Rita
segunda-feira, fevereiro 18, 2013
domingo, fevereiro 17, 2013
Temos o filho-gato internado...
... desde terça-feira. Estava ainda mais magro e menos entusiamado com a brincadeira. Passava o dia a dormir bem tapadinho nas várias camas que por aqui tem. Andava a comer menos, a beber um bocadinho mais e com obstipação. Pareceu-nos que também coxeava mais um bocadinho
Decidimos finalmente levá-lo ao veterinário, fazer as análises que a veterinária tinha sugerido há muito tempo porque já no ano passado o achou magrito. Na altura decidimos adiar mas agora era evidente que o Pilas estava em baixo de forma.
E é verdade. O Pilas está com uma insuficiência renal aguda. Nestes dias, com o soro e a medicação, parece que a função renal está a melhorar e ontem falou-se na hipótese de ter alta amanhã. Hoje as notícias não me pareceram tão animadoras, ele tinha deixado de urinar e teve de ser algaliado, o que parece ter ajudado a resolver parte do problema. Parece que era um cálculo. Agora vão tentar desalgaliá-lo de novo a ver se ele urina bem.
Amanhã deve repetir análises e logo se vê. Depois dou notícias.
Ana Cristina
quarta-feira, fevereiro 13, 2013
Um bolo personalizado
No domingo, dia 3, festejámos um aniversário. Como no ano passado, o prato principal foi a cachupa, feita pelo aniversariante, mas desta vez, como novidade, a sobremesa teve o toque pessoal da Alice, que fez para o tio Fernando um desenho que, por sua vez, foi enviado pela mãe para a tia, que o entregou por email às amigas, que encomendaram o bolo ao pasteleiro.
Foi um trabalho em grupo e que resultou num bolo lindo e personalizado.
E eu já recebi a promessa que para os meus anos é o Vasco quem faz o desenho.
Fico à espera, não do aniversário, mas do desenho que, quase que aposto, vai ser o meu retrato na visão do sobrinho de quase 4 anos.
;) Ana Cristina
segunda-feira, fevereiro 11, 2013
Os últimos Xulés de 2012
E para terminar a temática "Xulés oferecidos no último Natal" mostro neste post os últimos do ano passado.
Em cima podemos ver os Xulés 16# e 17#.
O azul (o Xulé 16#) foi feito numa altura em que faltava a matéria prima essencial para encher os bonecos e, por esse motivo ficou destinado a ficar cá em casa e me fazer companhia visto ter sido recheado de pedacinhos de meias dos outros bonecos e camisola velha. É muito mais denso e pesado que os outros Xulés, mas nem ele nem eu nos importamos com essa característica.
O Xulé 17#, que é o vermelho, assemelha-se muito ao anterior, tanto quanto é possível entre bonecos feitos à mão e sem moldes, mas com pequenas correcções que a foto não permite observar bem e, será muito semelhante a outro que por aí andará. Passo a explicar. Um dia levei para o trabalho alguns Xulés para satisfazer as colegas que, tendo visto as fotografias, pareciam ter muita curiosidade sobre os bonecos que eu, de repente, dizia que andava a fazer. E nesse dia o Xulé 17# foi alvo de duas paixões à primeira vista. A ordem de chegada determinou que o R iria oferecer à sua filhota a versão que se pode ver na foto, e a C ficaria, dois dias depois, com uma versão semelhante, não igual mas muito parecida mas igualmente bem sucedida do despertar de sentimentos amorosos.
Em baixo, ao centro temos a Xulé 18#, que foi para casa de uma menina de quase 3 anos, que se encanta com botões. Por esse motivo está enfeitada com vários, os que se podem ver na foto e o que está do rabo.
No canto direito podemos encontrar o Xulé 19#, que se caracteriza pelo pescoço comprido e a camisola de bola alta. Parece que em breve irá fazer companhia a um menino mas mais não digo nem sei.
À esquerda está a Xulé 21#, que é baixinha, com um ar desproporcionado porque tem pernas curtas e braços compridos. Tem umas orelhas que fazem barulho, é muito fofinha e anti-alérgica. Foi feita para uma menina que pela época das festas ainda não tinha nascido. Espero que os pais da B tenham gostado dela e que lhe dêem uma menina que goste de brincar.
