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quarta-feira, março 09, 2016

Para fixar

Este foi o dia em que a minha filha mais velha viu neve.

Esta semana foi a primeira em que a minha filha mais nova deixou de se autodenominar de "Pana" para passar a ser "Oana".

Em resumo: o mundo é delas!!
Rita

quinta-feira, novembro 05, 2015

sexta-feira, julho 24, 2015

Série "Estamos tão desgraçados da nossa vidinha..." - 2

É verdade. A gaiatinha também sabe dizer o "três". Vocês sabem, do...


                                          Um...                          Dois...                      TRÊS!

[Esta aprendeu com a mana, a repetir exaustivamente e só para ela, exercícios numa piscina... ]


Rita

quinta-feira, julho 23, 2015

Novidades de Miss Goffre, a menor



Dezoito meses feitos no início deste mês e:

- nessa data dizia «olá», «mamã» e «mãe», «papá», «não», «sim» (com a cabeça), «pão», «mão», «pé», «já tá», «adeus» (com a mão), «papa», água (ou melhor, «aua»), «dá»,  banana (mas a soar como «anana»), «bebé», cão (mas a soar como «cam»), meu (mas a soar algo como «mãe» ou «mem»... depois de uma semana e meia juntou-lhe: praia («paia»), «bóia», batata («tata»), não há (não exatamente assim, mas percebe-se), onde está (também não exatamente assim, mas também se percebe), toma (com o som «poma» e dito no sentido de dar coisas e de acompanhar o gesto de atirar, se bem que também repetido até à exaustão, como quem gosta do som), «cocó» (e sempre que o faz, chegando a apontar para a fralda, mas também muito no decorrer de brincadeiras com os irmãos, imagine-se...)... e tenho a sensação que me faltam algumas... por vezes também é apanhada a dizer coisas aparentemente intencionais, mas que não repete, como o momento em que apontou para a piscinita de brincar das férias e disse «pacina» e que nos fez estacar e pedir repetição... claro que não tornou a acontecer...

- nessa data identificava o cão, o gato e os pombos... ladrava («am am am») mas embora tentasse fazer o som do miado ainda não se aproximava... depois de uma semana e meia, todos os pássaros a fascinam, sejam pardais, andorinhas, gaivotas, águias ou cegonhas... são os "pius" e o som já se lhe assemelha bastante... também já muge, mas só viu vacas a alguma distância...

- nessa data, tirando umas duas semanitas em que dormiu menos bem, tendo nós reparado mais tarde que pudesse estar relacionado com o nascimento de alguns dentes em simultâneo, era levada para a cama depois das despedidas a todos e dormia quase invariavelmente até de manhã... depois de uma semana e meia, não sei o que nos esperará em casa... resistente às dormidas (todas), tem-se transformado num pequeno diabo de cada vez que vai para a cama... nada a fazer, o pai (que parece ter mais competências para a acalmar) vai dar uma vista de olhos ao tablet para que ela o veja e sossegue...

- nessa data (e tal como agora), é o que se pode chamar de "enfardadeira": come tudo, quer tudo, aceita experimentar tudo e poucas coisas são as que não acha piada... podem ser picantes, ter um paladar diferente, estarem frias, nunca se queixa e pede tudo... sei que, relacionado com o desenvolvimento, nem sempre há-se ser assim, mas de acordo com a minha experiência (um Vasco que, mesmo sem comer muito, tem um paladar mais aberto e demonstrou sempre mais disposição para a experimentação, depois de uma Alice que nunca tinha fome e que foi sempre a esquisita), a forma de encarar o alimento pode ser melhor quando começa logo bem...

- nessa data só tinha ido à praia com três e seis meses... agora demonstra não ser dada a nenhum tipo de manias: gosta de água, mesmo que fria, gosta de areia... também gosta de relva e pedras... e adora pôr o creme protetor... e primeiro que todos...

O que dizer mais desta filha... quem viu o "Divertida-mente" há-de compreender a minha afirmação... que continua cheia de personalidade e sem aquela personagem da "Tristeza" na sua mente... tudo a que frustra, mesmo tudo o que a magoe fisicamente, não lhe provoca tristeza, só "Fúria" ou "Raiva", e das grandes, com direito a agressão e a lançamento para longe de tudo o que lhe pudesse ser confortável, bem como a posições horizontais no chão acompanhadas por gritos e esperneamentos. 
Assim como é dotada destas capacidades aquando do que a contraria, é doce, carinhosa, gosta de beijos e abraços, adora dançar (rodopia, mexe os braços, bate palmas) e cantarolar («lá lá lá»)... e escalar... e é preciso fazer-lhe justiça, mesmo quando não dorme, tem uma energia positiva latente, sempre satisfeita e com boa onda (tirando as fúrias, que, verdade seja dita, não são muitas - felizmente!), previsivelmente boa para pândegas. Em resumo, aos dezoito meses já é possível considerar que Miss Goffre terá nascido para, tal como a sua alcunha indica, abraçar os sabores da vida em toda a sua plenitude, desde que fortes e intensos.
Rita

terça-feira, maio 26, 2015

Série "Estamos tão desgraçados da nossa vidinha..." - 1

Temos portanto as aventuras de meados de Abril:


