sábado, dezembro 24, 2011

Um Bom Natal

O pinheirinho está enfeitado de presentes. Alguns estão ainda por entregar.


A lista de necessidades está práticamente concluída. Falta só fazer as rabanadas. Logo a ceia será, como todos os anos, bacallhau cozido com bataras e couve. A mãe faz um molho quente e maravilhoso com azeite e cebolha para regarmos o prato e que faz com que o "bacalhau do Natal" seja diferente do do resto do ano.

Por isso está na hora de vos desejar, a todos, UM FELIZ NATAL.

Ana Cristina & Rita

quinta-feira, dezembro 22, 2011

As tias servem para isso mesmo...

Para fazer maquilhagens estranhas, com aranhas e pequenas abstrações.




Para brincar às acrobacias até que ela não consiga mais.

As tias servem para isto e para muito mais. Por exemplo, para brincar como se fosse uma menina da idade deles.

E as tias adoram...

Ana Cristina

terça-feira, dezembro 20, 2011

Rita, minha irmã Rita

No sábado passado fez trinta e tal anos que deixei de ser filha unica.
Do dia do nascimento da Rita, como já um dia aqui escrevi, lembro-me muito bem. Na noite anterior, depois do jantar, fiquei em casa da Tina porque o bebé estava quase a nascer. Foi a minha mãe que me explicou que ela estava a sentir que o bebé ia nascer e que talvez quando acordasse no dia seguinte já houvesse novidade. Tenho quase a certeza que era uma sexta-feira, e o último dia de aulas antes das férias de Natal. Quase que garanto que nesse mesmo dia fui à visita no hospital com o meu pai e encontrei a minha mãe acompanhada por uma bebé que diziam que ia ser loira que eu não achei grande graça. Giro-giro era o menino que estava na cama ao lado (um bebé redondinho, moreno e cabeludo). A minha irmã, que ainda não tinha nome, era uma bebé enrugada, sem cabelo e ainda sem grande graça. Nada daquela menina de caracóis loiros e ar reguila que se iria transformar depois. Ainda propus trocarmos mas a ideia foi mal aceite.Não me lembro de nesse dia sentir ciumes, só orgulho por ter uma irmã e talvez uma pontinha de surpresa por não a amar logo instantaneamente. Os ciumes vieram depois, tal como o amor... A minha irmã tornou-se, com o tempo a minha melhor amiga, o meu porto seguro, aquela que partilha comigo uma ligação tão forte que, a brincar, costumamos dizer que só não somos gémeas porque nascemos com alguns anos de diferença.
Não queria deixar passar este ano que a Rita, a minha irmã, fez anos no sábado.

Ana Cristina

quinta-feira, dezembro 15, 2011

Programas de Advento

No domingo passado, o Calendário do Advento propôs uma separação de irmãos e que a Alice fosse com a mãe a um espectáculo “de Natal” diferente.
Rumámos então ao Teatro Camões para ir à ópera ver “O Gato das Botas”. Apraz-me dizer que gostei muito. Os cenários e figurinos da Agatha Ruíz de la Prada assentaram que nem uma luva no conceito de uma ópera que se quer para maiores de 03 anos de idade e ajudaram a encantar os espectadores. Foi engraçado ver a Alice (e outros meninos) especialmente atentos nos primeiros vinte minutos, devido esencialmente, pensei eu, ao tipo de canto ser diferente do que estarão mais habituados a ouvir. Depois da surpresa inicial e de um pequeno trecho mais monótono, foram adquirindo a sua forma de estar normal, fazendo pequenas perguntas mais ou menos segredadas e acentuando os movimentos nas cadeiras. Para quem tenha curiosidade, o Teatro Camões (onde eu nunca tinha ido) tem uma sala de espectáculos muito confortável e quase de certeza com boa visibilidade nos vários espaços. Os bilhetes mais acessíveis serão de uma fila de cadeiras colocadas ao longo de uma balaustrada numa espécie de primeiro balcão e penso que, sendo um tipo de assento mais adequado a crianças mais crescidas, também se conseguirá ver muito bem o espectáculo – fica a dica.
Uma vez chegadas a casa, encontrámos a Árvore de Natal de Lego que o pai e o Vasco ficaram de construir, mas que o pai fez quase toda – dando mostras de um jeito e uma imaginação que eu acho fabulosas, mas em que ele não acredita minimamente…

Rita

quarta-feira, dezembro 07, 2011

Este ano o Natal vai ser diferente. Vai-se festejar cá em casa pela primeira vez e a lista dos preparativos para a noite continua grande.