Num breve balanço posso apenas dizer que em 2012 as Oficinas RANHA espalharam pelos vários cantos de Portugal, continental e ilhas (porque um está em S. Miguel, nos Açores), 23 Xulés e 4 Mini-Xulés, tendo iniciado uma produção artesanal de bonecos-de-meia que se prolonga, a um ritmo mais lento, é certo, pelos dias de hoje.
Ana Cristina
domingo, fevereiro 10, 2013
Carnavaladas
No sábado a Gulbenkian recebeu a visita dos nossos Pirata e Homem Aranha.
Não fomos a tempo de ver a exposição do "Chá para Alice" (porque se esqueceram de avisar que a visita guiada a encerrava), mas deu para lanchar, fazer actividades em livros, correr muito e ver os patinhos sempre simpáticos (principalmente para quem tem sacos de papel com restos de queques de chocolate).
A certa altura - e ainda me hão-de explicar como é que o dito original o conseguirá, que é o pormenor que os filmes não explicam - o nosso Homem Aranha ficou cheio de vontade de fazer xixi, mas havia ainda muito para correr, e então correu e correu, e quando foi a dar azo às suas satisfações fisiológicas, a vontade era tanta mas tanta, que o seu incrível fato ficou "ligeiramente"... chamemos-lhe salpicado, ok.
Claro que, mesmo sem a sua identidade secreta, o verdadeiro herói é o que não desanima...
Rita
domingo, fevereiro 03, 2013
«Um sonho maravilhoso...»
Neste sábado, em respeito ao compromisso assumido de que um mês de ginástica (três vezes por semana) só com três bolinhas amarelas (as avaliações que a professora faz no final da aula e que vão de azul, verde, amarelo, vermelho, a preto - a pior de todas) dava direito a deixá-la furar as orelhas, lá fomos. Foram cinco meses à espera que o conseguisse...
Hoje, antes de ir dormir, dizia, com um grande sorriso no rosto:
- Isto é mesmo real, não é...?! É porque, estou aqui a pensar... se é um sonho, é um sonho maravilhoso...
Rita
sexta-feira, fevereiro 01, 2013
Lar Doce Lar
Ontem tive a oportunidade de ir ver esta peça de teatro ao Casino de Lisboa. Gostei muito. Gostei de ir ao teatro depois de tanto tempo sem ele. Gostei da noite, bem passada e em boa companhia. Gostei da sala de espectáculos e de dar uma voltinha pelo casino, que também foi uma estreia. Mas gostei sobretudo da peça e do trabalho de actores, que durante duas horas vestem o papel de várias personagens.
Toda a peça se passa num quatro de um Lar de idosos onde duas senhoras de quase 80 anos, provenientes de classe social alta, partilham o mesmo espaço. São mulheres com histórias pessoais bem diferentes, com hábitos de vida e gostos distintos. Mas qualquer uma delas sonha em passar a viver no melhor quarto do lar que acabou de ficar vago por morte da sua dona...
Se puderem aproveitem os últimos dias de cena. Vão ver que passam uma noite muito bem passada, mas só têm mais dois dias.
Ana Cristina
quarta-feira, janeiro 30, 2013
Totós roxos para a Madalena
No canal Panda darão uns desenhos animados de uma menina de totós roxos com nome de flor que, junto com um amigo cão maluco, estaré sempre em tropelias. Pelos vistos, foi nessa Petúnia que a Alice se inspirou para fazer um desenho para a prima Madalena:
Ao saco, achei que ficou a faltar alguma coisa... e cunhada, prometeste devolvê-lo para eu ter a hipótese de completar com essa dita coisa que ainda não sei o que poderá ser...
Rita
domingo, janeiro 27, 2013
O Dia em Memória das Vítimas do Holocausto é hoje
Comemora-se hoje o dia em que foi libertado o Campo de Extermínio de Auschwitz.
27 de Janeiro de 1945 - Uma data a não esquecer nunca
Ana Cristina
sexta-feira, janeiro 25, 2013
Os Xulés que foram para os sobrinhos...
