quarta-feira, julho 01, 2015

Passou mais de um mês desde que aqui postei

E, não se iludam, também não vai ser desta que vou fazer um post de grande interesse. 
Venho aqui só dizer que no tempo que se passou, fiz alguns Xulés que estão à venda n' A Venda Lusitana, passei uns dias de férias no alentejo com parte da família, fui a um casamento, e esta semana tenho estou de rescaldo de umas trocas malucas e com a sobrinha mais crescida cá em casa. Ainda deu tempo para momentos de convívio, com uma amiga de longa data que nos últimos anos tem estado por terras dos UK e um jantar de aniversário da grande amiga de infância... Tudo isto intercalado com uns turnos doidos que já deu para ser denominada de vampiro-nurse.
Falhou a actualização do blog e as visitinhas aos espaços do costume. Mas aguardem-me, que eu volto.
Mas fica uma foto (muito fraquinha) que recorda as palhaçadas depois do jantar de aniversário da Tina, Prova provada que aderimos às selfies.


Ana Cristina

terça-feira, junho 09, 2015

Vários pensamentos sobre estudar... com filhos

Pico, Estrela, Pico Ruivo, Larouco, Gerês, Montesinho, Peneda, Marão - ontem, eu e a Alice decorámos as maiores elevações de Portugal, durante a ajuda ao estudo para o último teste, de Estudo do Meio. Decorámo-las compassadamente, a bater palmas e a dizê-las alto e em bom som.
Explico sempre que as coisas são essencialmente para ser percebidas, que têm uma lógica. Mas claro que, na aprendizagem, surgem sempre listas, nomes, datas, pequenas coisas a decorar. E acho que não há mal nisso, desde que não seja a norma. Como raio teria eu aprendido todas as preposições se a Natividade, a minha professora do 8º ano, não tivesse teimado que todos os alunos tinham de as saber, de cor e salteado, e nos obrigado até a fazer uma espécie de audição, para garantir que as tínhamos de facto decorado. Tenho a certeza que a minha compreensão da Língua Portuguesa não seria igual e, embora entendendo que tal não interessa a todos, para mim é efetivamente importante.

A estudar com a filhota maior cá de casa para este último teste, apercebi-me mais uma vez que, apesar das muitas irritações, frustrações, até do descambar em gritos que por vezes acontece, eu gosto. Claro que não gosto da frustração que sinto quando ela não pensa, quando responde qualquer coisa, quando quase roça a má-educação. Mas gosto da ideia que um dia ela recordará que me interessei o suficiente para me chatear quando isso acontecia, que me dediquei a ela, que lhe demonstrei algumas formas de estudar e de fazer um esforço.
Para além disso, acabo por me aperceber sempre que, apesar dos aborrecimentos, gosto de estudar com ela porque... relembro, reaprendo, aprendo. E isso é ótimo.
Rita


terça-feira, junho 02, 2015

Coisa mais linda que pés pequenos, não há...

A Cristina introduziu no outro dia uma espécie de tópico, as "Tootsie Tuesdays". E como cá em casa há magníficos detentores de belos pés, calculo ter alguma matéria para posts nas próximas terças-feiras...


Rita

segunda-feira, junho 01, 2015

Dia da miudagem!

Hoje, para comemorar o nosso dia... deles, as crianças filhos e meu, a mãe tantas vezes infantilóide... fomos comer um geladinho...
A primeira vez que a Joana tinha experimentado umas colheradas de gelado tinha sido no dia de aniversário do irmão, há dois meses. Um sundae. Abria mais a boca do que alguma vez se lhe tinha visto e foi nesse dia que percebemos que não saía ao Tio Fernando nessa pequena questão de paladar.
Desta vez, depois de estremunhar a cara toda com o frio da primeira lambidela, serenou as feições e decidiu que aquilo era coisa para lhe merecer constantes pedidos com direito a reclamações, se demorados. Mais uma pr'os gelados.