Já temos:
- Mesa para o pessoal todo
- Aquecedor, porque esta casa é fria e convívios com frio nem pensar
- Panela grande para cozer o bacalhau com batatas e couve, e panela pequena para a mãe fazer o molho de azeite quente com colorau, cebola, louro e mais algumas coisas (é este ano que vou aprender a fazê-lo)
- Árvore de Natal

Mais ainda falta:
- Pratos, porque só temos 6 e seremos no mínimo 8
- Toalha para a mesa quando aberta
- Cadeiras para sentar o pessoal (se for necessário a Rita traz)
- Comprar todos os ingredientes para a ceia de Natal

Ou seja, falta ainda preparar tanta coisa que não tenho inspiração para os presentes que queria ainda fazer.

Ana Cristina

terça-feira, dezembro 06, 2011

Dias de advento

Uma boa alternativa para o Calendário do Advento cá de casa é aproveitar alguns dias para fazer o que já se era suposto fazer... do tipo, montar a árvore de Natal ser a proposta para o dia 01 de Dezembro...
Nessa ordem de ideias, a proposta para hoje era aproveitar o facto do Vasco ter trazido uma estrela de cartolina para decorar (uma contribuição para as decorações de Natal da escola)... Sendo assim: «Cada um decora uma estrela de Natal... a do Vasco vai depois para a escola».
A questão era saber como lhes propor a decoração da estrela. Já vou numas quantas “estrelas” (pais natais, árvores, etc)... e não me interpretem mal, a minha ideia não é dizer-lhes como fazer e sim dar ideias para que eles, a Alice melhor obviamente, possam escolher. Fazer-lhes propostas que os levem a experimentar novos processo criativos, por assim dizer.
A Alice escolheu então. Experimentaram então fazer manchas de pastel de óleo nas suas estrelas, deram-lhes uma camada de tinta preta (e ao jornal também, com pincel e com as mãos) e amanhã esperam poder ver o efeito mágico de um instrumento “arranhador” sobre a superfície por eles criada.
Pena só foi querer tirar fotografias ao processo e resultado e não poder, uma vez que a minha máquina ficou com aspecto de avaria…


Rita

segunda-feira, dezembro 05, 2011

Tradição de Natal ou Um fim-de-semana na casa da tia

Tal como nos anos anteriores o calendário do advento incluiu um fim-de-semana em casa dos tios. Agora com mais espaço, a casa nova permitiu fazer um quarto adaptado para os pequenos visitantes. Nesse quarto temos dois caixotes com brinquedos antigos, e porque é um espaço cheio de caixas podemos encontrar num deles marcadores, canetas de feltro, lápis (de cor, de cera e pasteis) e vários tipos de tintas. E como havia por aqui umas caixas de cartão vazias e construímos uma nova casa de cartão, mais pequena que a anterior, mas com muita cor e decoração. No fim fizemos uma sessão de fotografias e por pouco não apanhei o momento em que os dois quase que desmoronavam com a casa. Ainda quiseram ensaiar novas quedas para eu fotografar com pena que nas fotos não estivesse o Vasco a ser puxado pelas pernas e a Alice toda torta mas eu não concordei com a proposta.
Na altura de voltar a casa decidiram que a casa ficava cá porque ficava muito bem no hall de entrada.

“Eu fui a casa da minha tia e dormi lá. O Vasco e eu fizemos muitas coisas; uma casa de cartão com pinturas e colagens, uma surpresa, cantigas e teatros e muitas brincadeiras. Até ajudei o tio a fazer um bolo.” Alice


Ana Cristina

sexta-feira, dezembro 02, 2011

Um presente antigo

É relativamente fácil encontrar algo para se fazer para uma criança... mas quando essa criança cresce, se torna uma adolescente com 14 anos de idade e passa a gostar de ler o "Crepúsculo", a coisa complica-se ligeiramente... Quando a dita moçoila ainda por cima mora a 400 km e não a vemos todos os dias, pensar numa coisa que ela possa gostar de usar parece quase impossível...
No ano passado, seguindo um projecto que já tinha praticamente um ano, decorámos-lhe este vestido, na tentativa que fosse de encontro às suas preferências (vampiros negros e obscuros a envolverem-se romanticamente com meninas sofridas e solitárias)... Não sei se agora, quase um ano volvido, ela ainda o veste, mas parece que fez um grande sucesso na altura... Apesar disso, acho que neste Natal não nos aventuraremos em criatividades para a Sara...
Rita

