... do tão apreciado, e ignorado BIDÉ. Finalmente se completa a sua homenagem que, diga-se, já tinhamos razões para pensar estar a ser vitima de qualquer tipo de perseguição.quarta-feira, junho 28, 2006
Cá está a fotografia ...
... do tão apreciado, e ignorado BIDÉ. Finalmente se completa a sua homenagem que, diga-se, já tinhamos razões para pensar estar a ser vitima de qualquer tipo de perseguição.segunda-feira, junho 26, 2006
Somos fãs
Cristina*, minha irmã, tu ouviste?! O Chico Buarque voltou!!!!! Muito mais velho, cheio de rugas... mas com os mesmo olhos azuis... e a mesma voz liiiiiiiiiiiiinda...
Rita
*e a todos os fãs, como nós, claro...
É verdade! Quanto à fotografia, nada... o blogger é mais um daqueles "tipos" que não gosta de bidés...
domingo, junho 25, 2006
Continuo a não conseguir mostrar-vos a minha Alice com o bidé...
E agora, para além disso, estou um tanto ou quanto aborrecida por causa da quantidade de gente nas ruas a festejar a ida de Portugal aos quartos de final do Mundial... são só os quartos de final, gentes... e com tantos problemas que existem no nosso país, anda toda esta gente a fazer esta figura quando, por muito mal que digam que o árbitro se portou, a nossa selecção não foi nenhuma equipa de anjinhos...
Rita
sábado, junho 24, 2006
O bidé
Numa casa de banho e no todo que existe numa casa, o bidé é assim uma espécie de parente pobre, ovelhinha ranhosa... É aquele tipo de peça que "ou se ama ou se odeia". Pessoas há que não concebem uma casa de banho sem ele (a minha mãe) e outras espalham aos quatro ventos que tal peça poderia ser retirada do mercado que não sentiriam minimamente a sua falta (o meu marido).
Cá em casa, aquando das obras, o João chegou mesmo a pensar que poderiamos dispensar o bidé. Eu, decerto com visão futurista, achei melhor não. E cá temos uma casa de banho, normal, completa, com todos os familiares.
Na nossa família, o bidé é importante, quanto mais não seja, na história dos três filhos.
A primeira, a Fera, filha-gata, apaixonou-se pelo bidé quando ainda era muito pequenina e tomámos a decisão de a expulsar do nosso quarto à noite. Passou sempre a dormir dentro do bidé, toda aninhada. Hoje, mesmo com aqueles abdominais todos, ainda gosta de se deitar no bidé, enche o espaço todo.
O Kaos, filho-cão, bebia água do bidé. Ainda me lembro de quando ele precisava de se empoleirar todo para chegar com a língua à água a cair... Agora é tão grande, maior que o bidé, mas ainda não se esqueceu que bebia lá água e às vezes põe-se com aquela língua enorme a lamber a torneira, apesar de já irem tempos e tempos desde que lhe dávamos lá água.
A Alice, filha-filha, descobriu o bidé recentemente e tenho ideia que a paixão irá durar ainda algum tempo. Por enquanto o fascínio nasce do facto de lhe permitir pôr-se a pé e de se meter a tirar, uma a uma, todas as coisas que de vez em quando lá estão dentro. Imagine-se quando começar a lavar lá as mãos e os dentes.
Cá em casa temos um bidé verdadeiramente apreciado. E se provoca estranheza o facto de me lembrar de escrever sobre isto, não é tão só porque ando pouco inspirada, mas também porque a vidinha é mesmo assim, cheia destas pequenas coisas em que vamos reparando e às quais não fazemos a devida vénia.
Rita
quinta-feira, junho 22, 2006
Coisas novas
quarta-feira, junho 21, 2006
Apesar...
... do muito trabalho dentro e fora de portas, da avó doente, da unha encravada e da recente e inexplicável rabujice da Alice, da percepção sempre tardia da falta de tempo para tudo, desde a minha mais recente prenda particular é como se andasse nas nuvens...

Rita
sexta-feira, junho 16, 2006
E hoje seguiram as camisolas...
... pintadas, bordadas ou com aplicações.
Estão à disposição de todas as meninas na Loja das Oficinas RANHA. Aguardamos opinões, e quem sabe, encomendas... destas camisolas, ou de outras peças em trapo, que possamos criar.
Oficinas RANHA
quinta-feira, junho 15, 2006
Já seguiram ...
... para a Loja as telas que temos para venda.

