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sábado, abril 05, 2008

Cá em casa, uma vez por semana

Hoje mostro um cantinho da cozinha.
Nestas prateleiras guardo bebidas gostosas, com uma enfermeira à entrada a controlar a taxa de alcolémia, e as massas dentro de umas latinhas por quem me apaixonei porque são ilustrações de prédios com pessoas a estender massas e espaguetes à janela.

Ana Cristina

sexta-feira, março 28, 2008

Cá em casa, uma vez por semana

Um dia vi-a numa montra em Viana do Castelo. Entrei na loja só para a ver de perto. Gostei de tudo; das cores, dos tecidos, do desenho que fazia, da renda ... sim, até dos pedacinhos em renda. Quem me conhece estranhou uma tão grande paixão. No dia seguinte fomos lá outra vez. Cada vez gostava mais dela. Sabia que as medidas ideiais não eram bem aquelas (devia ser mais larga e menos comprida) mas cabia para cubrir a cama.
Comprei-a.
Hoje mostro a minha colcha, que foi uma das primeiras coisas que comprei cá para casa. Tapa a cama de Verão e de Inverno (com pequenas interrupções claro). Ainda gosto muito dela mas está velhinha...

A foto não é muito justa nem para a colcha, nem para o Pilas, que HOJE resolveu matar saudades da máquina fotográfica. O que fazem uns dias de férias com a prima...

Ana Cristina

sexta-feira, março 21, 2008

Cá em casa, uma vez por semana 2

Gostei muito quando os nosso primos, que são os Primvs, me deram esta jarra pelo Natal, mas apesar disso, ela acabou por ficar bastante tempo guardada, sem um pouso definido que a honrasse verdadeiramente.
Actualmente ocupa lugar de destaque na sala, impossível de não ver logo quando se entra, e adoro o efeito que faz com as flores da Cordemar e umas peças minhas, em fimo, de há uns tempos atrás.

Rita

quarta-feira, março 12, 2008

Cá nas casas, uma vez por semana ...

Esta balalaica ou balalaika (parece que se pode escrever das duas formas) está mesmo à entrada da sala, na companhia de uns cd´s. Fazem um cantinho musical...
Parece-me que foi o pai que a trouxe da URSS, e quando me mudei trouxe-a comigo. Não sei dizer porquê mas faz parte dos objectos que gosto de ter por perto.
Inaugura a rúbrica do "once a week" da minha casa.
Ana Cristina

sexta-feira, março 07, 2008

Cá em casa, uma vez por semana 1

Gosto do colorido que há na minha casa.
Alguém disse uma vez algo como que gostava das casas "cantinas mariachi" e é isso que eu sinto em algumas ocasiões. A minha mania de viver num mundo colorido vem de trás, desde há muitos anos, de quando isso não era moda, quando comecei a vestir calças e saias às flores e, talvez ao mesmo tempo, decidi que as louças da minha casa (quando as comprasse, ainda estava longe de sonhar em ter uma casa) iam ser de todas as cores, por causa do efeito que isso faria quando olhasse para os armários... Apercebi-me muito cedo que a mim, era o branco que me cansava e recordo-me da primeira vez que descobri maravilhada numa revista um frigorífico retro, amarelo, porque detestava ter de me vincular ao branco que se usava.
Bem, o que é certo é que, nesta minha casa dos anos 30 (fica para outro post a explicação do meu fascínio pelo antigo, "as velharias", como lhe chama a minha mãe), existem ombreiras e rodapés e portadas e bandeiras e portas divinais e, quando descobrimos que não conseguiríamos tornar a ver a cor da madeira em todas elas, optámos pela cor. O mais possível. E eu gosto, gosto tanto de me deitar em alguns cantos, mesmo no chão, e ficar a olhar lá para cima, para a forma como aí o colorido se conjuga.
Esta fotografia é tirada no meu quarto e corresponde a um canto para onde olho apaixonadamente de vez em quando, só porque gosto dos dois tons de azul. Já há muito tempo que pensava se deveria partilhar e, como resolvi aderir à nova "rubrica" da Rute, voilá, só para vocês, o meu cantinho azul.
Rita

quarta-feira, agosto 29, 2007

Está-se bem...