E as de um mês e meio depois:


No próximo mês, quando ela espreitar de cima de um roupeiro, eu mostro...
Rita

Nota: por acaso, isto até fica bem colocar no dia em que o Google decide realçar a primeira astronauta norte-americana, Sally Ride (sem qualquer desprimor para a Xô Dona Valentina Tereshkova, primeira mulher de sempre no Espaço e até agora a única a viajar por ele a solo)... Portanto, hoje escadas, amanhã "o infinito e mais além"...

domingo, maio 10, 2015

Aprendizagem memorável

Que se registe em todos os arautos d'àquem e d'álem mar que a sô dona Joana desta casa, hoje, dia 10 de Maio de 2015, com 16 meses de idade, aprendeu a dar beijos... 
Filha, minha filha, que sejam estes só os primeiros de muitos que dês pela vida fora...
Rita

Esta é a história da Mamã e do Papá, da Alice e do Vasco, da Fera, dos Avós e dos Tios, e do Bebé, que aprendeu a andar e (ainda não) a falar e a pintar (um dia) flores amarelas, mas que gostava acima de tudo de beijos, de muitos beijos.
(adaptado de "O bebé", de Fran Manushkin e Ronald Himler, Sá da Costa Editora - um livro lindo de morrer)

segunda-feira, março 02, 2015

sábado, janeiro 03, 2015

Um ano de Janica genica

Miúda,

Fizeste ontem um ano e a sensação que tenho é que este tempo que passou, embora bem aproveitado, passou a correr. A minha gravidez de ti encontra-se ainda muito presente, bem como os tempos de Inverno em que ficámos por casa, bem como a licença prolongada com as três crias, bem como a redução de horas no trabalho que acaba agora. 

Neste tempo que passou tens sido uma miúdita bem fixe. Não foste a bebé mais fácil desta casa mas o crédito que se dá às birrinhas dos filhos nos primeiros tempos vai diminuindo à medida que o número destes aumenta. Que é como quem diz, deixamos de temer que algumas coisas durem para sempre e, por outro lado, sabemos que outras de facto não duram e aproveitamo-las tanto quanto podemos. 

És dotada daquilo que se poderá chamar uma boa "genica". Deste os primeiros passos no dia em que fizeste onze meses e agora andas perfeitamente e, tal como os manos, já sabes que te deves agarrar para descer e subir o pequeno degrau que temos em casa. Mexes em tudo e, mesmo fazendo o que fizemos com o mano e colocando ao teu alcance as coisas menos quebráveis e subindo as outras, já fomos dar com bonecos de madeira esquinados. Não aceitas um não, aliás, o som deve dar-te verdadeiro gozo, a aparentar pelos sorrisos escancarados que ofereces nessas alturas. Já te retirei da boca uma pastilha de detergente de pôr na máquina da loiça e acho que já apanhaste dois choques na mesma ficha. Aguentas noitadas mas adormeceste ferradinha ao colo da tia precisamente na altura da meia noite na passagem do ano, mesmo com as panelas a baterem a centímetros. 
Na escola, onde até hoje nunca ficaste a choramingar, mesmo nos primeiros tempos e no meio do cenário dantesco de outros putos a berrar, a Educadora diz que és «uma típica terceira filha», que te desenvecilhas perfeitamente sem andar atrás dos adultos, mesmo que isso implique tirar bolachas da mão de outros ou dar-lhes uns sopapos (garantiu-me que, com o desenvolvimento vem o bom e o mau).

Comes de tudo e não te recusas a nada, mas só te nasceu o primeiro dente no final do décimo mês, apesar de desde aí terem vindo logo mais três de seguida. 

Nos últimos dias tens assistido ao pessoal todo a dançar ao som do jogo da nossa nova wii em segunda mão e por isso já aprendeste uns movimentos de dança novos...

Sei que, com tanta genica, vais dar-me água pela barba, mas... que se lixe, vamos a isso, venham mais quinhentos anos!

Rita

sábado, outubro 11, 2014

NOVELA DA DOENÇA, Capítulo 5 - Quase um epílogo

«Ela já está boa… trouxe eu trabalho para casa e não consegui fazer nada, ela só queria atenção…»
Isto era o que me dizia o meu homem no último dia do processo de convalescença da Joana… Sem febre, pintas desaparecidas, sonos a serem repostos, a miúda voltou à sua energia habitual, com o acréscimo de necessidade de atenção que advém de um período de doença. O que, em linguagem de pai/mãe, significa: filho recuperado, sossego desaparecido.