Rita

sexta-feira, maio 29, 2015

Finalmente à venda numa loja


Primeiro tiraram a foto de família, na estante habitual e na companhia de um dos elementos da família. (nem todos entraram na foto porque os primeiros foram antes conhecer o espaço) Depois seguiram num saco xulesudo, rumo a novas experiências. Esperam seguir para novas paragens, na companhia de gente alegre e bem disposta. Alguns até talvez mandem notícias, ou fotos das suas novas vidas.
Estão, desde hoje expostos e prontos para seguir viagem, em A Venda Lusitana (Rua do Telhal, n˚75 Lisboa).
Esta é estreia dos Xulés numa loja. Para comemorar o dia da criança.
Ana Cristina

terça-feira, maio 26, 2015

Série "Estamos tão desgraçados da nossa vidinha..." - 1

Temos portanto as aventuras de meados de Abril:


E as de um mês e meio depois:


No próximo mês, quando ela espreitar de cima de um roupeiro, eu mostro...
Rita

Nota: por acaso, isto até fica bem colocar no dia em que o Google decide realçar a primeira astronauta norte-americana, Sally Ride (sem qualquer desprimor para a Xô Dona Valentina Tereshkova, primeira mulher de sempre no Espaço e até agora a única a viajar por ele a solo)... Portanto, hoje escadas, amanhã "o infinito e mais além"...

quarta-feira, maio 20, 2015

terça-feira, maio 19, 2015

Contas muito simples, no dia mundial do médico de família

Fazendo contas muito simples para que ninguém se engane. Nós as duas e as nossas famílias mais os nossos pais, somos nove. Nenhum de nós tem médico de família. Mas não somos os únicos, somos um milhão, doze por cento da população portuguesa. Segundo a Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar faltam oitocentos médicos de família neste nosso país. Para nós faltam três. E dizem que há zonas mais carenciadas. Nós somos de Lisboa, Amadora e Sintra. Será coincidência?
Mas no meio disto tudo há a esperança que dentro de pouco mais de ano e meio haverá quem nos trate da saúde. E não estou a falar de nos tratarem dos nervos pela crise que nos provocam com tanta hipocrisia.
Ana Cristina (queria formatar este post e colocar-lhe uma imagem mas ao que parece o blogger no tablet funciona maaaalll)

quinta-feira, maio 14, 2015

Autonomia, aventura, independência... felicidade...



Rapazeco de seis anos parte hoje para acantonamento de dois dias e meio com a sua turma (mais de vinte...!). Acorda satisfeitíssimo, mesmo que mais cedo do que nos outros dias, e fica cada vez mais excitado enquanto ainda permanece em casa, a arranjar-se. Esquece-se da escova de dentes... mas o que são dois dias sem higiene dentária, face a todas as aventuras que o esperam... 
Mãe de rapazeco explica-lhe que, depois da avaliação do acantonamento feita pela Educadora e da avaliação da mochila regressada feita por ela própria, decidirá com o pai a possibilidade de ele ir a outro acantonamento com a irmã, durante uma semana, no Verão. Relembra aquelas cenas das mães, «és dos mais velhos, sê dos primeiros a fazer o que a S., a G. ou a N. te disserem, para que os mais pequeninos percebam a importância e repitam», «todos os dias tiras a tua roupa e guardas logo, dentro do saco da roupa suja, não te esqueças, tens que lá pôr uns calções, uma t-shirt, umas cuecas e umas meias...», «olha que as meias são duas!», «tem cuidado, ajuda, não te esqueças que vocês são muitos»...
Mãe de rapazeco estaciona o carro e saem os dois, rapazeco contentíssimo, mochilinha às costas, mão dada um com outro, poucos minutos de namoro até à separação. 
Mãe de rapazeco:
«-Então diz-me lá as coisas que eu te disse, para ver se fixaste.»
Rapazeco:
«- Disseste-me para ter cuidado para não perder o casaco.»
Mãe de rapazeco:
«-Certo. É só um e vais tirá-lo se tiveres calor, por isso tem atenção.»
Silêncio.
Mãe de rapazeco:
«- E mais?»
Rapazeco:
«- Hum... eu não me lembro de mais nada...!»
Rita

domingo, maio 10, 2015

Aprendizagem memorável

Que se registe em todos os arautos d'àquem e d'álem mar que a sô dona Joana desta casa, hoje, dia 10 de Maio de 2015, com 16 meses de idade, aprendeu a dar beijos... 
Filha, minha filha, que sejam estes só os primeiros de muitos que dês pela vida fora...
Rita

