domingo, abril 19, 2015

Vasco, o taralhoco

- Mãe, quando te caiu o teu primeiro dente, o que te deu a fada?
- Tchii, não sei, já foi há tanto tempo...
- Então e quando te caiu o último?

***

- Então Vasco, jantaste na casa dos vizinhos?
- Não.
- Então o que comeste? Bolo? [aniversário]
- Só comi bolo... e gelatina... e sumo... e uma bolacha...
- Ah, só?! E carne, peixe...
- Ah! Comi arroz de pato.
- Ok. Arroz de pato. Então comeste arroz com quê? Carne, peixe...
- [a pensar] Arroz com uma carninha molinha...
- E essa carne do arroz de pato é de quê? De que animal?
- [a pensar] Não sei...



[Para bem defender o meu rapaz, convém dizer que, depois da risota do arroz da carne molinha que era pato falamos sobre todo o tipo de animais que os homens comem... e ele sabia perfeitamente que isso fazia de nós seres omnívoros... toma!]
Rita

sábado, abril 18, 2015

Vasco a crescer...

Ontem, quase a sairmos para trabalho e escola, ouço o Vasco: 
- Tenho uma ferida na gengiva.
O pai viu, confirmou a ferida e saímos para o nosso dia, não sem antes o Vasco falar da sua ferida na gengiva ao primeiro vizinho que encontrou.

Hoje, ouço-o novamente:
- Ainda tenho a ferida na gengiva.
E o pai:
- É verdade, ora vê lá. 
Boca aberta. Assim:


E eu, instantaneamente:
- Vasco, tens aqui um dente!!!!!!! Ah, o teu primeiro dente definitivo a nascer!!!! Viva!!
E o pai a espreitar:
- Olha, pois é, afinal é um dente.

Resultado: tenho um homem que confunde um dente com uma ferida e um filho muito contente, com nova novidade para contar aos vizinhos.
Rita

quarta-feira, abril 15, 2015

O tanto que se encontra num encontro

Há uns dias aconteceu-me algo curioso.
Uma amiga tinha-me pedido há meses que falasse com a filha de um casal conhecido acerca do meu trabalho. Trabalhos e trabalhinhos, horários reduzidos, doenças e faltas, atividades e muitas trocas de e-mails (é hoje, é nesta quinta, é na próxima semana, é quando a miúda ficar boa, é quando for) depois, encontrei-me com a L. 
Alta, pele clarinha, quase arruivada, sorriso simpático, 21 anos, a L. sentou-se à minha frente e colocou as perguntas que vinha fazer. Conversamos descontraidamente sobre as nossas famílias e a forma como tinham influenciado algumas escolhas, a visão atual dos jovens sobre o seu futuro e a sua tendente opção pela emigração, a sua própria possibilidade real de emigração e a preferência por se manter por cá, alguma descrição das minhas funções, prós e contras, possíveis temas de projetos e orientadores para teses, dicas para concorrer ao meu trabalho, etc e tal. 
A L. veio fazer-me uma visita, com toda a sua jovialidade de quem sabe que tem uma vida toda pela frente, risonha de perspetivas. Veio ao meu encontro, para saber o que EU tinha para lhe dizer. Mas, com ela, inesperadamente, trouxe-me a lembrança do tanto que eu ainda quero vir a fazer, que tenho a certeza que farei, quem sabe outro curso ou um mestrado, quem sabe até o próprio mestrado que ela frequenta, mesmo que só venha a servir a minha necessidade de conhecimento, a minha intelectualidade. Trouxe aquela comichão das perspetivas e sonhos e planos que temos a capacidade de ir criando. E a felicidade de saber que a temos. Sempre.
Rita

