogos Olímpicos de Moscovo de 1980. E como está linda a menina-gata. Como podem ver, uma autentica modelo-fotográfica. .
Ana Cristina

terça-feira, janeiro 27, 2015

Nunca é demais lembrar

Que hoje é o Dia Internacional da Lembrança do Holocausto. Faz hoje 70 anos que as tropas soviéticas libertaram o maior campo de extermínio do movimento nazi. Aushwitz não pode ser esquecido. A condições sociais e políticas que levaram à sua criação, ao crescimento da ideologia nazi, essas terão de continuar a ser analisadas e sobretudo nunca ser desvalorizadas.
Por isso, mais uma vez e à semelhança de outra vez, relembro a data aqui. E mostro fotos, que não sendo novas, também elas não deverão ser esquecidas. Foram todas retiradas da net.




Ana Cristina

quinta-feira, janeiro 22, 2015

Mais uma rede social, que eu descobri recentemente

Foi uma amiga que me falou do Pinterest, uma rede social de fotografias. Eu já conhecia outra rede, que eu e a Rita frequentámos como Oficinas RANHA, e na verdade gostava bastante, mas tornou-se paga para o numero de fotografias que lá tínhamos e acabámos por deixar a
nossa conta ficar sem actividade.
Resolvi então dar uma hipótese ao Pinterest e estou a descobri-lo. Esta é uma rede, como disse de fotografias, todas elas públicas (há a possibilidade de fazeres pastas privadas mas neste caso só tu as podes consultar). Parece ser um mundo de imagens, organizadas por temas gerais ou pura e simplesmente de forma pessoal. Um mundo para as pessoas que gostam de "manualidades", e o mesmo mundo parece agradar também as pessoas que gostam de moda, de carros, de fotografar viagens, livros, etc... Um mundo tão extenso que eu ainda ando a dar os primeiros passos nele. E vim aqui dizer-vos que, se tiverem um tempinho a mais podem usá-lo também nesta rede que me parece bem interessante. E se nos quiserem encontrar não nos procurem por Oficinas RANHA, desta vez.
Ana Cristina

segunda-feira, janeiro 19, 2015

Novas experiências com tintas e pincéis

Desta vez em pequenas peças de cortiça, compradas numa banca de artesanato. Só por si as peças já são bonitas, mas a ideia era mesmo trabalhá-las de forma a dar-lhe um ar Oficinas RANHA. Foram duas as experiências, a primeira um pequeno estojo com pintura em castanho e preto, a segunda uma carteira com pintura em preto.
Resultaram nestas peças que vos mostro hoje e que foram oferecida a duas amigas pelo Natal de 2014. Foram recebidas com entusiasmo mas na verdade a mais entusiasmada fui eu própria. Como estava à espera, as tintas comportam-se de forma um bocadinho diferente com cortiça do que nos outro materiais que já experimentei como tecido, o papel, a tela e o vidro. Apesar das diferenças parecem ter resultado bem e talvez venha a fazer novas experiências, de preferência em peças maiores.


Espero que gostem.
Ana Cristina 

quinta-feira, janeiro 15, 2015

Ando aqui a tentar entender um programa que acabei de instalar

Queria ver se conseguia fazer umas montagens de fotos e tenho ouvido falar de um programa de fotografia muito simples fácil de manipular. Hoje resolvi instalá-lo mas, na verdade, ainda não consegui fazer nada do que pretendia...
Quando tiver novidades mostro-vos, ok? 
Ana Cristina

sexta-feira, janeiro 09, 2015

Mais uma vez, e para variar, venho aqui rapidamente

Fazer um curto post porque já a seguir saio deste contexto e vou para o de trabalho, para mais uma jornada de trabalho longa. 
Este não é um momento de análise política nem tão pouco de extrapolações acerca do que se passa no mundo, é somente uma declaração muito rápida...

- Eu não sou o Charlie, mas sou, acima de tudo, contra o terrorismo. Resta saber se o que se está a passar em Paris é um ato de terrorismo de uns indivíduos radicais que por motivos religiosos e políticos resolveram matar um grupo de jornalistas e mais os que se passaram pela frente ou se terrorismo não é também o que, por razões de segurança se preparam para fazer...

Mais não digo porque não tenho tempo, e na verdade, a opinião para ser bem entendida tem de ser muito bem explicada.
Até daqui a uns dias. Virei em breve falar das Oficinas RANHA e das suas peças.
Ana Cristina
Imagem retirada da net