terça-feira, junho 04, 2013

Duas primeiras vezes... hoje e ontem

Hoje foi o primeiro dia de praia deste ano. Um bom dia de Sol, na Costa Vicentina colaborou e, a vontade de praia e bom tempo também já era muita. verdade (Dizem que vai piorar mas, como imaginam, ignoro as más notícias até ser obrigada a conviver com elas. Aliás, já fiz saber ao S. Pedro que estou de férias e não trouxe roupa a contar nem com frio nem com chuva.)

Ontem foi a primeira vez, em toda a vida, que pintei as unhas dos pés. Tenho memória de andar a passear na rua com a prima Beca e as amigas e de elas me elogiarem as unhas das mãos pintadas, mas que me lembre nunca pintei nem as das mãos nem as dos pés. Foi ontem, de vermelho, com muita falta de arte mas com o resultado que imaginava. Mostro aqui, para que possam testemunhar a minha proeza.
Ana Cristina

quarta-feira, maio 29, 2013

A minha Nanda

Hoje, foi-se mais uma das minhas pessoas. Família de coração, daquelas pessoas que estão e estiveram sempre lá, que recordaremos sempre e que fizeram de nós o que somos.
A Nanda Mãe era, numa daquelas brincadeiras muito nossas que não deixam de ser verdade, a minha "avó postiça", a única que eu na minha infância tive sempre a dois passos de casa, uma vez que as outras estavam em Viana do Castelo, tão longe... Com ela eu tive direito a outras pessoas que também preencheram a minha vida... e a muita aprendizagem e convívio felino, que naquela casa sempre imperaram muitos gatos... aliás, foi pelas mãos dela que a Fera, a minha primeira filha, chegou à minha família... com ela tive direito a um armário mágico cheio de livros e brinquedos... à água bebida em copinhos de licor... a ouvir falar interminavelmente durante as telenovelas... a saber o que era um presente na altura em que mo era dado e sem que tivesse tido tempo de o desembrulhar... a uma voz muito rouca sempre pronta a disparatar, mas também a rir muito... nos últimos anos, a telefonemas em todos os dias de aniversário meu e dos meus filhos... a sensação de disponibilidade, sempre muita e toda para mim...
A minha Nanda Mãe partiu hoje. E, sendo óbvio que ninguém dura para sempre e que, depois do que não se dura, perdura tudo o que se viveu e construiu, a verdade é que eu estou triste e a minha família ficou bem mais pobre...
Rita

segunda-feira, maio 27, 2013

Ontem, a fazer umas experiências com a máquina fotográfica...

... tirei esta foto. A ideia era fotografar a estante dos livros especialmente umas prateleiras que eu gosto mais para fazer um post a lembrar a Feira do Livro.
E afinal a fotografada fui eu...
Olá cá estou eu!
Ana Cristina

sexta-feira, maio 10, 2013

E o resultado foi este...


Dois frascos pequenos de um doce espesso e escuro e quatro frascos de 250 ml de doce mais fluído e de  uma cor mais de acordo com a fruta que lhe deu origem.
Os restos ficaram numas tacinhas para as várias provas que cá em casa se fazem. Até agora houve dois votantes e os dois doces de morango, feitos em dias seguidos com algumas diferenças, estão empatados.
Ana Cristina

terça-feira, maio 07, 2013

Uma primeira experiência

Diz o ditado popular que há sempre uma primeira vez para tudo. E hoje foi a minha primeira vez a fazer doce. Quem me conhece bem sabe que cozinhar não é das minhas actividades favoritas. Aliás, diga-se sinceramente que não é nem das favoritas nem das frequentes porque cá em casa há quem goste bem mais de cozinhar que eu, o que é uma sorte para os dois. Na cozinha o que gosto de fazer são mesmo as experiências culinárias, como pequenas entradas que um dia ouvi falar ou alguma receita pouco habitual. Nunca bolos ou doces, a não ser as rabanadas  ou o arroz doce no Natal.
Desta vez, e porque noutro dia me explicaram como sendo uma receita muito simples e eu fiquei com vontade de experimentar, fui fazer algo completamente diferente. Doce de Morango. 
Está com ar apetitoso não está?
O mais engraçado é que amanhã vou fazer outra vez Doce de Morango. Uma experiência em duas fases porque não havia açúcar amarelo suficiente. Amanhã, a segunda parte do doce será com açúcar branco. E, entretanto, tenho de ir comprar frascos, que hoje só depois de ter tudo a ferver é que me lembrei que faltavam.
Amanhã mostro o resultado.
Ana Critstina

quinta-feira, maio 02, 2013

Lembrando a História - 68 anos

No dia 2 de Maio de 1945 as tropas soviéticas libertaram Berlim do controlo nazi. A não esquecer.
A foto foi adoptada daqui.

