quarta-feira, janeiro 30, 2013

Totós roxos para a Madalena

No canal Panda darão uns desenhos animados de uma menina de totós roxos com nome de flor que, junto com um amigo cão maluco, estaré sempre em tropelias. Pelos vistos, foi nessa Petúnia que a Alice se inspirou para fazer um desenho para a prima Madalena:


Ao saco, achei que ficou a faltar alguma coisa... e cunhada, prometeste devolvê-lo para eu ter a hipótese de completar com essa dita coisa que ainda não sei o que poderá ser...

Rita

domingo, janeiro 27, 2013

O Dia em Memória das Vítimas do Holocausto é hoje

Comemora-se hoje o dia em que foi libertado o Campo de Extermínio de Auschwitz.



27 de Janeiro de 1945 - Uma data a não esquecer nunca

Ana Cristina

sexta-feira, janeiro 25, 2013

Os Xulés que foram para os sobrinhos...




No meio de várias experiências de bonecos-de-meia, nenhuma feita com molde ou seguindo à risca os tutoriais que estão disponíveis, fizeram-se várias experiências com meias de tamanhos diferentes e conjugações de cortes diferentes. A Alice e o Vasco também fizeram parte estas experiências, com as suas opiniões sinceras e reacções à presença dos Xulés. Rapidamente se percebeu que os primeiros bonecos tinham feito sucesso e alguns até foram alvo de pedidos especiais. Eles foram a opinião infantil que necessitávamos e foram, sem saber, o que mais impulsionou o entusiasmo pela criação de novos Xulés, todos diferentes, todos de meias.  E tiveram direito, claro, a um Xulé cada um, feito especialmente para quem o recebeu. 
A Xulé 14#, uma boneca esguia, ondulante e dançarina e com um ar bem disposto foi para a Alice, que adorou saber que a boneca dela era a única a ter uma saia e a dançar.
O Xulé 12#, uma espécie de gato com uma camisola vestida e um gizo ao pescoço foi para o Vasco que o adoptou como companheiro de cama.

Mas no grupo dos meus sobrinhos também fazem parte outras crianças como a Madalena, que fará dois anos em breve, e que com o seu ar reguila imaginei que ficasse bem com a Xulé 22# e com as suas cores laranja e verde. Ouvi dizer que gostou da boneca nova mas a distancia não me permitiu curtir o momento de entrega nem me deixa curtir a sobrinha.

Os sobrinhos da Rita também receberam Xulés. A Francisca e a Madalena, duas irmãs seguidas, que se vestem sempre muito parecidas mas com energias bem diferentes receberam as Xulés 15# e 20#, duas bonecas bem diferentes mas com um ar de família . E para o António, o irmão mais novo da tríade, que deve estar quase a fazer dois anos, foi o Xulé 7# um cãozinho de meia felpuda que já mostrei noutro post. Acho que também fizeram sucesso.
Ana Cristina

quinta-feira, janeiro 24, 2013

A Branca de Neve da Francisca

Para a prima Francisca, a Alice fez uma Branca de Neve... parece que é a sua princesa Disney preferida.
 

O que me faz sempre pena é que as fotografias - para as quais não tenho jeito nenhum - nunca mostrem os pormenores... gostava de os conseguir mostrar... o cabelo principalmente, ficou tão giro...

Rita

quarta-feira, janeiro 23, 2013

Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão

Como enfermeira que sou, sempre que vou como utente a uma instituição de saúde (felizmente vou muito poucas vezes) observo muito o ambiente, a postura dos profissionais e o espaço em si. E hoje fui ao Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão. 
 

Conhecendo na teoria o trabalho realizado neste centro, a até pessoas que já lá estiveram internadas ou a trabalhar, hoje fui lá pela primeira vez. Entrei num espaço amplo e tranquilo, com aspecto agradável e limpo, movimentado por muita gente mas sem barulho. Andando pelos corredores viam-se salas cheias de pessoas a fazer exercícios como num grande ginásio, mas os atletas neste caso usavam talas, correctores de posição, aparelhos com roldanas e rodinhas. E os seus treinadores estavam fardados de branco e azul.
Os atletas também tinham várias idades. Alguns usavam cadeiras de rodas e eram mais maduros, outros deslocavam-se também de cadeiras especiais e estavam acompanhados dos maridos e filhos ainda pequenos, alguns eram bem novos (até havia bebés de colo).

