segunda-feira, agosto 24, 2009

Férias em festa





Estamos em Viana do Castelo e andámos nas festas.
A Alice viu gigantones, cabeçudos, bombos, procissões, ranchos e fogo de artifício pela primeira vez. Gostou e ainda há poucos minutos me perguntou porque é que hoje «não havia nada».
O Vasco foi slingado por entre muita gente e até conseguiu dormir ao som forte dos tambores que fazem vibrar uma praça inteira.
Eu matei muitas e muitas saudades.
Rita

sexta-feira, agosto 21, 2009

Uma prenda de sucesso

Legenda: uma filha com os chinelos da avó (calçados ao contrário), a cantar e a dançar para o seu irmão (que sorri e dá pontapés de contentamento) utilizando uma das suas prendas de sucesso (um microfone).
Rita

quinta-feira, agosto 20, 2009

O post que devia ter sido feito ontem...

Há quatro anos eu devia estar a olhar para a pequena companhia ao meu lado, dentro de uma caixinha de acrílico e toda arranhada pelas suas próprias unhas fininhas, e a descobrir o que era verdadeiramente o amor à primeira vista... sei, pela minha irmã e pelos seus estudos de mestrado, que não acontece com todas as mulheres, por isso congratulo-me de ter sido uma das felizardas...
Há quatro anos e umas horas (ou seja, no dia 19) entrei no magnífico mundo da maternidade. Ontem estivemos de parabéns.



Na foto, tirada ontem: a que se sujeita um pai quando a sua filha faz anos e recebe um conjunto de maquilhagem...

Rita

domingo, agosto 16, 2009

E assim...

... dá-me de repente uma onda de ternura por esta família que é a minha e que fui eu a construir... por este homem magnífico de quem gosto tanto e que neste momento ri alto e satisfeito e joga às cartas com o seu avô sob o olhar atento da avó, numa rotina cúmplice que tem anos mas que só é repetida de tempos a tempos... por aquela filha que, toda mordida pelas melgas, dorme lá dentro num sofá-cama e que tantas vezes me tira do sério mas que ao mesmo tempo me deixa louca de amor... por aquele outro que está quase a acordar para mamar a última refeição do dia, tão pequeno ainda e tão grande já, de perninhas redondas e por quem estou irremediavelmente apaixonada... e somos um conjunto tão bom, tão completo e perfeito, que pareciamos estar desde sempre uns à espera dos outros...
Rita

sexta-feira, agosto 14, 2009

Papas e papuças

Lembro-me tão bem da primeira vez que dei papa à Alice... cheguei entusiasmada a casa com as indicações da pediatra e comecei a preparar a coisa: 140 ml de água fervida com quatro (foram sempre lá mais para as cinco, com quatro fica muito aguada) colheres de papa "Nutriben 1ª Papa LA". E é verdade: a maravilhosa colher de silicone, aquela que a farmácia da zona garantia ser a mais recente e melhor colher do mercado... Tudo apetrechado para a nova experiência...
Foi uma pequena e cómica frustração... um pratinho de papa tão jeitoso e bem cheiroso e a rapariga a deixar esvair-se tudo pelos cantos da boca, a tentar mamar na colher e a não achar piada nenhuma aquilo... Só de rir, a minha cara a olhar para tudo o que daquela refeição sobrou...
Tal como prevíamos (porque já tínhamos tido azar com um primeiro filho mau para comer e porque só um dos progenitores havia tido esta característica - conclusões não científicas a que, vai-se lá saber, todos os pais se devem agarrar), com o Vasco não foi assim... Ou melhor, a avaliar por duas semanas, completadas hoje, de uma refeição de papa por dia, prevemos que o Vasco não será assim.
O rapaz choramingava furiosamente e assim que sentiu o sabor na boca parou... e mastigou... e gostou... claro que o prato não foi todo aviado, mas fui capaz de jurar que houve colheres cujo conteúdo foi todo comido, engolido de um trago...
Hoje, duas semanas volvidas desta experiência e já na altura de começar outra refeição de sopa, já come a pratada toda que se oferece... com muitos sorrisos de entusiasmo, pontapés de animação, abraços à colher sempre que consegue chegar-lhe... e bocas abertas para a papa que se aproxima... Em resumo: temos companheiro para as comezainas!!!!
Rita
E em relação à falta de autorização, diga-se que com um segundo filho as coisas são diferentes... Esta mãe despreocupada (ou negligente?!) não conseguiu marcar a tempo a consulta dos 04 meses, antes da pediatra ir de férias e, desenrascadamente, foi buscar as indicações da mesma médica para a primeira filha e... voilá...!

quinta-feira, agosto 13, 2009

Actualizações do filho caçula

* No dia 29 de Julho pareceu-me ver o Vasco a olhar seriamente pela primeira vez para a Fera. Foi um reparo rápido mas já constatei entretanto que não foi só uma sensação minha. Há menos dias, sentado no meu colo, ambos no sofá, não só olhava para ela, ali deitada pertinho, como lhe sorria... adoro ver esta evolução...
* Na semana seguinte, a primeira de Agosto, logo nos primeiros dias, o puto - pasmem-se como eu me pasmei - aprendeu a tossir... É lógico que ainda nem era um tossir por graça e sim mais uma forma de comunicação connosco, mas o safado ficava engraçadíssimo a esforçar-se para chegar ao som... e a verdade é que conseguiu, deixando-me totalmente surpreendida por verificar que um bebé tão pequeno poderia fazê-lo... Dias depois pareceu esquecer-se da técnica e agora tenta mas não chega lá... em todo o caso, os momentos foram devidamente registados para a posteridade e servirão de testemunho...
* Também na primeira semana deste mês, mas já mais para os últimos dias, o Vasco descobriu... os pés...! Já os empoleira em cima do peito ou da cabeça e começa lentamente a saboreá-los...
* No dia 08 ou 09 de Agosto, o rapaz virou-se para baixo pela primeira vez... e também não o fez mais até agora... pronto, é só para não esquecer...
* E, a mudança maior e da qual falarei amanhã (isto é ou não é um tipo "cenas do próximo episódio" como as novelas tinham antigamente?!), no dia 31 de Julho e antes de autorização médica, o meu Vasco começou a comer...!!!! E mais não digo...
Rita

quarta-feira, agosto 12, 2009

Desculpas e justificações

Para quem, apesar das nossas ausências, ainda se possa manter fiel a este blog e vir cá assiduamente à procura de notícias, fique a saber que houve razões lógicas e concretas para este afastamento de duas semanas.
Imediatamente após o último post, fiquei com um torcicolo terrível, que melhorou com o tempo e depois piorou e tornou a melhorar e a repiorar de tal forma que tiveram de vir cá a casa as mãos e as agulhas mágicas de um amigo... e em conjunto, elas sim, fizeram maravilhas...
Por sua vez, na última semana, aproveitando o último período de férias da Alice com os avós (foi o terceiro seguido deste Verão, este ano tem sido uma sortuda!... agora é nossa, toda nossa e só nossa até ao finzinho das nossas licenças e férias...), partimos para um dos meus gigantescos projectos desta licença de maternidade: pintar parede e móveis do quarto da Alice e do Vasco. A Tia Cristina fez trocas e baldrocas no emprego, acampou uns dias cá em casa e, juntamente com as arrumações do pai, foi trabalho quase de Sol a Sol.
Está portanto justificada a ausência das duas autoras deste canto. Uma tem torcicolos e paredes para pintar; a outra tem trabalho, tese de mestrado e alinha nas pinturas...
Mil perdões, minhas gentes... a novela segue nos próximos dias, basicamente porque tenho de ir ali dar de mamar que o puto chora que se desunha...
Rita

