E para o pai, um tango...
segunda-feira, janeiro 31, 2011
domingo, janeiro 30, 2011
Reportagem de Natal 3
Depois de mais doenças dos filhos, de alergias e exames para descobrir as razões das mesmas, de uma semana de trabalho muito muito intenso... o melhor é deixar de palavreados, adiar as novidades e ir directamente para as nossas obras de Natal... sim, o Natal de há um mês... shhh, faz de conta que foi ontem... afinal, parece que é quando se quer, né...?
Uma alusão às origens, para a nossa mãe
Rita
quarta-feira, janeiro 26, 2011
Novidades das alergias
Com alguns testes de alergologia já sei que, o tomate, o pessego e o latéx são meus imimigos. Causam-me "urticária", o que é mesmo que dizer que me põem com umas borbulhas de aparecimento subito´como se um bichinho, tipo aranha tivesse passado por cima da minha cara, peito ou pescoço (são os sítios mais frequentes). Haverá também por aqui uma urticaria de pressão, quando as lesões aparecem em sítios como vincos, joelhos ou braços (quando estive a fazer pressão nessas zonas) e outras alergias que parecem ser menos intensas.
Espero ainda resultados de análises, mas por enquanto já retirei as tomatadas da minha alimentação.
Uma coisa boa; não sou alergica ao pêlo do meu Pilas. Pelo menos por enquanto...
Ana Cristina
segunda-feira, janeiro 17, 2011
"Reportagem de Natal 2" ou "Reportagem de Natal não era Reportagem de Natal se não fosse feita até ao fim de Janeiro..."
Entre entregas de trabalhos e alergias de uma de nós e doenças, análises e ansiedades com a saúde da filha da outra, este blog ficou completamente esquecido.
Mas, tendo as preocupações ficado na semana passada (tirando as das alergias da Cristina, a passos mais curtos de ficarem resolvidas), podemos continuar a mostrar as produções Oficinas Ranha deste Natal. Cá vai a caixa pintada para a Catarina prima, a nossa Azeitona preferida:
Ritadomingo, janeiro 16, 2011
Aos dezasseis dias do ano de dois mil e onze, a Ana Cristina apareceu no blog que assina em partilha com a sua irmã...
E apareceu para dizer que tinha dores de cabeça, e estava triste por andar muito incomodada com uma qualquer alergia que apareceu em força e para a qual o seu comprimidinho SOS tem feito pouco efeito. Espera assim que na quarta-feira, depois da consulta tenha pelo menos terapeutica mais eficaz. Entretanto lá terá de se aguentar com o que pode.
Na verdade ela não tem aparecido porque depois das festas teve uns turnos malucos, a seguir (e até dia 11) andava com um trabalho em mãos, e no dia 11 começou com a sua amiga alergia, que a incomoda já lá vai tempo suficiente para ter ido à consulta de alergologia, como aconselhou a dermatologista, mas como diz o ditado "em casa de ferreiro..."
Será nesta semana.
Ana Cristina
segunda-feira, janeiro 03, 2011
Reportagem de Natal 1

Cabazes. Este ano, a grande prenda foi o Cabaz Artesanal de Natal, elaborado de acordo com normas e condições de qualquer cozinha perfeitamente normal. Tentou-se alguma variedade: Licor de Maçã e Canela ou Baileys Caseiro, Compota de Abóbora com Nozes (ideal como sobremesa, a acompanhar requeijão), Sal com Alecrim (aconselhando-se como tempero para batatas para assar), Conserva de Pêssegos Picantes (como acompanhamento de carne carne assada, por exemplo) e Bolachas Caseiras. Estas últimas embaladas de forma especial, em latas decoradas para o efeito pelas mãos da Alice e do Vasco.
Houve quem tivesse todos os ítems, alguns ou só um, quem os conseguisse em tamanho maior ou menor... mas poucos terão perdido a oportunidade de experimentar produtos alimentares das Oficinas Ranha neste Natal.