Fiquei a pensar nos bebés que estão no meu serviço, alguns deles potenciais utentes destes serviços. E no N. que não tem direito, pela sua condição clínica e genética, para frequentar estes centros com a esperança que lá se vive. E no A. que, apesar de lá ir de vez em quando, não tem esperança de melhoras...
Foi uma experiência agradável, daquelas que nos faz conduzir mais tranquilas a caminho de casa e valorizar, nem que seja por pouco tempo, a vida que temos.
Ana Cristina

Os desenhos da Alice

Neste Natal pudemos finalmente levar a cabo um dos projectos antigos: trabalhar desenhos de miúdos... ou trabalhar com base em desenhos da Alice, neste caso. "Passá-los", em termos de costura e bordado, para roupa... ou para o que quer que seja...
Que fique claro que não tem sido fácil tentar explicar o que foi feito a quem não teve oportunidade de ver o resultado final. E, por isso, aqui vai. A nós deu-nos um gozo imenso... e uma brutalidade de trabalho... a tarefa não é fácil, acreditem.
Claro que, para quem queira eternizar os desenhos dos filhos, está aqui uma ideia... para meter mãos à obra... ou para nos contactar, nós poderemos fazê-lo.


Este foi o saco feito para a Rita, a divertida irmã do nosso afilhado... a lembrar dias de Verão, de mar ou de piscina... será uma sereia? A Alice nunca o disse...


Dá para fazer o jogo de encontrar as diferenças...?
Rita

terça-feira, janeiro 22, 2013

Avô e netos gostam de tablets


Pelo aniversário, o avô recebeu o presente que andava a a sonhar um dia comprar. Recebeu-o da avó mesmo no dia de anos, numa comemoração a dois. No fim-de-semana seguinte foi almoço de família e de festa e os netos entregaram os outros presentes, que não foram mais do que acessórios para o que já tinha recebido. Ao Vasco calhou entregar uma capa protectora do novo tablet, que vinha muito bem ornamentada com um cartão com o print screen da marca. De imediato o  pequeno começou a tentar deslizar os icons e a tentar abri-los. Enquanto nós continuávamos a falar sobre as características deste  novo brinquedo ele confirmou que aquilo era apenas um cartão enganador e começou a interrogar o avô:
- Avô, onde está o iPad? 

 
Foi uma alegria para os dois quando descobriram que, no iPad do avô, havia um jogo que eles já conheciam, e a partir daí quase que foi necessário cronometrar o tempo em que cada um deles tentava matar porcos verdes com uns pássaros malucos lançados por uma fisga...
E é tão engraçado observá-los a abrir icons, voltar atrás e tentar de novo. Realmente aquilo é mesmo um brinquedo intuitivo que todos conseguem manipular. Agora quero ver o avô e a avó a descobrir as maravilhas da nova aquisição. Eu já sou fã.
Ana Cristina

sexta-feira, janeiro 18, 2013

Os Xulés que foram para a gente adulta...

Xulé 13#
Xulé 11#

No meio daquele grande grupo de Xulés feitos pelas Oficinas RANHA houve alguns (poucos) que seguiram para gente crescida. 
O Vasco e a Alice e  levaram os Xulés 11# e 13#, respectivamente, para as suas professoras. 
O de cara de burro, com um botão vermelho seguiu para a Sónia, a educadora do Vasco. Ao que parece fez sucesso, permaneceu na sala e ganhou um nome diferente, também alusivo ao facto de ser feito com meias. 
O que tem um guizo e umas bochechas azuis, em primeiro lugar apaixonou a Alice, que o requisitou para a sua professora, a Joana. Parece também ter agradado a ofertada e seguiu para paragens provavelmente bem mais tranquilas  que as de uma sala de crianças dos 3 aos 6 anos.