terça-feira, julho 28, 2009

Desabafo

Acabei há pouco de ver um episódio do "C.S.I. Nova Iorque", onde uma exímia funcionária que tinha parido uma criança há pouco tempo (na verdade, foi só no episódio passado, tanto quanto me recordo, mas a semana decorrida é apenas simbólica), estava toda contente a ajudar no laboratório, no caso a resolver, enquanto o chefe sorria placidamente e lhe dizia que ela devia estar em casa.
Gostava de saber onde os argumentistas arranjam estas mães, em pulgas por voltar a trabalhar ainda durante a licença de maternidade... e principalmente estes chefes, tão simpáticos e complacentes...
Rita

segunda-feira, julho 27, 2009

Saudades

Desta vez foram os avós paternos que sugeriram levá-la uns dias com eles, de férias. Ainda trabalham e as oportunidades são muito menos. Ela foi, só há umas horas, toda contente. Tão contente que quase se esquecia de se despedir de mim, embora depois me garantisse que depois ligavam «muitas, muitas, muitas vezes».
A minha filha vai por vezes de férias com os avós. Uns dias, uma semana, habitualmente não mais. Eu gosto que ela vá, faz-lhe bem. A ela, a nós, aos que a levam. O que verdadeiramente me custa é o momento da partida e o tempo a seguir. Depois, aos poucos, sabe bem a sua curta ausência e a recuperação das despreocupações de quando éramos os dois ou ela era pequenina. Portanto, sei que amanhã vou estar melhor. Mas agora... agora estou a ressacar de saudades da minha miúda...
Rita

quinta-feira, julho 23, 2009

Data e informação a não esquecer

Anteontem a Alice chegou a casa a conseguir dizer os "res" do meio das palavras. Ainda é difícil dizer "Margarida", "frigorífico", "obrigado" e outras que tais, mas a prima Sara, nestas férias, já será uma feliz contemplada com o nome correcto!
Rita

quarta-feira, julho 22, 2009

As minhas amigas são o máximo

E se de repente tocarem à porta a meio da manhã e um senhor nos entregar uma caixa toda elegante, branca e com um laço vermelho, e depois já dentro de casa abrirmos e descobrirmos três rosas também vermelhas, lindas de morrer, e um envelope com...


... isso é...
Ter as melhores amigas do mundo...!
Obrigada, V. e M..

Rita

terça-feira, julho 21, 2009

O Jardim Zoológico


Nestas férias - e por férias entende-se a interrupção lectiva da Alice, que não significa que a escola esteja fechada mas sim que deixa de existir o trabalho e as actividades de sala habituais - fomos ao Jardim Zoológico de Lisboa. Aproveitámos e levámos também uma amiguinha... e os avós maternos que não queriam deixar de acompanhar esta primeira incursão da neta àquele mundo... e já agora a tia, que até conseguiu entrar um pouco mais tarde.
Para quem, como eu, que não ia lá há tantos anos (e da última vez já havia o teleférico e os golfinhos), o ZOO foi uma agradável surpresa. O elefante já não toca o sino em troca de uma moeda, os gorilas já não estão em salas de cinco metros quadrados com parede de vidro, os macacos já não nos ligam o suficiente para nos atirarem com as suas fezes, o tigre já não vai e volta ao longo das grades de uma jaula pequena demais para ele.
O Jardim tem agora novos espaços, maiores, bem elaborados e que podem até dar a ilusão de liberdade. Os primatas aparentam conviver entre si, a céu aberto, sem jaulas, num território de alguma dimensão e com estruturas bonitas em madeira e cordas para brincarem. Os tigres (são vários, agora), têm uma "casa" grande só para eles, mas que nós podemos atravessar e espreitar bem de perto.
As condições não são, obviamente, perfeitas, mas incontestavelmente superiores ao que eram e tentando ir de encontro a um conceito de maior respeito para com os animais que só ali temos hipóteses de ver e mostrar.
Fica a ideia de um dia bem passado (a Alice adorou!) e o conselho (que aproveita uma crítica) de procurarem na net primeiro se podem usufruir de algum desconto, uma vez que o preço é caro e não existe nenhuma informação na bilheteira sobre os vários protocolos e deduções (ex.: o Cartão Lisboa Viva, Cartão Fnac, Clubes "Olá", "Rik&Rok", etc.). Convem por isso levar a informação e um planeamento prévio do dia.

Rita

segunda-feira, julho 20, 2009

Tantas vezes em que não tenho tempo, ou vontade, ou capacidade física...
Nem acredito que hoje não tenho nada para dizer...
Boa semana.
Rita

sexta-feira, julho 17, 2009

Novamente a três, mas ao contrário

A Alice está fora por uns dias, no Alentejo com os avós.
E nós ficamos a três, mas desta vez ao contrário, para dar a fingida oportunidade ao Vasco de, por pouco tempo, ser também filho único.
Mais uma vez constato como é bom descansarmos uns dos outros, por vezes. E como é bom sermos quatro, mas também os três que éramos, os dois que já fomos, estes novos três que podemos ser de vez em quando. E misturar e reciclar e trocar voltas e reviravoltas... como numa dança...
Rita

quarta-feira, julho 15, 2009

Pintalgada como uma estrela de cinema

Era uma vez duas irmãs que combinam uma tarde de compras juntas, e uma delas sugere à outra, a que leva um pirralho de três meses e meio e detesta perfumarias por causa do cheiro intenso, que entrem num desses antros só para ver uma coisa, e começam as duas, que não percebem rigorosamente nada de maquilhagem, a questionar-se sobre se determinada base é mais da cor do pescoço do que outra, e aparece a lojista e elas põem uma dúvida e a dita leva-as a uma maquilhadora e então esta última, de pele branca linda e olhos pintados magnificamente com muito azul, agarra na irmã que foi mãe há pouco tempo e começa a experimentar-lhe uma série de produtos e as duas irmãs entram num mundo de bases e pós solares e ilumidadores de olhos e "disfarçadores" de olheiras e blushes e sombras e máscaras (porque rímel é uma marca e não o nome do produto) e glosses, para depois olharem a desta-feita-maquilhada-irmã e descobrirem que ela está mesmo giraça e parece uma estrela de cinema e não fica mais velha e sim sofisticada, e tudo isto para depois a irmã que foi mãe e agora está toda maquilhada e verdadeiramente gira dizer à menina de pele branca linda para lhe escrever num papel os nomes e referências dos produtos todos e descobrir que se quisesse manter aquele aspecto todos os dias teria de gastar quase 200 euros. Mas pronto, pelo menos chegou a casa a parecer uma estrela...

Rita
(para não nos esquecermos daqueles momentos, minha querida irmã)

segunda-feira, julho 13, 2009

Comparações


Têm os pés iguais.
E, de acordo com as minhas notas, dobraram os dois o riso aos três meses e meio. Os dois com brincadeiras da tia.

