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quarta-feira, outubro 05, 2011

Um post sobre lavagem de roupa à mão... desaconselha-se, mas é resultado de umas horas debruçada sobre o bidé...

Nem acredito que hoje consegui esvaziar o cesto da roupa suja... quer dizer, ainda lá tenho uma toalha de mesa e uma mochila, mas a quantidade enormíssima de roupa para lavar à mão... foi-se... Saí vitoriosa!!!!! Depois de meses e meses a acumular roupa com indicação para não ser misturada com a restante trouxa... venci! Venci o cesto!!!

Convem acrescentar que foi bom ter esperado para ver se as peças valiam mesmo a pena ser lavadas à mão... gostaria de ter noção dos rios de tinta que escorreram da maioria delas... no fim, interroguei-me se não poderiam ter sido lavadas todas juntas...


Volto atrás e leio isto. Que treta de post... mas hoje não dá para mais... Amanhã será melhor...

Rita

quinta-feira, junho 09, 2011

Já não posso ouvir a palavra "resíduos"!

Por favor...

... há por aí alguém que saiba se existe algum abaixo-assinado ou petição pública para conseguir que saiam do ar os estúpidos anúncios radiofónicos dos resíduos-que-não-deixamos-na-nossa-casa-e-por-isso-também-não-deveriamos-deixar-acumular-no-nosso-corpo?!!!!! É que não suporto aquilo, deveriam receber um prémio pelo pior anúncio de todos os tempos... E já agora, acabei de ver o da televisão, podem acabar também com ele... detesto anúncios de produtos de emagrecimento com mulheres magérrimas que nunca tiveram uma preguinha de pele a mais que desse para agarrar, em toda a sua vida... É ridículo, mas pior... é ultrajante pensarem que aquilo engana alguém e que existirá porventura um possível cliente tão palerma que pense que aquelas pessoas tomaram aqueles produtos para ficar assim...


Rita

terça-feira, fevereiro 22, 2011

Dimensão paralela na EPAL

Ontem, quando chegámos a casa, não tínhamos água.
Os senhores da EPAL tinham-nos mandado uma carta há um mês a dizer que deveriamos actualizar a leitura do nosso contador. Para isso teriamos que ligar gratuitamente a dar a leitura ou fazer uma marcação, também gratuita, para virem fazer a leitura. Adiámos a coisa.
Dizem os senhores da EPAL, ou melhor dizendo, a senhora que nos atendeu a reclamação, que entretanto tornaram a enviar outra carta a dizer que vinham a nossa casa ontem. E que, como não estávamos, apesar deles terem feito uma marcação - unilateral, entenda-se, e sem qualquer comprovativo em como havíamos recebido a carta -, tinham-nos desligado a água. A cereja no topo do bolo? Que teriamos de pagar 50 euros pela deslocação do técnico que iria ligar a água novamente.
Portanto, vejamos. Temos clientes bons pagadores, que nunca deixaram de pagar a conta da água. Mas desligamos-lhes a água na mesma porque não estão quando os informamos que lá iremos. O facto deles nunca terem recebido a dita informação sobre a nossa ida não interessa nada. Afinal, o que é isso de cartas registadas e avisos de recepção? Ah, é uma coisa que nos dá a certeza de que o outro lado recebeu o que lhes queriamos enviar?! Ok, que se lixe.
Sou só eu que acho isto uma tremenda prepotência?! Mas desde quando é que se inventou outro tipo de razão para suspender o fornecimento de um bem, que não seja a sua falta de pagamento????!!!!!
Sim, sim, estou a falar da mesma empresa que nos passa os recibos de pagamento em outro nome porque se recusa a fazer um contrato no nosso uma vez que o antigo contratante não passou uma declaração a dizer que o contrato iria mudar. Isto deve ter uma tremenda lógica algures e eu é que ainda não a encontrei...

Rita

segunda-feira, setembro 06, 2010

Acabou outra...

E pronto, acabou mais uma Festa do Avante. A 34ª. E eu fui a todas.
Como sempre, esta festa foi diferente das anteriores, ora porque houve faltas graves por motivos de trabalho, ora porque houve pessoal que lá foi passado muitos e longos anos, ora porque houve outros que lá foram pela primeira vez e tenho quase a certeza que lá regressarão.
Foi um fim-de-semana longo e cansativo, mas muito atento às novidades. E, por isso, ainda fizémos um brinde ao desfecho do julgamento do caso mais mediatico do nosso país e às suas conclusões. Mesmo que outras possam ser vir a ser tomadas.
Ana Cristina

quinta-feira, setembro 02, 2010

Tristezas...