Entretanto tentaram-se outros tamanhos, porque Xulés grandes já havia muitos, desta vez com meias bem pequeninas, para bebés de um mês, para ser mais exacta. E conseguiram-se fazer 4 Mini-Xulés, transformados em porta-chaves. Dois deles foram oferecidos na noite de Natal e os outros dois serão entregues em breve. Para terem uma ideia dos tamanhos que têm posso dizer-vos que o verde e o azul sentados tal como estão na foto medem 12 cm e no total têm 17 cm, o preto mede 8 cm sentado e em pé 11 cm, e o laranja e cinza mede cerca de 7 cm.

Mini-Xulés - os quatro primeiros
Na foto ficaram giros, mas posso assegurar que ao vivo são bem mais lindinhos.
Ana Cristina

quinta-feira, janeiro 17, 2013

Uma camisola pintada

A uma amiga, que se tem revelado a maior utilizadora das nossas peças, este Natal oferecemos mais uma camisola pintada à mão. Mais uma peça única com assinatura Oficinas RANHA
Ana Cristina

segunda-feira, janeiro 14, 2013

Monstruosamente giro 1


Neste Natal demos também início a estas novas produções "Monstruosamente giras"... O primeiro monstrinho foi para o nosso amigo João e estamos ansiosas por vê-lo acompanhado deste novo compincha...


É de notar que neste Natal se iniciaram as nossas primeiras experiências na máquina de costura, uma vez que anteriormente, tudo era feito completamente à mão... e daí que os resultados estejam cheios de imperfeições, pontos cujo tamanho se modifica, linhas que saem fora do seu eixo pré-determinado... por outro lado, cada uma das coisas que vamos fazendo tem a marca desse trabalho que se vai conseguindo fazer cada vez melhor e que é puramente artesanal, mas cheio de carinho pelo ofertado...
Rita

domingo, janeiro 13, 2013

Mais Xulés, porque são muitos...

Depois de se ter feito uma espécie de gato como Xulé, experimentou-se fazer um cão.
O Xulé 7# ficou bonito e fofinho, um autentico peluche que foi alvo tanto de grandes elogios como de algumas críticas. 
Foi oferecido a um menino que faz dois anos em breve. Seguiu para a mesma casa de duas outras Xulés e que mostrarei em breve numa foto de família.


De seguida, numa inspiração mais feminina, quisemos fazer  Xulés para meninas, até porque a maioria das nossas ofertadas são do sexo feminino. 
A Xulé 8# seguiu o modelo semelhante ao 3#, que mostrámos aqui, desta vez com umas correcções do original e uns pormenores mais femininos.

Já a Xulé 9# foi uma experiência de modelo diferente, que provou resultar bem e que foi repetido posteriormente em vários outros bonecos, mas feito com umas meias diferentes, que parecem também ser boas para bonecos. Tem feito muito sucesso tanto ao vivo como por fotografia.

Seguiram para casas diferentes mas coincidentemente  as meninas que foram fazer companhia têm idades muito semelhantes, mais ou menos um ano e meio.

E por hoje mostramos também o Xulé 10# que, representa mais uma experiência, neste caso com o objectivo de fazer um boneco mais pequeno mas igualmente simpático, manuseável e possível de lavar.
Imagino-o na cama de uma menina pequena e reguila, que faz um ano em breve. A menina, só conheço de fotografias, mas parece gostar de bonecos coloridos e fofinhos o que me faz imaginar que também ela seja fã de um dos Xulés que mais admiradores tem.


