
"Posso pintar com a mão direita..."
"Mas giro, giro é mesmo pintar A mão esquerda ou A mão direita..."
Rita


Dos que não me conhecem pessoalmente, poucos(as) sabem que eu sou enfermeira de bebés pequeninos. Daqueles que nascem e precisam de quem cuide deles para ir para casa, muitas vezes demasiado pequenos e frágeis, dos que estando em risco de vida e necessitando de cuidados especiais já não necessitam tanto de tubos para respirar... Sou enfermeira de cuidados intermédios, como se diz em linguagem hospitalar. E amo profundamente a minha profissão, o que faço e onde o faço (apesar das muitas críticas que vou fazendo ou da vontade de fugir que me assola com mais frequência do que gostaria). 
Lá em cima, no alto do móvel do hall de entrada, a aproveitar os tectos tão lá no fundo, está mais um louvor da nossa casa ao Ikea: as nossas arrumações encaixotadas.

São poucas as vezes que podemos fotografar o Pilas numa sessão de festas porque ele não gosta muito da máquina (já o disse aqui várias vezes), mas ele nem com isso ele se importou num destes dias...
Ana Cristina



Falta dizer que talvez assim, exibidos neste nosso blog, alguém comente os nossos candeeiros... é que cá em casa os tectos são tão altos que habitualmente ninguém repara neles e é sempre uma frustração...
Rita
A foto não é muito justa nem para a colcha, nem para o Pilas, que HOJE resolveu matar saudades da máquina fotográfica. O que fazem uns dias de férias com a prima...
Ana Cristina
É tempo também para pensar positivo, afinal, foi triplicada a produção de agendas o que torna este valor um sinal positivo, que a juntar à diminuição da taxa de IVA de 1% nos faz pensar que a economia portuguesa e qui çá, mundial estão em franco desenvolvimento. 


Gostei muito quando os nosso primos, que são os Primvs, me deram esta jarra pelo Natal, mas apesar disso, ela acabou por ficar bastante tempo guardada, sem um pouso definido que a honrasse verdadeiramente. 


Chegámos há pouco a casa depois de ver o "Juno". O João não estava com vontade de ver o outro, o vencedor, e optámos por este, que estava na nossa lista, não desde os tãos afamados comentários, mas logo a partir do momento em que nos prendemos cativados por um trailer.
Foi um dia muito bem passado.Ana Cristina
Esta balalaica ou balalaika (parece que se pode escrever das duas formas) está mesmo à entrada da sala, na companhia de uns cd´s. Fazem um cantinho musical...
"Este país não é para velhos" é um filme que merece ficar para a história do bom cinema americano. O enredo prende-nos à tela. Desenrola-se num mundo completamente diferente da nossa realidade, tanto que quase parece outro, numa época distante no máximo de 30 anos, mas que parece de um século distante. Começa com o narrador a dizer-nos o quanto se sente impossibilitado de entender determinada violência. Continua com uma violência por motivos económicos misturada com outra sem razão de ser. Acaba como começa, sem um fim...
Quando a Alice fez dois anos, a Tia Sofia, que diz não perceber nada dessas coisas mas ainda não está é treinada o suficiente, ofereceu-lhe um puzzle para "+ de 3".
O "boneco do baloiço" foi uma oferta da Tia A. Trazido de França, era um conjunto de menino simpático que ria às gargalhadas quando estava divertido, e um baloiço moderno que foi as delícias também das amigas que iam lá a casa. Não teve tratamento diferenciado, nem foi o boneco preferido mas sempre ocupou um cantinho especial e quando o baloiço foi perdendo qualidades (que é como quem diz, se partiu) a mãe fez o que pode por ele. Resistiu às nossas mãos pouco destruidoras mas muito brincalhonas, e estava na arrecadação sem a atenção que merece. Há uns tempos sofreu uma remodelação e seguiu para casa da Alice. O menino continua de cara simpática mas vê-se que já está quase casa dos trinta. Suspeita-se mesmo que houve quem o tentasse remodelar e tivesse começado pelas pestanas... O baloiço talvez ainda vá a tempo de encantar alguma menina.
Entre o trabalho urgente, os turnos e o desenvolvimento do projecto de investigação nem tivemos tempo de festejar o aniversário o nosso filho-gato. Pois é, o Pilas fez cinco anos e recebeu uma noite de festas e brincadeiras. Este ano sem presentes, nem fotos, tudo em família... (mostro uma foto antiga)