No meio de várias experiências de bonecos-de-meia, nenhuma feita com molde ou seguindo à risca os tutoriais que estão disponíveis, fizeram-se várias experiências com meias de tamanhos diferentes e conjugações de cortes diferentes. A Alice e o Vasco também fizeram parte estas experiências, com as suas opiniões sinceras e reacções à presença dos Xulés. Rapidamente se percebeu que os primeiros bonecos tinham feito sucesso e alguns até foram alvo de pedidos especiais. Eles foram a opinião infantil que necessitávamos e foram, sem saber, o que mais impulsionou o entusiasmo pela criação de novos Xulés, todos diferentes, todos de meias. E tiveram direito, claro, a um Xulé cada um, feito especialmente para quem o recebeu.
A Xulé 14#, uma boneca esguia, ondulante e dançarina e com um ar bem disposto foi para a Alice, que adorou saber que a boneca dela era a única a ter uma saia e a dançar.
O Xulé 12#, uma espécie de gato com uma camisola vestida e um gizo ao pescoço foi para o Vasco que o adoptou como companheiro de cama.
Mas no grupo dos meus sobrinhos também fazem parte outras crianças como a Madalena, que fará dois anos em breve, e que com o seu ar reguila imaginei que ficasse bem com a Xulé 22# e com as suas cores laranja e verde. Ouvi dizer que gostou da boneca nova mas a distancia não me permitiu curtir o momento de entrega nem me deixa curtir a sobrinha.
Os sobrinhos da Rita também receberam Xulés. A Francisca e a Madalena, duas irmãs seguidas, que se vestem sempre muito parecidas mas com energias bem diferentes receberam as Xulés 15# e 20#, duas bonecas bem diferentes mas com um ar de família . E para o António, o irmão mais novo da tríade, que deve estar quase a fazer dois anos, foi o Xulé 7# um cãozinho de meia felpuda que já mostrei noutro post. Acho que também fizeram sucesso.
Ana Cristina
quinta-feira, janeiro 24, 2013
A Branca de Neve da Francisca
Para a prima Francisca, a Alice fez uma Branca de Neve... parece que é a sua princesa Disney preferida.
O que me faz sempre pena é que as fotografias - para as quais não tenho jeito nenhum - nunca mostrem os pormenores... gostava de os conseguir mostrar... o cabelo principalmente, ficou tão giro...
Rita
quarta-feira, janeiro 23, 2013
Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão
Como enfermeira que sou, sempre que vou como utente a uma instituição de saúde (felizmente vou muito poucas vezes) observo muito o ambiente, a postura dos profissionais e o espaço em si. E hoje fui ao Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão.
Conhecendo na teoria o trabalho realizado neste centro, a até pessoas que já lá estiveram internadas ou a trabalhar, hoje fui lá pela primeira vez. Entrei num espaço amplo e tranquilo, com aspecto agradável e limpo, movimentado por muita gente mas sem barulho. Andando pelos corredores viam-se salas cheias de pessoas a fazer exercícios como num grande ginásio, mas os atletas neste caso usavam talas, correctores de posição, aparelhos com roldanas e rodinhas. E os seus treinadores estavam fardados de branco e azul.
Os atletas também tinham várias idades. Alguns usavam cadeiras de rodas e eram mais maduros, outros deslocavam-se também de cadeiras especiais e estavam acompanhados dos maridos e filhos ainda pequenos, alguns eram bem novos (até havia bebés de colo).
Fiquei a pensar nos bebés que estão no meu serviço, alguns deles potenciais utentes destes serviços. E no N. que não tem direito, pela sua condição clínica e genética, para frequentar estes centros com a esperança que lá se vive. E no A. que, apesar de lá ir de vez em quando, não tem esperança de melhoras...
Foi uma experiência agradável, daquelas que nos faz conduzir mais tranquilas a caminho de casa e valorizar, nem que seja por pouco tempo, a vida que temos.
Ana Cristina
Os desenhos da Alice
Neste Natal pudemos finalmente levar a cabo um dos projectos antigos: trabalhar desenhos de miúdos... ou trabalhar com base em desenhos da Alice, neste caso. "Passá-los", em termos de costura e bordado, para roupa... ou para o que quer que seja...
