Mais uma peça com coração de Viana, para quem é de Viana... esperamos que dela tenha gostado e que, envaidecida, a propagandeie pela cidade...
Rita
imagem retidade da net
É tão giro…
Ana Cristina
Li este livro no ano passado. Na altura comprei o livro porque estava em promoção mas também porque tinha ouvido dizer muito bem desta obra, composta por três livros. Comecei a lê-lo com a relutância de quem gosta pouco de seguir os best-sellers e menos ainda de seguir as febres de momento. Mas a verdade é que gostei. E gostei ainda mais dos outros dois livros que se seguiram, que me é característico, li de uma assentada. “Os homens que odeiam as mulheres”, “A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo” e “A rainha no palácio das correntes de ar” são títulos estranhos como estranhas são as histórias que os compõem. Um ambiente soturno e de uma violência obscura que não estamos habituados a pensar como representativos da Suécia, o país dos ABBA e do IKEIA, um país do primeiro mundo onde nada parece correr mal e tudo será transparente e legal. No livro podemos observar uma marcada influência da segunda guerra mundial e do período pós-guerra, como o aparecimento do bloco de leste.
Gostei do filme mas gostei um bocadinho mais do livro. Gostei ainda mais do segundo e terceiro livros, e neste momento encaro os três em conjunto como uma obra só.
Imagem retirada da net
No fim-de-semana passado fui ver “Os Descendentes”. Gostei muito. Aliás, não estava à espera de gostar tanto.
No domingo passado, o Calendário do Advento propôs uma separação de irmãos e que a Alice fosse com a mãe a um espectáculo “de Natal” diferente.“Eu fui a casa da minha tia e dormi lá. O Vasco e eu fizemos muitas coisas; uma casa de cartão com pinturas e colagens, uma surpresa, cantigas e teatros e muitas brincadeiras. Até ajudei o tio a fazer um bolo.” Alice
Ana Cristina
É relativamente fácil encontrar algo para se fazer para uma criança... mas quando essa criança cresce, se torna uma adolescente com 14 anos de idade e passa a gostar de ler o "Crepúsculo", a coisa complica-se ligeiramente... Quando a dita moçoila ainda por cima mora a 400 km e não a vemos todos os dias, pensar numa coisa que ela possa gostar de usar parece quase impossível...
No sábado fomos novamente ao cinema, mas desta vez, eu, a Alice e alguns amigos. O Tintin foi a proposta e proporcionou uma bela aventura.Moral da história. Nessa manhã o Vasco tinha visto pela primeira vez o arco-íris, e por coincidência, estavam dois arco-íris no céu, ao que parece um grande e bem definido e outro mais pequeno e difuso. E eu ía lá adivinhar.Também eu, há uns meses, vi um duplo arco-íris... e tentei fotografá-lo.
Ana Cristina
No que toca a Woody Allen, sou indiscutivelmente uma fã.
No ano passado fizemos este jardim com borboletas para a Carolina e este ano ouvi dizer que, embora tendo deixado de lhe servir, ela quis guardá-lo... sabe-se lá se o futuro lhe poderá reservar uma irmã que possa vir a herdar o conjunto...