Fica a ideia para quem, para o ano, pretenda um conjunto de ofertas em conta, mas simultaneamente pessoais e manuais.
Rita
domingo, janeiro 02, 2011
Bom ano!
As actividades planeadas para fazer dia-a-dia, de acordo com o Calendário do Advento, ficaram talvez a um terço, porque os miúdos, especialmente a Alice, coleccionaram virus este mês - esperemos que tenham exemplares para o resto do Inverno.
As férias que eram para ser alteradas não foram, o que deu direito depois ao arrependimento do "macacos-me-mordam-se-mais-alguma-vez-que-possa-deixo-de-marcar-férias-entre-o-Natal-e-o-Ano-Novo".
A consoada que era para ser cá em casa, por vicissitudes de doenças familiares (que não as simples dos meus filhos) passou para outra... mas correu tudo muito bem, a vida é mesmo assim, sujeita a alterações, fossem todas como esta.
As prendas foram manufacturadas, o que deu muito trabalho, e os dias passaram-se o mais maravilhosamente possível...
Por todas essas razões, este blog esteve parado, manas ausentes para tudo o resto que não este espaço. Ficam então os desejos de que todos tenham passado umas Boas Festas... e que o ano 2011 que agora começa vos sorria...
Rita
sexta-feira, dezembro 10, 2010
Estatísticas do meu Natal
64 pessoas a quem dar prendas
destas...
- 03 cá de casa
- 45 para a família
- 16 para a família de amigos
- 17 oferecidas em conjunto com a minha irmã e cunhado (em bom rigor, serão 23)
- 15 casais
dos quais...
13 terão prendas conjuntas
02 terão prendas conjuntas e individuais
02 ainda não tenho bem a certeza
- 31 agrupadas (por casal ou por família)
- 19 crianças (e jovens)
das quais...
03 ainda não nasceram
01 vai ser dinheiro
E, mais importante,
17 compradas
37 MANUFACTURADAS (muitas com a ajuda da Alice e do Vasco, mesmo muitas) com muito carinho...
... o que é um verdadeiro sucesso na ideia que eu faço, quero fazer e quero ensinar a fazer do Natal...
destas...
- 03 cá de casa
- 45 para a família
- 16 para a família de amigos
- 17 oferecidas em conjunto com a minha irmã e cunhado (em bom rigor, serão 23)
- 15 casais
dos quais...
13 terão prendas conjuntas
02 terão prendas conjuntas e individuais
02 ainda não tenho bem a certeza
- 31 agrupadas (por casal ou por família)
- 19 crianças (e jovens)
das quais...
03 ainda não nasceram
01 vai ser dinheiro
E, mais importante,
17 compradas
37 MANUFACTURADAS (muitas com a ajuda da Alice e do Vasco, mesmo muitas) com muito carinho...
... o que é um verdadeiro sucesso na ideia que eu faço, quero fazer e quero ensinar a fazer do Natal...
Rita
quarta-feira, dezembro 08, 2010
Doenças - posts redundantes
É uma treta ter as coisas tão bem planeadas, dia a dia (isto a propósito do nosso Calendário do Advento), e os filhos ficarem doentes... primeiro a primeira, depois o segundo e depois novamente a primeira... competitiva, a miúda, tem de ganhar sempre em tudo... desta vez foi Herpangina, para aumentar a lista das doenças com nomes esquisitos...
Amanhã actualizo novidades.
Rita
sexta-feira, dezembro 03, 2010
Cá em casa também neva...

O nosso calendário hoje propunha a realização de flocos de neve de papel para colar numa das janelas de casa.