Esta é a história da Mamã e do Papá, da Alice e do Vasco, da Fera, dos Avós e dos Tios, e do Bebé, que aprendeu a andar e (ainda não) a falar e a pintar (um dia) flores amarelas, mas que gostava acima de tudo de beijos, de muitos beijos.
(adaptado de "O bebé", de Fran Manushkin e Ronald Himler, Sá da Costa Editora - um livro lindo de morrer)

sexta-feira, maio 08, 2015

Comemoram-se hoje os 70 anos


... da vitória sobre o Nazi-Fascismo  E nunca é demais lembrar uma das manchas negras da história da Humanidade...

Ana Cristina

quarta-feira, maio 06, 2015

Lego


No fim de semana rumámos ao Campo Pequeno para a exposição de Lego. Uma amiga tinha-nos oferecido dois bilhetes e no elevador do centro comercial uma família desconhecida perguntou-nos simpaticamente se os tínhamos, o que significa que nos deu o terceiro que precisávamos. 
Já há uns anos tínhamos ido a uma exposição de Lego em Oeiras. Era enorme, cheia de gente, uma grande confusão. Desta vez, mesmo sendo a manhã do último dia, o tamanho disponível e a quantidade de pessoas no local era de conjugação ideal. Houve possibilidade de apreciarmos todos os displays, desde a enorme catedral de Colónia ao Estádio da Luz, desde os cenários futuristas aos de contos de fadas, desde os edifícios que o senhor que nos vendeu duas minifiguras fotografou por esse Portugal e esquematizou em papel milimétrico para depois reproduzir até à aldeia de Beirais... desde a Câmara Municipal de Lisboa ou a Casa dos Bicos até às pequenas construções que valem pela imaginação das piadas alusivas à troika...
Temos um primo que tem uma oficina cheia de caixinhas e gavetinhas com pecinhas e que se dedica a fazer construções originais fascinantes. Para mim, que nunca tive muito, o Lego continua a ser um brinquedo maravilhoso, mas essa zona de criatividade além do manual de instruções encontra-se-me negada, talvez pela falta de experiência no trabalho com o mesmo. Sendo assim, ainda bem que existem as exposições a permitir-nos maravilharmo-nos com os projetos alheios... 
No fim ainda aproveitámos outros divertimentos, como jogos de consolas, pinturas faciais ou, melhor ainda, uns cilindros (de milho?) para fazer construções, ou areia cinética que age quase como se de plasticina se tratasse. 
Resultado: manhã em cheio e um grande obrigado à amiga M!
Rita

terça-feira, maio 05, 2015

As patinhas da Misha...

Sempre achei as patinhas dos gatos maravilhosas. Na verdade sou um encantada com a elegância e aquele ar de modelos, quer fotográficos quer de passerelle, dos felinos e sempre que posso fotografo os meus modelos domésticos. A Misha já deve estar habituada a ouvir o som da máquina ou do telemóvel enquanto dorme, mas ela dorme em posições tão engraçadas...
Ontem quando conheci o novo membro da família de uma amiga, um gatarrão lindo e imponente reparei logo nas suas grandes patas redondas apeteceu-me fotografá-las. E foi nessa altura que fiquei a saber que, ao que parece, é possível encontrar na net, em especial à terça-feira imagens e posts dedicados aos pés (assim nuns cinco minutos encontrei vários posts de cuidados com as unhas, sapatos e botas de lã...) quer de humanos, quer dos seus companheiros patudos. Chamam-lhe "Tootsie Tuesdays". E pronto, aqui fica a minha primeira colaboração, mostrando as patinhas da Misha. As lindas e peludas patinhas da Misha.
Ana Cristina

domingo, maio 03, 2015

Adoro o Dia da Mãe...