terça-feira, abril 14, 2015

Xulés para adultos, o Quarenta e Dois

Desde Setembro que não falávamos de Xulés neste blog. Bem, verdade verdadinha é que, qualquer temática tem sido pouco abordada neste blog, sejam eles Xulés, opiniões e desabafos, actividades das Oficinas RANHA... Mas não pensem vocês que isso quer dizer que temos estado pouco activas ou atentas ao que nos rodeia, o tempo é que não chega para tudo e, neste caso, o blog muitas vezes fica para "amanhã", como o início da actividade física. E o tempo vai passando, e quando nos apercebemos estamos com projectos e com trabalhos em mãos e não partilhámos com as nossas visitas as novidades.
Neste caso não é uma novidade mas sim o relembrar que os Xulés das Oficinas RANHA são adequados para todas as idades. O Quarenta e Dois, por exemplo, saiu do saco xulézudo para ir, diretinho, para as mãos de uma fã incontestável das manas RANHA. A nossa amiga de longa data, uma "irmã" de quem nós temos sempre muitas saudades, porque apesar da proximidade as vidas de cada uma deixam também para "amanhã" o almoço que está sempre por marcar. É para a semana, Tina?
Quanto ao Xulé Quarenta e Dois, temos a certeza que está muito bem na sua casa solarenga, quem sabe a espreitar pela janela?... quem sabe ...
Quantos aos outros xulés, as novidades estão pra breve. Nos aguardem.
Ana Cristina

domingo, abril 12, 2015

Fim-de-semana

De longe em longe surge assim um fim-de-semana mais tranquilo... Só (?!) com uma festa de aniversário, houve mais tempo para gozar a cinco, a três (os pequenos) ou dois (os grandes), ou a um (eu, com proporções de pequena e grande em moderado equilíbrio).

Numa arrumação descobriu-se um brinquedo de bebé da idade da Alice (lembras-te, Tina?), que fez os mais velhos dedicar-se a limpar e preparar para a irmã. Limpeza feita, água e ar colocados, foi vê-los aos três entretidos, durante de certeza mais de uma hora, com um brinquedo a imitar uma espécie de aquário, destinado provavelmente para quem terá menos de um ano... lá está, a prova viva de como brinquedos não têm idade nem género...


A dois, sossegados, não fomos ao desejado brunch ou cinema, mas vimos o Grand Budapest Hotel - pronto, na televisão e dividido em duas sessões, mas já não é mau - que aconselho vivamente a quem, como eu, seja suscetível a filmes retirados de sonhos, com uma bela fotografia especialmente colorida, música envolvente e personagens com características e visual pensados pormenorizadamente até à mais aparente insignificante linha da bainha do excelente figurino.


Com mais tempo para estar a sós com a minha pessoa (o mais sozinha que consegui arranjar com mais quatro pessoas lá em casa), houve também possibilidade de me dedicar às costuras. De uma assentada, três almofadas feitas a partir de camisolas de futebol que já não servem - uma encomenda não recente de um amigo..
Para as Oficinas, também houve capacidade de iniciar um novo projeto, mas esse ficará para mostrar mais adiante...

Rita

quarta-feira, abril 08, 2015

domingo, março 29, 2015

Elfos e Lego, uma boa combinação

Ai, estou tão maravilhada com esta nova coleção da Lego........................................!!!!!!!!!!


Rita

sábado, março 28, 2015

A Leituria

Hoje fomos à Leituria, ali junto ao largo do Neptuno, na Rua da Estefânia. Uma amiga tinha-me lá levado no dia anterior, quase de fugida, à hora de almoço, com a ideia que era "a minha cara". Que bom que é ter amigos que nos conhecem tão bem...
A Leituria é um espaço divinal. Venda de livros, objetos artísticos, produtos alimentares de "mercearia fina", tudo num espaço extraordinário com possibilidade de nos sentarmos confortavelmente a ler (tanto nós como os miúdos)... 
No sábado apresentei os filhos ao espaço, quando fomos ver a ilustradora Rita Correia mostrar o seu mais recente livro: "O meu nome é...". Foi uma leitura muito engraçada, quase que um jogo de caça ao tesouro... 
Divertimo-nos imenso, compramos a prenda de aniversário (atrasada) da tia Cristina e tive, pela primeira vez na vida, oportunidade de procurar o famoso Wally com o Vasco e a Alice - por falar nisso, cheguei à conclusão que não é tarefa fácil...
No fim, fiz-lhes a vontade e como, com grande pena nossa, a Leituria não serve refeições, passámos na Padaria Portuguesa e trouxemos pães-de-Deus para o lanche.