A singularidade dos flocos de neve fascinam-me. Eu sei que a Micas tem razão e que o mesmo acontece com os desenhos das asas das borboletas, as riscas das zebras e por aí fora... mas é como eu lhe respondia... não haver um floco de neve igual a outro enquanto cai um nevão é mais uma prova de como, na vida real, a matemática, apesar da sua famosa infinitude, nunca conseguirá ter números suficientes para colmatar a criatividade que a natureza alcança...
Adiante. Hoje descobri que recortar flocos de neve em papel é altamente relaxante. No início do processo houve alguma frustração porque era difícil à Alice cortar em papel muito dobrado... ficou cansada, mesmo quando lhe arranjei guardanapos... sem insistir, continuei o processo e cativei o pai a vir também experimentar. Ela, seduzida, voltou e acabou por conseguir.
A parte melhor foi providenciar o resultado final:
Rita
quinta-feira, dezembro 02, 2010
Natal
Ou, melhor dizendo, inaugurámos o nosso Calendário do Advento, novinho em folha, comprado há umas semanas na Loja Casa. No ano passado comprámos um com chocolatinhos, mas este ano decidi seguir a ideia da Rita, que tanto me fascinou.
Assim sendo, cada janelinha, em vez de uma guloseima, tem uma actividade ou proposta para o dia. Actividades essas que exigem planeamento cuidado a olhar para o calendário e para a possibilidade de dias em que poderemos chegar tarde e terá de ser o pai a providenciar o devido acompanhamento. E trabalho, claro. Um trabalho prazeiroso, mas em todo o caso, trabalho.
Portanto, temos o calendário, que exige planeamento e disponibilidade para as propostas. E temos as prendas, quase todas manufacturas. E as prendas que se fazem com os filhos, para os familiares mais próximos. E a consoada. E o trabalho que queremos despachar até ao fim do ano, para não se perder a engrenagem que se tem vindo a ganhar.
Pega-se em tudo, mexe-se muito bem, junta-se muitas listas e listinhas e talões de compras e bocados de papel manuscrito... e alguma ansiedade ao desejar que tudo corra bem... e temos a minha cabeça na época natalícia...
Adoro o Natal. E não é ironia.
Rita
segunda-feira, novembro 29, 2010
Tudo pode ser contado de outra maneira
Não sei o que dizer. Só que gostei muito. Que todos os que gostam das obras literárias de Saramago deveriam ver este documentário intimista e sem rodeios, filmado durante quatro anos, acerca do dia-a-dia da vida de José Saramago e sua companheira Pilar del Rio.
Com este filme ficamos com a ideia de ficar a conhecer muito mais o escritor, mas sobretudo o homem modesto que se tornou escritor. Podemos ver o homem que numa saúde muito débil continua a cumprir com as suas obrigações para com o seu público, que por respeito a quem compra as suas obras dá autógrafos durante horas e tira fotos com quem lhe pede. Podemos assistir ao seu declínio físico, assim como ao seu regresso à vida e à escrita. E observamos ainda o homem que, depois de quase morrer termina o seu livro, vê uma das suas obras em filme e chora de agradecimento.
Podemos ainda ver a sua companheira como uma mulher enérgica e defensora de ideias próprias, a forma como completa o homem-escritor, o homem-revolucionário, o homem-homem. Ficamos a conhecer muito melhor a mulher apaixonada por quem Saramago se apaixonou, porque é uma mulher apaixonante. Neste documentário compreendemos bem a firmeza de carácter e as ideologias da Pilar.
E se, por algum motivo, não gostavam do Saramago como homem podem sempre ir ver o documentário porque talvez mudem de ideia. Espero bem que mudem.
Eu não mudei. Eu fiquei com saudades...
Ana Cristina
terça-feira, novembro 23, 2010
Apareço, muito rapidamente...
... e entre uns dez dias seguidos sem folgas efectivas para vos dizer que estou muito mais descansada desde que o nosso primeiro afirmou convictamente que o nosso país está bem, e que não vai necessitar de intervenção do FMI.
