quinta-feira, novembro 30, 2017

Temos mesmo pena...


... porque é lógico que ninguém durará para sempre... mas...

Os Xutos são a banda portuguesa preferida do meu rapazote do meio e terei por aí umas quantas gravações dele e da Alice a cantar "O homem do leme", que era a música que vinha sempre à baila... Além de que não tenho qualquer dúvida que qualquer dia a Joana acrescerá ao grupo de fãs cá de casa... 

Para além de nos darem umas rockalhadas fixes, os Xutos sempre me recordaram os casais que estão juntos há anos e que, com todos os problemas, se vão aguentando... e bem... Mais uma razão para se estar de parabéns...

Temos mesmo pena que não tornemos a ver os Xutos por inteiro e o Zé Pedro, com a sua expressão simpática característica... Mas lá está... como disse alguém um dia e uma amiga mo recordou hoje... «vive-se rápido, morre-se jovem»... 

Adeus, moço, até sempre.

Rita


quinta-feira, novembro 23, 2017

Quem diria ...

... que quase aos cinquenta anos, me juntei à minha mãe e fomos fazer as unhas... 
Ela costumava arranjar as dela e lembro-me de achar que tinha umas mãos sempre bonitas. As minhas são parecidas com as dos pai e nunca tinham contactado com alicates de tirar peles ou várias camadas de verniz. Mas foi por causa das mais dela que, há uns meses, comprei vernizes e pintei as unhas dela o melhor que consegui. A sobrinha também teve a sua influência e convenceu-me a experimentar pintar as minhas de verniz transparente. E até gostei.
Hoje foi dia de fazer novas experiências.
Qualquer dia levam uma cor escura...
Ana Cristina

sexta-feira, novembro 17, 2017

Dia Mundial da Prematuridade

Quem nos segue sabe que eu sou enfermeira, enfermeira num serviço de neonatologia. E quando se pensa em neonatologia tem-se imediatamente a ideia de bebés pequeninos, prematuros mas quase ninguém sabe, que neonatologia não é sinónimo de prematuridade. Neonatologia é o campo clínico que define o princípio da vida extra-útero, mais propriamente os primeiros 28 dias de vida de um recém-nascido. Não deixa de ser verdade que os prematuros são os principais clientes dos cuidados neonatais pela sua necessidade indiscutível de cuidados. E hoje, por ser o Dia Mundial da Prematuridade lembro os "meus" bebés pequeninos, agarrados à vida, lutadores desde o princípio, resilientes muitas vezes a vida inteira.

Eu, Ana Cristina, juntei-me à equipa do " O Pai, a  Mãe e Eu", o blogue de umas colegas e amigas com quem já colaborámos noutra rubrica, para montar um pequeno filme, que podem ver no facebook. Uma pequena homenagem a todos os bebés prematuros e sua famílias, que diariamente nos mostram como para alguns a vida começa de forma dura.
Ana Cristina

quarta-feira, novembro 08, 2017

Saudades de ouvir a minha MPB


Durante muitos anos era a música que consumia. E com a perda da prática de ouvir musica quase diariamente também coloquei de parte os meus CD's de música brasileira. Mas de vez em quando tenho saudades e, por vezes, procuro com o telemóvel e no YouTube, uma ou outra música que conheço há muito tempo. Deixo-me enveredar nas pesquisas, e encontro interpretes de cabelos brancos mas que continuam com aquela aura de musicalidade e intelectualidade. Hoje foi mais um dia desses. E lembrei-me daqueles LP's na casa dos pais, das tardes a ouvir repetidamente as mesmas músicas...

"Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe, 
sonho meu. 
Vai mostrar essa saudade, 
sonho meu, 
com a sua liberdade, 
sonho meu. 
No meu céu a estrela-guia se perdeu. 
A madrugada fria só me traz melancolia, 
sonho meu
...."