As coisas andam a correr bem.
Nós estamos bem.
A Alice está cansada (e logo mais birrenta) nesta primeira semana de creche a seguir às férias com os avós, mas anda satisfeita com a descoberta dos espaços e amigos próximos. Acho até que a palavra que melhor a descreve neste regresso a casa é "inebriamento"... com tudo o que é novo, incluindo as prendas de aniversário, mas também com a escola e os amigos antigos.
Formulei as minhas metas de trabalho até ir de férias e ando animada e confiante que as vou cumprir. Algo muito importante: são realizáveis.
As obras intermináveis estão, finalmente, quase concluídas, mesmo depois das três semanas que eram para ser no máximo quatro dias, e dos pormenores irritantes espalhados pela casa, resultado de uma completa falta de brio profissional. Ainda não temos os espelhos nos interruptores que foram mudados, mas em compensação a casa adquiriu finalmente, após três anos a pensarmos em ser nós a fazer tudo, aspecto de concluída... mesmo que às mãos de quem demonstrou pouco profissionalismo...
A viagem longa de férias para outras paragens foi adiada, mas com um sorriso, por tudo o que pensamos fazer como substituição.
Os amigos começaram a voltar de férias e provocam um ambiente renovado. Por essa razão, planeiam-se convívios e também se estimulam novas relações, com pessoas que aparentemente não se importam em partilhar loucuras propostas por quem ainda não conhecem bem.
Estamos quase a ir de férias, planificação ainda desconhecida...
E, como se isso não bastasse, tenho uma saia quente, linda e invulgar, com maravilhosos padrões africanos e nome de terra distante... Uma Macua, habilidosamente construída pelas mãos da Marta Mourão, cognome "SóSaias"...
Rita

quinta-feira, agosto 09, 2007

Livros

Respondendo ao desafio lançado por esta menina dedico este post aos meus mais adorados objectos de culto: os livros.


Tendo crescido numa casa onde os livros se multiplicavam a bom ritmo e onde as prateleiras foram sempre poucas, nós - eu a Rita, sempre sonhamos com uma biblioteca pessoal, e quando a bolsa de estudante passou a bolsa de trabalhadora começamos a criar a nossa colecção de livros. Actualmente em fase de contenção de despesas, de espaço e de tempo os livros não têm aumentado ao ritmo de outros tempos mas a prateleira dos livros técnicos tem engrossado e já teve direito a ocupar uma parte do guarda-roupa.

Pois aqui vai a resposta possível ao desafio lançado:

1- O n.º total de livros que possuo: Não podendo dar uma resposta correcta a esta pergunta, numa contagem rápida posso dizer que na sala estão 769 livros, mas que no hall de entrada podem ser encontrados alguns, assim como na cozinha e no quarto, e que a minha casa tem apenas um quarto. Na arrecadação estão os livros da infância e uma ou duas caixas de tesouros como revistas de pintura que herdei, e alguns livros escolares que podem vir a ser úteis.
2- O último livro que comprei: Terá sido “O ser-bebé” de Bernard Golse, Climepsi Editores que ainda não li.
3- O último livro que li: Neste momento estou a reler um pequeno livro que no ano passado assisti ao lançamento e, na altura, li numa ânsia de entendimento da problemática de ter um filho diferente com morte anunciada. Desta vez leio-o com um olhar mais tranquilo e mais objectivo. “Estar grávida é estar de esperanças” de Marianne Rogoff, Gravida
4- Cinco livros muito importantes para mim: Terei necessariamente de os procurar nas minhas memórias... e não posso nomear apenas cinco. Em primeiro elejo “O meu pé de laranja-lima” de José Mauro de Vasconcelos, pelas vezes que o li e que chorei com ele. Depois terei de eleger a trilogia dos “Subterrâneos de Liberdade” de Jorge Amado (“Os Ásperos tempos”, “Agonia da Noite” e “A luz no túnel”) porque me ajudaram a entender a luta clandestina de alguns por uma vida melhor de todos. Nesta linha de pensamento “A Mãe” de Máximo Gorki não pode ser esquecida e por representar o crescimento intelectual do ser humano adulto, e mais recentemente “Ensaio sobre a cegueira” de José Saramago por mostrar de forma tão esmagadora o comportamento humano. Também poderei nomear “Do Amor e Outros Demónios” de Gabriel García Márquez e “Servidão Humana” de W. Somerset Maugham, assim como vários outros livros.

5- Passo o desafio às seguintes bloguistas: ... esta será a resposta mais difícil destas cinco questões. Deixarei para um outro dia este desafio.