E pronto. Após tantos meses de negação desta possibilidade, hoje trouxe trabalho para casa. Não gosto e espero que me sirva de emenda. É mesmo para despachar o máximo de coisas antes de ir de férias. E já agora, a meio caminho, evitar comentários maliciosos de quem os merece mas não nos merece a nós.
Vou ali trabalhar um bocadinho.
Rita

terça-feira, junho 08, 2010

Hoje...

estou constipada. Por isso não me apetece sequer pensar no que escrever neste post.
Claro que nos últimos tempos essa tem sido uma sensação constante, mas hoje a desculpa da constipação serve de justificação.
Digo só que estou numa fase de projectos, sobretudo pessoais e familiares, que envolvem mudanças e sonhos possíveis de realizar com um bocadinho mais de espaço. Com esta perspectiva, imaginar decorações, cores de paredes, montagem de armários, ocupam o meu dia. Hoje acordei a fazer medidas...
Mas em fase de criatividade, outros projectos também se desenvolvem, em relação a este espaço e às Oficinas RANHA.
Só vos digo que as novas peças prometem...
Ana Cristina

domingo, fevereiro 28, 2010

Prometo que explico tudo sobre o Livro do Ir e Vir, assim que me passar a malfadada gastroenterite viral que me atormenta...
Rita

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Será que...

... depois de arrolados e ouvidas as prováveis mil testemunhas do Sr. Embaixador, mais as trinta e tal do Sr. Apresentador e as cinquenta e tal do Sr. Doutor e outras tantas dos outros arguidos este tribunal vai ouvir os dez milhões de portugueses para concluir o processo? Ou talvez os turistas que visitaram o país nos anos muitos anos em que alegadamente ocorreram os abusos.
Se calhar é melhor fazer um referendo. Seria concerteza mais rápido...
Ana Cristina

domingo, dezembro 13, 2009

Há dias assim...

Às vezes precisávamos de um elogio, alguém que nos dissesse que somos mesmo bons, e que fizemos mesmo bem... ou que somos o máximo, os maiores, que estivemos à altura... ou que têm um imenso orgulho em nós...
para não nos sentirmos só razoáveis...
Rita

quinta-feira, dezembro 03, 2009

Hoje...

... estou tão (pacificamente) irritada e revoltada com as atitudes de um colega meu, que gostava mesmo de o atropelar... caso tivesse a absoluta certeza que ele não se magoava fisicamente...
Isto parece ilógico, mas tenho a sensação que me vão compreender.
Rita

quarta-feira, setembro 16, 2009

Politiquices...

“Esqueçam as siglas, esqueçam os partidos. Votem na confiança que têm nos líderes.” Acabei agora de ouvir nas notícias. Parece-me que o Sr. PP está um bocadinho equivocado. Os líderes são APENAS os representantes visíveis de forças políticas das próximas eleições. No próximo dia 27 vamos votar na força política que queremos que nos represente na Assembleia da Republica e por sua vez, a força mais votada irá propor um primeiro-ministro que formará governo.
Desde que os líderes são apresentados como se deles, e apenas deles, dependesse o próximo governo que me apetece gritar aos quatro-ventos que no caso das eleições legislativas, autárquicas e para o parlamento europeu nós votamos em forças políticas. Não se esqueçam que há uns anos, ninguém estava à espera que o Sr. Dr.-agora-novamente-presidente-da-comissão-europeia abandonasse o País e fosse criado um novo governo, da mesma força política. Não mudou só o 1º, mudou tudo menos o cor-de-laranja, com uns laivos de azul amarelado…
Ana Cristina

terça-feira, julho 28, 2009

Desabafo

Acabei há pouco de ver um episódio do "C.S.I. Nova Iorque", onde uma exímia funcionária que tinha parido uma criança há pouco tempo (na verdade, foi só no episódio passado, tanto quanto me recordo, mas a semana decorrida é apenas simbólica), estava toda contente a ajudar no laboratório, no caso a resolver, enquanto o chefe sorria placidamente e lhe dizia que ela devia estar em casa.
Gostava de saber onde os argumentistas arranjam estas mães, em pulgas por voltar a trabalhar ainda durante a licença de maternidade... e principalmente estes chefes, tão simpáticos e complacentes...
Rita

segunda-feira, junho 08, 2009

...