Sim, a Loja da Oficinas RANHA destapou as montras, e mostra algumas das peças para venda. E passa a remodelar as suas montras e o seu stock, todos os meses.
Esperamos visitas, muitas opiniões e sugestões de todos os nossos potenciais clientes.
terça-feira, junho 13, 2006
E como o prometido é devido ...
... hoje mostro a Linha bijuteria Oficinas RANHA !!!
Colares e pregadeiras em escala muito reduzida, com pequenas pinturas em tecido, aplicações de missangas e pequenos bordados. Feitos com muito carinho, saíram hoje novamente da caixinha (depois da presença na Feira de Artesanato no Parque das Nações) para entrar na montra da Loja, onde terão companhia nos próximos dias.

Ana Cristina
segunda-feira, junho 12, 2006
Já tinha saudades ...
... de vos escrever, a vós, tão desejadas visitas.
Foram vários os motivos que me fizeram estar tão ausente. Em primeiro lugar porque tive umas tão merecidas férias que souberam bem, mas a pouco e que já deu pra quase esquecer. Depois, porque e net esteve bloqueada pra mim, e não foi por uso em excesso. Em seguida porque foi importante ir de viagem, dar um beijinho à avó Joana.
Mas estou de volta, ás rotinas, aos turnos, às trocas e baldrocas, e a este blog.
E deixo aqui uma pequena amostra das obras mais recentes. Uma camisola linda, bordada com um jardim florido. Estará disponivel brevemente na Loja que, agora sim, prepara uma nova decoração, com peças originais das Oficinas RANHA e dos primvsviana. Mas as explicações ficam para breve.
ver mais aqui
Ana Cristina
terça-feira, junho 06, 2006
Muitas desculpas...
... aos que nos têm procurado para saber novidades... Não é que se passe alguma coisa de especial e não é que não se passe nada... é mesmo a vontade de escrever que anda longe...
Ficam prometidas notícias, novidades, opiniões ou informações para breve.
Rita
sábado, junho 03, 2006
... e a desgraça foi ...
... que, agora que o computador já ultrapassou a idade de reforma e pusemos o seu lugar à disposição de ser substituído por um no inicio de carreira, resolveu fazer greve.
É esse o motivo porque não dou notícias, estou em negociações com um, e em diálogos com o outro.
Beijinhos a todas as nossas visitas.
Ana Cristina
quarta-feira, maio 31, 2006
"Ds"
Hoje era para ser um Dia D no trabalho. Não foi.
Vivi dias de ansiedade por causa deste dia. Mentalizei-me, esperei e passou. Não foi hoje.
Este Dia D foi adiado. Outros virão. Mas este foi adiado e eu torno a mentalizar-me e a esperar. Oscilo entre o alívio pelo adiamento e a irritação pelo adiamento. Enfim...
Rita
segunda-feira, maio 29, 2006
Segundo dia de feira

Esta foi a nossa banca no nosso segundo dia da feira do Parque das Nações, aliás, de todas as nossas feiras. E devo dizer que, mesmo não se encontrando presente algum pessoal do Domingo anterior que tanto gostámos de conhecer (fizeste falta, Inês!!!), este segundo dia de feira foi absolutamente extraordinário, atrevo-me a dizer que melhor do que o primeiro...!
Para começar, a nossa atitude foi muito mais profissional, eheheheh... não houve pressas durante a semana para produzir algo (que não iria ser vendido mesmo!), a noitada anterior dedicada aos preparativos foi menor, não houve ansiedades, deu para acordar mais tarde e ter tudo pronto num tempo que desse para esperar pela chegada da Cristina... Ah!, e levámos o plástico, caso chovesse...
Adorei a feira ontem, o que fiz e todas as pessoas que lá conheci. A Rute, a Helena, a Sinda, a Raquel, a Adriana, a Catarina (uma moça de Viseu cujo endereço não encontro) e a Kooka... todas com uma grande simpatia e belos trabalhos.
Fica-me uma crítica a todos os que se inscreveram previamente no workshop de reciclagem e não souberam honrar esse compromisso, faltando sem aviso prévio. Não tenho ideia nenhuma das pessoas que o fizeram, mas demonstraram uma imensa falta de maturidade e sentido de responsabilidade. A Helena, vinda de Aveiro, que se preparou para essa formação, que provavelmente contou com o dinheiro das inscrições para a sua deslocação, que carregou uma imensa parafernália para dar o atelier, acabou por fazê-lo gratuitamente para três interessadas. Eu, inesperadamente incluída, devo-lhe o "bilboq" (será assim que se escreve isto?!) e o outro jogo que fiz, com os quais já hoje brincámos cá em casa (por falar nisso, foi aprovado pelo marido!) e que ficam como forma de aprender a realizar um entretenimento caseiro para os miúdos que nos visitam... até a nossa crescer, pelo menos...