Que fique claro que não tem sido fácil tentar explicar o que foi feito a quem não teve oportunidade de ver o resultado final. E, por isso, aqui vai. A nós deu-nos um gozo imenso... e uma brutalidade de trabalho... a tarefa não é fácil, acreditem.
Claro que, para quem queira eternizar os desenhos dos filhos, está aqui uma ideia... para meter mãos à obra... ou para nos contactar, nós poderemos fazê-lo.
Este foi o saco feito para a Rita, a divertida irmã do nosso afilhado... a lembrar dias de Verão, de mar ou de piscina... será uma sereia? A Alice nunca o disse...
Dá para fazer o jogo de encontrar as diferenças...?
Rita
terça-feira, janeiro 22, 2013
Avô e netos gostam de tablets
Pelo aniversário, o avô recebeu o presente que andava a a sonhar um dia comprar. Recebeu-o da avó mesmo no dia de anos, numa comemoração a dois. No fim-de-semana seguinte foi almoço de família e de festa e os netos entregaram os outros presentes, que não foram mais do que acessórios para o que já tinha recebido. Ao Vasco calhou entregar uma capa protectora do novo tablet, que vinha muito bem ornamentada com um cartão com o print screen da marca. De imediato o pequeno começou a tentar deslizar os icons e a tentar abri-los. Enquanto nós continuávamos a falar sobre as características deste novo brinquedo ele confirmou que aquilo era apenas um cartão enganador e começou a interrogar o avô:
- Avô, onde está o iPad?
Foi uma alegria para os dois quando descobriram que, no iPad do avô, havia um jogo que eles já conheciam, e a partir daí quase que foi necessário cronometrar o tempo em que cada um deles tentava matar porcos verdes com uns pássaros malucos lançados por uma fisga...
E é tão engraçado observá-los a abrir icons, voltar atrás e tentar de novo. Realmente aquilo é mesmo um brinquedo intuitivo que todos conseguem manipular. Agora quero ver o avô e a avó a descobrir as maravilhas da nova aquisição. Eu já sou fã.
- Avô, onde está o iPad?
E é tão engraçado observá-los a abrir icons, voltar atrás e tentar de novo. Realmente aquilo é mesmo um brinquedo intuitivo que todos conseguem manipular. Agora quero ver o avô e a avó a descobrir as maravilhas da nova aquisição. Eu já sou fã.
Ana Cristina
domingo, janeiro 20, 2013
sexta-feira, janeiro 18, 2013
Os Xulés que foram para a gente adulta...
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| Xulé 13# |
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| Xulé 11# |
No meio daquele grande grupo de Xulés feitos pelas Oficinas RANHA houve alguns (poucos) que seguiram para gente crescida.
O Vasco e a Alice e levaram os Xulés 11# e 13#, respectivamente, para as suas professoras.
O de cara de burro, com um botão vermelho seguiu para a Sónia, a educadora do Vasco. Ao que parece fez sucesso, permaneceu na sala e ganhou um nome diferente, também alusivo ao facto de ser feito com meias.
O que tem um guizo e umas bochechas azuis, em primeiro lugar apaixonou a Alice, que o requisitou para a sua professora, a Joana. Parece também ter agradado a ofertada e seguiu para paragens provavelmente bem mais tranquilas que as de uma sala de crianças dos 3 aos 6 anos.
Entretanto tentaram-se outros tamanhos, porque Xulés grandes já havia muitos, desta vez com meias bem pequeninas, para bebés de um mês, para ser mais exacta. E conseguiram-se fazer 4 Mini-Xulés, transformados em porta-chaves. Dois deles foram oferecidos na noite de Natal e os outros dois serão entregues em breve. Para terem uma ideia dos tamanhos que têm posso dizer-vos que o verde e o azul sentados tal como estão na foto medem 12 cm e no total têm 17 cm, o preto mede 8 cm sentado e em pé 11 cm, e o laranja e cinza mede cerca de 7 cm.
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| Mini-Xulés - os quatro primeiros |
Na foto ficaram giros, mas posso assegurar que ao vivo são bem mais lindinhos.
