Talvez noutro dia as palavras sejam mais justas.
Ana Cristina
“O Rapaz do Pijama às Riscas” é um livro muito interessante, classificado como romance jovem mas que todos, independentemente da idade, deveríamos ler. Não me tinha interessado aquando da passagem nas salas de cinema, por não ter gostado tanto como a generalidade das pessoas dos últimos filmes famosos acerca da 2ª Guerra Mundial. Na maioria das vezes fiquei com a sensação que a História não foi contada de forma séria e grave que merece ser lembrada. Assim de repente lembro-me de um dos meus filmes de ódio, filme esse que ao que me lembro, ganhou montes de prémios e fez inúmeros fãs, mas que a mim só me faz taquicardia de tantos nervos que me mete. Refiro-me ao “A Vida é Bela”.Neste livro deparamo-nos com uma história contada de forma muito simples, sem rodeios nem floreados mas muito realista, onde o leitor se vê observador de um desenlace que se prevê mas que deixa qualquer um sem palavras. Um livro justo com História Mundial. Um livro bem escrito que todos, todos deveriam ler.
Gostaria que todos os anos as Oficinas pudessem oferecer obras da sua autoria às minhas sobrinhas F e M. 

Rita


Esta lagarta (ou minhoca, consoante os gostos) já andava para mostrar desde o Inverno. Foi para a Rita, que já há tanto tempo não tinha uma coisa das Oficinas no roupeiro. Temos de tratar de alguma coisa agora para o Verão, não Tina?! E a ver se dá tanto gozo a fazer como esta... eu adorei o resultado... e até pode servir para agitar um pouco este blog, que nos últimos tempos anda tão pouco visitado...Desde há dois ou três dias que o Vasco tenta dar um ou dois passinhos sem estar agarrado. Depois manda-se para um ponto de apoio ou para o chão, e sorri com ar orgulhoso da sua façanha.
Já embala um boneco quando lhe pedimos para pôr o bebé a dormir.
Já põe o telefone no ouvido e diz algo parecido com "tá".
Nunca liguei muito ao Dia da Mãe. Quer dizer, devo ter ligado, na primária, quando efectivamente fazia a prenda. Mas depois daqueles quatro anos, sucederam-se dezenas deles (sim, duas dezenas) em que o Dia passou a ser só mais um dia, sem lembranças especiais e só com o telefonema obrigatório para a mãe.