Uma letra linda, sobre a saudade e a vida. Uns interpretes muito, muito bons. Um conjunto de gente a transpirar música por todos os poros. Neste caso ouvir é bom, mas ver é ainda melhor
Ana Cristina

segunda-feira, outubro 30, 2017

Em directo do Palácio de Belém


O Presidente do nosso país recebe outro Presidente, neste caso o da Comissão Europeia e fazem em conjunto declarações para o país... Poucas frases para quase todos ouvirem mas para os franceses perceberem.
Je suis triste. Dans mon pays, la langue officielle est le français.
Pardonne-moi. Je ne m'en suis pas rendu completement.
Imagem retirada da NET.

Ana Cristina

quinta-feira, outubro 26, 2017

O(s) diário(s) de Anne



Hoje, que tenho finalmente o meu computador novo (yupiiiiiii!!!!), posso falar nesta magnífica ideia de alguém: fazer, d'"O Diário de Anne Frank", um diário gráfico... ou, porque não dizê-lo, uma versão em banda desenhada.
Qui-lo assim que o vi, logo no início do mês, e só acabei de o ler hoje porque foi obviamente partilhado com a Alice e com outra minha leitura comprada a seguir...

Para quem não leu "O Diário de Anne Frank", aconselho. Não é feito do drama da II Grande Guerra, é sim feito da expressão do magnífico desenvolvimento interior de uma adolescente colocada em circunstâncias anormais e enquanto o mundo à sua volta enlouquecia. A adolescente por si só talvez não fosse totalmente comum, mas, mesmo quando enfiada entre as poucas paredes da sua reclusão de dois anos, os seus problemas giram em torno do que faz parte na adolescência: a comparação com a irmã, os conflitos com os pais, as exigências de terceiros em relação às suas posturas e comportamento, o amor, o sexo, o papel da mulher, a sociedade, as transformações interiores, as expectativas futuras. Ler a Anne é, no fundo, um pouco o mesmo que ler as nossas recordações de adolescente ou as mentes de todos os adolescentes que nos rodeiam... para além disso, é ler o que os nós adolescentes poderíamos ter sido se uma perseguição atroz a nível global nos obrigasse à fuga e ao refúgio...

No entanto, tanto para quem leu como para quem não leu, aconselho igualmente a versão em diário gráfico. O carinho com que o trabalho foi levado a cabo está patente nos mais pequenos pormenores, incluindo o que calculo terem sido os estudos acerca da fisionomia das pessoas em causa, da moda da época, do local da ação... O diário gráfico coloca-nos perante as personagens, como num filme, e transporta-nos, na fantasia mas também no que acreditamos poder ter sido real, à mente de Anne.

Para aqueles que não têm qualquer pretensão em vir a dedicar-se às 442 páginas de um diário que uma jovem invulgarmente conhecedora de si mesma e possuidora de grandes dotes de escrita fez entre os seus 13 e 15 anos de idade, não falhe esta versão de um grande livro... Um maravilhoso trabalho da Fundação Anne Frank e de Ari Folman e David Polonski. 
Rita

domingo, outubro 15, 2017

Coisas

Hoje sonhei com a minha mãe. Já estava doente, mas ainda estava a pé e ainda falava. 
De qualquer forma, fico lixada. Era um sonho. Meu. Devíamos aproveitar para estar uma com a outra como antes e matar saudades. Não para ser um prenúncio de um futuro que já foi largamente ultrapassado pelo presente. 
Porcaria de sonho.
Rita

sábado, outubro 14, 2017

Novo ano letivo, nova atividade...


"- Mãe, hoje dei um pum na piscina..."
"- Ah! Ah! Ah! E ouviu-se na água, uma coisa assim: brolorlorlor...?"
"- Não..."
"- E contaste à professora?"
"- Não...!"
Estilo: sou-nova-na-piscina-mas-não-sou-parva...
Rita

terça-feira, outubro 10, 2017

Sorte é...