E daí que me ocorra: haverá algum pai por esse mundo fora que não sinta isto…? Preocupação, ansiedade, medo quando os vemos com febre – cruzes, caneco, tomara que não seja nada, que passe, que seja uma porcaria de uma virose qualquer, uma porcariazeca, que não se venha a descobrir nada de esquisito, que a gente sabe que a desgraça é coisa que pode bater à porta seja de quem for – e interrogação quando os vemos bem – cruzes, caneco, dormia tanto quando tinha febre e agora não dorme nada, será que não podia dormir mais um niquito, que isto afinal revelou-se uma porcaria de uma virose qualquer?!...

Alguém?! Ou somos os únicos desnaturados a quem isto passa pela cabeça…?!
Rita

sexta-feira, outubro 10, 2014

NOVELA DA DOENÇA, Capítulo 4 - A mãe taralhoca

Pelo sim, pelo não, penso que para descartar a hipótese das pintas serem uma qualquer reação da Joana ao antibiótico, o médico da urgência afirmou a pretensão de o alterar. Perguntou à mãe taralhoca qual tinha sido aquele que ela havia começado.
«Clavamox», disse a mãe taralhoca, completamente certa do que afirmava.
«Trouxe-o? Ou a embalagem?». Obviamente que não, então não estava ela mesmo a ver o frasco e a embalagem à sua frente, para alguma coisa lhe servia afinal ser mãe de três, acumular em nove anos de maternidade já algumas enfermidades e ainda por cima ter uma irmã enfermeira, ela era e demonstrava ser uma mulher atenta a estar coisas.
 «E qual deles, sabe? Se é 125...250...?». Mãe taralhoca de três, com experiência de enfermidades e irmã enfermeira completamente muda, a sentir-se muito palerminha, pois claro que os xaropes têm dosagens diferentes de medicamento... E a tentar ajudar, com voz baixinha a soar lá de dentro do buraco para onde tinha acabado de cair: «Ela tem 7 kg e toma 5ml de 8 em 8 horas, não sei se ajuda...»
E lá saiu a mãe taralhoca do hospital, em tempo recorde (de, penso, menos de uma hora), com nova prescrição (com inclusão de medicamento para atenuar as comichões) para, antes da farmácia, passar no trabalho, onde explicou o que se andava a passar... De onde saiu, dali a pouco tempo, para a farmácia. E na farmácia: «Quer o genérico ou o de nome...?» Ao que a mãe taralhoca tomou a sua decisão: «É melhor o de nome, como é uma questão de reação ao primeiro antibiótico...». E a farmacêutica, a falar baixinho, mais para si, enquanto olhava para a receita: «Então é o Clamoxil... vou já preparar».
Foi nesse momento que a mãe taralhoca estacou. Clamoxil. «Desculpe, não se importa de me mostrar a embalagem antes de o ir preparar...?».
Escusado seria dizer, se não houvesse uma necessidade de auto-flagelação, que a mãe verdadeiramente taralhoca teve que voltar novamente à Estefânia, filha slingada há não sei quanto tempo a fazer doer as costas (toma lá práprenderes a não ser taralhoca de todo!), onde os senhores do balcão administrativo lá autorizaram a sua reentrada para que fosse ter com o médico que lhe tinha observado a filha para que alterasse a prescrição. E lá esperou a mãe taralhoca, filha slingada há não sei quanto tempo, à porta de uma sala vazia onde, quarenta minutos depois, uma outra mãe lhe explicou que o médico em questão tinha sido chamado para uma reunião e todos os seus pacientes haviam sido transferidos para uma colega... mas é óbvio que ninguém sabia da sua existência, uma vez que não tinha dado verdadeiramente entrada na urgência... e lá foi imiscuir-se numa outra sala, falar baixinho a uma médica do facto de ter dado ao médico anterior o nome de um antibiótico e se ter enganado, possibilitando que ele passasse uma prescrição exatamente desse mesmo antibiótico quando o objectivo era mudá-lo. 
Honra feita à nova médica, fosse por enfrentar só mais uma mãe taralhoca como muitas ou por ter mais com que se entreter nas urgências, limitou-se a mudar a receita e... pronto. Depois claro que deve ter pensado: «caramba, onde é que estes miúdos vão desencantar estas taralhocas...?»
Rita

