Mostrar mensagens com a etiqueta Ferias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ferias. Mostrar todas as mensagens

sábado, agosto 16, 2014

O regresso


Se não estivéssemos demasiado embrenhados nas modificações que estamos a fazer em casa para criar o quarto do Vasco, já aqui tinha vindo falar do regresso.
Oito dias depois de ter ido, a minha menina grande regressou. Imunda, estafada, cheia de saudades, mimocas, sorriso de orelha a orelha. Geriu, como pôde, os abraços e beijos entre os manos, declarou estar ansiosa por tomar o seu banho «a escaldar», passou pelas brasas no sofá com o irmão agarrado a ela e foi extremamente satisfeita para a sua cama. 
Do campo afirmou que, de 1 a 10, a nota era a máxima. Pronta para voltar para o ano, portanto.
Rita

segunda-feira, agosto 11, 2014

As férias que já tivemos

Antes de ficarmos a três (uma vez que a Alice está agora no campo de férias), estivemos de férias a cinco, na altura em que o pai ainda não havia regressado ao trabalho. Daqui a dias, quando a miúda voltar, retomaremos o nosso ATL de Verão familiar, ou seja, pouco menos de um mês a quatro, mãe e filhos. 
Entretanto, as férias já gozadas foram óptimas... tal como se quer, com muita cor...

... cor de praia...

... cor de comezainas...

... cor de passeios...

... cor de belas vistas...

... cor de brincadeiras...

... cor de gelados...

Rita

quarta-feira, agosto 06, 2014

De mochila às costas...


... partiu ela, hoje de manhã, para o seu primeiro campo de férias... com uma grande amiga e mais de quarenta desconhecidos que presumo se irão tornar grandes companheiros a merecerem amargas lágrimas de despedida daqui a uma semana...
No saco levava todos os items da lista sugerida, mais a roupa escolhida por ela para a noite de gala, mais o seu Xulé, mais o seu característico contentamento equilibrado, de quem se adapta sempre às novas aventuras a que se propõe... 
Como eu ainda me recordo de tantas coisas do meu primeiro acampamento - e dos que se lhe seguiram - sei de fonte segura o bom que vai ser, o tanto que se cresce e se vive, o mais que se guarda para sempre... 
De forma sempre surpreendente para mim, tal como já aconteceu nos acantonamentos de dois e três dias com a turma ou nos passeios de final de ano lectivo ou em algumas festas escolares ou exibições de actividades, dei pelas lágrimas no último abraço que trocámos, mas escondi-o dela, engoli em seco e vim embora com os outros pimpolhos atrás... lágrimas de felicidade por vê-la crescer... 
Rita

quarta-feira, julho 23, 2014

Relax

Iniciámos uma terceira parte de férias só a cinco. Só nós. Depois de uma primeira parte no nosso Alentejo com a companhia extraordinária da nossa amiguinha Di, de uma segunda em outro Alentejo com uma outra família sempre companheira, de dias intermédios sempre com familiares e amigos e festas, confesso que temi sentir-mo-nos um pouco… abandonados…
A atestar em como estava completamente enganada, o primeiro dia de praia foi delicioso e deu lugar a um bocadinho de tudo: jogos da bola entre o rapazola e o pai na areia lisa junto ao mar e mais tarde na areia seca entre o rapazola e amigos novos que foi convidar, construções de castelos retorcidos entre a mãe e a filha mais velha, ajudadas depois pelo jogador, procura de pedras para enfeitar o castelo, leituras, banhoca completa da mais velha, molhadela do do meio… E para a mais pequena não houve sestas, mas muitas brincadeiras sozinha dentro da tenda… e passeios ao colo do pai quando a solidão começou a ser demasiada… Tudo com tanta calma e descontração que quase nos esquecíamos de que precisávamos de comprar o jantar antes do supermercado fechar às oito…

Rita

quarta-feira, julho 09, 2014

Somos um montão


Eu: Já viram, as pessoas devem pensar que vocês são todos irmãos… Ainda por cima tu também és clarinha, com o cabelo quase do da cor da Alice… são da mesma altura, as pessoas devem pensar que vocês são gémeas, já viram…
Di: É verdade, e as pessoas devem pensar que vocês são uns malucos, com muitos filhos…!