Tal como prometido mostrámos mais uns quantos bonecos-meia das Oficinas RANHA, e que já se encontram espalhados por vários pontos do país. Temos bastantes mais para mostrar em breve. 
E já sabem, se alguém estiver interessado em encomendar um boneco feito de meias, recheado de enchimento sintético anti-alérgico, integralmente cosido à mão, pode contactar-nos por email. Às meninas que já o fizeram, só tenho a dizer que as Oficinas recomeçaram este fim-de-semana a produzir XULÉS.
 Ana Cristina


quinta-feira, janeiro 10, 2013

Molduras, muitas molduras



Este ano, as molduras foram das prendas mais oferecidas. 
Molduras de cápsulas de café Nespresso, muitas molduras, muito café, muitas cápsulas, pretas, castanhas, cinzentas, verdes, azuis, vermelhas, roxas, cápsulas pedidas aos amigos, à família, cápsulas guardadas, limpas, lavadas, secas à janela, secas com pano, cápsulas esmagadas à martelada, dedos quase esmagados à martelada, molduras grandes, médias, pequenas, molduras castanhas, brancas, molduras para tios, primos, avós, tios avós, molduras para Lisboa, Viana do Castelo, Cardigos... montanhas delas... 
................................... mas... não ficaram giras...?
Rita

terça-feira, janeiro 08, 2013

Os Xulés 4, 5 e 6 são felpudos

Na quarta experiência em bonecos-meia fez-se uma espécie de gato. Sem bigodes, com uma orelha maior que a outra o Xulé 4# ficou com um ar meio louco. Seguiu para o Porto logo a seguir ao Natal para fazer companhia ao Gabriel, um menino de seis meses que, esperamos nós, venha a gostar muito dele.
Os Xulés 5# e 6# também ficaram lindos. Têm um certo ar de família e ficavam lindos juntos mas seguiram caminhos diferentes. O mais baixinho seguiu para parte incerta, quem sabe se ainda estará pelas bandas da Pontinha. O mais alto ainda está cá por casa, à espera de encontrar um novo lugar onde morar. Se conhecerem alguém que o queira adoptar digam qualquer coisa.
Ana Cristina

sexta-feira, janeiro 04, 2013

Os Xulés

Depois de ter mostrado aqui os primeiros bonecos-meia das Oficinas RANHA prometi que depois do Natal  mostraria os novos. 
Demos-lhe o nome de Xulés, por sugestão de um amigo e agora, com a nossa assinatura são muitos. Antes do Natal tornaram-se quase uma obsessão, porque quase todos eles trouxeram algo de novo ao conjunto, mas também para que todos os meninos e meninas pequenas das nossas relações recebessem um. No total oferecemos dezassete, quatro deles pequeninos e para porta-chaves. 
Ao que parece como presentes foram um sucesso, e também  vendemos alguns. 
Mostro uma foto de conjunto para verem como ficaram lindos, mas em breve prometo mostrá-los todos de forma que os vejam melhor.

Espero que gostem, e se alguém estiver interessado num Xulé, feito de meias, com enchimento sintético anti-alérgico, integralmente cosido à mão avise que se faz mais uns quantos. Este ano já recebemos uma encomenda de dois.
Ana Cristina

quinta-feira, janeiro 03, 2013

Bom Ano de 2013

O Natal passou-se em família, todos juntos, e com a animação que caracteriza uma festa com crianças. Foi bom e animado, com espectáculo de circo feito pelos primos e tias no inicio da noite e vivas e saltinhos na hora de abrir os presentes. A Alice e o Vasco estavam felizes, orgulhosos dos presentes que ajudaram a fazer e contentes pelos que receberam. A Alice até comentou que apesar da crise tínhamos um pinheirinho cheio de prendas. As primas também gostaram apesar da noite, para a Madalena, não ter sido fácil. A Francisca, pelo seu lado, estava à espera do aparecimento do Pai Natal mas parece não ter ficado desiludida com a sua ausência. Suponho que o velhote barbudo deve ter passado lá pela casa delas durante a noite e bebido dos copos de leite e comido das bolachas que as manas lhe deixaram e que a desilusão de não o ver tenha sido ultrapassada por essa visitinha.
Dois dias depois do Natal fomos visitar a família de Viana do Castelo, lembrar os tempos em que nesta época, todos os anos, rumávamos para junto deles para passar uns dias com aquela família que há 6 anos sofreu grandes alterações. Foram uns dias também muito bem passados, divididos entre as várias casas da família. E num instante uns voltaram a Lisboa para trabalhar na passagem de ano, outros rumaram para terras mais calmas para visitar os bisavós e as tias-avós num relâmpago e depois foram passar o ano de forma diferente da habitual.
Hoje as rotinas voltaram. A escola recomeçou e o trabalho continua.
Certo é que se passou mais um Natal, e os presentes (quase todos originais e manufacturados) estão todos entregues, ao contrário do habitual. Os presentes que oferecemos e recebemos serão motivo de vários posts que se seguirão nos próximos dias.
Deixo aqui a foto do maior pinheiro de Natal natural do país. Está iluminado em Viana do Castelo. A fotografia está desfocada, é certo, mas eu gostei dela assim.