Ana Cristina

quarta-feira, agosto 08, 2007

Obras

Temos a casa em obras.
Começou por uma infiltração numa assoalhada por usar, que se veio a revelar num problema de condomínio, mas em todo o caso, depois da questão tratada, a casa por arranjar era a nossa.
Pensámos então em aproveitar para corrigir as pequenas coisas que andavam a ser adiadas há demasiado tempo. Esquecemo-nos foi que as pequenas coisas podem levar tanto ou mais tempo que as grandes, custar tanto ou mais dinheiro que as grandes e, principalmente (neste momento), fazer tanto ou mais sujeirada que as grandes.
Ficamos felizes de não termos a Alice a dormir no meio deste pó infernal, mas morremos cada vez mais de saudades a cada dia que passa, apesar de a sabermos a curta distância e de a termos visto ainda há tão poucos dias.
Temos a casa em obras mas passo pelo menos meia hora por dia a habituar-me ao pó que me parece impregnado nos dedos quando chego ao trabalho e começo a escrever no computador.
Estou farta de obras.
Rita

segunda-feira, julho 09, 2007

Esta semana...

... termino as aulas deste primeiro de dois anos. O próximo vai começar com os pendentes deste ano e será o da TESE.

Não tem sido fácil até aqui, mas adivinham-se novos tempos de muito trabalho. Por agora não desisto de preparar o próximo trabalho, mesmo sabendo que não será entregue na data destinada. Ficará, este também, para a época especial, que férias são férias e neste caso são incompatíveis com o computador, os artigos e os trabalhos...

Ana Cristina no South Park
Respondo hoje, porque a net me pregou umas partidas, ao desafio que esta menina de deu.

  1. Pegar no livro mais próximo. Neste caso fui à mesa de cabeceira, que junto do pc só estão os técnicos e este aguarda pacientemente a minha leitura. - Peguei no "A Misteriosa chama da Rainha Loana", de Umberto Eco, Edição Circulo de Leitores
  2. Abrir o livro na prágima 161. - Abri e deparei-me com uma página com texto, e um poema.
  3. Transcrever a 5ª frase completa da página em causa. Será a primeira frase do poema. - "Se eu pudesse ter mil liras por mês, sem exagerar, estaria certo de encontrar, toda a felicidade!" Engraçado o dinheiro como fonte de felicidade. Pelo menos, o dinheiro como fonte de não infelicidade pela falta dele.
  4. Passar este desafio a outras meninas. Aqui a Sandra vai-me desculpar mas hoje não estou muito desafiadora. Convido a Rita, a minha irmã a também responder a este desafio.
Até amanhã, que hoje o estômago está a pedir descanso no sofá.
Ana Cristina

quinta-feira, maio 17, 2007

Livros!!!!

Chegaram novas estantes cá a casa... compradas porque se encontravam com um grande desconto, por mero acaso, o que nós queríamos mesmo quando entrámos na loja era um cabide...
Enfim, chegaram e já conseguimos pôr uma delas no seu lugar. E fomos desencaixotar os livros de autores de língua portuguesa que se encontravam guardados há mais de três anos (três!).
Ai, sensação maravilhosa a de ter livros na mão, de poder folheá-los e relembrar as suas histórias ou pensar nas que ainda temos por ler... Adoro livros, adoro ler, adoro livrarias... Tento comprometer-me comigo mesma a só comprar um quando tiver lido todos, mas nas estantes existe pelo menos (!) uma dezena cujos enredos ainda não conheço... E vem aí a Feira!
Rita

terça-feira, fevereiro 27, 2007

Brincadeiras nas prateleiras


Recordo-me de lá em casa sempre ter podido brincar com os objectos que enfeitavam as prateleiras. Havia os de todo o tipo: os bibelots de louça, dignos de serem tratados pelo substantivo estrangeiro (palavra por si só antipática aos meus ouvidos) e aqueles mais... sei lá, tradicionais, culturais, o que se quiser chamar-lhes... os efectivamente bonitos...
Não me lembro de alguma vez ter partido algum deles, mas provavelmente fi-lo. Tão pouco me recordo de algum especial cuidado da minha mãe na sua arrumação, para impossibilitar que estivessem ao meu alcance. Ou de uma chamada de atenção para que tivesse mais cuidado com algum.
A casa e tudo o que havia na casa estava nas minhas mãos, não havia objectos proibidos. Aos meus olhos, todos os objectos eram tesouros a estimularem constante e intensamente a minha imaginação.
Admito que hoje, quando vejo a Alice a mexer no que está colocado nas prateleiras, não consigo deixar de tremer e apreciar ainda mais algumas das pequenas atitudes que sempre caracterizaram a educação dos meus pais. Claro que ela ainda é pequena e o risco de estrago é maior, mas a verdade é que o meu interior oscila, desde já, entre a liberdade de lhe oferecer todos os tesouros da casa e a arrumação dos mais resistentes e menos valorados nos locais a que ela já chega... Mas suponho que essa será sempre a oscilação do que representa ter filhos...
Por enquanto fica assim. A prateleira de baixo para ela, a segunda para o que pode ser partilhado sem perigo. E a partir daí, os futuros tesouros.
Rita

segunda-feira, janeiro 15, 2007

E à falta de lareira...