Há coisas que me põem triste. Hoje são estas:
  • Quase dois terços da população do meu país não exerceram ontem o seu direito de votar. Não se lembram que ainda há 35 anos não o poderiam fazer mesmo que quisessem.
  • A extrema direita na Holanda conseguiu ser a segunda força política mais votada nestas eleições. Esses lembraram-se de ir às urnas.
  • Se fosse viva a avó Joana hoje fazia 95 anos,
  • Se o N não tivesse morrido faz hoje um ano, eu nem me lembraria do meu jovem vizinho do lado. Cerca de uma semana depois fiz este post, lembrando o momento em que sozinha tentei recuperá-lo.
Ana Cristina

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

...

Ontem juntámo-nos no parque para os filhotes (de quem os tem) brincarem e já agora para recordar que a terça-feira de Carnaval foi, durante uns anos, um dia de mascarada garantida, depois do passeio ao centro comercial no domingo à tarde e do baile de máscaras na segunda. Desta vez só a Alice e o João-pequeno é que entraram no espírito carnavalesco - eles, que por sinal, são os mais pequenos do grupo. Foi pena termos deixado passar mais um ano, mas pelos vistos a idade não perdoa.

Hoje, depois de procurar cá em casa, constatei que perdi a minha máquina fotográfica... Entre casa e o jardim, passando pelo carro, ela desapareceu. Maldita pdi...

Ana Cristina

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Que levante a mão o cidadão deste país "à beira mal plantado"...

... qualquer que seja a nacionalidade, cor, religião ou credo,
... sexo ou orientação sexual,
... profissão, ocupação ou actividade,
... fisionomia ou estilo,
... grau de educação,
... número de familiares depententes,
... quantidade de animais domésticos,
... doenças, paranóias ou manias,
QUE NÃO ESTÁ ABSOLUTAMENTE FARTO DESTA CHUVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Rita

quarta-feira, janeiro 28, 2009

Retrato do dia...

Antes de entrar ao serviço levei o carro à oficina, para a revisão e inspecção anuais.
No trabalho tivemos a visita de uma equipa de reportagem (leia-se jornalista e fotógrafo) que, tendo atrasado as rotinas do trabalho, tiveram a paciência de me ouvir e gravar tudo o que eu disse (pelo menos o gravador não se queixou de eu falar demais) e que no fim ainda agendaram nova visita com conversa incluída para um dia em que eu (eu!!!) lá estivesse (podem imaginar o quanto eu falei…).
Saí mais cedo porque tinha que gastar as horas de tolerância do Ano Novo, mas mais tarde porque não consegui sair mais cedo.
Fui comprar uma prenda para o F e comprei montes de coisas para mim (tudo livros, ehehehe). Eu depois mostro…
Li um dos livros novos (não se admirem porque o livro é muito, mas muito fácil de ler) enquanto fazia tempo para ir buscar o carro à oficina.
O tempo estendeu-se e até deu tempo para uma troca de opiniões com o encarregado da oficina sobre a minha profissão, as opções que se fazem na vida, e a super-protecção dos jovens de hoje.
O carro passou, mas gastei quase um terço do ordenado.
Lembrei-me então de desafiar o meu F para um programa de jantar-com-quem-sabe-um-cineminha para fazermos alguma coisa de jeito neste dia em que é ele o guarda-nocturno e eu a mulher-a-dias.
Ele necessitava de meia hora para avaliar a viabilidade da proposta… depois de hora e meia desisti de andar às voltas no centro comercial e de me conter muito para não gastar o resto do ordenado. Voltei para casa e aproveitei a fila de trânsito para experimentar a máquina fotográfica do telemóvel (ao menos tirar fotografias já não gasta dinheiro).
Quando cheguei constatei com uma certa tristeza que o meu F se esquece de mim quando outras pessoas o solicitam… resolvi não gastar palavras que hoje já tinha falado muito… mas também não amuei.
As fotos do trânsito...
Ana Cristina