Na verdade, pouco nos têm perguntado. Logo no primeiro dia, quando parámos para almoçar a meio da viagem, apareceu precisamente um casal com quatro, de idades todas diferentes. Olharam para nós, olhámos para eles. Quando íamos embora, a mulher cruzou-se com o João e questionou: «Com quatro não é fácil, hã…». O João não desarmou: «Uns dias melhores que outros.», deixando-a ir embora com um sorriso pretensamente cúmplice de quem não percebe o cliché totalmente verdadeiro e que se poderia aplicar se até só lhe tivesse perguntado só por ele.
Hoje, um casal brasileiro não resistiu a perguntar se eram os quatro nossos. Não mentimos (provavelmente a Di não deixaria, ela que se recusa até à brincadeira que é como se fosse nossa filha emprestada por estes dias), mas eles, sempre divertidos, admitiram que, nos tempos que correm, mesmo com três somos uma raridade e que na altura deles era mais comum. Depois acrescentaram que, ainda por cima, nós eramos novinhos, ihihih… nesse caso também não desarmamos, eles que pensassem sobre a nossa idade o que quisessem…
Devemos ter a nossa dose de atenção, claro está. Ainda por cima sendo um conjunto tão bem oleado, cada um a chegar à praia com a sua incumbência (mãe com mochila da filha pequena e filha pequena; pai com saco de praia, meio iglô e uma barreira; filha grande e amiga alternadamente com mochila da comida e mochila gigantesca de brinquedos de praia; filho pequeno com bola ou meio iglô), a saber como organizar os chinelos todos juntos, como colocar a roupa toda no saco antes de correr para a água, a ir depois embora todos em fila desordenada com os chinelos pela mão. Provavelmente seria pior se fosse para nos organizarmos de manhã, antes de ir para a escola ou trabalho, mas nas férias, tudo funciona, até nas horas previamente propostas para sair de casa.

Rita

terça-feira, julho 08, 2014

Momentos de férias

Os três, na piscina minúscula montada no páteo (conselho: em casa alentejana com um nico de páteo, bote-se sempre uma piscina, nem que seja pouco mais que um alguidar… o divertimento é sempre garantido), assustam-se com uma abelha.
A Di dá-lhe uma pancada com a rede de limpeza. O problema parece resolvido, até repararem dali a um tempo que a abelha ainda mexe e tenta a todo o custo patinar na água expulsa do recipiente azul.
A Alice desafia a Di a matá-la com o chinelo (não tinha os seus), mas esta recusa porque em tempos o irmão matou uma mosca com um chapéu e o chapéu ainda hoje mantem a mancha de sangue.
A conversa mantem-se neste tom, comigo divertida a interferir (que os bonés se lavam, que o sangue sai com a lavagem), e eles pouco preocupados com a abelha, que não parece oferecer perigo.
De repente, a Di repara que a abelha parece partida ao meio (deve ter sido da pancadona anterior com a rede, livra!). A Alice torna a desafiar, a Di torna a recusar.
Eu acrescento que a abelha deve estar a sofrer e que matá-la acaba por ser um bom acto, que lhe permitirá acabar com o sofrimento.
A Di decide-se logo a seguir, solidária com a causa, e sai da piscina. Procura os chinelos, um de cada cor, e ouço-a a dizer para si mesma, em voz alta: «O verde ou o cor-de-rosa?! O rosa, que fica melhor com o sangue…». Temos ali, portanto, uma pequena “abicida” cheia de preocupações estéticas…
Rita

segunda-feira, julho 07, 2014

Como três não nos chegavam...