Colar, brincos, pregadeira, caneta, carteira, porta-canetas, íman para o frigorífico, postal... embrulhos lindos, declarações de amor, muitos e muitos mimos... três filhotes e carradas de prendas, feitas por eles, envolvidas em grandes surpresas desde quinta-feira, todas minhas, minhas e deles...
Este dia que é tão bom por ser tão nosso.


                                                                                           03/05/2015
Querida e adorada mãe!
Adoro-te até... Sirius, a estrela com o dobro do tamanho do Sol e 25 vezes mais brilhante que ele.
Eu sou metade dela e tu és a outra metade dela. Somos as queens do world!!
Temos algumas zangas mas depois tu dizes-me "amote" e fica tudo resolvido. "Mãe, tu não sabes o quanto eu te amo o quanto eu gosto de ti, nem que eu morra assim "
                                                          Com muito amor,
                                                          Alice A.

Rita

domingo, abril 19, 2015

Vasco, o taralhoco

- Mãe, quando te caiu o teu primeiro dente, o que te deu a fada?
- Tchii, não sei, já foi há tanto tempo...
- Então e quando te caiu o último?

***

- Então Vasco, jantaste na casa dos vizinhos?
- Não.
- Então o que comeste? Bolo? [aniversário]
- Só comi bolo... e gelatina... e sumo... e uma bolacha...
- Ah, só?! E carne, peixe...
- Ah! Comi arroz de pato.
- Ok. Arroz de pato. Então comeste arroz com quê? Carne, peixe...
- [a pensar] Arroz com uma carninha molinha...
- E essa carne do arroz de pato é de quê? De que animal?
- [a pensar] Não sei...



[Para bem defender o meu rapaz, convém dizer que, depois da risota do arroz da carne molinha que era pato falamos sobre todo o tipo de animais que os homens comem... e ele sabia perfeitamente que isso fazia de nós seres omnívoros... toma!]
Rita

sábado, abril 18, 2015

Vasco a crescer...

Ontem, quase a sairmos para trabalho e escola, ouço o Vasco: 
- Tenho uma ferida na gengiva.
O pai viu, confirmou a ferida e saímos para o nosso dia, não sem antes o Vasco falar da sua ferida na gengiva ao primeiro vizinho que encontrou.

Hoje, ouço-o novamente:
- Ainda tenho a ferida na gengiva.
E o pai:
- É verdade, ora vê lá. 
Boca aberta. Assim:


E eu, instantaneamente:
- Vasco, tens aqui um dente!!!!!!! Ah, o teu primeiro dente definitivo a nascer!!!! Viva!!
E o pai a espreitar:
- Olha, pois é, afinal é um dente.

Resultado: tenho um homem que confunde um dente com uma ferida e um filho muito contente, com nova novidade para contar aos vizinhos.
Rita

quarta-feira, abril 15, 2015

O tanto que se encontra num encontro

Há uns dias aconteceu-me algo curioso.
Uma amiga tinha-me pedido há meses que falasse com a filha de um casal conhecido acerca do meu trabalho. Trabalhos e trabalhinhos, horários reduzidos, doenças e faltas, atividades e muitas trocas de e-mails (é hoje, é nesta quinta, é na próxima semana, é quando a miúda ficar boa, é quando for) depois, encontrei-me com a L. 
Alta, pele clarinha, quase arruivada, sorriso simpático, 21 anos, a L. sentou-se à minha frente e colocou as perguntas que vinha fazer. Conversamos descontraidamente sobre as nossas famílias e a forma como tinham influenciado algumas escolhas, a visão atual dos jovens sobre o seu futuro e a sua tendente opção pela emigração, a sua própria possibilidade real de emigração e a preferência por se manter por cá, alguma descrição das minhas funções, prós e contras, possíveis temas de projetos e orientadores para teses, dicas para concorrer ao meu trabalho, etc e tal. 
A L. veio fazer-me uma visita, com toda a sua jovialidade de quem sabe que tem uma vida toda pela frente, risonha de perspetivas. Veio ao meu encontro, para saber o que EU tinha para lhe dizer. Mas, com ela, inesperadamente, trouxe-me a lembrança do tanto que eu ainda quero vir a fazer, que tenho a certeza que farei, quem sabe outro curso ou um mestrado, quem sabe até o próprio mestrado que ela frequenta, mesmo que só venha a servir a minha necessidade de conhecimento, a minha intelectualidade. Trouxe aquela comichão das perspetivas e sonhos e planos que temos a capacidade de ir criando. E a felicidade de saber que a temos. Sempre.
Rita