terça-feira, janeiro 27, 2009

Relato de uma manhã

Ontem de manhã.
Pouco mais de duas horas no hospital, suspeita de uma conjuntivite na Alice.
Calor a mais, em todo o lado, totalmente impróprio para grávidas.
Grávida esquecida do calor que ali faz, com filha de três anos pela mão e com casaco dela, mala dela, cachecol dela, casaco da filha, camisola da filha, papéis das urgências para a oftalmologia e receita da oftalmologia no outro braço e mão.
Filha a desafiar a paciência da mãe a partir de determinada altura e a decidir fazer exactamente o oposto de tudo o que a mãe lhe diz para fazer.
Mãe a roçar a vergonha de que terceiros possam pensar que não dá educação à filha.
Médica das urgências: «Pronto, afinal era mesmo conjuntivite, nada de grave.» (ar de: pode-se ir embora, está tudo tratado, tem aqui a receita e pronto, é só pagar)
Mãe: «E posso deixá-la na escola?!» (é claro que não, já estou farte de saber disso, mas ok, uma pessoa faz-se de palerma)
Médica: «Ah, isto de facto é contagioso... mas isso depende dos infantários... há aqueles que fecham os olhos e aqueles que são mais picuinhas e não deixam os miúdos lá estar...»
Mãe, sem paciência nenhuma e com vontade de fazer «Dãa» à médica, mas a fingir muito bem uma paciência que não tem: «Ah, e a doutora passa uma declaração a dizer que não há problema nenhuma em deixá-la na escola?»
Médica: «Ah pois, não posso fazer isso, porque isto de facto é um bocadinho contagioso...» («Dãa»)
Mãe: «Pois doutora, mas sabe, se eu a deixar lá e depois me disserem para a ir buscar, eu não posso tirar dias para ficar com ela em casa...»
Médica, com ar de quem descobriu a América: «Ah, então eu passo-lhe uma declaração para ficar com ela...»
Mãe: «Pois, mas tem de ser naquele impresso próprio porque eu sou funcionária pública.»
Médica: «Não posso, sabe, não sou convencionada com a ADSE.»
Mãe: «Em relação a isso não há problema, eu também não tenho ADSE, tenho ..., preciso mesmo é da declaração nesse impresso se não não me aceitam os dias... não há problema, eu já levei o impresso daqui deste hospital.»
Médica: «Mas eu não sou convencionada pela ADSE, não posso passar...»
E teríamos ficado pela conversa de surdos se um outro médico, dentro das cortinas, mais informado (se não mais competente) não tivesse dito em voz mais alta que sim, que ela podia passar o impresso, que o hospital era convencionado e ela não precisava de ser, que no consultório privado é que não podiam se não fossem... Justificação da médica: «Ah, é porque no outro dia tive um casal a dizer que isto não lhes servia de nada...»
Como disse uma amiga da mãe, sorte a de não ter aparecido um casal a dizer: doutora, se daqui a uns dias aparecer uma mãe loira com olhos azuis a pedir um impresso destes, é para lhe cortar os pulsos...
Rita

terça-feira, agosto 12, 2008

Desabafo...

Livra que é dífícil descobrir como é que se cola aqui um vídeo do YouTube...........!!!!!!!!! Estou desde ontem para fazer o post anterior!!!!!! E estava a ver que hoje me deitava com a mesma neura com que me deitei ontem...!


Rita

quinta-feira, junho 19, 2008

Oh pá, é a terceira vez na última semana e meia que escrevo um post e de repente, por uma causa ou outra, ele é apagado. Ainda para mais, é a segunda vez nos últimos três dias que se apaga uma coisa que escrevo, não aqui, mas no geral do meu mundo informático. Estou irritada, furiosa. E não vou reescrever, desculpem-me. Fica para amanhã.
Rita

quarta-feira, junho 18, 2008

Guerra!


Já há uns anos, desde que viemos cá para casa, esta mesma casa velha que eu adoro e que é a nossa, que de longe em longe aparece uma ou outra barata. Grandes, enormes, gigantes, as maiores que já alguma vez vi. Mesmo. O João convenceu-me(nos) sempre que viriam da rua e o receio de uma praga acabava por passar com o decorrer do tempo sem que aparecesse nenhuma.
Nunca mencionei o assunto a ninguém, exclusivamente por causa do preconceito que penso que todos temos, em relação ao facto do detestável bicho aparecer em locais menos limpos (uma redondo engano, segundo as minhas pesquisas)... Mas no último mês e meio já apareceram mais do que "uma de longe em longe"... E o cúmulo foi quando na reunião de condomínio um outra moradora do prédio falou nas baratas que tinha visto na escada. E depois um outro morador falou que também já tinha tido uma ou outra e depois outro repetiu...
Conclusão: temos uma praga. Uma praga de mostruosas e asquerosas baratas no prédio (sobre as quais já aprendi serem americanas de nome). Já investiguei (por falar nisso, partilho inteiramente a opinião magnífica do Nuno Markl sobre o tema), já comprei produtos, já sonho com as ditas cujas e vejo-as em todos os nós da madeira. Instaurei esta como a última guerra caseira. Fora de mim já providencio as minhas armas. Dentro de mim, morro de pavor e nojo que as bichas passeiem por cima de nós enquanto dormimos. Ou que as calque com o pé nu quando ando descalça pela casa na penumbra.
Resumidamente: socorroooooooooooooooooooo...
Rita