Obrigado Helena, passei a olhar para o lixo de forma diferente e até já tenho umas ideias!
Obrigado a todos pelo dia!
Rita
sexta-feira, maio 26, 2006
Totalmente personalizado
Há uns Natais atrás oferecemos a nossa prenda mais personalizada de todas. Foi uma montra, a montra da Ana.
Acho que a ideia foi da Cristina, comprar uma daquelas molduras com profundidade, onde pudéssemos colocar uma série de coisas que a ofertada gostava. De ideia em ideia e procura em procura, o resultado final tornou-se melhor do que o idealizado... Um verdadeiro mostruário simbólico de características e gostos da ofertada, único, só mesmo dela e para ela. Quer dizer, quando fazemos uma coisa é sempre para "aquela" pessoa determinada, mas a verdade é que poderia ficar para nós ou para outrém. A montra da Ana não, é dela e não faria sentido nas mãos de mais ninguém.
Se não, vejamos. Tem tudo: os óculos, redondos, para a pitosga intelectual; muitos e muitos livros para a fervorosa leitora; um troféu de natação para a ex-nadadora; elefantes para a coleccionadora; um Che Guevara, uma EP da Festa do Avante e um "Avante" para a comunista inveterada; compota e croissants para a comilona; e até a brincadeirinha relacionada com as infindáveis cartas trocadas na nossa adolescência a descrever os seus imensos amores e desamores... A montra da Ana.
Acho que a ideia foi da Cristina, comprar uma daquelas molduras com profundidade, onde pudéssemos colocar uma série de coisas que a ofertada gostava. De ideia em ideia e procura em procura, o resultado final tornou-se melhor do que o idealizado... Um verdadeiro mostruário simbólico de características e gostos da ofertada, único, só mesmo dela e para ela. Quer dizer, quando fazemos uma coisa é sempre para "aquela" pessoa determinada, mas a verdade é que poderia ficar para nós ou para outrém. A montra da Ana não, é dela e não faria sentido nas mãos de mais ninguém.
Se não, vejamos. Tem tudo: os óculos, redondos, para a pitosga intelectual; muitos e muitos livros para a fervorosa leitora; um troféu de natação para a ex-nadadora; elefantes para a coleccionadora; um Che Guevara, uma EP da Festa do Avante e um "Avante" para a comunista inveterada; compota e croissants para a comilona; e até a brincadeirinha relacionada com as infindáveis cartas trocadas na nossa adolescência a descrever os seus imensos amores e desamores... A montra da Ana.
Rita
quinta-feira, maio 25, 2006
Sem mais.
terça-feira, maio 23, 2006
O que se veio embora da feira...

E como a feira não tem só coisas bonitas para os outros, fizemos as nossas compritas, ah pois fizemos!
Na foto: as belas peças em arame da Inês (uma pregadeira, um anel e dois embrulhinhos de presentes a entregar futuramente...), uma mimosa pregadeira da Michele, e um dos espectaculares e característicos cintos da Sara... ficam a faltar outros objectos já a uso e portanto, sem tempo para poses em fotografias...
Rita
O que se foi embora da feira...

Gostámos muito do nosso primeiro dia de feira... mentalizámo-nos previamente para não irmos vender nada para que não nos desiludíssemos... e por isso não nos desiludimos, eheheheh!
Também não queremos dar a ideia errada, vendemos umas bijuterias nossas e dos nossos Primvs - fica esta para explicar amanhã - e uma das nossas últimas telas. Alguém disse que parecia o Tom Sawyer e tinha tanta razão que acabámos por tratá-la assim. O nosso Tom encontra-se agora a fazer companhia a uma Sofia que, por sinal, até é parecida com o dito.
Mais importante do que tudo o resto, a feira valeu pela experiência. Sabemos agora que temos de arranjar forma de expor melhor algumas coisas, de chamar melhor a atenção para outras, que temos de levar um plástico para tapar a banca no caso de chover, que temos de arranjar um charriot mas dos que não caem sempre que lhes dá o vento... tchii, tanta coisa em que pensar para a próxima...
A companhia então, foi das melhores! Esperamos, em próximas feiras, voltar a ter hipóteses de ficar ao lado da Aramar, que para além de ser uma artesã com umas peças lindas de morrer, excedeu as nossas expectativas - já elevadas - em termos de simpatia e sentido de humor!! E gostámos de finalmente conhecer a Sarapico, com quem até já tinha havido um contacto mais "pessoal" por mail! E, claro, as Mãos de Fada, a Mafraldinhas, a Urbanarte, Shopsu e tantas outras moçoilas trabalhadeiras!
No Domingo lá teremos o nosso segundo dia...!
Rita
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