Rita

terça-feira, março 24, 2015

Deles

1.
Ao jantar, a Alice fala de Egon Schiele, a propósito do ATL de férias que está a fazer; de como a este pintor só interessava a pintura de pessoas, de como retirava os objetos das pinturas, de como tinha chegado a estar preso por exibir pinturas de nús, de como tinha morrido muito novo, de gripe espanhola... A dada altura, perguntamos de onde era o pintor. E ela:
- Era... australíaco!

2.
Na casa-de-banho, digo ao Vasco para ele sair, porque preciso fazer coisas que só as mulheres fazem na casa-de-banho, que ele tem tempo de saber disso. À saída, olha para mim e solta:
- Blergh... deve ser nojento...

3.
Ao jantar, o Vasco fala sobre o filme do Homem Aranha que viu hoje com o pai. A certa altura, diz:
- ... e depois, o puto fez aquilo...
O pai:
- Não se percebeu nada do que agora disseste. "O puto"? Quem era "o puto", o que quiseste dizer?
E ele:
- Hum... o indivíduo!

Rita

sábado, março 21, 2015

Eu também tenho opiniões sobre a lista VIP

Segundo o título de ontem d'"O Público", o subdiretor da Justiça Tributária terá validado a ideia de fazer uma lista VIP de contribuintes... mas depois a mesma nunca teria avançado na prática... Porque nunca ninguém lhe teria dado uma lista de facto, nem o Paulo Núncio, Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, nem qualquer outra pessoa... 

Curiosamente, todos os funcionários do fisco que acederam ao cadastro fiscal de determinados contribuintes, foram alvo de processos disciplinares para explicar o motivo dessa consulta... Ora, é de mim, ou torna-se difícil de explicar: não existindo uma lista, não existindo um sistema de alertas informáticos no caso de se consultar os cadastros fiscais das pessoas dessa lista, como é que se pode saber quem são os funcionários que o fizeram?! Como é possível haver quem tenha de explicar o acesso a algo, se esse algo não gera um alerta... se esse algo não existe... se esse algo não interessa a ninguém...?

Esta questão é tanto mais pertinente quanto se pondera sobre a necessidade de controlar acessos a cadastros que, no fundo, deveriam ser públicos, como no caso de titulares de órgãos de soberania... E, no caso dessas pessoas serem íntegras, não deveriam ser as primeiras a querer comprovar a legitimidade das suas contas...?

Rita

sexta-feira, março 20, 2015

Por agora, trabalho concluído!

O desafio era, nem mais nem menos, que melhorar dois espaços que, em muitos estabelecimentos, ficam para segundo plano, mas que neste devem ser, também eles um cartão de visita. No entender dos donos, as casas de banho, terão de ser tão bonitas e interessantes como as mesas onde se servem os petiscos, ou as prateleiras one ficam todos os produtos para venda.
Claro que aceitámos com entusiasmos, e como nos deram carta branca no processo criativo, só necessitamos de um período de brainstorming, onde todas as ideias, mais ou menos apreciadas ficaram registadas. Decidir o caminho a seguir foi um processo natural onde a inspiração  foi o conceito do próprio espaço.
Depois, foi meter a mão nos pincéis e dar cor a duas casas de banho interiores. Foram, segundo as minhas contas, cinco jornadas de trabalho, apenas duas em conjunto mas onde numa delas contámos com as sugestões da Alice para uma nova fase deste projecto. Entre trabalhos de uma, turnos de outra, tarefas domésticas, parentais e filiais lá se deu por concluída a primeira fase de intervenção das Oficinas RANHA na Venda Lusitana.