Rita

terça-feira, julho 07, 2009

A tarde de hoje

Agarrámos em nós, na avó e nos sacos de papel com os restos de pão duro que cá haviam, e rumámos até à Gulbenkian para acabar de convalescer a Alice e a indisposição que lhe deu uma febrita e uns vómitos nos dias anteriores.
A Gulbenkian traz-me boas recordações e é um local onde me sinto bem. Ela também gosta. Os patos e pássaros que por lá andam têm uma desfaçatez tal que só saltam uns ligeiros metros quando os miúdos os tentam fazer voar. Chegam a comer da nossa mão estendida. Ela partilhou o pão que levava com três irmãs e imitou-as nas suas brincadeiras. Conversámos ainda sobre quem tinha sido o Calouste Gulbenkian, experimentámos os toldos e almofadas que por lá andavam e tentámos as duas cafetarias, que, para quem queria saber com antecedência e poupar a travessia de todo o jardim, fecham precisamente à mesma hora, às 17H30.
O Vasco também gostou dos degraus, que lhe permitiram uma boa e tremida soneca.
Foram bons momentos, embora que curtos.
A raivinha ficou para o parque de estacionamento Berna que tem um elevador que não leva as pessoas até à superfície. Claro. Porque os cidadãos com deficiência ou necessidade especial de locomoção deste país, bem como os pais com carrinhos de bebé, só precisam de viajar por entre os vários andares do parque, não precisam de subir ou descer os três lances de degraus até à rua...
Rita

segunda-feira, julho 06, 2009

Brincadeiras

Receita para momentos de divertimento:
Juntar uma menina com quase quatro anos (mas pode ser menos, cá em casa já se fez antes e resultou), dois gatos (idem aspas aspas o parêntesis anterior) e um novelo de lã com um saco de plástico atado na ponta. Mexer tudo, temperar com uma boa dose de energia e servir.
Rita

domingo, julho 05, 2009

As duas

As duas primas, este fim-de-semana, no Festival do Panda... muitas brincadeiras, partilhas e dançaria... a minha, tenho-a cá em casa todos os dias... mas quando vejo a minha sobrinha, penso sempre no quanto já cresceu... e entretanto já há mais dois... como serão os momentos familiares daqui a uns tempos...?!
Rita

quinta-feira, julho 02, 2009

terça-feira, junho 30, 2009

Três meses de Vasco

Pesa 4890Kg.
Mede 58,5 cm.
É mais pesado e mais curto do que a irmã com a mesma idade; de forma pouco fidedigna, diria que tem o pé maior.
Tem-se alimentado quase exclusivamente com o leite da mamã e parece comilão. Apesar disso, o percentil de peso é baixo.
Gosta de estar acordado, de companhia, de colo e, preferencialmente, que quem lhe pega não pare.
Adora uma boa conversa - até já se aventura nos primeiros sons de resposta - e se for todo nu ou só em fraldas tanto melhor. Umas festinhas nas pernas sobem a qualidade do diálogo.
É muito expressivo. Tem várias caras para o aborrecimento, a indiferença e a satisfação, mas é de facto simpático e prefere o último estado de alma quando se metem com ele.
...
É lindo de morrer e faz sucesso para todo o lado onde vai.
Gosta muito do pai e da mana mas é indiscutivelmente pela mãe que está terrivelmente apaixonado. Ela adora, e retribui.
Rita

segunda-feira, junho 29, 2009

Tenho...

... umas novas sandálias da Fly London, altíssimas, giríssimas e caríssimas...

Não fui a única a gostar, claro está...

Rita

terça-feira, junho 23, 2009

Das férias 4


Nesta altura do ano, o Alentejo está carregadinho de cegonhas. Adoro cegonhas. Namoro-lhes os ninhos e fico apaixonada quando as vejo nos campos, no alto da sua elegância...
Num das idas ou voltas da praia, explico como as cegonhas me dão uma sensação inexplicável de esperança. A Cristina teoriza sobre o facto disso poder estar relacionado com o antigo costume de se dizer aos miúdos que eram as cegonhas que traziam os bebés e de como esse tipo de histórias pode ficar agarrado a nós, mesmo que não nos lembremos de tal nos ser contado ou sequer de alguma vez o termos acreditado...
Ocorre-me mais tarde que não seria essa a razão e sim o facto de estarmos diante de uma ave migratória, que nos habituamos a ter por perto na altura do calor e da praia e do Sol... e das férias...
Talvez não seja nada disso. Talvez eu tenha simplesmente um fascínio ou carinho especial por cegonhas, tanto quanto o gosto pelos pardais e melros do meu páteo, pelos voos das aves de rapina que por vezes se vê das estradas, pelas andorinhas ou mesmo pelos demasiados pombos das zonas turísticas de Lisboa, imortalizados nas memórias de todos os meninos que lhes deram migalhas de pão em tempos... Ou tavez eu goste mesmo de as rever; algumas, já nossas conhecidas, em pousos nossos conhecidos, mas com direito a família aumentada (como a nossa), com os novos membros a deixarem-se ver e até fotografar cá de baixo...
Rita

domingo, junho 21, 2009

Das férias 3



O Vasco foi pela primeira vez à praia no dia em que fez dois meses, por causa da festa de anos de uma amiga (nossa, não dele). Foi só uma hora e deu para perceber duas coisas: a primeira, que não demorávamos o dobro do tempo a preparar os dois filhos para sair, conseguíamos até fazê-lo de forma bastante rápida; a segunda, que a praia apresentava ligeiros stresses para além do calor e do Sol, como a areia e todas as pessoas que podem circular à volta de um bebé tão pequeno.
Pouco tempo a seguir, uma semaninha de férias, com direito a praia de manhã e à tarde, por curtos períodos de tempo, deu direito a novas constatações, a saber:
- o famoso meio igloo que tínhamos comprado no ano passado afinal dá muito jeito quando se tem filhotes mais pequeninos, serve para resguardar o seu espaço muito melhor, para não deixar entrar com tanta facilidade o vento, a areia e proteger melhor do Sol - aconselha-se vivamente;
- os sapatinhos de bebé têm vantagens nesta fase, quando os pés ficam frios sem meias e estas caem com facilidade;
- quando se amamenta e, simultaneamente, se vai à praia por pouco tempo, quase não se consegue fazer outra coisa que não seja estar na toalha a dar de mamar... talvez por causa disso, ou "só" por causa do grau de múta dependência ainda forte, mesmo quando conseguia dar uma voltinha ou ir um bocadinho à água, tudo parecia estranho e sentia-me a olhar sempre para o sítio onde ele estava - o resultado eram os comentários jocosos do pai «não se nota nada que foste à praia...», «já está na altura de ir embora e não chegaste a tirar a roupa...»;
- levar uma tia dá sempre jeito, não só para carregar o sobrinho até à praia e na volta para o carro, não só para ficar com o sobrinho um bocadinho enquanto a mãe experimenta a água ou está um bocadinho com o pai ou a filha, mas essencialmente pela companhia - ou seja, levar a irmã dá sempre jeito para matar todas as saudades e mais algumas de quando éramos só as duas...
O que mais dizer sobre as férias relativamente ao puto pequeno?! Que tomou duche todos os dias, porque na casa do Alentejo não há banheira e porque nos esquecemos de comprar um alguidar no primeiro dia e decidimos experimentar... e resultou... os bebés gostam de duche ao colinho dos pais e não se incomodam nada com os ditos. Que teve a sorte de adormecer muitas vezes no tremidinho, primeiro porque o caminho de ida e volta para a praia era feito de carro, depois porque acordava no restaurante e precisava da ajuda de um colinho ou de um pé a abanar o "ovo" para dormir... imagine-se as exigências criadas fora destas circunstâncias...
Rita
* este post custou a pôr porque a fotografia não saía como eu queria...

sexta-feira, junho 19, 2009

Das férias 2

Dela, nas nossas mini-férias:
A usufruir do colinho da tia para uma soneca pós-praia e ante-almoço.
***
«- O puto já está a acordar...»

