Sabem aqueles momentos que ficamos a saber algo que se passa à distância, mas não tão distante assim, que nos faz ficar verde de raiva e saber que arriscamos azedar todo um serão...?! Grrrrrr!!!!!!!!!
Rita

Os livros aguardam, num local que não serve habitualmente de estante, um armário novo. A estante anterior serviu para subir umas prateleiras às outras, porque o numero de livros continua a crescer e à contagem anterior já se acrescentou mais uma mão cheia.
Já há muito tempo que começámos o dito treino para deixar as fraldas... Mesmo sem stressar muito com o assunto, achei que fosse ser mais fácil... quer dizer, achei que as coisas acontecessem todas naturalmente e nos últimos tempos tenho pensado que devia, sem emprestar muitas expectativas ao procedimento, empenhar-me mais...
No outro dia convidaram-nos a subir as escadas e a experimentar pintar com os dedos.



Dias há em que nos vamos deitar sob um enorme ponto de interrogação... sobre nós, sobre o que pensamos, sobre o que decidimos ou devíamos decidir, o que dizemos e o que não dizemos... em dias assim... ou melhor, em noites assim, sinto-me frustrada com o sentido de honestidade que atribuo a mim mesma... e penso com esperança que o próximo dia me faça acordar com pensamentos mais claros.
«Os meus donos-pais puseram-me de dieta rigorosíssima... dizem que peso quase oito kilos, o dobro do que deveria, e que qualquer dia chegam a casa e me encontram estendida por aí, com uma síncope qualquer... Não percebo... ainda consigo esconder-me tão bem... aqui, por exemplo, ninguém me vê...»
Pegar nos pincéis, misturar as tintas, fazer novas cores, começar. Já tinha saudades de pintar.
Engraçado. A Alice sempre adormeceu sem grandes dramas, com a luz apagada e com o beijinho e a companhia dos seus companheiros de sono mas, nestes últimos tempos, quer dormir a sesta da tarde no sofá da sala.
Depois dos 15 minutos de corrida tipo cãozinho (tipo eu mando a bola de saco-de-plástico, ele vai buscá-la). Fosse eu uma pessoa cheia de vontade de correr como o meu gato e se calhar não tinha esta celulite toda...
Depois de uns dias intensos de trabalhos para a Faculdade, de um sábado de família e um domingo de trabalho, hoje foi dia de descanço.
Entre as prendas recebidas pela Alice com ligeiro atraso, encontra-se uma caixa de música, oferecida pela Dê.
... que tenha encontrado 31 bolas de sacos de plástico, 11 bolas de papel entre uns clips e uns lixos atrás do armário da cozinha?

Concluo com a suposição que se lá vivesse não tinha celulite, mas andava sempre deprimida. Talvez me tornasse uma grande pintora, visto esse ser um país tão inspirador para tantos e tão conhecidos artistas do pincél...
Preparo o album de fotografias que vou deixar aqui.
Ana Cristina
Antes, quando morava na outra casa que no fundo também ainda continua a ser minha, era a minha mãe que me cortava o cabelo. Ou pelo menos foi, durante muitos anos. Depois os cortes solicitados começaram a ser cada vez mais esquisitos e a minha mãe foi remetendo o serviço para os cabeleireiros.
Hoje terminou a festa da diversidade e da igualdade de oportunidades. Apesar de não ter contado com a nossa presença, que tenho pena, quero deixar aqui a minha solidariedade para com esta iniciativa. Cá por casa, os brinquedos têm todos os mesmos direitos, sejam eles de que côr forem.
Nestas férias a Fera (a minha sobrinha-gata) revelou-se uma verdadeira modelo fotográfica, sem medo da máquina, cheia de confiança e de ternura. Fotografei-a várias vezes e deixo aqui as mais lindas imagens que consegui.
Também há mais fotos aqui.