Ter, numa terça-feira, em Lisboa, um croissant do Manelzinho Natário, com fiambre, tostado, para o pequeno-almoço... Prenúncio de um grande dia, de certezinha absoluta... 😋❤️
Rita

domingo, outubro 08, 2017

"Momento de sorte" ou "Coincidências do caraças"

Pode haver quem lhe chame sorte. Eu chamo-lhe mais coincidência, ou, se quiserem, uma feliz coincidência para mim. 
O meu carro estava onde está o Honda cinzento e eu estava a entrar no carro exactamente no momento em que o galho caiu. Um barulho de madeira a partir fez-me fechar a porta rapidamente. Um grande galho caiu e partiu o vidro do carro ao meu lado. O meu carro não sofreu nem um arranhão.
Horas depois soube que a polícia demorou mais de uma hora a chegar para fazer o auto e que os bombeiros estiveram a cortar o galho em bocados. Sorte para mim. Azar para o dono do carro do lado. 
Mas sobretudo incompetência para a gestão camarária que, na semana passada foi re-eleita.
Ana Cristina

quinta-feira, outubro 05, 2017

Novidades nossas

Os bloggers deveriam ter capacidade para manter os seus blogs em todas as adversidades... Sejam elas férias e distâncias, pais em mudanças drásticas de vida que nos arrastam para lados profundos dos nossos íntimos, filhos a iniciar anos letivos em escolas diferentes ou em valências diferentes de uma mesma escola, computadores que avariam e não fazem o que queremos, alterações várias e diversas nos nossos meios ambientes.. 
Estas bloggers nem sempre têm esta capacidade... No entanto, hoje, ao longo de alguns quilómetros de uma autoestrada portuguesa, uma irmã blogger entrou em contacto com outra irmã blogger por um qualquer chat de conversação, aprendeu a entrar no blog de ambas fugindo ao automatismo rígido de entrada pelo e-mail pessoal, e conseguiu escrever este texto no seu telemóvel... 
Estão assim lançadas as bases para, face a todas as adversidades técnicas, por aqui continuarmos! Agora só nos resta vencer quaisquer dificuldades mentais, emocionais, sentimentais, e outras como tais... Coisa pouca, como toda a gente sabe...
Então, até já daqui a nada...
Ana Cristina
Rita

sexta-feira, setembro 22, 2017

Esta semana


Foi mais ou menos como fazer 100 000 Km com o carro... Começar uma nova fase, esta mais difícil.
Ana Cristina

quinta-feira, agosto 24, 2017

Depois de mais de vinte anos

Entrei, reconheci alguns cantos e pormenores. Comparei com o tempo em que frequentei aqueles corredores e cheguei à conclusão que não me perdia. Reconheci umas caras e ainda troquei uns minutos de conversa. Vi as coisas com o olhar de visita. Uma visita estranha que por ali viveu durante mais de quatro anos. 
O jardim continua bonito e bem tratado, quase indiferente ao passar dos anos e das vidas que por ali passam. Umas em formato profissional. Outras centradas na sua saúde e preocupações pessoais. Os claustros estão iguais, como seria de supor num edifício histórico que já resistiu a tantas passagens. 



Foi estranho. Se calhar o estranho é ter passado tanto tempo sem fazer uma visita ao hospital onde comecei a trabalhar, fez no dia um, exactamente vinte e seis anos.
Ana Cristina

sábado, agosto 19, 2017

Doze

Foi há 12 anos...
Vieste, por acaso numa data que acabou por ser marcada - tal como depois os teus irmãos, porque, ao que parece, o meu útero «é muito protetor» e parece ser ótimo estar lá por dentro até às últimas das últimas. 
Vieste bem e sorridente e tranquila e com um magnífico sentido de adaptação. 
E tens crescido, linda, simpática, inteligente, teimosa que dói, sensível, fiel, constante. Tens-te preparado para o mundo e olhas para ele com cada vez maior curiosidade e espírito crítico. Eu vejo, orgulhosa demais.
Foi há 12 anos, minha filha, que chegaste, e é há 12 anos que nos acompanhamos e vamos aprendendo a vida em conjunto, neste desafio que é ver-te crescer e à nossa relação. 
És magnífica e tudo o que és e o que somos em conjunto nunca caberá aqui... 
Parabéns, Alice. Adoro-te.
Rita

sexta-feira, agosto 18, 2017

Eles vêm aí!