... lá teve o agregado familiar que se contentar com um fim de semana aquecido de forma (já medianamente) moderna...
Rita

quarta-feira, novembro 08, 2006

Coisas cá de casa


Conheci a Margarida Botelho por casualidade e de relance, numa aula de Danças Europeias, em Almada. E qual não foi o meu espanto quando, pouco tempo a seguir, encontro-a com um stand na FIA, rodeada de trabalhos lindos e coloridos...
Este foi o primeiro quadro que comprámos para a nossa casa. E, mais propriamente, para pôr na casa de banho. Sem qualquer desprimor para o quadro; afinal, o problema reside na falta de hábito com que se decora as paredes das casas de banho...
O quadro da Margarida Botelho é lindo, de uma lindeza que têm as coisas que nos fazem sonhar e nos deixam descobrir sempre algo de novo de cada vez que olhamos para elas. Não passa despercebido a ninguém que nos visita, mas merece ser visto por toda a gente.
Rita

O trabalho da autora pode ser visto nas ilustrações de alguns livros infantis, mas infelizmente já não o consigo encontrar em site.

sábado, junho 24, 2006

O bidé

Numa casa de banho e no todo que existe numa casa, o bidé é assim uma espécie de parente pobre, ovelhinha ranhosa... É aquele tipo de peça que "ou se ama ou se odeia". Pessoas há que não concebem uma casa de banho sem ele (a minha mãe) e outras espalham aos quatro ventos que tal peça poderia ser retirada do mercado que não sentiriam minimamente a sua falta (o meu marido).
Cá em casa, aquando das obras, o João chegou mesmo a pensar que poderiamos dispensar o bidé. Eu, decerto com visão futurista, achei melhor não. E cá temos uma casa de banho, normal, completa, com todos os familiares.
Na nossa família, o bidé é importante, quanto mais não seja, na história dos três filhos.
A primeira, a Fera, filha-gata, apaixonou-se pelo bidé quando ainda era muito pequenina e tomámos a decisão de a expulsar do nosso quarto à noite. Passou sempre a dormir dentro do bidé, toda aninhada. Hoje, mesmo com aqueles abdominais todos, ainda gosta de se deitar no bidé, enche o espaço todo.
O Kaos, filho-cão, bebia água do bidé. Ainda me lembro de quando ele precisava de se empoleirar todo para chegar com a língua à água a cair... Agora é tão grande, maior que o bidé, mas ainda não se esqueceu que bebia lá água e às vezes põe-se com aquela língua enorme a lamber a torneira, apesar de já irem tempos e tempos desde que lhe dávamos lá água.
A Alice, filha-filha, descobriu o bidé recentemente e tenho ideia que a paixão irá durar ainda algum tempo. Por enquanto o fascínio nasce do facto de lhe permitir pôr-se a pé e de se meter a tirar, uma a uma, todas as coisas que de vez em quando lá estão dentro. Imagine-se quando começar a lavar lá as mãos e os dentes.
Cá em casa temos um bidé verdadeiramente apreciado. E se provoca estranheza o facto de me lembrar de escrever sobre isto, não é tão só porque ando pouco inspirada, mas também porque a vidinha é mesmo assim, cheia destas pequenas coisas em que vamos reparando e às quais não fazemos a devida vénia.
Rita

quinta-feira, junho 22, 2006

Coisas novas


Uma nova imagem cá da casa, devida tão somente à chegada da tão desejada poltrona de orelhas, como lhes chamo... Isto vai ficando cada vez mais composto, que bom...

Rita

quarta-feira, março 22, 2006

Hoje...

...e há poucos minutos, eu e o João descobrimos que não, não é o futebol que tem um efeito soporífero...
E revolto-me, caros leitores, por há tanto tempo andar a ouvir dizer que não sou capaz de ficar a ver televisão sem adormecer! Porque o problema, caros leitores, não é meu... é do sofá!!!! O maravilhoso, confortável e gigante sofá é que não nos deixa ver nenhum programa, por mais interessante que este nos pareça... E agora?! Quem é que o vai arrancar do dito cujo e convencê-lo que se está melhor sentado ao computador... Bem, tentemos. Até amanhã.
Rita