A todos desejo um ano de 2013 cheio de alegrias, e muita felicidade.
Ana Cristina

quinta-feira, dezembro 13, 2012

O Calendário do Advento também passou por aqui

No fim-de-semana passado, que foi um pouco mais curto que o habitual, os sobrinhos estiveram cá em casa. 
Como sempre, a maior parte do tempo foi ocupado com brincadeira a três e que invariavelmente passa pela luta de cocegas. Também fizemos dança e ginástica no hall de entrada, o que já se tornou hábito na vinda dos sobrinhos cá a casa. 
A primeira coisa é ir à caixa dos brinquedos ver se ainda se descobrem novos jogos e matar as saudades do que só existe na casa dos tios. São brinquedos antigos, não homologados pela CE, mas que ainda fazem as delícias dos pequenos. Depois de tudo estar com o toque de "caus"  infantil, começam-se a fazer projectos de trabalhos manuais a fazer durante o fim-de-semana. Pelo meio fazem-se umas acrobacias e uma lutas de cocegas e num instante passamos o primeiro dia. No segundo dia tomam dois pequenos almoços, o primeiro quando se levantam e com o tio F, e o segundo a tia Cristina se levanta. Brincamos de pijama até tarde e acabamos os nossos projectos de trabalhos manuais. Nalguns fins-de-semana não temos tempo de ir ao parque, o que não é muito fácil de aceitar, mas a culpa é dos dias escurecerem cedo.
Desta vez tínhamos como tarefa do Calendário do Advento "fazer uma actividade de Natal proposta pelos tios... que tal um presente para oferecer..." Foi muito bem aceite e a decisão de a quem oferecer o presente foi rápida. A sua resolução também o foi. Aproveitaram-se alguns materiais que por cá abundam e num instante estava feito o presente de...
...mais não digo porque este blog é público. Prometo mostrar depois do Natal.
Ana Cristina

segunda-feira, dezembro 10, 2012

O Calendário do Advento ou mais uma maneira de ser infantilóide

O nosso Calendário do Advento tem dois anos.
Na minha casa nunca tinha havido um e eu nem sabia o que era isso. Talvez os primeiros de que me recordo, já não sei com que idade, terão sido os dos supermercados, feitos de cartão, com janelinhas de onde se retira um chocolate a cada dia. Associo-os ao meu afilhado, por isso devem ter sido esses os primeiros que vi, na casa da Mané.
Depois vieram os das lojas, mais bonitinhos, com bonecos e algibeiras. A ideia de criar a tradição de um Calendário do Advento para os filhos, com propostas de atividades a cada dia, veio daqui. Foi acarinhada... até que se lhe deu início, tinha a Alice cinco anos e dificuldade em recortar papel muito dobrado.
Este nosso calendário, em formato Pai Natal ou em qualquer outro que se lhe possa vir a seguir, dá-me um imenso gozo e às vezes dou por mim a questionar-me se esta tradição recém iniciada não é também uma boa forma de satisfazer esta minha infantilóidice de ver ansiosamente os dias a passar até à noite mágica e de transformar cada um deles num momento inesquecível... talvez que daí venha aquele sentimento de que a Alice me falava no outro dia: «quando estás a fazer as atividades do Advento estás sempre tão feliz...».
Bem... de que serve uma tradição destas se não for para viver felicidade partilhada...?
Rita

domingo, dezembro 09, 2012

O sétimo dia do nosso Advento

O nosso dia 07 (porque o 06 ainda não mereceu fotografias de jeito) - "Esta noite vamos jantar fora e ver as iluminações de Natal... Não esquecer os barretes e cachecóis!"