Sim. Por agora reúne-se material mas, em breve, os Xulés vão reaparecer por aqui. Eu já tenho saudades deles...
Ana Cristina

quarta-feira, agosto 16, 2017

Uns dias, só miudas

A pequena andava há muito tempo a perguntar quando é que vinha pra casa "da tia". A grande por vontade dela já tinha vindo, nem que fosse para passar uns dias sozinha se o meu horário não colaborasse. O rapazote não pode vir porque tinha a agenda ocupada com acampamento e diversão por outras bandas. Pelo meu lado, estava mesmo necessitada de uns dias só de brincadeira, daquele cansaço que dá energia. 
E assim, tiraram-se uns dias quase só entre miúdas (o tio não contou, esteve a trabalhar). Foram só 3 dias e meio mas pareceram umas pequenas férias e, apesar da Joana não estar no seu melhor (uma virose, com certeza), foram muito bons. Cumpriram-se as rotinas que se tornam clássicas da casa dos tios, como cantar e dançar no hall de entrada (de preferência com a tia a gravar), fazer pilhas de almofadas e mantas na sala, deixar a tia dormir de manhã, comer em frente à televisão, ver pelo menos dois filmes dos que estão gravados na box e que eles já conhecem, experimentar novos exercícios (desta vez de desafios de ioga vistos rapidamente no youtube e repetidos ainda mais depressa, imaginem), brincar ao monstro das cócegas e tirar montes de fotografias. Ainda se tiraram uns curtos períodos para ir brincar no parque e passear no centro comercial, fazer umas comprinhas e comer fast-food.

Mas claro que também se teve um tempinho para alargar as vivências, quem sabe a ser repetidas numa próxima visita. 
Desenhar e escrever uma carta ao mano, numa experiência que se torna cada vez mais rara, mas que é sempre interessante. Mandámos dois desenhos com pequenos escritos, beijinhos e corações.
Usando lençóis, mantas e imaginação, desta vez montamos tendas na sala; a maior por debaixo da mesa e a pequena com um pequeno estendal. Estas tendas foram  bem aproveitadas, quer pela Alice quer pelos gatos da casa que as viram como mais um desafio, e por vontade da Alice teriam servido para acampar dentro de casa mas a Joana não aprovou. Claro que os de quatro-patas não necessitaram de chegar a acordo com mais ninguém a fizeram das tendas seus refúgios. 
Fizemos tratamento de beleza, com direito a fazer massagens umas às outras, pintura de pequenas madeixas azuis no cabelo da loura (das que saem com a lavagem, claro), manicura e pedicura com verniz cor-de-rosa à pequena, verniz com brilhantes e estrelinhas à pré-adolescente e verniz transparente à tia que, pela primeira vez em muitos anos se vê com as unhas das mãos pintadas (de forma muito discreta) e até acha graça.


Eu adoro vê-las interagir. Aquela relação de dependência da mais nova, aquela cedência e protecção da mais velha misturada com fases de isolamento e irritação pelas criancices. Cada uma a usar as suas armas de sedução, as duas a fazer pequenos ajustes, as duas a reclamar mas a adorar brincar uma com a outra. 
São quase como eu e a Rita; uma loira, outra morena, com cerca de oito anos de diferença. A desenvolver uma relação que tenho esperança se venha a tornar tão forte como a nossa.

Foram-se embora no outro dia, com a declaração de terem gostado. Cá por casa ficou tudo desarrumado; lençóis em cima da mesa, almofadas no chão, a cama por fazer... e eu cheia de saudades e a estudar a agenda para programar novo período, o que vai ser difícil, pra variar. 
Ana Cristina

segunda-feira, agosto 14, 2017


Ser uma terceira filha tem sempre pontos negativos... talvez, essencialmente, o facto de nunca se ter, dos outros, nomeadamente dos pais, a disponibilidade completa...