Ana Cristina
quinta-feira, janeiro 17, 2013
Uma camisola pintada
A uma amiga, que se tem revelado a maior utilizadora das nossas peças, este Natal oferecemos mais uma camisola pintada à mão. Mais uma peça única com assinatura Oficinas RANHA.
Ana Cristina
terça-feira, janeiro 15, 2013
segunda-feira, janeiro 14, 2013
Monstruosamente giro 1
Neste Natal demos também início a estas novas produções "Monstruosamente giras"... O primeiro monstrinho foi para o nosso amigo João e estamos ansiosas por vê-lo acompanhado deste novo compincha...
É de notar que neste Natal se iniciaram as nossas primeiras experiências na máquina de costura, uma vez que anteriormente, tudo era feito completamente à mão... e daí que os resultados estejam cheios de imperfeições, pontos cujo tamanho se modifica, linhas que saem fora do seu eixo pré-determinado... por outro lado, cada uma das coisas que vamos fazendo tem a marca desse trabalho que se vai conseguindo fazer cada vez melhor e que é puramente artesanal, mas cheio de carinho pelo ofertado...
Rita
domingo, janeiro 13, 2013
Mais Xulés, porque são muitos...
Depois de se ter feito uma espécie de gato como Xulé, experimentou-se fazer um cão.
O Xulé 7# ficou bonito e fofinho, um autentico peluche que foi alvo tanto de grandes elogios como de algumas críticas.
Foi oferecido a um menino que faz dois anos em breve. Seguiu para a mesma casa de duas outras Xulés e que mostrarei em breve numa foto de família.
De seguida, numa inspiração mais feminina, quisemos fazer Xulés para meninas, até porque a maioria das nossas ofertadas são do sexo feminino.
A Xulé 8# seguiu o modelo semelhante ao 3#, que mostrámos aqui, desta vez com umas correcções do original e uns pormenores mais femininos.
Já a Xulé 9# foi uma experiência de modelo diferente, que provou resultar bem e que foi repetido posteriormente em vários outros bonecos, mas feito com umas meias diferentes, que parecem também ser boas para bonecos. Tem feito muito sucesso tanto ao vivo como por fotografia.
Seguiram para casas diferentes mas coincidentemente as meninas que foram fazer companhia têm idades muito semelhantes, mais ou menos um ano e meio.
E por hoje mostramos também o Xulé 10# que, representa mais uma experiência, neste caso com o objectivo de fazer um boneco mais pequeno mas igualmente simpático, manuseável e possível de lavar.
Imagino-o na cama de uma menina pequena e reguila, que faz um ano em breve. A menina, só conheço de fotografias, mas parece gostar de bonecos coloridos e fofinhos o que me faz imaginar que também ela seja fã de um dos Xulés que mais admiradores tem.
E já sabem, se alguém estiver interessado em encomendar um boneco feito de meias, recheado de enchimento sintético anti-alérgico, integralmente cosido à mão, pode contactar-nos por email. Às meninas que já o fizeram, só tenho a dizer que as Oficinas recomeçaram este fim-de-semana a produzir XULÉS.
Ana Cristina
quinta-feira, janeiro 10, 2013
Molduras, muitas molduras
Este ano, as molduras foram das prendas mais oferecidas.
Molduras de cápsulas de café Nespresso, muitas molduras, muito café, muitas cápsulas, pretas, castanhas, cinzentas, verdes, azuis, vermelhas, roxas, cápsulas pedidas aos amigos, à família, cápsulas guardadas, limpas, lavadas, secas à janela, secas com pano, cápsulas esmagadas à martelada, dedos quase esmagados à martelada, molduras grandes, médias, pequenas, molduras castanhas, brancas, molduras para tios, primos, avós, tios avós, molduras para Lisboa, Viana do Castelo, Cardigos... montanhas delas...
................................... mas... não ficaram giras...?
Rita
terça-feira, janeiro 08, 2013
Os Xulés 4, 5 e 6 são felpudos
Na quarta experiência em bonecos-meia fez-se uma espécie de gato. Sem bigodes, com uma orelha maior que a outra o Xulé 4# ficou com um ar meio louco. Seguiu para o Porto logo a seguir ao Natal para fazer companhia ao Gabriel, um menino de seis meses que, esperamos nós, venha a gostar muito dele.