 
E lá fomos. Hamburguer no Mac Donalds (com óbvio direito a brinde), gelado na Santini, passeio até ao Terreiro do Paço (onde o pinheiro que apareceu na televisão se revelou uma grande desilusão), caminhada e dança pelas ruas. Em resumo, uma noite bem passada.
Rita

quinta-feira, dezembro 06, 2012

O quinto dia do nosso Advento

O nosso dia 05 - "Em alguns lugares do mundo, o Natal é tempo de muito frio… e se decorássemos as janelas com neve?"


É mesmo fixe ter neve nas janelas...
Parece que custa a limpar, mas acredito que o prazer que dá a fazer e a satisfação que se tira de depois ir olhando para lá compense... Eu depois digo...
Rita

quarta-feira, dezembro 05, 2012

O quarto dia do nosso Advento

O nosso dia 4 - "Hoje vamos fazer uma mensagem de boas festas para pendurar na porta, para os vizinhos!"



Não precisa de ser só para os vizinhos... Boas Festas a todos!
Rita

terça-feira, dezembro 04, 2012

Já descobri!

O pássaro que fotografei é um periquito-de-colar. Encontrei a informação na net em sites da especialidade como este. Ao que parece estes periquitos, "quase tão grandes como os papagaios e coloridos como os periquitos" são mesmo da família dos papagaios e podem ser vistos nos parques de Lisboa com alguma frequência. Terá sido uma coincidência vê-los agora porque não são sazonais, acontece é que as árvores do nosso largo estão mais despidas e transparentes. Há mesmo quem diga que noutras cidades já são mesmo considerados como praga mas eu, por estas bandas tenho visto grupos pequenos.
Engraçado foi encontrar, por um lado sites que publicitam a venda desta espécie e ao mesmo tempo descobrir que nos anos 80, possivelmente fruto de fuga ou de deliberada libertação, estes pássaros resolveram reproduzir-se e viver nas ruas da cidade, estando agora ao alcance dos olhos e ouvidos (porque são muito barulhentos) de muito mais pessoas. 
Prometo tentar gravá-los em vídeo assim que eles colaborarem.

Fotografia retirada do publico.pt 25/12/2011
Ana Cristina

Esta manhã tivemos uma visita


Em frente à nossa casa. Nas árvores que agora estão despidas apareceu um pássaro diferente. Tem ar de tropical, com as cores dos periquitos mas de tamanho mais parecido com os papagaios. Desta vez estava sozinho mas no ano passado ainda vimos um grupo de uns quatro. Consegui fotografa-lo e fiquei imenso tempo a adorar esta maravilha de animal. E eu nem gosto muito de pássaros.
Cada vez gosto mais de viver nesta casa.
Ana Cristina

segunda-feira, dezembro 03, 2012

Primeiro, segundo e terceiro dia do Advento

Cá por casa, Dezembro significa não só Natal, mas também dias ocupados. As nossas actividades do Advento são cada vez mais completas e divertidas, mas obrigam a um planeamento com antecedência que tem de ter em conta dias de ginástica com a Alice a chegar a casa só lá para as oito e meia da noite, dias em que um dos pais pode ficar a trabalhar até mais tarde, dias em que se poderia aproveitar para fazer outras coisas e que se pode juntar essas coisas às actividades, dias a fazer prendas...
Enquanto o Vasco ainda se coloca algumas vezes de parte das propostas do nosso calendário, a Alice mostra-se cada vez mais empenhada nelas, aceitando a dúvida sobre quem colocará os papelinhos nas suas janelas...
 
O nosso dia 1 - "O Vasco trouxe um enfeite da escola para decorar em casa. É tempo de pensar nisso!"
Cá está: a nossa circunferência de cartolina transformada em Pai Natal...