A inspiração foram os produtos regionais portugueses, o artesanato, as danças e cantares, a cor... Na casa de banho dos homens procurámos basear-nos nos Barros de Nisa. Na das mulheres nas saias do traje tradicional domingueiro da Viana do Castelo.


A venda Lusitana é um novo espaço, no centro de Lisboa onde, desde o início do mês, se podem comprar produtos portugueses, como os maravilhosos queijos e enchidos das várias zonas do país ou os diversos vinhos e cervejas artesanais produzidas cá dentro, ou degustar esses mesmos produtos sob a forma de petiscos. São muitos e diversos os produtos que lá se podem encontrar e em breve terá espaça para venda de produtos artesanais não comestíveis. Convidamo-vos, desde já a ir visitar este novo espaço, a deixarem-se maravilhar pelos produtos maravilhosos, a provarem as coisinhas boas e, claro, visitarem as casa de banho, porque FORAM PINTADAS POR NÓS. E, se quiserem mandar fotos da vossa visita estejam à vontade.
A morada é Rua do Telhal, nº75, Lisboa
E para quem não pode, por enquanto, visitar A venda Lusitana, espreite na págima do Facebook e salive...


Nós desejamos que este projecto seja muito feliz e que seja o princípio de uma parceria maravilhosa.
Ana Cristina

segunda-feira, março 09, 2015

O que fazer?

Com uma gata que, ora se diverte a estragar os vasos de flores, incluindo os catos cheios de picos, que ainda restam cá em casa;

... ora vem, qual gatinha carente, ronronar e pedir mimos no colo da sua, "adorada" dona.

Alguém tem sugestões?
Ana Cristina

domingo, março 08, 2015

Sol!

Finalmente, sol... e calor...
Brincadeiras no páteo, com direito a rebolar no chão... 


Pés quase descalços...


A Primavera está a chegar, viva!
Rita

segunda-feira, março 02, 2015

domingo, março 01, 2015

Work In Progress

A que andam estas Oficinas dedicadas????


[fazer de conta que a foto de baixo não está desfocada, fáxavor...]

Nós, "ambas as duas"

sábado, fevereiro 28, 2015

O que faltou contar do Carnaval...

... a forma como aterraram no carro, em dez minutos, depois de um dia a brincar às mascaradas com mãe, tia e amigos...


Rita

sexta-feira, fevereiro 27, 2015

Post atrasado sobre o Carnaval

Faço posts atrasados porque me interessa que fiquem aqui descritas algumas coisas que se perdem na memória se assim não for. Venho consultá-las mais tarde e gosto de as ler, trazem-me recordações mais completas dos bons momentos do que só as fotografias. 
Neste caso, o post é sobre o Carnaval e pode ainda interessar a outras pessoas que gostem de pôr mãos à obra. 

Iniciei no ano passado as tentativas de ir de encontro aos desejos deles em relação ao que se queriam mascarar e este ano, apesar do tempo não ser tanto por já não estar de licença, continuei na mesma senda - o que implica começar a incentivá-los a pensar no assunto assim que se dá a época de Natal e Ano Novo por finda. 

Este ano a Alice queria ir de boneca. Pensei logo na saia de tule porque tinha encontrado uns sites com indicações sobre como fazer e o resultado era bastante giro - só aconselho a quem queira experimentar que escolha tule mais grosso e que corte tiras largas, evitando assim que as mesmas se enrodilhem com muita facilidade umas nas outras. Usei depois: uns collants e uma camisola branca onde apliquei uns remendos com alinhavo para poder aproveitar as peças mais tarde (nomeadamente a camisola); umas luvas brancas; e uma camisola simples onde apliquei fitas a fazer lacinhos, botões coloridos e uma tira de bordado inglês - tudo para oferecer um aspeto mais abonecado.