***

«- Filha, porque é que hoje já não tens medo das ondas e da água, como ontem?
- Porque eu hoje já sou crescida...»
***

«- Era uma vez um dinossauro que caía e mergulhava, caía e mergulhava, caía e mergulhava, caía...
- Mergulhava onde?
- Hã?!
- Mergulhava onde? Na banheira, no rio, na piscina, no lago, no mar...
- No rio. Caía e mergulhava. Depois encontrou um tubarão e o tubarão comeu-o.
- E depois?
- Depois o dinossauro morreu.
- E o tubarão?
- O tubarão rebentou.»
Rita

quinta-feira, junho 18, 2009

quarta-feira, junho 17, 2009

...

Mas também há coisas que me fazem feliz. Como:
  • ir à escola da Alice e ser identificada como "a famosa tia Cristina";
  • ter o Pilas à minha espera quando chego a casa. Ele aguarda-me sempre no tapete à entrada e eu faço-lhe festinhas na barriga durante prái um minuto;
  • estar de férias, mesmo que nuns dias em que estamos em casa. A semana passada estive no Alentejo e para a semana irei para o Algarve. Estes dias estou por aqui a curtir o tempo que sobra e a organizar o que está em pantanas...
  • ter ido de férias com os sobrinhos e ver como eles estão lindos de morrer. O Vasco já se ri muito e gosta de conversa. A Alice está uma menina faladora, que passa o dia aos saltos, a contar coisas, e a perguntar o porquê de tudo. Foi bom, e a primeira experiência do Vasco na praia correu muito bem...
Ana Cristina

segunda-feira, junho 08, 2009

...

Há coisas que me põem triste. Hoje são estas:
  • Quase dois terços da população do meu país não exerceram ontem o seu direito de votar. Não se lembram que ainda há 35 anos não o poderiam fazer mesmo que quisessem.
  • A extrema direita na Holanda conseguiu ser a segunda força política mais votada nestas eleições. Esses lembraram-se de ir às urnas.
  • Se fosse viva a avó Joana hoje fazia 95 anos,
  • Se o N não tivesse morrido faz hoje um ano, eu nem me lembraria do meu jovem vizinho do lado. Cerca de uma semana depois fiz este post, lembrando o momento em que sozinha tentei recuperá-lo.
Ana Cristina

segunda-feira, junho 01, 2009

Para ti

Nos últimos tempos tens estado pouco. Sei que te ultrapassa e que preferias estar por aqui, connosco. Ainda por cima, quando estás, é tudo confuso, andamos a correr de um lado para o outro, quase não paramos.
Pensava que estes momentos iam passar a ser muito mais difíceis, com eles os dois. Estranhamente, as coisas saem de uma forma natural e arranjam-se entre si. Só o tempo passa a correr e a parte que me cabe a mim é muito mais reduzida. Esqueço-me também de algumas coisas respeitantes à dinâmica familiar, mas todos os males fossem esse.
O pior mesmo é não estares e eu ficar assim... perdida... não no meio de tudo o que há para fazer, mas mais do que tudo, em mim...
Não ligues, estou a sentir-me só.
Rita

quinta-feira, maio 28, 2009

A visita do Vasco à escola

Na semana passada, após prévia combinação com a Educadora da Alice, levei o Vasco para conhecer a sala e os amiguinhos da irmã.
Sentámo-nos todos no chão, eles em meia-lua diante de mim, do rapaz pequeno dentro do "ovo" e da Alice. E conversámos.
Começámos pelas apresentações e em seguida dispus-me a responder às questões que eles pudessem ter, sobre bebés e sobre o meu bebé em particular.
A sala da Alice tem crianças dos 03 aos 06 anos de idade e as perguntas foram completamente díspares. Houve quem levantasse o dedo para me contar algo ocorrido no dia anterior e quem fizesse analogias com os cachorrinhos bebés que a cadela do vizinho tinha tido. Mas também houve dúvidas verdadeiramente interessantes: com quanto tempo tinha o Vasco nascido, que peso tinha na altura, o que comia agora (o que levou a uma série de perguntas de alimentos em lista), por onde tinha saído, se mamar fazia doer e - de todas a que me deixou mais surpreendida - porque é que o ar que os bebés não arrotam lhes faz mal, se nós respiramos ar... etc, etc, etc...
Para além da conversa, ainda dei de mamar, mudei a fralda e consegui pousar o Vasco no colo de cada um. A não esquecer também o momento importante em que a Alice exibiu a meia do mano aos amiguinhos individualmente e a análise que cada um quis fazer da sua pequenez e até do cheiro.
De tudo, só não estava preparada para a reacção da primogénita. Muito agarrada a mim e ao mano, por pouco queria ir embora logo a seguir ao início da conversa. Valeu a atitude da Educadora, que percebeu a minha atrapalhação e surpresa e fez os possíveis para a acarinhar quando eu não podia. No fim, explicou-me que é habitual ser difícil para os meninos a partilha dos pais... e se se juntar ainda um irmão em simultâneo...
Mesmo apesar disso, gostámos. Muito. Era capaz de jurar que até o Vasco achou piada a tantos mimos e lambuzadelas, embora o cansaço que aparentava ao chegar a casa ajudasse a disfarçá-lo.
Rita

terça-feira, maio 26, 2009

Obrigado

Que me perdoem todas as pessoas que têm oferecido coisas lindas ao Vasco, mas a manta de retalhos saída das mãos e mente da D. propositadamente para ele foi a coisa mais maravilhosa que alguém poderia ter dado... já andava para a colocar aqui há uns tempos...
Obrigada, D.. Nem sei se tens noção, mas foi mesmo um pedacinho de céu...
Rita

segunda-feira, maio 25, 2009

Romantismos dela..

- Mãe, aqui dentro do meu coração tenho uma "bela adormecida"...
[Só não percebi se com maiúsculas ou minúsculas]...
Rita

quarta-feira, maio 20, 2009

Arrumações 2

Uma das vantagens de ter uma filha lingrinhas é conseguir que, aos três anos, vista vestidos de nove meses em forma de túnica...
Rita

domingo, maio 17, 2009

Novidades de fim-de-semana

A Alice "preparou-nos o pequeno-almoço" pela primeira vez este sábado. (Ok, é óbvio que foi à medida dos seus três anos e nove meses, mas o que conta é a intenção...)
Como é hábito diário, o pai trouxe o pão e pousou-o na mesa. Enquanto preparávamos depois os leites na cozinha, a Alice andava de um lado para o outro, aparecendo depois à nossa frente só com o saco de papel do dito. Já estava. E levou da gaveta os marcadores. E voltou para pedir o resto, a manteiga, o fiambre e o queijo. Olhámos um para o outro e estremecemos, com medo até de reentrar na sala. Mas o cenário não era mau, as fatias de pão apenas se encontravam todas espalhadas pela mesa.
O ex-libris foi mesmo a oferta particular para cada um: o pão com queijo para a mãe e o pão com fiambre para o pai. Atente-se na preparação que ela fez... e a conclusão óbvia de que a esta casa não chegará a crise enquanto o fiambre e o queijo forem racionados pela nossa filha.