quinta-feira, outubro 09, 2014

NOVELA DA DOENÇA, Capítulo 3 - As pintas

A miúda lá foi reavaliada pela pediatra no prazo indicado pelo médico do hospital e esta lá chegou à conclusão que a otite (nos dois ouvidos, safa, coitada) era bera o suficiente para merecer o apelido de bacteriana e ser tratada com antibiótico.
E eis que, menos de 24 horas depois de ter iniciado a medicação, foi-se a febre, repentina e milagrosamente...! Nós demos pulos de contentamento, eh lá, esta miúda tem uma reação espetacular ao antibiótico!!! 
O problema foi quando, à noite, começamos a olhar para a mocinha e lhe vemos as pintas. Eram pintas rosadas espalhadas pela cara e zona do pescoço, depois pelo tronco e zona genital, fundamentalmente virilhas. E o pior é que lhe dava comichão, a ela que até tinha andado bem disposta até aí, mesmo com as febres altas de 39º. Resultado: noites mal dormidas, a miúda podre de sono a acordar de quarto em quarto de hora e a queixar-se e coçar-se na zona das orelhas (facilmente confundível com a dor de ouvidos, não fosse a ausência de qualquer reação ao Benuron, que experimentamos dar-lhe nessa noite).
E, como se não bastasse a anterior saga hospital-centro de saúde, na impossibilidade de contactar a pediatra no domingo, lá rumei com ela à urgência do Hospital D. Estefânia na segunda-feira de manhã... A avaliação do médico foi de molde a descartar uma reação ao antibiótico: «Por aquilo que me está a descrever, a febre alta a cessar repentinamente e as pintas a aparecerem a seguir, isto tem tudo a ver com um contexto viral... de facto, se eu não concordasse que ela tem de facto os ouvidos muito inflamados, eu até optava por tirar o antibiótico...» 
Ou seja: Joana > 8 meses em casa sem intercorrências > 1 mês na escola = 1 infeção bacteriana e 1 infecção viral. Toma lá, vai buscar. 
Rita

terça-feira, outubro 07, 2014

NOVELA DA DOENÇA, Capítulo 1 - É proibido adoecer

Um dia antes de fazer os nove meses – e, provavelmente para comemorar um mês de creche – a Joana ficou doente pela primeira vez.
A diarreia que tinha há uns dias estava a passar, controlada só com dieta, mas na quarta-feira passada fomos dar com ela com febre. Parecia bem, ativa, igual a ela mesma, com apetite, mas com febre. E, como durante o dia, me parecesse vê-la cofiar a orelha num gesto que lhe é pouco habitual, lá nos organizámos (Vasco na vizinha) e rumámos à Estefânia à noite. Aproveitámos um coxear de vários dias da Alice e levámo-la também.

Depois do Rx, o diagnóstico da mais velha foi rápido e fácil: um ligeiro entorse a necessitar só de dispensa da prática de educação física durante quinze dias, passível de melhorar em menos. A avaliação do estado da Joana demorou mais um pouco mas o resultado foi claro: uma ligeira inflamação nos dois ouvidos, sem pus, com alta probabilidade de se resolver em 48 horas só com Brufen. O médico explicou as alternativas: ou medicar, de forma talvez excessiva e precipitadamente com antibiótico, ou garantir a necessidade de reavaliação após o período indicado. Escolhida a última hipótese, questionei-o acerca do atestado para ficar em casa com a mocinha e qual não foi o meu espanto quando ele me explicou que, atualmente, só poderia fornecer uma declaração médica com o diagnóstico e que seria o colega do centro de saúde a quem caberia passar o atestado de assistência à família.

Pois que lá rumei eu, desta feita só com a doente, para o centro de saúde da minha área. Tirei a senha e expliquei no atendimento ao que vinha. Tiraram fotocópia do meu Cartão de Cidadão e da declaração do médico no hospital e mandaram-me esperar. E esperámos. Esperámos, eu e a minha rapariga pequena – doente, já tinha dito? possivelmente com um contexto viral, contagioso, certo? e a idade de nove meses, também já tinha mencionado? – exatamente TRÊS HORAS E MEIA…! Sentadas na sala de espera, indiferentemente a poderem estar ao nosso lado grávidas, bebés mais pequenos ou doentes, idosos, fosse quem fosse…
Duas horas depois de lá estarmos, dirigi-me ao atendimento e perguntei, com a maior calma e boa educação de que fui capaz – mas provavelmente com olhos raiados de fúria – do que estava eu à espera. «Então… não veio para lhe ser passado um atestado…?! Está à espera que o médico consiga chamá-la…» Perguntei se não me encontrava à espera de uma consulta de urgência para isso (passo a explicar o raciocínio: ou o médico tirava um minuto entre consultas para observar as fotocópias dos documentos e aproveitava os meus dados já informatizados para me passar o atestado o mais depressa possível ou desejava examinar novamente a criança e, nesse sentido, fá-lo-ia numa consulta com urgência para que um bebé de nove meses, doente, não estivesse à espera – tem lógica? Pelos vistos, não) e que estava ali a perguntá-lo uma vez que já tinham sido chamadas outras pessoas chegadas depois de mim, algumas delas provavelmente também com urgências.
E é quando a senhora me explica que não, que não era uma consulta. Que «qualquer coisa, blá-blá-blá, um favor do médico, quando tivesse tempo». Estaquei: «Desculpe, mas o médico não me está a fazer favor nenhum.» (Duas horas????!!!! Com filha de nove meses doente???!!! É que é cá um favor!!!!!) E ela: «Sim, no fundo é mais ou menos um favor.». Ao que expliquei que tinha estado na noite anterior no hospital durante uma hora e quarenta e que a minha filha já tinha sido examinada e diagnosticada, trazendo eu o papel do diagnóstico. E que sabia que ela, a senhora, não tinha culpa nenhuma, mas que compreendesse a minha situação. E ela explicou que eu não tinha médico de família, que no centro havia pouquíssimos médicos, e que, dada a hora a que tinha chegado (09H20, mais ou menos), já não havia senhas de urgência (que penso serem só cerca de meia dúzia por dia), e que o centro não fazia urgências (contrariamente ao teor do site do Ministério da Saúde sobre os centros de saúde, portanto). E lá amarguei mais uma hora e meia (na verdade um pouco mais, uma vez que fui chamada às 12H00), para encontrar um médico muito simpático, mas que percebi que nem sequer tinha olhado para os documentos fotocopiados e que, ao saber que a criança tinha ido ao hospital, declarou: «Ah, então diga lá, o meu trabalho assim já está facilitado…». Eu nem sequer precisei de tirar a Joana do carrinho e ele nem sequer precisou de lhe tocar, aliás, de se levantar do seu lugar.