Posto o último post, este ano, à semelhança do que já tinha acontecido há dois anos, trouxemos uma amiguinha de férias.
O tempo passou, a nossa família está maior e dois anos mais crescida, a amiga é diferente da R. Tudo isso traz uma dinâmica completamente diferente.
Ao contrário do que se possa pensar, tem sido tudo fácil. As duas entendem-se perfeitamente, ainda praticamente não houve conflitos para gerir, ou fomos nós que não demos por isso. Na verdade, não fosse preciso alimentá-las e transportá-las de ida e volta para a praia, quase não éramos necessários.
A única coisa que me faz pena é ver o Vasco a tentar algumas vezes introduzir-se no duo dinâmico. Com pouco sucesso. Ele, que é verdadeiramente um fixolas, volta-se facilmente para outra coisa, mas não consigo deixar que o desprezo e desinteresse delas me toque. A Di acaba por seguir a Alice nessas atitudes e são as da irmã as que mais me custam. Principalmente tendo em conta que eles até se dão bastante bem.
Da outra vez, fosse porque ele fosse mais pequenino e se limitasse a andar atrás delas, fosse porque a R. o conhece desde sempre e estava muito habituada a ele, fosse porque elas ainda não tinham brincadeiras tão complexas, fosse porque com 03 anos ele ainda tinha perante elas aquele ar de bebé, foi mais fácil lidar com o triângulo. Nem sequer o sentimos como tal.
Até ao quarto dia, a exclusão a que elas o votaram foi notória e quando ele procurava o companheirismo habitual da irmã («não é, mana?!», «viste, mana?!») e ela o repelia, até me doía. Depois, a aproximação foi algo quase imperceptível… primeiro, a amiga que se quis juntar a um jogo de futebol pais e filho… depois, uma brincadeira a três na praia… mais tarde, um boneco hulk a conviver com umas nancys… isto vai…

Rita

sábado, junho 28, 2014

Nas férias, com um sobrinho falador...

Vasco - Tia?! Sabes o creme da caspa? Aquele creme da caspa para o cabelo?
Eu - ?!?!? Não. Não sei do que estás a falar.
Vasco - Aquele creme da caspa que deu na televisão! O Cristiano Ronaldo usa o creme da caspa e fica com o cabelo com riscas...
Eu - Ahhh... ... ... mas tu sabes o que é a caspa?
Vasco - Acho que é o cabelo com riscas... 

***

Enquanto observava o avô a tratar dos dentes e da dentadura...
Vasco - Avôoo, Já te caíram os dentes de leite todos foi? ...

***

 De repente, ao ouvir uma música na televisão...
Vasco- Gosto muito desta música. Eu tinha esta música no carro. Mas era no outro carro. ... Tenho saudades.
Eu - Tens saudades do carro antigo é? Mas não gostas deste?
Vasco - Não. Da música...
Ana Cristina

terça-feira, abril 15, 2014

Alentejo

Não chegou a meia dúzia de dias, os que estivemos no Alentejo. Pareceram muitos mais, mesmo que os dias tenham estado nublados e não tenhamos feito nada de extraordinário.
De qualquer forma fica a nota, para lembrança futura, do dia 10 de Abril de 2014, como tendo sido o primeiro dia de praia da vida da Joana... e o do ano da Alice e do Vasco, com direito a banhoca e tudo... E a ressalva que mais uns dias tinham retirado a rodinha que faltava à bicicleta da Alice e ficávamos a vê-la a andar totalmente equilibrada... ficará com certeza para as próximas férias...






Rita

terça-feira, setembro 24, 2013

Na praia as brincadeiras improvisam-se...