Rita

quinta-feira, maio 14, 2009

Arrumações 1

Se com a chegada de uma nova estação, há roupa que precisa de ser experimentada e arrumada, com a chegada de um bebé, mais ainda...
Se o dito bebé for de um género diferente de um primeiro filho, agrava-se a questão...
Se a casa não é grande, pior ainda...

Com esta conversa, é fácil perceber que nos últimos tempos tenho andado dedicada à roupa dos miúdos. Separar a que é visivelmente de menina e a que pertence ao grupo unissexo. Dentro de cada categoria, dividir por classes etárias. Ver o que já não serve. Confirmar o que ainda não serve. Aumentar o espaço que era de um para que dê para dois. Inventar.

Solução arranjada: prateleira quase no tecto (que cá em casa é particularmente alto) e uma fileira de caixas do Ikea.

Rita

quarta-feira, maio 13, 2009

Como prometido




Aqui estão, algumas das fotos de ontem. Podem ser vistas mais algumas no flickr...
Ana Cristina

Pois eu...

Tive um dia muito preenchido. Estive em luta por melhores condições para o exercício da profissão que me orgulho de ter. Hoje (a bem dizer ontem porque neste momento já passam 9 minutos da meia-noite) no dia da enfermeiro, fiz greve e estive ao mesmo tempo a trabalhar durante a manhã. À tarde juntei-me aos mais de cinco mil colegas na manifestação e gostei do que vi.
Amanhã edito as fotos, tá? Agora vou descansar as pernas que bem precisam.
Ana Cristina

terça-feira, maio 12, 2009

Planos



Sim, vou ser uma mulher nova.
Sim, vou passar a pôr aquela máscara de limpeza todas as semanas. E aproveitar e limpar a pele com os outros produtos das embalagens azuis, o gel e a loção, vá-se-lá-saber-porque-razão-existem-tantas-tretas-específicas-para-pôr-na-cara.
Já agora, vou aproveitar e uso também aquele gel para a celulite que quase congela as pernas. E o outro, do ano passado, com aquelas rodinhas para matar a casca de laranja às pisadelas. Quando esses acabarem posso passar a usar antes a maquininha que a tritura.
E amanhã começo a ir ao ginásio.
Assim, quando for preciso tirar uma fotografia tipo passe para um documento verdadeiramente importante, ainda por cima com prazo de validade longo, não me vou parecer feia, velha, de olhos inchados, cheia de borbulhagem na cara... e, por acréscimo, gorda, mesmo que não se veja... E pronto, está bem, vou ao fotógrafo... talvez desperte em mim mais fotogenia do que a nossa máquina digital ou aquela caixinha para onde se entra e se fica a olhar para um espelho, à espera de uns disparos de luz, com cara de parva...
E, assim como assim, já que estou em maré de planificações futuras de beleza, resta-me prometer insistência, mesmo que algum produto fora de validade me provoque uma qualquer alergia manhosa...
Rita

sexta-feira, maio 08, 2009

Mas porque é que eu...

... que até estou de licença e tudo, não me mentalizo para fazer durante o dia os posts que tenho na cabeça, em vez de os deixar para a noite, precisamente para quando começo a ter sono e a deixar que me falte a vontade de fazer seja o que for que não passe por esperar pela hora da próxima refeição do meu filho, precisamente precedente da minha hora de dormir...?! Porquê?!

Rita

quarta-feira, maio 06, 2009

Já a tenho!


Comprei-a hoje. Já estava escolhida desde Março, mas entre o modelo antigo e o que foi lançado agora optámos pelo novo. Agora posso tirar fotografias outra vez. A verdade é que desde que a minha Olympus, no dia de Carnaval, desapareceu assim de repente e sem deixar rasto, eu estava muito carente de fotos...
Ana Cristina

segunda-feira, maio 04, 2009

Fototerapia caseira

Pouco tempo depois de virmos para casa, a Tia Cristina-enfermeira achou o sobrinho um pouco amarelito. Possível icterícia. Aconselhou então uma espécie de "fototerapia caseira": miúdo despido sob a luz directa do Sol que entra pela janela, durante cerca de meia hora, num quarto aquecido, com os olhos protegidos.
A foto foi tirada para recordar e para vos mostrar. O Vasco, num curto momento do seu quarto dia de vida.
Rita

domingo, maio 03, 2009

Um mês de Vasco


As opiniões são praticamente unânimes: o Vasco é parecido com a Alice quando ela tinha o mesmo tempo. Mas em rapaz, dizem alguns.
Assim com olhar mais especialista, que é como quem diz de mãe e pai, com aquele olho de quem olha muito e muito, mais ou menos a adorar o menino, acho que sim. É o mesmo estilo de bebé, franzino, de cabeça pequena... e lindo, obviamente. Tem os pés parecidos com os dela e com os do pai e uma manchinha na testa, exactamente com o mesmo formato que ela apresentou durante bastante tempo (um angioma plano, ensinou a tia; um Mickey Mouse, diz a Alice, para quem é o que a dita lhe parece).

Um mês de Vasco tem sido, para além de um mês de adoração, um mês de bastante tranquilidade. A V. diz que tem de aprender comigo a não ter ansiedades na gravidez para poder ter filhos como a Alice e o Vasco. Eu acho que deve ser por outro motivo qualquer, porque se houve coisa que tive nesta gravidez foi ansiedades.
Mas enfim, a verdade é que o puto pequeno tem sido fixe. Mama de quatro em quatro horas durante o dia e já faz um intervalo de seis à noite. Às vezes já gosta de social, de ficar acordado a olhar para nós e para o mundo.
Também chora, mais do que a irmã (tendo em conta que esta quase nunca o fazia, não é difícil ser recordista). Tanto quanto temos vindo a perceber, precisa de rotinas certas; nada de adormecer ao colo ou com embalo, que pelos vistos dá origem a birrinhas nos intervalos seguintes... Às vezes é um malandro, porta-se como um anjinho quando temos visitas, deixa todos espantados com a sua quietude. Depois as pessoas vão-se embora e ele faz terríveis choradeiras.

Basicamente, um mês de Vasco tem sido um mês de um paraíso com menos de quatro quilos, bom de ter ao colinho e de fazer festinhas e de dar beijinhos e de cheirar e de observar para não perder nenhum pormenor daqueles que sabemos impossíveis de guardar com exactidão para sempre...
Rita

quinta-feira, abril 30, 2009

Eu disse que voltava no fim do mês.

E cá estou eu. Muito mais aliviada porque a cadeira de estatística já está feita (e foi a última) e eu já consigo perceber alguma coisa do programa informático que vou usar para o tratamento estatístico dos meus dados. Claro que para a conclusão da tese ainda falta uma boa parte do caminho, mas por enquanto tenho algum tempo para dedicar às Oficinas e a este espaço. E a lista de trabalhos das Oficinas é longa.
Tenho de aproveitar este tempinho e recarregar as minhas energias a fazer coisas que gosto.
Ana Cristina

quarta-feira, abril 29, 2009

Há precisamente um mês...