Também fiz a peruca, que ainda está por aperfeiçoar. Usei a técnica inicial que descobri neste blog: um retângulo seguindo o tamanho da linha central do crânio onde cosi as lãs às meadas. Como esta peça, por si só, deslizava pela cabeça, apliquei-a depois nuns collants antigos da Alice. Na foto em baixo à direita até se pode ver que, por baixo da lã, existem os buracos das pernas cortadas aos collants... ainda estou para fechá-los, mas o Carnaval acabou e deixou de haver pressas (lá para o ano, talvez se conclua, eheheh)...


A máscara do Vasco era de Lobo Cinzento, correspondia à personagem de um livro que a sua sala tinha escolhido como tema do Carnaval deste ano. Usei um fato de treino onde apliquei pedaços recortados de um tecido peludo, dos joelhos até aos pés, dos cotovelos até às mãos, em torno dos ombros e no capuz. Comprei também umas luvas pretas sem dedos e cosi-lhe umas "garras" de feltro nas pontas, o que só por si foi um sucesso estrondoso, a partir do momento que ficaram feitas o Vasco pedia-me todos os dias para ir com elas... [Atenção: não valorizar o estado de sujidade do fato, a foto já foi tirada no fim do Carnaval, depois de ser usada durante cinco dias...]


Também cosi o tecido em alinhavo, para poder aproveitar o fato de treino, no caso de lhe deixar de interessar a máscara de Lobo no futuro. Faço sempre estas coisas, mas na verdade não sei se terei coragem para desfazer um trabalho que me deu tanto gozo a fazer...
O trabalho maior foi revestir o capuz, por não ser fácil traçar-lhe o molde. Por ser felpudinho (a casa fica toda suja por causa dele), o tecido ajuda, não deixando ver bem as indubitáveis  imperfeições. As orelhas são em feltro cinzento e apliquei-as no capuz com a técnica que se pode ver na foto em baixo, à direita, para conseguir que ficassem a pé. Ao tecido cinza escuro tive depois que fazer uns cortes, para as deixar passar.


Quanto à Joana, para permitir que uma vez sem exemplo a tratassem pelo diminutivo (que eu detesto), foi de Joaninha. O fato, embora sendo ideia minha, foi feito pela escola, eu já não conseguia... Ficou o máximo. Comprei-lhe o único fato de treino preto que encontrei na Kid to Kid e na escola coseram-lhe uma saiinha à frente das calças (eu nem o teria feito, mas ficou o máximo) e as asinhas nas costas. Depois colaram-lhe umas bolinhas de esferovite no capuz e um pompom no rabiosque (não sei se as joaninhas têm cauda, mas não quero saber, esta tem). Claro que a miúda até podia ir de sem abrigo que ficaria sempre gira, é o que dá ser uma minúscula simpática.

Rita

quinta-feira, fevereiro 26, 2015

Ideias que podem dar jeito

E como é que se entretêm três filhos em simultâneo numa visita a um hiper (neste caso, o Leroy)...?

Rita


segunda-feira, fevereiro 16, 2015

Brincadeiras de Carnaval num dia quase de chuva

Junte-se um filho lobo, uma filha boneca de pano, uma mãe e uma tia palhaçonas, uma amiga charlot... um dia de clima instável... muita vontade de rir, exibir máscaras e de diversão... uma pista de bowling (pela primeira vez para três dos envolvidos)... e consegue-se um magnífico domingo de Carnaval... 


Em relação aos resultados, só uma coisa a dizer antes das possíveis gargalhadas desse lado: os resultados do grupinho de três cujas idades somadas não perfazem a idade da mais nova das mais velhas são obviamente relacionadas com a existência de barreiras ao longo da pista, hã???!!!
Rita