Posso também dizer que desde que temos uns quantos veiculos tipo tanque guerra (encomendados para a cimeira da NATO, um deles entregue ontem e outros por entregar) me sinto mais segura. O que vamos pagar por eles não interessa para nada, se entrarmos em guerra já não necessitamos de comprar nem tanques nem submarinos.
E já agora aproveito para avisar, se amanhã não aparecermos é porque estamos em Greve.
Ana Cristina
sexta-feira, novembro 19, 2010
Data memorável
«Nô queio a popa.»
Foi o que o Vasco hoje a certa altura disse ao jantar. Tinha saltado uma refeição durante o dia e era o quarto prato de sopa seguido, por isso o espanto não veio da recusa. A surpresa foi mesmo a frase, com mais de duas palavras...
Com pouco mais de ano e meio, o Vasco já fala muito, pelo menos se comparar com a Alice, que começou bem mais tarde. Obviamente, se for olhar para a minha sobrinha Madalena, só com mais cinco meses do que ele, coitado, não lhe chega aos calcanhares. Em todo o caso, o importante é que a data de uma primeira frase é sempre memorável e importa fixá-la... qualquer dia já entra em grandes conversas...
Rita
segunda-feira, novembro 15, 2010
A história de alguém
Hoje conheci o Sr. A.
Muito interessante, o Sr. A.
Eu gosto muito de pessoas. Acho mesmo que, de tudo o que mais gosto no trabalho, são as pessoas. Se não as tivesse todos os dias, com as suas vidas, as suas tristezas e alegrias, acho que me sentiria muito triste, muito desmotivada.
O Sr. A chegou de um país distante, onde reina o Sol e se fala uma língua igual à nossa, mas mais cantada. Tem a minha idade, mas veio já há praticamente dez anos. Faz parte de uma fratria de oito irmãos, ele era o terceiro e os seus primeiros empregos tinham sido aos 13 anos. Os pais trabalhavam muito e tinham pouco tempo para os filhos, aproveitando o que restava para lhes ensinar dignidade, mas poucos mimos. De tal forma que o Sr. A, quando veio, deixou lá uma filha de meses com a qual ainda não tinha aprendido a ser afectuoso. O carinho fazia-lhe vergonha, achava que toda a gente iria olhar e gozar com ele.
Só cerca de seis anos mais tarde é que o Sr. A conheceu verdadeiramente a filha. Ela juntou-se a ele por pouco menos de um ano, para regressar depois ao seu país. Problemas de saúde por tratar, os mesmos problemas que a vinda dele para Portugal tinha começado a ajudar a resolver. Nova tentativa um ano depois, após o nascimento de uma segunda criança. Ela pensava que vinha só conhecer o novo elemento da família, haviam-lho garantido. Mas a ideia era outra, era deixá-la ficar.
Mas foi tarde. Ela não queria ficar, não queria aquela família, queria a outra, a que era sua porque lha tinham dado, o país que era seu porque era onde a tinham deixado, a sua casa, a sua vida. Tudo lá. E foi tão infeliz e fez os seus de cá tão infelizes, que estarem juntos passou a ser um tormento só capaz de imaginar para quem ouve.
Há uns dias atrás, porque amar os filhos pode significar ter de abdicar delas, o Sr. A deixou-a ir, na feliz expectativa de reencontrar a felicidade noutros braços que não os seus.
Eu sou mesmo uma pessoa de pessoas. Ensinam-me sempre alguma coisa.
Rita
domingo, novembro 14, 2010
Mais um desenho da Alice...
Agora, por vezes, quando alguém faz anos ou existe um qualquer tipo de comemoração, a Alice lembra-se de fazer uma prenda. No caso do casamento da Ana e do Fernando, há uns dias atrás, no Porto (*), foi este desenho. Por trás, escrevemos um título: "Os noivos". E também a informação de que a noiva estava a ir de bicicleta para o casamento porque não lhe apetecia ir a pé.