... eu ainda estava assim, enoooorme:

E, pelos meus cáculos e pela hora registada na fotografia (19H04), tinha chegado a casa depois de, pela ordem cronologicamente invertida:
- cortar o cabelo (novo visual para o filhote);
- desatar a chorar no meio da rua porque o cabeleireiro a que era para ir (depois encontrei outro) disse que eu tinha de esperar uma hora e eu não queria demorar mais tempo a chegar a casa para estar com a minha filha no seu último dia de "única";
- ainda passar umas horas a imprimir as últimas coisas do serviço, no serviço (e era domingo!);
- trabalhar em casa desde as 05H00 (e não 17H00!!) para acabar os últimos trabalhos;
- desatar a chorar em casa porque ainda estava a trabalhar e queria era estar a brincar com a minha filha no último dia em que ainda só lhe estava entregue a ela...
Depois desta foto, o digno de registo foram as imensas mimalhices à Alice e o "petit gateau" que o João preparou para mim, no último dia a prever-se de meses de seca de chocolate...
Rita

terça-feira, abril 21, 2009

Olá!

Não tenho aparecido mas estou aqui, do outro lado do monitor e, de longe em longe, venho espreitar o que há de novo nos blogs preferidos. Tenho-me dedicado a outra área, o estudo. Este retiro durará até ao final do mês e para depois já tenho uma lista de actividades a desenvolver pelas Oficinas. Até lá só vou espreitando…
Ana Cristina

sábado, abril 18, 2009

E eis que...

... dezanove dias depois do parto, decido experimentar pela primeira vez a minha roupa (calças de ganga favoritas, lavadas e passadas a ferro!; túnica em tricot justinha) e... já serve!!!!!!!!!!!!!!!!!
IUPIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Rita

terça-feira, abril 14, 2009

Mãe ao quadrado

O meu filho é lindo. Eu sou suspeita, é claro. Aliás, para mim os meus filhos foram lindos desde o primeiro relance, meios amolgados, de olhos inchados, arranhados, marcados, cobertos de porcaria natural e mútua... da Alice chorei e ouvi-me mesmo dizer em voz alta que era linda... do Vasco os olhos encheram-se-me de lágrimas que não correram soltas e olhei muito para não me esquecer de nada... O pai disse uma vez que era tolice, como era possível a Alice ser bonita se tinha a cabeça alongada tipo meloa e se vinha toda amassada. As palavras dele foram incompreensíveis.
Sou mãe de dois filhos há duas semanas e sei que nada voltará a ser como era antes. Como soube da primeira vez.
Recordo que pairei nos primeiros tempos da primeira maternidade, sempre de lágrima no olho, a sentir as cores do mundo como novas e a pensar constantemente que não podia acreditar que aquilo era a minha vida e como se poderia ser tão feliz.
Agora ando de pés no chão, feliz e calma, cheia de projectos para os meses em casa. Curto muito o puto, nem sei se mais do que da outra vez, quando tudo era novo. Agora, a novidade é ele e sabe bem tê-lo junto a mim, cheirá-lo, tocar-lhe a pele, aproveitar-lhe a leveza...
O meu filho é lindo e tudo na minha vida neste momento é maravilhoso.
Rita

terça-feira, março 31, 2009

JÁ ESTOU CÁ FORA !!!

Nasci ontem, com 3040g de peso, e sou um rapaz muito lindo.
A minha mãe também é muito linda e manda beijinhos para toda a gente.

Vasco

sexta-feira, março 27, 2009

Em casa da tia

No domingo ela passou cá a tarde. Como sempre, assim que entrou foi directa à caixa dos seus brinquedos preferidos. Tirou quase todos os bonecos que lá estavam e lamentou a falta da Isabel, a boneca que ela pediu emprestada e ainda não devolveu. Saltou em cima da cama, cantou cantigas inventadas em frente ao espelho. E pediu para eu lhe montar a casinha, igual à que fizemos na última vez que cá esteve. Foi mais uma tarde de brincadeiras, daquelas que são feitas em casa da tia Cristina.
Não é necessário dizer que a tia Cristina adora, pois não?
Ana Cristina

terça-feira, março 24, 2009

Barrigas e manos



Acho que foi na passada sexta-feira, só no dia em que fiz as 38 semanas de gravidez, que a Alice sentiu pela primeira vez o mano na minha barriga.
A paciência dela para esperar e experimentar estar a olhar não é muita... a vontade dele se exibir também me parece pouca... Enfim, nesse dia eu descansava na poltrona e ela andava à minha volta, conversa para aqui, festas para acolá, colinhos e mimos. Quando repousou a cabeça na minha barriga, levantou-a logo a seguir, olhos muito abertos. Disse-lhe que era o mano a mexer lá dentro. Ela pousou novamente a cabeça e levantou-a outra vez. Fascinada. Queria saber porquê e expliquei-lhe que o bebé estava todo enrolado lá dentro e que, como estava cada vez maior, o espaço era pouco, tinha a necessidade de, de vez em quando, esticar um braço ou uma perna...

A relação dela com este mano e com a minha barriga tem sido engraçada. Na quinta-feira teve cá uma amiga da mesma idade e a certa altura esta perguntou se podia tocar no meu bebé. Respondi-lhe que sim, mas a Alice não achou bem. Não queria, o mano era dela, a barriga também.
Tento explicar-lhe. Que o mano não é assim uma propriedade nossa. Que quando nascer vai ser do mundo. Que o mundo vai querer pegar-lhe e fazer-lhe festas e ajudar a tratar dele. Que nós temos de deixar. Que nós também não a podemos prender em casa, que ela também é do mundo e que o mundo também é dela. Ela parece perceber melhor essa comparação. Depois, quando ficar a pensar, segredo-lhe que não se preocupe, apesar de tudo ele vai ser sempre um bocadinho mais nosso do que do mundo...

Hoje, quando a fomos buscar, levantou-me a camisola e fez-me festas na barriga. («Nasce, mano!») Depois, deixou os colegas todos tocarem e eles, de olhos e sorrisos muito fascinados, fizeram quase uma fila. Se eu acreditasse, ficava na dúvida se era eu que abençoava ou que era abençoada.
Este grande mistério que é a vida.

Rita

segunda-feira, março 23, 2009

Uma nova companhia

Desde o início do ano ando com ela no carro. Uma boneca com ar muito doido, feita pelos primvsviana. Os primvs são mesmo nossos primos e são três, sendo que a mãe e a filha já partilham a autoria de algumas peças, e outras são elaboradas pelas quatro mãos do casal, mas a grande maioria é mesmo da Lili. As peças são muito interessantes, a maioria em arame e em tecido. Algumas fotos podem vê-las aqui no flickr dela.

Ana Cristina

quinta-feira, março 19, 2009

Olá, cá estou eu...

Gosto deste canto que é nosso.
E nos últimos tempos não tenho sido assídua como gostaria, não porque não tenha assunto para partilhar, não porque o rapazola já tenha nascido e nos ocupe o tempo todo, mas porque são muitos os dias em que trago trabalho para casa para acabar e não deixar para ninguém e porque são muitas as noites em que adormeço imediatamente a seguir ao jantar, no sofá, às vezes para cima do próprio computador...
Há também a questão da máquina fotográfica, cujas fotografias eu não consigo diminuir a qualidade para que possam caber aqui. A máquina "velha" foi a emprestar à Cristina - que pelos vistos também não a tem usado - e esta deve ser demasiado boa, eheheh...
Entretanto, fica o desejo que estejam todos bem. Os que nos visitam e não comentam, os que nos visitam e comentam e nos deixam com a sensação que são velhos conhecidos, os que habitualmente visito e comento mas sem andar a fazê-lo nos últimos tempos, os meros passantes ocasionais.
A ver se volto mais assiduamente para deixar registo dos últimos dias desta minha gravidez (que amanhã perfaz 38 semanas).
Rita

quarta-feira, março 18, 2009

A tese voltou novamente aos meus dias.