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Dezembro

Começou Dezembro.
Eu adoro Dezembro. Para além de fazer anos, é o mês do Natal e eu gosto mesmo muito do Natal. Gosto da azáfama das prendas, mas não porque goste do consumismo e mais porque gosto de fazer as prendas quase todas, tentando que sejam apropriadas a cada pessoa ou conjunto de pessoas. Gosto da ideia do Calendário do Advento cá de casa, com uma proposta para os miúdos fazerem em cada dia. Gosto do planeamento da noite. Gosto dos momentos em que faço coisas com os miúdos para alguns membros da família.
O mês é imensamente angustiante, mas a ansiedade tem um sabor agradável, de coisas boas por vir mas com pouco tempo para as cumprir, de uma doce e infantil expectativa que se pode partilhar com os filhos, de horário cheio mas com tempo de qualidade.
Dezembro é para mim um mês intenso, de correria. E, dentro do muito mau que é começar por uma daquelas semanas em que, no trabalho, não consigo controlar o meu tempo nem o meu horário, começou com um dia bom, a rebentar de família e sobrinhos, parque e ar livre, conversas intermináveis de presente e futuro.


Rita

segunda-feira, novembro 28, 2011

Mais um filme

No sábado fomos novamente ao cinema, mas desta vez, eu, a Alice e alguns amigos. O Tintin foi a proposta e proporcionou uma bela aventura.

A primeira vez que tinha visto o anúncio ao filme tinha ficado fascinada com a qualidade da animação. As minhas expectativas não foram goradas. O filme é lindo, de uma técnica impressionante. O ritmo é intenso e a história tem alguma complexidade, o suficiente para a certa altura fazer a Alice distanciar-se da trama e desejar um filme mais curto... apesar de tudo, ontem dizia que tinha adorado. Eu também gostei muito, e aconselho.

Rita

segunda-feira, novembro 21, 2011

Ainda do fim-de-semana

Eu e eles no carro, no final da tarde.
Vasco - Tia?! Não tá cá o cuiquis...
Eu - O quê Vasco?
Vasco - O cuiquis. Foi-se embora p’a casa dele, com o mano... O mano pequenino...
Eu -??? ...
Vasco - Xim, tá a dormir.
Passado umas horas, quando estávamos a ler uma história antes de deitar...
Eu - "… o arco-íris tem sete cores..."
Vasco - O Vasco viu o cuiquis e o mano... mas tá a dormir...


Moral da história. Nessa manhã o Vasco tinha visto pela primeira vez o arco-íris, e por coincidência, estavam dois arco-íris no céu, ao que parece um grande e bem definido e outro mais pequeno e difuso. E eu ía lá adivinhar.Também eu, há uns meses, vi um duplo arco-íris... e tentei fotografá-lo.


Ana Cristina

"Meia-noite em Paris"

No que toca a Woody Allen, sou indiscutivelmente uma fã.
Já há muitos anos que, ao ver um dos seus filmes, me sinto, ou compreendida, ou divertida, ou ambas as coisas. Não tendo o “Meia-noite em Paris” sido um dos meus preferidos em nenhum desses campos, afigurou-se-me como um bom entretenimento.
Um argumentista com o sonho de se tornar escritor encontra-se apaixonado por Paris e pela melancólica ideia de um passado para si perfeito, nos anos 20. Submerso nas suas ansiedades e inseguranças, acaba por poder viver romanticamente esse passado, acabando essa experiência por lhe trazer alguma clarividência sobre o presente.
Para quem goste de Woody Allen ou simplesmente para quem goste de Paris (a moderna ou a boémia dos anos 20), para quem seja melancólico, romântico… ou somente para quem lhe apeteça rir com a belíssima prestação de Owen Wilson…


Rita

domingo, novembro 20, 2011

Fim-de-semana

Foi um fim-de-semana com sobrinhos, festa de comemoração do dia mundial da prematuridade, visita ao serviço com os príncipes e muita brincadeira entre tia e sobrinhos. Foi bom.
Já agendámos o próximo, que dessa vez será repleto de surpresas no calendário do advento.

Ana Cristina

quinta-feira, novembro 17, 2011

Talentos...