Em casa há um enorme saco de brinquedos de praia mas quando estamos de férias todos juntos, tios e sobrinhos o costume é levar apenas um, de preferência não muito pesado ou muito volumoso. Ou então escolher o que a praia nos pode fornecer para passarmos bons momentos de brincadeira.
Lembro-me sempre das horas a fazer buracos e construções de areia, primeiro sozinha, depois para a Rita, mais ou menos toscas mas sempre fruto de muitas horas de empenhamento. 
Este ano já brincámos, por sugestão do Vasco, às máquinas de gelados feitos de açúcar de areia e de farinha de areia e gelo de areia. Já inventámos histórias com pedrinhas, onde cada pedrinha é uma personagem. Mas o mais espectacular foi a ideia de construir uma "Festa do Avante" com pauzinhos a fazer de pessoas, as carrinhas de gelados são as pedras maiores e existe um palco com músicos e tudo. A foto não é muito elucidativa mas posso garantir que a "festa" ficou o máximo.
Ana Cristina

O Vasco e a pele castanha ...

- Algum de vocês já viu um bebé de cor castanha? - perguntou o Vasco, numa tarde, aparentemente sem motivo nenhum.
- Claro. E tu também já viste. Por exemplo a mana da R, a K é de cor castanha e ainda é pequenina...
- Ahhh, simmm... - responde o Vasco aparentemente elucidado sobre a questão
Passado um bom bocado.
- O tio Fernando nasceu castanho???
***
No meio do almoço, feijoada (feita com feijão preto) de choco.
- Olha o que estamos a comer. Feijões como o tio Fernando e choco como nós...
Ana Cristina

segunda-feira, junho 17, 2013

Foi tão bom...

... fazer nada e depois descansar. Foram uns dias descanso, com tempo para quase todos os gostos. Visitámos lugares já conhecidos mas que são sempre bons de voltar, melhores ainda quando têm poucas pessoas de férias. Deu para ler uns livros, que em breve poderei mostrar. Mas as férias, por agora, acabaram e hoje é dia de voltar ao trabalho e à luta.
Ana Cristina

quarta-feira, junho 05, 2013

Eu avisei o S. Pedro, mas ele não ligou nenhuma

O tempo hoje não colaborou nas nossas intenções de ir para a praia. Fomos na mesma porque, teimosos, achámos que, quando a tarde chegasse, o Sol aparecesse por detrás das nuvens. E ainda fizemos umas duas horitas de tempo encoberto mas agradável desde que protegidos do vento. Depois desse tempo viemos corridos com o vento que soprava do lado da aragem, como diz uma amiga, por sinal alentejana e da zona. 
Apesar das previsões não serem animadoras, acredito que amanhã vai melhorar. Ou não fosse eu uma esperançada.
Ana Cristina

terça-feira, junho 04, 2013

Duas primeiras vezes... hoje e ontem

Hoje foi o primeiro dia de praia deste ano. Um bom dia de Sol, na Costa Vicentina colaborou e, a vontade de praia e bom tempo também já era muita. verdade (Dizem que vai piorar mas, como imaginam, ignoro as más notícias até ser obrigada a conviver com elas. Aliás, já fiz saber ao S. Pedro que estou de férias e não trouxe roupa a contar nem com frio nem com chuva.)

Ontem foi a primeira vez, em toda a vida, que pintei as unhas dos pés. Tenho memória de andar a passear na rua com a prima Beca e as amigas e de elas me elogiarem as unhas das mãos pintadas, mas que me lembre nunca pintei nem as das mãos nem as dos pés. Foi ontem, de vermelho, com muita falta de arte mas com o resultado que imaginava. Mostro aqui, para que possam testemunhar a minha proeza.
Ana Cristina