Ana Cristina

Do Vasco para o primo

Em consulta às fotografias, reparei que ainda não tinhamos mostrado a prenda para o António, a condizer com as das irmãs... a da mais velha... e a da do meio...
Desta vez usámos um desenho do Vasco. Talvez por causa da infantilidade do desenho, ou das cores ou do tamanho, adorei o resultado:



Rita

quarta-feira, maio 01, 2013

O nosso dia de hoje

Hoje, para comemorar os dois anos da nossa pequena amiga Teresa, rumámos ao Jardim Zoológico para passar o dia... um dia magnífico, como se quer... com passeios por áreas não exploradas em outras visitas, animais ainda nunca vistos... Foi óptimo ver o entusiasmo do Vasco, desta vez crescido o suficiente para usufruir do espaço... pelo menos até às 17H00, quando os nossos amigos já se tinham ido embora e o pai estava quase a chegar para nos vir buscar... foi só nessa altura que o cansaço pegou, que os pés lhe doeram e ele até confessou o sono...


Rita

Dia do Trabalhador

Ana Cristina

sexta-feira, abril 26, 2013

Menino da Laranja - Elis regina

Hoje esta música seguiu-me por todo o lado. Apetecia-me cantá-la no serviço esta noite, vim a trauteá-la no carro e, quando acordei depois do merecido (e curto) descanso ainda a ouvia.
Resolvi o problema com uma pesquisa no You Tube, para a partilhar com todos vocês. Não a encontrei com o vídeo da Elis a cantar mas esta montagem agradou-me.
Espero que também gostem.
Ana Cristina

terça-feira, abril 23, 2013

Dia Mundial do Livro

Hoje, para comemorar, cheguei a casa com esta preciosidade:

 


Veio a calhar, nunca li (nunca lemos!) o Peter Pan e este está todo feito em torno de um pop-up que é uma autêntica obra de arte... A prenda foi para toda a família e mal vejo a hora de começarmos, noite após noite, a desvendar a magia...
Rita

segunda-feira, abril 15, 2013

A rapariga que roubava livros


Como muitas vezes me acontece, atraiu-me o seu título. A capa também tinha qualquer coisa de enigmático - um desenho muito simples de uma rapariga que parecia dançar com a morte - e, sem outro motivo, o livro saiu do expositor da livraria, saltou-me para as mãos, e ficou lá. Em casa esperou o momento oportuno para ser lido, o que para dizer a verdade foram vários meses (quase dois anos).
Li-o nos últimos três dias e gostei muito. Gostei da história e da forma como está contada.


Contada por um narrador muito especial, a morte, trata de uma Alemanha nazi em plena 2° Guerra Mundial. Um país também povoado de cidadãos amedrontados e impotentes perante o rumo da História, e do poder crescente do nazismo. Onde a consciência das injustiças perante a descriminação e perseguição dos judeus (e dos que estavam contra o regime, denominados de comunistas) estava presente em parte dos cidadãos alemães, mas a impotência e acima de tudo o medo eram os sentimentos dominantes. 
Nesta história a personagem principal é uma rapariga que, rodeada de morte e de solidão, mas também de amor, raiva e desespero descobre o poder dos livros. Primeiro como objectos, depois como portadores de histórias. A rapariga que roubava livros descobre, no fundo, o poder das palavras.

Uma boa sugestão de leitura, para quem necessitar.
Ana Cristina

domingo, abril 14, 2013

Bem vinda, Primavera!



Haverá melhor forma de saudar os novos dias de Sol que uma ida à praia, entre amigos... comer um gelado, mexer na areia, saltar nas ondas até molhar a roupa quase até ao pescoço...?
Rita

quinta-feira, abril 11, 2013

A quem tem perguntado...


... e são algumas as pessoas que têm enviado mensagens a perguntar se estou melhor, respondo que sim. Aliás, estou praticamente bom. E não fosse a falta de pêlo que ainda tenho nas patas e na barriga (estou a ver que na barriga vai demorar muito tempo até o pêlo aparecer) e os meus humanos andarem atrás de mim de 8 em 8 horas para eu comer umas bolinhas de manteiga ou bocadinhos de iogurte com medicamento e diria que a vida voltou ao normal.
Tenho comido bem e estou a recuperar o peso perdido. Bebo muita água de uma fonte que os meus humanos compraram pra mim. Brinco com os meus brinquedos preferidos, bolas de saco de plástico. E aproveito e também brinco às lutas e às escondidas com os meus humanos, e nas mãos dela já se podem encontrar as marcas dos meus dentes, a minha arma perdilecta.