Os Xulés 5# e 6# também ficaram lindos. Têm um certo ar de família e ficavam lindos juntos mas seguiram caminhos diferentes. O mais baixinho seguiu para parte incerta, quem sabe se ainda estará pelas bandas da Pontinha. O mais alto ainda está cá por casa, à espera de encontrar um novo lugar onde morar. Se conhecerem alguém que o queira adoptar digam qualquer coisa.
Ana Cristina
sexta-feira, janeiro 04, 2013
Os Xulés
Depois de ter mostrado aqui os primeiros bonecos-meia das Oficinas RANHA prometi que depois do Natal mostraria os novos.
Demos-lhe o nome de Xulés, por sugestão de um amigo e agora, com a nossa assinatura são muitos. Antes do Natal tornaram-se quase uma obsessão, porque quase todos eles trouxeram algo de novo ao conjunto, mas também para que todos os meninos e meninas pequenas das nossas relações recebessem um. No total oferecemos dezassete, quatro deles pequeninos e para porta-chaves.
Ao que parece como presentes foram um sucesso, e também vendemos alguns.
Mostro uma foto de conjunto para verem como ficaram lindos, mas em breve prometo mostrá-los todos de forma que os vejam melhor.
Espero que gostem, e se alguém estiver interessado num Xulé, feito de meias, com enchimento sintético anti-alérgico, integralmente cosido à mão avise que se faz mais uns quantos. Este ano já recebemos uma encomenda de dois.
Ana Cristina
quinta-feira, janeiro 03, 2013
Bom Ano de 2013
O Natal passou-se em família, todos juntos, e com a animação que caracteriza uma festa com crianças. Foi bom e animado, com espectáculo de circo feito pelos primos e tias no inicio da noite e vivas e saltinhos na hora de abrir os presentes. A Alice e o Vasco estavam felizes, orgulhosos dos presentes que ajudaram a fazer e contentes pelos que receberam. A Alice até comentou que apesar da crise tínhamos um pinheirinho cheio de prendas. As primas também gostaram apesar da noite, para a Madalena, não ter sido fácil. A Francisca, pelo seu lado, estava à espera do aparecimento do Pai Natal mas parece não ter ficado desiludida com a sua ausência. Suponho que o velhote barbudo deve ter passado lá pela casa delas durante a noite e bebido dos copos de leite e comido das bolachas que as manas lhe deixaram e que a desilusão de não o ver tenha sido ultrapassada por essa visitinha.
Dois dias depois do Natal fomos visitar a família de Viana do Castelo, lembrar os tempos em que nesta época, todos os anos, rumávamos para junto deles para passar uns dias com aquela família que há 6 anos sofreu grandes alterações. Foram uns dias também muito bem passados, divididos entre as várias casas da família. E num instante uns voltaram a Lisboa para trabalhar na passagem de ano, outros rumaram para terras mais calmas para visitar os bisavós e as tias-avós num relâmpago e depois foram passar o ano de forma diferente da habitual.
Hoje as rotinas voltaram. A escola recomeçou e o trabalho continua.
Certo é que se passou mais um Natal, e os presentes (quase todos originais e manufacturados) estão todos entregues, ao contrário do habitual. Os presentes que oferecemos e recebemos serão motivo de vários posts que se seguirão nos próximos dias.
Deixo aqui a foto do maior pinheiro de Natal natural do país. Está iluminado em Viana do Castelo. A fotografia está desfocada, é certo, mas eu gostei dela assim.
A todos desejo um ano de 2013 cheio de alegrias, e muita felicidade.
Ana Cristina
quinta-feira, dezembro 13, 2012
O Calendário do Advento também passou por aqui
No fim-de-semana passado, que foi um pouco mais curto que o habitual, os sobrinhos estiveram cá em casa.
Como sempre, a maior parte do tempo foi ocupado com brincadeira a três e que invariavelmente passa pela luta de cocegas. Também fizemos dança e ginástica no hall de entrada, o que já se tornou hábito na vinda dos sobrinhos cá a casa.