O nosso dia 2 - "Dia de fazer a Árvore de Natal...!"
 
O nosso dia 3 - "É preciso escrever ao Pai Natal e à família... não esquecer os tempos de crise..."
E a carta deste ano, sujeita aos anúncios que vão passando na televisão e alterações ou acrescentos de última hora:

 
E nós: «Chocolate mágico, Vasco? Porquê mágico, o que é que ele faz?»
Ele: «Come-se o chocolate e a boca fica mágica.»
Alice: «Pensava que se comia e ele ia crescendo...»
Eu: «Ou que se comia e nós iamos crescendo... que é mais ou menos o que acontece... Mas Vasco, a boca fica mágica como?»
Ele: «Fica assim colada...» (os dedos a colar os lábios)

Rita

sexta-feira, novembro 30, 2012

E ficou assim...

A caixa pintada, para a minha amiga secreta de ontem. Ela gostou e garante que vai ficar bem no seu novo quarto. 
Eu também gostei. De me ter calhado em sorte uma amiga que não tinha nenhuma peça das Oficinas RANHA. Do jantar de convívio entre amigas e colegas de curta e longa data. Do presente que recebi (muito bem escolhido e adequado). E da nova peça com assinatura das Oficinas.
Ana Cristina

terça-feira, novembro 27, 2012

Para a troca de presentes de amanhã...

... comecei agora a preparar os pincéis, as tintas e a caixinha que espero oferecer à amiga secreta que me calhou em sorte. Não sei como vai ficar mas a paleta de cores vai incluir os azuis, o rosa, o verde e o branco. E como inspiração terei a minha colcha de retalhos, e as borboletas que ela tanto gosta.
Prometo mostrar o produto final daqui a dois dias.
Ana Cristina

domingo, novembro 25, 2012

Cá para mim...


... há alguém que nesta casa tem por vezes o sonho de ser um boneco de peluche...
Rita


terça-feira, novembro 20, 2012

Desaniversário


Há um mês instituímos cá em casa o Dia de Desaniversário.
Por enquanto, só a Alice é que o tem, daqui a uns tempos o Vasco vai poder ter o seu.
Basicamente, o Desaniversário é no dia do aniversário dela, nos outros meses todos. Nesse dia, ela escolhe o que vai ser o jantar. Essa é, por enquanto, a única característica deste dia, mas no futuro, poderemos instituir outras (o não comer a sopa, a escolha de um jogo a seguir ao jantar, a escolha exclusiva das histórias antes de dormir, por aí fora).
 
Tinha lido, há uns tempos atrás, que algo que se poderia fazer quando se tinha mais do que um filho, era aceitar de forma clara e aberta, a individualidade de cada um. Uma das propostas era cada um dos pais fazer actividades com cada um dos filhos; outra era aceitar que cada um escolhesse o jantar de família de vez em quando; e por aí...
Por pouco que seja por enquanto, a Alice adora. Gosta de se sentir responsável pela escolha de algo que a família tem de aceitar e vibra entusiasticamente com a aproximação ao dia. Por outro lado, penso que ela própria é obrigada a descobrir o que gosta mais, o que quer, e isso também é bom.
É fácil pensar que se compreende a individualidade de um filho. Em tantos momentos, porém, questionamo-nos se assim será, e marcar estes dias pode-nos ajudar a parar para pensar no assunto. A eles ajudará também verificar que, pelo menos, trabalhamos para isso.
 
O jantar de ontem: pizza, das caseiras.
Rita

quinta-feira, novembro 15, 2012

Parece que isto era inevitável...

Os dois juntos, antes de jantar, a programar brincadeiras.
Alice, 7 anos: - Então, vamos brincar a quê?
Vasco, 3 anos: - Já sei! Vamos jogar ao karaté!
Alice: - Como é que isso se joga...?
Vasco: - ... às lutas!
 
É verdade. O puto começou na fase das lutas. Nunca achei piada. A testosterona agressiva e gratuita sempre me fez confusão. Não me considerando nada violenta, enfrentá-la era uma das coisas que mais me parecia estranha em ter um rapaz e achava-o mais ou menos inevitável...
 