terça-feira, abril 14, 2015

Xulés para adultos, o Quarenta e Dois

Desde Setembro que não falávamos de Xulés neste blog. Bem, verdade verdadinha é que, qualquer temática tem sido pouco abordada neste blog, sejam eles Xulés, opiniões e desabafos, actividades das Oficinas RANHA... Mas não pensem vocês que isso quer dizer que temos estado pouco activas ou atentas ao que nos rodeia, o tempo é que não chega para tudo e, neste caso, o blog muitas vezes fica para "amanhã", como o início da actividade física. E o tempo vai passando, e quando nos apercebemos estamos com projectos e com trabalhos em mãos e não partilhámos com as nossas visitas as novidades.
Neste caso não é uma novidade mas sim o relembrar que os Xulés das Oficinas RANHA são adequados para todas as idades. O Quarenta e Dois, por exemplo, saiu do saco xulézudo para ir, diretinho, para as mãos de uma fã incontestável das manas RANHA. A nossa amiga de longa data, uma "irmã" de quem nós temos sempre muitas saudades, porque apesar da proximidade as vidas de cada uma deixam também para "amanhã" o almoço que está sempre por marcar. É para a semana, Tina?
Quanto ao Xulé Quarenta e Dois, temos a certeza que está muito bem na sua casa solarenga, quem sabe a espreitar pela janela?... quem sabe ...
Quantos aos outros xulés, as novidades estão pra breve. Nos aguardem.
Ana Cristina

domingo, abril 12, 2015

Fim-de-semana

De longe em longe surge assim um fim-de-semana mais tranquilo... Só (?!) com uma festa de aniversário, houve mais tempo para gozar a cinco, a três (os pequenos) ou dois (os grandes), ou a um (eu, com proporções de pequena e grande em moderado equilíbrio).

Numa arrumação descobriu-se um brinquedo de bebé da idade da Alice (lembras-te, Tina?), que fez os mais velhos dedicar-se a limpar e preparar para a irmã. Limpeza feita, água e ar colocados, foi vê-los aos três entretidos, durante de certeza mais de uma hora, com um brinquedo a imitar uma espécie de aquário, destinado provavelmente para quem terá menos de um ano... lá está, a prova viva de como brinquedos não têm idade nem género...


A dois, sossegados, não fomos ao desejado brunch ou cinema, mas vimos o Grand Budapest Hotel - pronto, na televisão e dividido em duas sessões, mas já não é mau - que aconselho vivamente a quem, como eu, seja suscetível a filmes retirados de sonhos, com uma bela fotografia especialmente colorida, música envolvente e personagens com características e visual pensados pormenorizadamente até à mais aparente insignificante linha da bainha do excelente figurino.


Com mais tempo para estar a sós com a minha pessoa (o mais sozinha que consegui arranjar com mais quatro pessoas lá em casa), houve também possibilidade de me dedicar às costuras. De uma assentada, três almofadas feitas a partir de camisolas de futebol que já não servem - uma encomenda não recente de um amigo..
Para as Oficinas, também houve capacidade de iniciar um novo projeto, mas esse ficará para mostrar mais adiante...

Rita

quarta-feira, abril 08, 2015