Tempo esperado no Hospital público: 1 hora e 40 minutos (nada mau, para uma época do ano complicada e de noite).
Tempo esperado pelo atendimento no centro de saúde: 3 horas e 40 minutos.
Tempo dentro do consultório do médico no centro de saúde: 5 minutos.

Pelo que percebi que as novas indicações (provavelmente para evitar baixas fraudulentas) é dificultar ao máximo as condições para quem está doente ou tem filhos doentes. Vamos ao hospital. Depois ao centro de saúde. Ocupamos os dois serviços de saúde inutilmente. Andamos doentes, ou com filhos doentes, a necessitar de descanso e preservação em casa ou com contextos possivelmente contagiosos, a passar horas a tratar de papéis que nos justificam faltas ao trabalho, sendo que na grande maioria dos casos (as tais viroses simples e curáveis em três dias) estas nos forçam a descontos a 100%... (que é o que se desconta quando se está de baixa ou assistência à família até três dias)!!! Já para não falar que, no caso de uma doença altamente contagiosa ou incapacitante, podemos ter que enviar outra pessoa por nós ao centro de saúde e, nesse caso, sujeitamos um profissional a ter que assinar de cruz um atestado a uma pessoa que não observou…!!
Pergunto-me: o que é isto…?! A que ponto chegámos?! Já não chega a preocupação/ ansiedade de ver um filho pequeno doente?! Já não chega a culpa que sentimos tantas e tantas vezes em relação às faltas ao trabalho, à redução na equipa, a deixar os colegas desfalcados?!
Fico a pensar quem é que beneficia disto. Não são os doentes, nem os seus acompanhantes, nem os utentes do serviço de saúde, nem todos os funcionários do serviço de saúde (quer seja de hospital quer seja de centro de saúde), nem os locais de trabalho… Fico reduzida ao poder instituído, que trata de burocratizar e dificultar tanto e cada vez mais a situação a quem está doente ou a acompanhar quem está doente que só lhes resta pôr dias de férias para não ter que se sujeitar a isto…
Interiormente guardo para mim o desejo de que esta minha filha pequena saia ao irmão, que é tão resistente, e não à irmã, que apanhava todo e qualquer vírus ou bactéria no raio de quilómetros ao seu redor…
A partir de hoje, minhas gentes, já sabem: PROIBIDO ADOECER!

Rita

sexta-feira, setembro 05, 2014

Oito meses de Joana


Comecei a insistir sentá-la depois de fazer sete meses e foi num instante que o começou a fazer sozinha; quando demos por ela estava sentada no meio da sala e ninguém a tinha colocado daquela forma. No tempo que durou o campo de férias da Alice, aperfeiçoou a habilidade e foi uma surpresa para ela quando chegou.
Adora tirar fotografias e até já se ri para a câmara. Tirando esta, gosta de tudo o que é electrónico: comandos de televisão, telemóveis, o ipad... 
Começou a tentar gatinhar talvez quando já passava dos sete meses e meio. Já há algum tempo que se punha na posição e balançava o corpo.. começou depois a empurrar-se para trás e dávamos com ela meio por baixo dos sofás... entrou a seguir numa fase em que parecia saber os movimentos dos braços e das pernas, mas não coordená-los entre si... finalmente, três dias antes de completar os oito meses, começou a gatinhar.
Com as novas possibilidades de movimentação, é um perigo tê-la na cama de grades pequena mas ainda não mudou para o quarto da Alice - agora o quarto das miúdas - para não a sujeitar a muitas alterações de vida ao mesmo tempo.
Dá turras e torce o nariz quando lhe pedimos que faça uma "cara feia".
Come otimamente mas já sabe mostrar quando há uma ou outra sopa que não lhe agrada.
Adora a Fera e encaminha-se para ela assim que a vê. A seguir parece que a tortura, puxa-lhe o pêlo, apoia-se em cima dela, bate-lhe com o que tenha na mão, tudo acompanhado por guinchos de satisfação ou por sons entoados que são giríssimos e nunca tinha visto nos filhos anteriores. Poder-se-ia pensar que a Fera foge mal a vê, mas até muda de posição nas torturas - tal como acontecia com o Vasco - como quem está a ser massajado...