Hoje, quando estava com a Xana na reunião do Inglês das miúdas, espreitámos o caderno da Clara, a filha dela. Fiquei maravilhada. Ela bem disse que a Clara gostava, mais do que tudo, de desenhar.
Eu também gostaria de desenhar como a Clara. Com sete anos, desenha de forma extraordinária, com sentidos de perspectiva e movimento invejáveis, mas sem perder o traço infantil e naif que eu tanto gosto. Adorei, só tinha vontade de pedir à Clara que me desenhasse coisas…
Quando vejo um talento assim tão instalado, nunca me consigo impedir de pensar quais virão a ser os da Alice e do Vasco. Há pessoas em que os talentos se descobrem tão cedo, mas olho para a minha filha e ainda não lhe vejo um jeito especial para nada, só algumas facilidades. Não o digo com nenhum tipo de mágoa, só com um sentimento de expectativa curiosa… ou de curiosidade expectante… Sei que, como toda a gente, ela irá descobrir em si mais do que uma aptidão e que, como toda a gente, será mais feliz se descobrir como fazer de uma delas uma das actividades centrais da sua vida… Não penso que o seu sucesso vá depender da velocidade com que encontrar as suas habilidades e por isso resta-me esperar, de fora, atenta… mas, confesso-o aqui, mesmo muito muito curiosa…


Rita

terça-feira, novembro 15, 2011

Recordações

Uma das (muitas) coisas boas de se ser mãe são as recordações de quando se era só filha. De quando éramos nós a depender de outros, das pequenas coisas que faziam de nós os pequenos e dos outros os grandes.
Agora que a Alice tem seis anos, isso acontece-me muitas vezes, acho que é porque me lembro de muitas coisas com essa idade. Algumas recordações são perfeitamente inócuas, mas provocam-me um conforto caloroso de me saber aqui, bem, com tudo o que tenho para trás.
Quando penteio a Alice, por exemplo. Não me lembro como era quando eu tinha o cabelo curto, mas tenho a recordação exacta da minha mãe a pentear-mo em comprido. Ela de frente para mim, a fazer o risco de trás para a frente, o cabelo a vir-me todo para a frente dos olhos, eu a mexer-me para evitar as comichões na cara ou para fugir ao facto dela estar à minha frente, o ralhete brando dela a ameaçar ter de começar o processo todo novamente porque o risco ia ficar torto. Que fique claro que eu não consigo pentear a Alice como a minha mãe me penteava. Raramente vou para a frente dela, pareço mais um sempre-em-pé a movimentar-me de um lado para o outro. Também é verdade que ela raramente tem o risco direito… o método da minha mãe devia funcionar melhor…
É bom isto de ter um passado povoado de memórias partilhadas com os outros, guardadas numa espécie de arca mental que se vai abrindo sem a nossa autorização, mas que nos abraçam e nos recordam como, e porque, gostamos… de nós.


Rita

segunda-feira, novembro 14, 2011

Uma capa de agenda

Porque as Oficinas RANHA têm estado sem qualquer actividade mostramos uma das peças criada por nós e que que no ano passado foi presente de Natal. Integralmente costurada e pintada à mão, com a utilização de tecidos reciclados, esta capa de agenda foi a primeira com a nossa assinatura. Depois desta, e seguindo um modelo semelhante fizemos outra, que serve entretanto com capa de livro pelas suas dimensões e características.

Actualmente, em tempo de preparação de um novo Natal, fica uma ideia que pode também servir de inspiração às meninas mais ligadas às agulhas e linhas. Pela minha parte proruro novos caminhos para novas criações que poderão ser novos presentinhos das amigas.

Espero que gostem.

