O Pilas e a Alice são, defenitivamente, família.
As bolas da árvore de Natal foram descobertas no dia dos Reis. Caixas é com ele...
Claro que não pede para a gente puxar pelas pantufas, mas que raio, ele é um gato.
Ana Cristina
Acho que a Alice gostou mais de desmanchar a árvore de Natal na passada segunda-feira, do que de montá-la... saltitou à minha volta, fez perguntas intermináveis (que agora são o seu hábito constante), brincou com os enfeites e, o maior dos sucessos, descobriu a caixa da árvore... seguindo a sua iniciativa, decidiu meter-se lá dentro repetidamente e gritar: «Mãe, tou pêja! Ajuda a Alice! Puxa as pantufas!!!!»
A fotografia não está muito boa, mas esta foi uma das prendas de Natal que este ano a Alice ajudou a fazer e que ofereceu no seu nome. As avós ganharam aventais, os avôs foram presenteados com tapetes para o rato (com quadras dirigidas a eles e uma pesada da neta) e os tios receberam calendários para o ano 2008.
Entende-se, vá-se lá saber porquê, que o Natal é época de Circo. E nós, como tivemos bilhetes oferecidos no emprego, levámos a Alice pela primeira vez. Uma semana e meia mais tarde, como uma amiga arranjou novos bilhetes, avançámos novamente.
O post já vai longo e desejo a todas as nossas visitas um óptimo ano de 2008.
Até hoje a Alice não tem sido mocita de muitos medos. Chegou a dizer que tinha medo de algumas coisas, mas com um distanciamento afectivo que denotava que se encontrava mais a experimentar afirmações do que sentimentos.
Desde que o João partiu o pulso, a Fera, sabe-se lá porquê, passou a acompanhar-me ao banho. Segue-me (deve perceber perfeitamente que só lhe dou de comer depois) e desafia as leis da gravidade como só os felinos sabem fazer, ao subir para cima do resguardo da banheira... quem não sabe que a Fera pesava até há pouco tempo (antes da dieta) quase oito quilos, não desconfiará da habilidade que isto é...