Desde segunda-feira que está na creche, em processo de integração gradual. Não tem chorado, tem comido e dormido bem. Eu tento aproveitar os restos de tempo que tenho para estar com ela porque o regresso ao trabalho está premente. 
Essencialmente por isso, daqui a umas horas parte comigo e com a mana para a sua primeira Festa do Avante...

Rita

quarta-feira, junho 11, 2014

A Joana de cinco meses (e quase dez dias):


A Joana de cinco meses parece ter desenvolvido extraordinariamente no último mês. 

Há uns tempos que tinha parado de palrar como fazia e passado a dedicar-se mais à fisicalidade. Aprendeu a rebolar para a posição de barriga para baixo quando tinha acabado de fazer quatro meses e meio e está agora a aprender a técnica de o fazer ao contrário, que acontecia sempre de forma involuntária. 
Talvez porque a coisa parece mais ou menos dominada, nesta última semana tinha começado novamente a chamar-nos e a falar connosco, mas só usando "uh-uh-uh". Desde ontem que recomeçou em grandes conversas, o que me alegra muito, que adoro perder tempo a observar-lhe as boquinhas diversas. 

Dobrou o riso também na semana dos quatro meses e meio e foi por pouco que não vim cá dizer que, como rir é das melhores coisas que podemos fazer, naquele dia se tinha iniciado o resto da sua vida. A avaliar pelos escritos neste blog, a Alice e o Vasco fizeram-no primeiro, e ambos com a tia Cristina. Até agora, a Joana só gargalhou comigo, em brincadeiras palermas, mas ainda não adquirimos a noção exacta do que lhe desencadeia o sentido de humor. 
Apesar disso, a Joana é - digo-o orgulhosamente acerca de todos os meus filhos - verdadeiramente simpática. Sorri maravilhosamente a todos os que a cumprimentam e por vezes enruga o nariz todo quando o faz, o que, pode ser de mim que sou a mãe, mas é super divertido. (Ontem passeia-a para o colo de duas adolescentes que estavam a ver uma das exibições da marcha da Alice e que estavam fascinadas com ela... foi vê-las a experimentar posições, a passá-la de uma para a outra... e a miúda impassível e bem disposta durante o tempo todo que aquilo durou...)

Come sopa desde há um mês, fruta há ligeiramente menos e já experimentou papa. Demorou poucos dias a habituar-se à colher e até agora parece gostar de tudo... menos de ser acordada de propósito para almoçar, no caso de só ter passado pelas brasas... aí, venha a maminha, que será mais rápida e permite abracinhos e miminhos...

Já levou uma pequena traulitada de descuido, quando a sua mãe a tinha apoiada na anca e mediu mal a passagem das duas por uma porta... tem dois irmãos de oito e cinco anos muitas vezes de volta dela, mas foi a mãe negligente a fazer uma destas...

Faz uma festa (com muita agitação de pés e sorrisos escancarados) maior ao pai, manos e caras conhecidas... mas a ninguém como me faz a mim... tem uma relação tão especial comigo que chega a choramingar se me vê a passar ou se me ouve quando está no colo do pai... e eu aproveito como nunca aproveitei, até ao máximo...

Rita

A foto foi tirada no dia da festa de final de ano lectivo do Vasco, em que o tema eram os piratas e havia adereços para as famílias comprarem... os nossos deram para uma bela sessão de fotografias depois, já em casa...

sábado, abril 19, 2014

A Joana com três meses e meio...