A primeira coisa é ir à caixa dos brinquedos ver se ainda se descobrem novos jogos e matar as saudades do que só existe na casa dos tios. São brinquedos antigos, não homologados pela CE, mas que ainda fazem as delícias dos pequenos. Depois de tudo estar com o toque de "caus" infantil, começam-se a fazer projectos de trabalhos manuais a fazer durante o fim-de-semana. Pelo meio fazem-se umas acrobacias e uma lutas de cocegas e num instante passamos o primeiro dia. No segundo dia tomam dois pequenos almoços, o primeiro quando se levantam e com o tio F, e o segundo a tia Cristina se levanta. Brincamos de pijama até tarde e acabamos os nossos projectos de trabalhos manuais. Nalguns fins-de-semana não temos tempo de ir ao parque, o que não é muito fácil de aceitar, mas a culpa é dos dias escurecerem cedo.
Desta vez tínhamos como tarefa do Calendário do Advento "fazer uma actividade de Natal proposta pelos tios... que tal um presente para oferecer..." Foi muito bem aceite e a decisão de a quem oferecer o presente foi rápida. A sua resolução também o foi. Aproveitaram-se alguns materiais que por cá abundam e num instante estava feito o presente de...
...mais não digo porque este blog é público. Prometo mostrar depois do Natal.
Ana Cristina
segunda-feira, dezembro 10, 2012
O Calendário do Advento ou mais uma maneira de ser infantilóide
O nosso Calendário do Advento tem dois anos.
Na minha casa nunca tinha havido um e eu nem sabia o que era isso. Talvez os primeiros de que me recordo, já não sei com que idade, terão sido os dos supermercados, feitos de cartão, com janelinhas de onde se retira um chocolate a cada dia. Associo-os ao meu afilhado, por isso devem ter sido esses os primeiros que vi, na casa da Mané.
Depois vieram os das lojas, mais bonitinhos, com bonecos e algibeiras. A ideia de criar a tradição de um Calendário do Advento para os filhos, com propostas de atividades a cada dia, veio daqui. Foi acarinhada... até que se lhe deu início, tinha a Alice cinco anos e dificuldade em recortar papel muito dobrado.
Este nosso calendário, em formato Pai Natal ou em qualquer outro que se lhe possa vir a seguir, dá-me um imenso gozo e às vezes dou por mim a questionar-me se esta tradição recém iniciada não é também uma boa forma de satisfazer esta minha infantilóidice de ver ansiosamente os dias a passar até à noite mágica e de transformar cada um deles num momento inesquecível... talvez que daí venha aquele sentimento de que a Alice me falava no outro dia: «quando estás a fazer as atividades do Advento estás sempre tão feliz...».
Bem... de que serve uma tradição destas se não for para viver felicidade partilhada...?
Rita
domingo, dezembro 09, 2012
O sétimo dia do nosso Advento
O nosso dia 07 (porque o 06 ainda não mereceu fotografias de jeito) - "Esta noite vamos jantar fora e ver as iluminações de Natal... Não esquecer os barretes e cachecóis!"
E lá fomos. Hamburguer no Mac Donalds (com óbvio direito a brinde), gelado na Santini, passeio até ao Terreiro do Paço (onde o pinheiro que apareceu na televisão se revelou uma grande desilusão), caminhada e dança pelas ruas. Em resumo, uma noite bem passada.
Rita
quinta-feira, dezembro 06, 2012
O quinto dia do nosso Advento
O nosso dia 05 - "Em
alguns lugares do mundo, o Natal é tempo de muito frio… e se decorássemos as janelas
com neve?"
É mesmo fixe ter neve nas janelas...
Parece que custa a limpar, mas acredito que o prazer que dá a fazer e a satisfação que se tira de depois ir olhando para lá compense... Eu depois digo...
É mesmo fixe ter neve nas janelas...
Parece que custa a limpar, mas acredito que o prazer que dá a fazer e a satisfação que se tira de depois ir olhando para lá compense... Eu depois digo...
Rita
quarta-feira, dezembro 05, 2012
O quarto dia do nosso Advento
O nosso dia 4 - "Hoje vamos fazer uma mensagem de boas festas para pendurar na porta, para os vizinhos!"
Não precisa de ser só para os vizinhos... Boas Festas a todos!
Rita
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