Ana Cristina

quinta-feira, novembro 10, 2011

Vasco, o caprichoso

Já há meses que percebemos que o Vasco é um caprichoso.
É um puto, tem dois anos e (quase) oito meses, e é um verdadeiro caprichoso.
Não estou a brincar. Quer dizer, é lógico que tem piada ver o pequenote cheio e pequenas exigências, mas só quando isso não se torna exagerado… o pior é que, depois de concordarmos com algumas delas, as exigências vão aumentando e crescendo, à velocidade da luz…
Do estilo, para que percebam: pede o leitinho. Tem de vir connosco fazer o leitinho, ao colo. Tem de agarrar no pacote de leite connosco e ajudar a deitá-lo no biberão. Tem de carregar no botão que inicia o funcionamento do microondas depois de accionarmos o tempo. Tem de puxar pela pega do microondas para abrir a porta. Tem de colocar a tetina naquela rodelinha de que não me lembro o nome e apertar a rodelinha de que não me lembro o nome ao biberão. E atenção: o biberão também é escolhido. Num determinado dia pode ter que ser o do Snoopy. Noutro, o do patinho. Noutro, o da tartaruga…
Cada uma destas vontades foi surgindo a seu passo, conforme outra se rotinava…
Uma negativa, ou melhor, uma ultrapassagem feita à sua vontade, dá direito a beicinho e choraminguice. Um perfeito caprichoso.
Sim, ele também é teimoso. Mas este comportamento é algo mais, é mesmo aquilo que no dicionário é definido como “capricho” – vontade súbita e infundada, aferro obstinado, empenho em levar a cabo uma coisa sem razão.
Mas digo-vos: o mais difícil não é concluir ou assistir a isso… é gerir a situação, é equilibrar o pensamento de forma a tentar perceber se é nossa função consentir em todas estas vontades porque poderão ser inofensivas (apesar de não ser assim tão inofensivo seguirmos os passinhos todos que um miúdo de dois anos quer às 05 da manhã, quando queremos ser rápidos e voltar para a cama e sabemos que faríamos tudo de forma muito mais veloz) ou se devemos, por vezes, contrariá-lo, para que aprenda a lidar com as pequenas frustrações dos seus caprichos…


Rita

segunda-feira, novembro 07, 2011

Programa de fim-de-semana



Ontem fomos à Cordoaria Nacional, ver a exposição dos dinossauros. Entre amigos e filhos de amigos, eramos onze.

Para os mais pequenos terá sido divertido, mas eu achei o divertimento caro para a qualidade e quantidade de informação que dispunha. Reconstituições de esqueletos, que ficamos a imaginar serem reconstituições, uma vez que não há dados sobre a possibilidade de serem reais ou sobre as escalas pelas quais serão feitos. Painéis informativos muito pequenos mas com demasiados elementos para serem lidos pela quantidade de pessoas a avolumarem-se à sua volta. Bonecos mecanizados sem novidade.

De qualquer forma, é um programa a seguir para quem tenha filhos que gostem de dinossauros ou para quem lhes queira ilustrar um pouco melhor o assunto. Poderia ter um bilhete mais barato, mas enfim...

Confesso que o me conseguiu maravilhar foi a qualidade dos briquedos à venda na loja da exposição. Puzzles 3D de esqueletos de dinossauros ou jogos de construção das figuras, muito bem conseguidos e com bom valor... uma boa ideia para o Natal de alguns admiradores do tema...

Rita

domingo, novembro 06, 2011

Novidades pouco relevantes

Por cá, uns primeiros dias de chuva e de descida de temperatura trouxeram-me a primeira gripalhada da época... com direito a pingo no nariz na posição horizontal e a nariz completamente seco na posição vertical, garganta a arranhar, um peso de toneladas na cabeça, dores pelo corpo...

Sinto-me praticamente recuperada, não fosse o sono chegar-me muito mais cedo. Apesar disso, o fim-de-semana foi óptimo e dará excelentes posts... para os próximos dias...


Rita

terça-feira, novembro 01, 2011

Comunidade de amigos

Durante muito tempo, quase toda a roupa da Alice vinha da Rita da Tina. Oferecida. E linda.
Uns tempos depois de deixar de lhe servir, começou a ser emprestada à Sofia, da Van.
Quando o Vasco nasceu, a Van, por sua vez, passou a mandar roupa do Tiago.
Desde que a Catarina teve a Teresa, em Abril, a roupa mais pequena da Alice vai lá para casa.
A Catarina manda-me roupa do João, para o Vasco.
De vez em quando, tanto a Alice como o Vasco herdam roupa da R. e do primo M.
A dona C., de longe em longe, também oferece roupa que era do João, cá de cima.
Para além daquela mãe amorosa, lá da escola, com dois filhos de idades idênticas às dos meus, mas de géneros trocados, que há uns tempos me deixou um saco de roupa para o Vasco, mas que ainda continua a servir-lhe.


… adoro a vida comunitária que me circunda em relação à troca de roupa. Só não é fixe quando é altura de a arrumar, tirar para fora, ver o que serve, o que é para devolver e a quem, o que é que pode servir para o ano…
Nota-se muito que estou na época de trocar as indumentárias de Verão pelas de Inverno…?!


Rita