 
- pesa qualquer coisa e mede qualquer coisa que nós não fazemos a mínima ideia de quanto é, primeiro porque só a levámos ao médico duas vezes (falhou a consulta do segundo mês e só marcámos a do terceiro para quando estiver praticamente a uma semana do quarto), e depois porque, olhando para ela e vendo-a a mamar tão bem e achando-a tão desenvolvida e com bom aspecto, deixei de ceder à preocupação com o peso (uma vez que os meus putos sempre tiveram tendência para ser racinha finguelas)...
- segura perfeitamente a cabeça e desde os dois meses, o que faz com que todos sem excepção o realcem - ou não percebem nada de bebés, ou já não se lembram, ou a miúda pequena tem mesmo um super-pescoço (espero que não com tanta tendência para os torcicolos como a sua mãe)...
- descobriu as mãos, primeiro de forma aparentemente involuntária, no início do segundo mês, quando começou a pô-las na boca... e depois de forma totalmente propositada, ora para as saborear ora para as observar... as dela e as nossas, é claro...
- adora adora adora atenção... principalmente para conversar, partilhando muitos "ahs", "ehs", "grrrs", "rrrrs", "auuus", "ags" e outras coisas igualmente interessantes... mesmo quando se encontra entre o bom e o mau humor, basta dar-lhe duas tretas de conversa na sua língua para começar logo a sorrir entre choraminguice... (tenho que dizer que ela ainda não tinha dois meses e já eu achava que estava pronta a começar a fazer os seus primeiros sons intencionais e dirigidos à minha pessoa... aqueles foram de facto os primórdios da palradice... vai ser conversadora, vai...)
- adora adora adora colo... principalmente se o portador da sua pessoa se mexer de um lado para o outro, obviamente...
- é capaz de abrir a goela de forma violenta, mas só no recato do lar... em outras situações como reuniões de pais, aulas assistidas de expressão motora e música , festa do aniversário do irmão, é espectacular... adormece, anda bem disposta e nem se queixa de ultrapassar horários de refeições...
- já empina a barriga para ser pegada ao colo quando está na cama, espreguiçadeira ou cadeira do carro
- sempre que está deitada, mesmo com as costas altas, farta-se de fazer abdominais para se conseguir sentar - o que, admitindo que pode ser dos nossos olhos adoradores, é muito cómico...
- continua moreninha (pelo menos em comparação com os outros)...
- toma muito menos vezes banho do que os irmãos tomavam, confesso... um dia porque não dá jeito, no outro porque quero esperar pelos manos para acompanharem, outro porque chegamos demasiado tarde a casa e são horas de fazer o jantar e preparar o dia seguinte... enfim, também não se suja muito...



(nós, em estilo desportivo, depois de uma aula aberta de expressão motora da sala de jardim de infância do Vasco... a escola dos miúdos faz sempre, todos os anos, e eu adoro participar... desta vez levei a besnica a reboque)

Rita

segunda-feira, março 03, 2014

Dois meses de Joana


 
Ficávamos as duas muito tempo em casa porque ela era pequena e o tempo estava uma treta lá fora. Quem tem bebés sabe como não dá jeito nenhum sair de carro quando chove: o "ovo" é um peso tremendo, não dá para andar com guarda-chuva, quando se tem uma chave de carro que só abre na ignição, tem de se andar às voltas até conseguir estar pronto para sair... Sair de carrinho está fora de questão, apanhariamos chuva e aqui à volta as ruas são extremamente inclinadas e os passeios são completamente tortos. Ter um filho em pleno Inverno chuvoso não é fácil e acabámos por ficar em casa a namorar-nos mutuamente.
Assim que o tempo melhorou, ala de pôr a miúda no sling ou no pano e começar a passear. No princípio, o efeito notava-se muito... um ou dois dias pendurada em mim e dava logo azo a momentos de muito mais choradeira quando se esperava que adormecesse na cama...
 
Então, nestes dois meses em que tenho vindo a conhecer a miúda e a miúda se tem vindo a conhecer a si e ao mundo, posso dizer - e não necessariamente por esta ordem de importância - que:
 
- Por data do primeiro mês, a rapariga começou a sorrir. Eram sorrisos inseguros, ainda o treino apalermado de uma expressão. De tanto treino, nosso e dela, a miúda agora escancara a boca toda e, como todos os bebés, fica o máximo. Sorri muito, para mim essencialmente - que, como diz a K., sou a sua pessoa preferida - mas também para o pai, irmãos (mais para a Alice, que lhe dá mais do seu tempo), tia Cristina, e qualquer pessoa que se meta com ela quando está bem disposta, na maior parte das vezes depois de dormir belas sonecas.
- Já conseguimos fazer horários regulares de refeições, que é o mesmo que dizer, de vida. O nosso dia/noite agora divide-se em grupos de seis horas, quatro, três e meia, três e meia, três e meia, três e meia - mas alteramo-los conforme nos dá jeito nos passeios e retomamo-los a seguir. Quando a casa está cheia com o resto da família, que é o mesmo que falar nos fins-de-semana, a miúda dorme muito menos de seguida, pensamos que por efeito do barulho.
- No final da tarde, teimamos em colocá-la na espreguiçadeira para conviver com o resto da malta. Ela ainda não parece achar piada nenhuma ao assento e chora na maior parte do tempo... revezamo-nos a quatro a colocar-lhe a chucha e, quando os ajudantes mais novos se vão deitar, a dois para lhe proporcionar o luxo de uma cadeira tremeliques...
- É a minha filha mais chorona, mas isso é dizer pouco, se acrescentar que a Alice não chorava nada e que o Vasco também o fazia em pouca quantidade. Recordo-me que brincávamos que a Alice não usava os vasos lacrimais e que, por causa disso, só tinha tido lágrimas já depois de um ano de idade. Na verdade, não há nenhuma fundamento científico para isto, o Vasco chorou desde sempre com lágrimas a correr pela cara abaixo e a Joana, que tenta fazer melhor usufruto desta capacidade de negociação, só fica com os olhos rasos e depois de alguma instência.
- Fora de casa, a sua posição preferida é a vertical e, quando começa a ficar com sono, a "vertical andante". Cá pela nossa vida doméstica, no mesmo estado aceita muito bem ser colocada na cama, chucha na boca e lençóis até às orelhas.
 