Recrimino-me sempre por não ler todos os dias para a Joana como lia para a Alice e para o Vasco. O hábito foi diminuindo de filho para filho, numa dinâmica inversamente proporcional ao cansaço e afazeres. No início do ano letivo passado, em fase de reformulação de planos e projetos, surgiu a ideia de pôr todas as noites a Alice a ler para ela, enquanto o Vasco treinaria a leitura comigo, num processo conjunto. O problema é que depois começam os treinos e atividades, os fins de tarde a correr com um para o futsal, com outro para a ginástica, e o dia que é de trampolim, o outro que é de xadrez, aquele em que o pai dá treinos, aqueloutro em que a mãe tem expressão dramática... o que, do par de adultos, fica em casa tem de escolher roupas para o dia seguinte, preparar o jantar, aprontar tudo para quando o resto da família chega... infelizmente a leitura fica sempre para demasiado tarde...

Até que chegam as férias... 
                                            as atividades cessam, 
                                                                               a respiração abranda... 

Tenho feito um esforço para lhe ler, todas as noites. Talvez como forma de compensação, leio duas ou três histórias antes do dormir. É bom constatar-lhe a evolução na concentração com que acompanha... Contudo, tenho que reconhecer que o melhor momento é quando, chegada ao fim a minha leitura, começa a dela. Quer sempre contar a história, num hábito que não me recordo de os outros gostarem tanto, e é nesse momento que lhe vejo... as partes que fixou, as que preferiu, as que repete, as que esquece, as que não entendeu...
Claro que espero que o próximo ano letivo traga um pouco de maior organização e tempo para as minhas leituras. Mas interiormente, o que espero é mesmo que haja tempo para a ouvir a ela e que continue sempre a gostar de recontar o que ouvir...
Rita

segunda-feira, agosto 07, 2017

Preocupações de uma menina com quase 12 anos

Já não nos víamos há bastante tempo devido às férias e as saudades eram bastantes. Falámos do fim-de-semana prolongado no Algarve que passou com as amigas, do quanto estava morena e com imensos sinais, do corte de cabelo, dos irmãos e das amigas dela, dos grupos whatsapp e de redes sociais, de assuntos vários como é costume entre as nossas conversas. Saltámos de assunto para assunto como boas conversadoras. Pelo meio...
- Sabes tia, estou um bocado preocupada com a questão da Coreia do Norte. Não quero que ataquem os Estados Unidos, apesar do Trump. Além disso o Brasil está no mesmo continente e não quero que sofram. São nosso irmãos. Mas fiquei contente porque a guerra da Síria acabou. Fiz uma festa aos saltos e tudo (com demonstração incluída, não fosse eu não ter conseguido visualizar os festejos). Não achas tia? Agora há menos guerra no mundo.
- Ainda há demasiadas. Há demasiados conflitos no mundo... os conflitos no Iraque, em Israel, na Turquia ...
- Tens razão... Ainda bem que é  longe. E que na Síria já acabou. Era a maior guerra e os coitados já sofreram tanto... Não se faz... De qualquer forma é muito longe e não nos atinge...

Fico sempre surpreendida com estes toques de preocupação social. Suponho que seja característica pessoal. É que este é a mesma menina que em pequenina gostava dos políticos que achava que "tratavam bem do planeta", que no inicio do ano achava muito mal que o Trump tivesse sido eleito e reconhecia que o nosso Presidente é do agrado dela.
Ana Cristina

quarta-feira, agosto 02, 2017

Nova experiência.

Há sempre oportunidade para ter novas experiências. Desta vez foi fazer compras pela "Amazon"...


Estou a ficar uma mulher moderna. Qualquer dia pinto as unhas!
😉 Ana Cristina

segunda-feira, julho 31, 2017

Agora também lá estamos!

Desde ontem que também nós, as Oficinas Ranha, fazemos parte de mais uma rede social. Desta vez aderimos ao Instagram, e  claro que já lá encontrámos vários dos nossos contactos, individuais e colectivos. Para os que ainda não estão habituados a esta parceria, às vezes um bocadinho confusa e a roçar a dupla personalidade, vão ter mais uma hipótese de se adaptarem. É que, se ainda não perceberam, nós explicamos. Sabem os gémeos? Unidos por um cordão umbilical invisível? São como nós, mas neste caso umas gémeas nascidas com alguns anos de diferença.


Se quiserem procurem-nos e sigam-nos (quando percebermos alguma coisa desta "nova" rede social, claro).
Oficinas RANHA