Nesta fase tem sido toda a revisão, e quem sabe reestruturação, do que está escrito com direito a mais umas pesquisas pelo meio para ir melhorando o enquadramento teórico.
Mas os dados têm de começar a ser tratados dando aos números uma enorme importância e vejo-me assustada com uma teoria que não conheço e com um programa informático que é um mistério (ainda nem sequer percebi como se constrói a tabela de dados). A estatística parece-me uma linguagem quase incompreensível, tipo uma língua estrangeira como, sei lá… o criolo, onde consigo identificar umas palavras, e até uma ideia mas não faço ideia de como se usam. E eu, que nunca fui muito de me assustar com conceitos matemáticos estou a “empanicar” .
Ana Cristina

sexta-feira, março 13, 2009

A prova? Faço-a já aqui em baixo...

Fotos tiradas pela Inês e gentilmente oferecida para publicar aqui.
Que estive lá. De manhã em frente ao Ministério da Saúde, de tarde a descer a Av. da Liberdade. Manifestei-me por todos os trabalhadores que estão em situação precária, a perder os seus direitos, a ver diminuir o seu poder de compra, ou que se sentem injustiçados (como nós, enfermeiros), por todos. Até pelos que infelizmente ficaram em casa.
Outras fotos aqui, aqui e aqui, todas tiradas pela Inês.
Ana Cristina

quinta-feira, março 12, 2009

Esta tarde foi de trabalho...

... mas ao sol, na esplanada. Estive com uma amiga a preparar um trabalho, o que com bom tempo é sempre muito melhor.
Amanhã vou para a minha jornada de luta. Concentração em frente ao Ministério da Saúde, na luta por um justo estatuto do enfermeiro, que corresponda tanto às responsabilidades exigidas como às habilitações literárias necessárias para o exercício profissional.
Estas duas folgas, correspondem ao meu fim-de-semana. Por isso, um bom domingo para todas as nossas visitas.
Ana Cristina

quarta-feira, março 11, 2009

O que fazer...?

Agora está toda contente, a saltitar de um lado para o outro da casa, mas há umas horas, chorava no carro, vinda da escola. Era por causa de tudo. A boneca, que vinha sem uma perna, a amiga R, para casa de quem queria ir, os desenhos animados na televisão, que dissemos que não iria ver porque já tinha visto muitos nos outros dias. No meio de tudo aquilo, uma queixa: o Cristiano, que lhe tinha apertado o pescoço e a garganta, e que a tinha mandado para o chão porque queria jogar à bola no sítio onde ela estava.
A expressão dela era tão inconsolável e o cenário que imaginei tão violento, que quase fiquei com vontade de chorar também. Não gosto quando chega a casa a dizer que este menino ou aquele lhe bateu ou a empurrou ou se zangou com ela. Mas habitualmente sei quem são, imagino o quadro e explico-lhe que tem de se entender com os amigos sem bater. Que devem conversar, que ela deve fazê-los entender que não gostou do acto e que não é assim que as pessoas se entendem.
Hoje não consegui. Apertar o pescoço e atirar alguém para o chão não é atitude que se perdoe ou que se resolva da mesma forma pacífica que aconselhamos sempre. Desta vez dissemos-lhe que tinha de se defender e que, se fosse preciso, numa ocasião como essas, tinha de se defender batendo. É triste, mas não conseguimos pensar em outra forma. O que fazer em alternativa...?
Rita

domingo, março 08, 2009

Reis diferentes...

A Alice no outro dia, a passar a ponte com os avós, sobre o Cristo Rei:
- Que Rei é este que não tem coroa...?!
Rita

quinta-feira, março 05, 2009

Cuidar o bebé...

No ano passado elaborámos uma proposta de formação e concorremos com ela a um apoio por parte desta instituição, que além de outras funções também se dedica à formação pública no âmbito da saúde e que, em conjunto com estes parceiros dão credito a estes pequenos projectos de educação para a saúde. Adorámos a experiência que correu muito bem e este ano vamos voltar a abraçar esta iniciativa.
No próximo dia 21 de Março seremos novamente formadoras do "Curso Cuidar o Bebé no 1º Ano de Vida", que se destina a todas as pessoas que cuidem de crianças nesta idade e que pretendam ter noções teóricas básicas das suas diferentes etapas de desenvolvimento, e que lhe permitam contribuir para um desenvolvimento saudável e harmonioso.
O programa pode ser consultado aqui, aqui e as inscrições são feitas através do mesmo site. E já agora, se puderem divulguem ...
Ana Cristina

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Medo...

Sei que pontapeias violentamente, chamo a Alice para ver, mas de repente ficas quieto.
Pensando que a minha colega Sara nunca viu nada como isto, fico imóvel à frente dela, o seu olhar fixo na minha barriga, mas tu tranquilizas-te justamente na altura em que me levanto da secretária para ir ter com ela.
Sinto-te a vaguear mas quando levanto as camisolas para observar, páras.
Puto, estou curiosa...
... isso é pura timidez, ou um grande espírito de contradição prontinho para me vir atazanar a vida...?!
Rita
E já agora, para cumprir essa etiqueta aí em baixo, na outra gravidez não foi nada assim... a Alice morria de vontade de comunicar com o exterior e reagia sempre que a provocávamos...

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

Mana mais velha

No outro dia ela deve ter-nos ouvido dizer qualquer coisa sobre o quarto do bebé. Colocou de imediato as mãos nas axilas e pediu satisfações:
- Oh mãe, e onde é que vai ser o quarto do mano?!
Sorri e perguntei-lhe:
- Não sei, onde é que achas que deve ser...?
Agarrou-me pela mão e disse-me para a acompanhar. Levou-me à entrada do quarto dela, fez um gesto vago com a mão a apontar e disse:
- Olha, não pode ser este...?!
Rita

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

...

Ontem juntámo-nos no parque para os filhotes (de quem os tem) brincarem e já agora para recordar que a terça-feira de Carnaval foi, durante uns anos, um dia de mascarada garantida, depois do passeio ao centro comercial no domingo à tarde e do baile de máscaras na segunda. Desta vez só a Alice e o João-pequeno é que entraram no espírito carnavalesco - eles, que por sinal, são os mais pequenos do grupo. Foi pena termos deixado passar mais um ano, mas pelos vistos a idade não perdoa.

Hoje, depois de procurar cá em casa, constatei que perdi a minha máquina fotográfica... Entre casa e o jardim, passando pelo carro, ela desapareceu. Maldita pdi...

Ana Cristina

segunda-feira, fevereiro 23, 2009

Seis Anos

O sexto aniversário do Pilas também não teve direito a festejo, tal como no ano passado, porque entre turnos e os convívios de família não houve tempo para muito mais. Mas a sessão de festinhas e brincadeiras aconteceu tal como a de fotografia. As brincadeiras foram as habituais, uma bola de saco de plástico e muita correria. As fotos é que o deixam sempre pouco à vontade, mas de todas elas escolhi as que ilustram melhor o feitio mais ou menos tímido do modelo.
Outros posts sobre o mesmo tema, em anos anteriores: 2006, 2007, 2008
Ana Cristina

domingo, fevereiro 22, 2009

Ontem...