E, a minha preferida...
- Quando fomos à médica há um mês e lhe disse que achava que a miúda começava a tentar fazer as suas primeiras vocalizações, ela achou que ainda era cedo. Apesar disso, ao longo deste mês fui comprovando que era verdade. A rapariga adora que eu fale directamente com ela e que faça os sons equivalentes às primeiras palradelas e anda a tentar preparar-se para me responder à altura.
 
Rita

segunda-feira, fevereiro 03, 2014

Um mês de Joana



Uma das coisas boas de ir aqui escrevendo é poder, anos depois, consultar o que disse e reviver aqueles mesmo sentimentos e sensações... é bom pensar que, em relação a eles, os miúdos poderão também um dia gostar de ver o que tanto se reflectiu sobre eles...
Assim, correndo o risco de me ver repetida em relação ao post sobre o primeiro mês do Vasco, um mês de Joana tem igualmente representado trinta e um dias de arrebatamente e adoração crescente...
A miúda é linda. Agora é-o cada vez mais, uma vez que já tem uns olhos enormes "de ver mundo" que nos seguem com assertividade, e uns sorrisões lindos de boca aberta, (ainda por cima)essencialmente para mim...
Fisicamente, é o mesmo estilo de bebé que eram a Alice e o Vasco e, devido a isso, houve quem na escola no outro dia dissesse que era parecida com eles. No entanto, muito embora existam várias pessoas a concordar que há uma maior parecença da Joana com o Vasco, acho-a com feições diferentes das deles.
É a mais chorona dos meus filhos, mas isso não é dizer muito porque a Alice não chorava praticamente nada e o Vasco também o fazia pouco. Parece ser a que come mais e por isso tens umas bochechas giraças. Mama de quatro em quatro horas durante o dia, mas as noites têm sido mais instáveis, provando-se aquela máxima famosa do "quanto mais dorme, mais quer dormir". Tem feito algumas noites com intervalos de seis horas e algumas noites a chorar desalmadamente... Somos nós que estamos efectivamente mais velhos e temos menos resistência para choros nocturnos. Com a Joana já fizemos o que nunca foi feito com os outros dois: incapazes de a sossegar, puxámo-la para a nossa cama e tentámos dormir assim. É a idade, dirão uns; o cansaço, dirão outros; a sapiência e confiança da experiência, o acreditar que não vamos fazer nenhum disparate e fazer dela uma bebé cheia de manhas, poderá ainda afirmar alguém. Será um pouco de tudo isso, acredito eu.
Ser mãe de terceira viagem é ser ainda mais descontraída. Digo "ainda mais" porque cá em casa sempre o fomos muito (ainda por cima com uma primeira filha angelical e uma irmã enfermeira-de-bebés para nos ensinar tudo o que sabe)... mas claro que agora já não damos grandes hipóteses a algumas dúvidas mais comuns. Por exemplo, quando ela chora sem conseguir acalmar-se, encolhe-se com mais facilidade os ombros e admite-se a incapacidade parental para fazer parar o choro em todas as ocasiões. Não se alinha facilmente em "será que comeu o suficiente? será o meu leite bom?"... simplesmente, pensa-se que um bebé chora, por stress, excitação, cansaço, desgaste, manhozice, necessidade de contacto ou miminho... acontece, o choro é uma forma de comunicação e, encontrando-se as suas necessidades básicas satisfeitas, é melhor admitir que um bebé chora e tem o direito de chorar...
Em resumo... nesta casa onde passei a cortar quarenta unhas por semana (oitenta de quinze em quinze dias, noventa de longe em longe, quando lhes somo as das patas dianteiras da Fera), tudo vai correndo... apaixonadamente bem...
Rita

sexta-feira, janeiro 24, 2014

Em casa...

Como é que uma mãe e uma filha de três semanas se entretêm em casa sozinhas, principalmente depois da primeira constatar que não tem fotografias nenhumas com a segunda...?

Rita