sexta-feira, julho 20, 2012

quinta-feira, julho 19, 2012

Ela também está de férias

Os rituais repetem-se. Sempre que vem passar uma férias aqui em casa dos tios-humanos a Fera porta-se da mesma maneira. 
Nos primeiros 5 ou 6 dias está sempre amuada; rosna ao Pilas sempre que ele se aproxima, está sempre afastada de nós e meia escondida. Claro que não perde o apetite. Aliás, a primeira coisa que costuma fazer assim que sai da caixa de transporte é ir direitinha ao tabuleiro da comida.
Depois a zanga passa, provavelmente habitua-se às nossas rotinas e ao primo-gato que não a deixa em paz. Aí começa a mostrar-se aquela faceta a linda gatinha que ama festas e mimos, tanto que salta para cima de nós, dá cabeçadas para ter festas e passa horas a ronronar baixinho. Lembra aquela Fera que mamava no lóbulo da orelha... Eu adoro esta faceta dengosa. O pior é o pelo, que é taaaannnto...
Ana Cristina

segunda-feira, julho 16, 2012

domingo, julho 08, 2012

Como é trazer uma amiguinha de férias


Quando essa amiga tem um corpo de aparência superior aos seus sete anos de idade e não acusa os somente cinco meses de diferença da nossa filha mais velha, trazê-la de férias é ter que responder às diversas interpelações de terceiros sobre o ter-se três filhos. Ainda por cima, mesmo sendo os meus loirinhos e de pele clara, o João é moreno, e por isso, a ideia da R. ser nossa filha não estaria assim tão longe de uma possível realidade. «São os três seus?» e «À terceira acertaram, não?!» (mais uma vez a ideia de que, em três, quem tem um filho mais novo de género diferente andou a tentar propositadamente alcançá-lo) - foram algumas das perguntas a que respondemos.
Ter três filhos parece ser uma raridade e a mim, que há muito tenho esse desejo, deu-me que pensar. A verdade é que tudo pareceu fácil, mas a R. não é de facto nossa filha. A sua presença foi sempre equilibradora entre os nossos dois, mesmo tendo em conta que a Alice e o Vasco até se dão bastante bem. E como é uma menina que no geral se porta sempre bem e que nós trazemos connosco só por uma semana, tudo correu muito bem. O que obviamente, não é igual a hipoteticamente virmos a ter um terceiro filho e eu sei bem disso.

Trazer uma amiguinha de férias é também ter em conta que as suas regras não são iguais às nossas e que, tê-la confortável, é arranjar soluções de compromisso. Por esse motivo, a sopa teve que passar a ser sempre passada e combinaram-se previamente refeições em que esta era ou não incluída. E, nos momentos mais críticos de mimalhice, como a chegada da noite, ter uma amiguinha connosco é mesmo multiplicar carinhos, conversas racionais e soluções para as saudades de casa.

Se a amiguinha é praticamente da idade da nossa filha mais velha, trazê-la de férias é ter esta sempre entretida com brincadeiras e jogos (por vezes até à desora), é acompanhar o crescimento de ambas, o facto de já jogarem com palavras, de já serem capazes de utilizar a ironia para gozarem connosco... é ver a nossa filha a imitar a outra nos banhos de mar e ver a outra a imitar a nossa nas acrobacias de um parque infantil... e recordarmos o Brazelton quando diz que nenhuma criança aprende tão rapidamente com um adulto como com outra criança...

Depois, quando a amiguinha vai embora, tê-la trazido de férias representa ver a nossa filha a chorar silenciosa e amargamente a sua ausência...
Rita

quarta-feira, julho 04, 2012

Esta semana são três!


Cá por casa, as férias começaram com uma aventura: sermos três por uma semana.
Três para gerir na praia, nas refeições, nos divertimentos, na hora de dormir. Em geral, tudo parece correr até melhor e fico com uma pena antecipada do momento em que a Alice (e o Vasco, claro) vejam a amiga a ir embora. A coisa só se torna difícil no anoitecer, com o aumento da ansiedade da separação, mas até isso se aprende a resolver e a trabalhar.
Sorrio para mim de cada vez que penso na Joana, à porta de minha casa na altura de deixar a R., a dizer que não tinha stresses nenhuns por estas férias. Que bom é ter amigos com quem sintamos confiança para deixar um filho... Que bom que é ser os amigos que merecem essa confiança...
Rita