Rita
* O que significa que foi também a sua primeira noite num hotel. Escusado será dizer que adorou. Tudo, incluindo o pequeno-almoço. Tirando o bolo de chocolate que havia por lá, e que gulosamente foi buscar, para depois colocar à primeira dentada... era muito pouco doce...
quinta-feira, novembro 11, 2010
Adeus, "Senhor do Adeus"
A imagem foi retirada da net.
Durante muitos anos um Sr. sempre muito bem vestido, de idade avançada, acenava na rua de Lisboa a quem passava. Fazia-o sempre com cara alegre como se o retribuir desse aceno alimentasse essa sua actividade.
Durante muitos anos pensei que esse Sr. sofresse de solidão e todas as noites procurasse o combate a esse sentimento através do acesso a quem passava na rua, e retribuia o adeus.
Há pouco tempo soube que o Sr. se chamava João Manuel Serra, que tinha 80 anos, que era um amante de cinema, que tinha um blog sobre os filmes que todos os domingos via na companhia dos amigos no Monumental e que como actividade diaria acenava na rua a quem passava. Na entrevista que deu na Antena 3 ao Fernando Alvim o Sr. João Manuel Serra contou que era proveniente de uma família abastada, confessou que nunca tinha trabalhado mas que considerava a sua actividade um trabalho. O seu era um trabalho diferente; o de arrancar sorrisos a quem passava na rua.
Todas as noites acenava, no inicio da noite no Restelo (a zona onde morava) e a partir da meia-noite ia para o Saldanha. Deslocava-se de táxi entre locais de actividade por ter sido assaltado, mas que o dinheiro que gastava todas as noites não tinha importância, ele considerava que a sua missão era fazer mais felizes as pessoas.
Soube agora que o Sr. do Adeus morreu ontem. Não voltarei a vê-lo a acenar, mas sempre que passar pelos seus pontos de trabalho durante a noite vou imagina-lo ali, a dizer adeus a quem passa e sei que farei um sorriso. Eu e todos os que retribuíam o seu aceno.
Ana Cristina
quarta-feira, novembro 10, 2010
Paixões de Vasco...
segunda-feira, novembro 08, 2010
Nova fã...
Foi quando ela desenhou um Pai Natal com varicela e uma Barbie ao lado (acho que era para ser como se fosse dentro do saco) com uma cara cheia de olhos que me lembrei de ir buscar o livro do Tim Burton, "A Morte Melancólica do Rapaz Ostra & Outras Estórias".
Comecei-lhe a ler um pouco a medo, mas ela foi achando piada... e quando dei por isso, estava mesmo a rir à gargalhada com esta ilustração, da rapariga que olhava tão fixamente que, depois de ganhar um concurso de olhares fixos, resolveu levar os olhos a banhos, "para descansarem finalmente"... e depois explicava ao pai que o que estava ali pendurado eram os olhos («esta parte branca, estás a ver...?!») e ria, ria...
Comecei-lhe a ler um pouco a medo, mas ela foi achando piada... e quando dei por isso, estava mesmo a rir à gargalhada com esta ilustração, da rapariga que olhava tão fixamente que, depois de ganhar um concurso de olhares fixos, resolveu levar os olhos a banhos, "para descansarem finalmente"... e depois explicava ao pai que o que estava ali pendurado eram os olhos («esta parte branca, estás a ver...?!») e ria, ria...
Está provado... a minha filha de cinco anos é uma nova fã de Tim Burton...
Rita
domingo, novembro 07, 2010
"It´s my party..."
Muito sinceramente, não me interessa o que esta mulher ingere ou consome... apaixonei-me pela sua voz à primeira vez que a ouvi e só desejo que ela cante ainda durante muitos e bons anos... Esta é nova, um remake de 1963... deixo-o para começarem bem a semana... minimizem e deixem a mulher a cantar enquanto começam o dia... é magnífico...
Rita
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