Não podia estar mais enganada. Afinal é verdadeiramente cómico ver um miudinho a dar socos no ar e a soltar onomatopeias de murros e pontapés...
Rita

quinta-feira, novembro 08, 2012

Quase como um recado

A Alice foi hoje com a escola ver um bailado da coreógrafa Anne Teresa de Keersmaeker ao Teatro Camões (que, ao que parece, terá sido muito giro e, por esse motivo, aconselhável).
Chegou empolgada e quis fazer um desenho da Anne Teresa. Depois disse algo como «Toma, é para tu pôres no blog.» Achei engraçado. Mais tarde, já antes de ir para a cama, realçou novamente: «E não te esqueças de pôr no face.» E eu: «No face?! O que é isso...?» E ela, a rir: «No facebook ou lá o que é...». Rio-me ao mesmo tempo que tremo. Não sei o que é mais assustador, se a minha filha de 07 anos saber o que é o facebook ou tratá-lo pelo nome próprio.


Cá está o desenho.
Já sei como é a Anne Teresa de Keersmaeker. Que tem rabo-de-cavalo ao lado. E que usa uma saia «assim». «Era branca?», pergunto eu. «Não, era verde. Mas eu achei que ficava melhor assim. E a camisola era branca, mas eu achei que ficava muito sem nada.» Portanto, até sei a roupa com que dançava, mais ou menos. As sardas são uma incógnita, parece que agora as bonecas dela têm-nas sempre.
E sei que a Anne Teresa dança muito a atirar-se para o chão. Explicou-me: «Eles caíam muito no chão e eu disse que eles estavam sempre a cair no chão. E a Eva explicou que era assim, que era contemporâneo. Ela percebe disso.»
 
Já agora, a inspiração do desenho:
 
 
Rita

quarta-feira, novembro 07, 2012

De volta está o blog, de volta estão as Oficinas


Num ciclo que se vai repetindo todos os anos preparamos uma lista de presentes a oferecer no Natal e pomos mãos à obra. Tentamos que sejam peças originais, assinadas e manufacturadas por nós, Ana Cristina e Rita, as Oficinas RANHA. E nos últimos anos contamos com a colaboração da Alice e do Vasco, umas vezes como artesãos, outras como testadores oficiais.
Este ano, porque contamos colaborar nesta campanha, resolvemos tentar fazer bonecos-meia para oferecer. Os primeiros foram umas experiências tímidas e muito simples. Mas o trabalho continua, e o que foi uma mera tentativa de fazer uns bonequinhos simpáticos está a transformar-se numa produção de bonecos todos diferentes, todos de meia, cada vez mais complexos e mais bonitos (modéstia à parte).
Os três primeiros posso mostrar aqui, com a promessa de mostrar os outros só depois de ofertados. E posso garantir que resistiram a uma tarde inteira de brincadeira. Foram até disputados e prometidos. Os outros não poderão passar pelas mãos dos pestinhas, se não, está certo que não poderão seguir para outras paragens.

 Bonecos-meia 2# e 1# sentados lado a lado. 
Boneco-meia 3#.
Ana Cristina (que já tinha saudades deste blog)

terça-feira, novembro 06, 2012

Os casacos novos do Vasco

O Vasco herdou dois casacos novinhos (nunca compro roupa a este moço, recebe imensa coisa em segunda mão, para ficar ou devolver). Experimentou-os hoje, para ver se já estavam bons para este Inverno.
 
Reacção ao primeiro:

«Mãe, vou vestir este casaco e depois vou para dentro de água, não é?!»
Reminiscências dos passeios de canoa no rio, este Verão...

Reacção ao segundo:

«Eh pá, este casaco é muita forte...! Posso cair ao chão e não me vou magoar, não é?!»
E pronto, vai de vestir o casaco e andar a treinar quedas de várias formas e feitios pela casa...
 
Vivam os blusões de penas meio insuflados e «muita fortes»!
Rita