
E claro, depois fui apanhada na teia. Aquela em que nem sabemos quando é o dia, mas descobrimos de repente e percebemos que os filhos, mas desta vez os nossos, estão secretamente a fazer-nos algo. Para nós, que somos mães. E ansiamos pela surpresa. Que é sempre sempre sempre magnífica.
Rita
Da Alice: um marcador de livros e um íman de frigorífico.
Do Vasco: uma pintura
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