Para todos, turrinhas do
 Pilas

quarta-feira, abril 10, 2013

A resposta certa

Na sua saga de adoração de super-heróis, o Vasco descobriu a Liga da Justiça na televisão. Já contagiou a irmã e para o fim-de-semana tenho como tarefa arranjar desenhos do Super-Homem, Batman, Mulher Maravilha, Super Miúda (?), Flash e por aí fora, para eles pintarem. Nunca pensei chegar aos 37 para quase me tornar especialista em Marvel... mas para lá caminho...
Há umas horas, enquanto cortava as unhas, o rapaz dizia-me então como eu era lenta e como ele era veloz, como o Flash. Eu respondia-lhe que tudo dependia, era-se sempre lento para umas coisas e veloz para outras. E ele que não, que era decididamente veloz, em tudo. Recordei-lhe que a jantar ele andava a ser muito lento, ficando na mesa quando todos os outros já tinham terminado. E ele a rir-se, nada, muito rápido era ele, claro está, obviamente.
- E a terminar uma birra?! Não me parece que sejas veloz a terminar uma birra...
Silêncio absoluto.
Rita

terça-feira, abril 09, 2013

Quase todas as semanas almoçamos em conjunto, muitas vezes num restaurante onde quase nos sentimos em casa. Muitas vezes o almoço termina com um período de inspiração artística em que se usam as toalhas de mesa em papel.  
São pequenos presentes que oferecemos uns aos outros e que recebemos com muito interesse. Eu como uma das principais ofertadas guardo religiosamente essas pequenas obras, quem sabe se para mais tarde recordar. Nem sempre as obras são interessantes o suficiente para ficarem para a posteridade no caderno das recordações mas às vezes criam-se verdadeiras pinturas, coloridas ou não, sugestivas dos interesses e de momento e das habilidades artísticas da época, como as sardas ou os penteados diferentes. O Vasco ainda se inibe de fazer desenhos para oferecer, dominado pelas suas incapacidades. Gosta mais de pôr o pai, a mãe e a tia a desenhar para ele. 
Num desses almoços recebi uma menina de óculos feita pela Alice e ofereci, a pedido deles, um Homem-aranha com umas cuecas ao Vasco e uma pequena sereia à Alice. 
 

O conjunto ficou bem interessante, não acham?
Ana Cristina


quarta-feira, abril 03, 2013

Coisas deles

Ele para ela:
- Mana, gostas mais da Tartaruga Ninja ou do Batman?
- Da Turtle... Turtle Turtle Turtle...! E tu, Vasco, gostas mais destes brincos ou dos que eu tinha antes?

***

Ela, a ler um livro chamado "As cores do arco-íris":
- O que é um Ramadão?
- É uma espécie de jejum que algumas pessoas fazem, por causa da religião que têm... não comem nada durante o dia, só comem depois do Sol se pôr.
- Que palermas... 
Preocupa-me que o livro, sobre a valorização das diferenças, ironicamente não esteja a cumprir o seu papel.

***

Ele, com a sua nova Tartaruga Ninja articulada:

 
E diz-lhe o pai:
- Tem aqui um sítio para pôr as espadas.
E ele:
- Não são espadas! São pinças de salada!
De forma que não sei se já ouviram falar nessa arma tenebrosa, verdadeiramente característica dos ninjas: os talheres de salada.
 
Rita

terça-feira, abril 02, 2013

Não se preocupem, o mesmo motivo em bolos e camisolas não é uma obsessão... o desenho é que é mesmo fácil...

Depois de ter descoberto que andava por aí uma Abelha Maia "remasterizada", descobri as ditas «tartarugas herói», como ouvi o Vasco chamar-lhes da primeira vez.
Tenho ideia que as Tartarugas Ninja não são exactamente do meu tempo... há uma vaga recordação dos meus primos (mais novos) gostarem e de haver toda uma paranóia infantil ligada a esses desenhos animados... eu não me lembro bem deles, só mesmo das figuras. Actualmente, entram-me pela casa adentro e já dei por mim a rir com as piadas da série em diversas ocasiões.
As tartarugas com nomes de artistas renascentistas foram dos primeiros encantamentos do meu filho, nesta fase de adoração de personagens heróicas e, por causa disso, andámos à procura de uma daquelas figuras de acção todas articuladas para lhe oferecer no aniversário. O que é certo é que o site pode ser estupendo e com preços fantásticos, mas não resistiu à Páscoa e, na véspera do feriado, um dia antes do dia de festa, o Ninja Rafael ainda não tinha chegado cá a casa... O que fazer quando os próprios pais não têm a prenda de anos do seu puto na data certa (sim, até a irmã tinha uma coisa para ele, só mesmo nós é que não...)...? Improvisa-se:

Rita

segunda-feira, abril 01, 2013

A saga dos bolos de aniversário

Antes mandávamos fazer bolos de aniversário daqueles todos janotas, com os desenhos da moda todos elaborados em pasta de açúcar... habitualmente eram dois e grandes: um para a escola e outro para a festa em casa, com a família e os amigos... Escusado será mencionar o dinheiro que gastávamos...
Tal saga durou até ao ano em que não se tratou de encomendar o bolo atempadamente e, à última hora, o clássico de chocolate com cobertura de chocolate e smarties satisfez plenamente.
Desde aí, tenho-me esforçado por descobrir onde andam perdidas as células de confeiteira em mim:

o bolo dos 03 anos do Vasco, no ano passado

o bolo dos 06 anos da Alice, no ano passado


o bolo dos 04 anos do Vasco, este ano
 

Cá por casa, o bolo tornou-se agora uma das surpresas dos aniversários... mais uma das coisas a dar um tremendo stress, um brutal trabalho... e depois um gozo extraordinário...
Rita