Ontem, das 11H00 às 19H00, trabalhei, mas de uma maneira diferente. E aprendi, mas de uma maneira diferente. E falei, e ouvi, e reconstruí. Sempre de uma maneira diferente.
Jogámos e sorrimos e subimos e descemos. Elevámos o tom de voz mas dissemos mais em surdina, em entrelinhas, com o olhar. Deixámos passar alguma coisa de nós e observámo-nos também nos outros, mas só ficámos a conhecer-nos e a reconhecer-nos o suficiente para querermos, decerto, voltar.
E, por tudo isso, agradeço interiormente. Como alguém disse: «foi uma benção.»
Rita

sábado, fevereiro 21, 2009

Projectos...

É já daqui a um bocadito que vou usufruir de uma das mais espectaculares prendas de Natal que recebi... e estou verdadeiramente aterrada...
Rita

quinta-feira, fevereiro 19, 2009

Estou grávida, tenho direito a pedir estas coisas, pronto!

Fotografia tirada sem flash, para o espelho do roupeiro da arrecadação não fazer reflexo, nas quase quase 34 semanas, e sim, é a minha tábua de passar a ferro ali à direita

Já não me lembro de com quanto tempo estava na gravidez da Alice quando me ocorreu que nunca tínhamos tido um bebé a nosso cargo. Foi mais para o fim, porque foi sempre correndo tudo tão bem, com tanta descontração, que nunca sofremos de ansiedades e stresses.
Na altura eu tinha muito presente as histórias de duas colegas que haviam sido sempre muito autónomas e aquando do nascimento do primeiro filho, tinham sofrido de inícios de depressões pós-parto. O conselho que retirava dali era a necessidade de pedir ajuda ou de, principalmente, não a recusar.
Foi assim que nasceu a convocação, mãe e irmã informadas de que contávamos com elas a acampar na nossa casa assim que a bebé nascesse, porque basicamente não percebíamos nadinha do assunto.
E depois veio a Alice, tão calma, tão boa onda, tão sem choros e lágrimas, tão adaptável a todas as rotinas impostas, que nem parecia nossa filha, nós que jurávamos que, pestes como tínhamos sido, alguma sina iriamos ter de pagar. E a meio da primeira semana lá rumou a minha mãe a dormir novamente na casa dela, aquilo lá era neta que se apresentasse, nem trabalho dava.

Pronto, tudo ok, mas isso foi nessa altura. Agora, as probabilidades de nos ocorrer o mesmo são ínfimas. Primeiro, porque já tivemos a nossa quota parte de sossego. Segundo, porque continuamos a ter sido umas grandes pestes em pequenos. Terceiro, porque não iriamos ser os pais com mais sorte do mundo, a passar pelo paraíso uma segunda vez.
E é por isso que se faz passar a nova convocação: mãe e irmã, ficam informadas que de certeza que não vamos perceber nada deste bebé, deste que decerto nos fará pagar a dobrar o sossego que tivemos com a primogénita. Quando a altura chegar, o sofá está pronto, que agora já não temos o colchãozito ranhoso da outra vez.

Rita

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

Agradecimento

Nestes últimos tempos tenho mostrado algumas das criações Oficinas RANHA.
Mas não seria justo deixar de agradecer públicamente a quem contribuiu para a sua realização, mesmo quando isso implicou um esforço físico pouco compreendido.

Este post é dedicado ao Pilas, que apesar de não saber ler também costuma participar muito na realização de posts, muitas vezes cedendo o seu posto no colo da dona para o portátil...

Ana Cristina

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Alguém me explica...

... porque é que embalagens do mesmo tamanho, comercializadas pela mesma marca têm indicações de reciclagem diferentes?
Ana Cristina

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Uma mesinha diferente.

Quando comprei a minha casa, pela primeira vez, e acho que única, comprei umas revistas de decoração para poder tirar umas ideias do que fazer ao meu novo espaço. Numa dessas revistas havia uma mesa com rodinhas que serviu de inspiração ao padresito que reciclou uma porta de escrivaninha partida da mobília do nosso quarto e a transformou nesta mesa de apoio única.
Actualmente está no nosso quarto e nela estão os novos livros da casa e umas latinhas. A maior trouxe-a dos EUA cheia de chocolatinhos em forma de suspiro mas o que me encantou foi mesmo a lata. As outras duas comprei-as no final do ano passado.

Ana Cristina

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Um estojo e uma carteirinha

Todos os anos, costumamos reunir-nos e fazer um jantar comemorativo do trabalho em equipa. Este ano faltaram duas das nossas colegas (e amigas ) que, por motivos pessoais, nos deixaram para darem novos rumos às suas vidas em outras paragens. Por outro lado, juntaram-se novas colegas, ou porque são novas na profissão no serviço e na equipa, ou porque chegaram no ano passado ao pequeno grupo. A mim convidaram-me porque trabalhei com elas uns nove meses do ano, porque entretanto, também eu segui para outra equipa. Na verdade eramos em número maior do que o costume e em idades ainda mais variadas.
A troca de presentes era secreta, e calhou-me oferecer este estojo e carteirinha à Rita, feitos por mim.
O estojo foi adquirido em pano cru. A carteirinha foi, à semelhença destas (acho que já não é necessário dizer para clicar nesta palavra a blod, pois não?), elaborada com embalagem de tetrapack e forrada em pano cru. Ambas as peças foram pintadas à mão e, claro que são peças únicas.

Outra nota:

Um concurso aberto, para quem tem sonhos de realizador de filmes do You Tube, e quer receber um pacote romântico no dia dos namorados. Fazer um filme de amor no Atrium Saldanha com o tema "No Atrium o Amor Acontece".

Ver regulamento aqui.

Ana Cristina

terça-feira, fevereiro 10, 2009

Hoje está SOL!!!

Depois de uma longa espera os primeiros raios de Sol apareceram. E apesar do sono, do adesivo nas costas para saber a que raio serei alérgica e das comichões o dia parece maravilhoso e o que me apetecia era ir passear para a praia…
Na foto está um gato-primo que também adora um solzinho a entrar pela janela e que pode ser visto noutras fotos aqui e aqui. É gémeo deste, igualmente lindo mas que ainda não teve direito a uma sessão fotográfica.

Ana Cristina

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

Dela...

Apesar de todas as terríveis maldades que a bruxa da Branca de Neve foi capaz de fazer, o filme acaba e ela ao meu lado, diz: «E a bruxa?!... Coitada...» (sic).
Rita

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Depois de muito tempo...

Não sei o que nos fez perder o contacto mas também já foi há tempo tempo que isso deixou de importar. Certo é que cada uma seguiu o seu rumo, o tempo foi passando, as moradas alteraram-se e os telefones passaram a móveis.

Por coincidência encontrei a mãe dela na rua e, entre a conversa rápida, pedi o número de contacto. A mensagem só a enviei na semana passada, mas a resposta foi rápida.
Ontem, sem que nos víssemos, "falámos" durante umas duas horas. Contámos novidades e apercebemo-nos que estivemos mais de quatro anos à distância de uma rua.
Depois de tantos anos senti que o tempo passou, mas continuamos a ter uma pela outra o mesmo sentimento.
Foi bom. Agora falta o encontro pessoal.
Ana Cristina