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segunda-feira, agosto 18, 2014

WIP

 Hoje mostro, muito rapidamente, um pedacinho de um dos últimos trabalhos das Oficinas RANHA. Espero que gostem.
Ana Cristina

segunda-feira, agosto 11, 2014

As férias que já tivemos

Antes de ficarmos a três (uma vez que a Alice está agora no campo de férias), estivemos de férias a cinco, na altura em que o pai ainda não havia regressado ao trabalho. Daqui a dias, quando a miúda voltar, retomaremos o nosso ATL de Verão familiar, ou seja, pouco menos de um mês a quatro, mãe e filhos. 
Entretanto, as férias já gozadas foram óptimas... tal como se quer, com muita cor...

... cor de praia...

... cor de comezainas...

... cor de passeios...

... cor de belas vistas...

... cor de brincadeiras...

... cor de gelados...

Rita

domingo, agosto 03, 2014

Uma estante cheia de Xulés 2

São oito, e têm nomes seguidos, do Quarenta e Dois ao Quarenta e Nove. Quiseram marcar a diferença com uma fotografia de grupo a assinalar a quase meia centena de Xulés saídos da fábrica Oficinas RANHA.
Já seguiram quase todos para novas paragens, e foram felizes porque o saco xulezudo estava cheio e ficar lá dentro não tinha grande graça. Engraçado é brincar tanto que se fica moído e com pontos desfeitos, é dormir agarradinho ao dono pequeno ou ser admirado pelo grande. E tirar fotografias, claro (um prazer comum a todos os Xulés, como já deu para perceber). 
A história das meninas Xulés Quarenta e Quatro e Quarenta e Seis já contámos neste post, e a do verdusco e bezuguento Xulé Quarenta e Oito foi contada neste. Contaremos as outras histórias assim que possível, mas têm de esperar um bocadinho porque as artesãs e criativas das Oficinas RANHA, são também mãe-de-três-agora-de-férias ou enfermeira-a-trabalhar-a-40-horas-por-turnos-em-luta-sindical.
Ana Cristina



terça-feira, julho 29, 2014

Uma estante cheia de Xulés


Estes são dez Xulés que pretendem encontrar novos donos. Na verdade a maioria já seguiu caminho, mas há alguns que, não tendo ainda donos, querem ir para novas paragens. Podem conhecer o mundo pelas mãos pequenas de companheiros de brincadeiras e sonos bons, ou ficar em locais tranquilos e passar dias inteiros a descansar se os seus donos forem pessoas crescidas. Têm todos um ar divertido e adoram tirar fotografias.
Vamos mostrá-los um a um, mas por enquanto fiquem com a ideia que há de cores, tamanhos e feitios variados. Todos de meia, todos Xulés.
Se conhecerem alguém que esteja interessado em ter um avisem.
Ana Cristina

quinta-feira, julho 24, 2014

Xulés Quarenta e Quatro (44#) e Quarenta e Seis (46#)


À medida que iam nascendo, as Meninas Xulés Quarenta e Quatro e Quarenta e Seis foram-se apercebendo das suas semelhanças. Não eram só as cores, o feitio, a vestimenta. Era toda a personalidade advinda do momento da sua confeção, os pensamentos e sentimentos que se transmitiam a cada ponto, a cada linha. As afinidades deram lugar a um sentimento de irmandade e como tantas vezes acontece, juntas no saco xulezudo desejaram ir uma com a outra para uma nova casa. Claro que foram advertidas que isso não costumava acontecer, mas a esperança persistia.
Depois, um dia, uma miúda pegou na Quarenta e Seis e disse: «Queria tanto este Xulé…». E zás, comprou-o, com o seu dinheiro poupado. E depois ofereceu-o à sua irmã bebé porque a Menina Xulé Quarenta e Seis só tinha um botão na sua gola e esta saía facilmente. E por proposta da Mãe, ficou antes com a Quarenta e Quatro, tão parecida e irmã da outra.

As Meninas Xulés Quarenta e Quatro e Quarenta e Seis moram agora cá em casa.


Rita

quinta-feira, julho 17, 2014

O Doce de Morango deste ano

Foi em grande escala, o que quer dizer que desta vez fiz um total de 12 frascos de doce caseiro, de morango. Alguns já foram distribuídos por outras casas, e no serviço já vamos no segundo frasco, mas com sorte o stock durará por um bom tempo.
Eu não sou dada a grandes experiências culinárias. Aliás, nem grandes nem pequenas. Gosto de fazer umas coisas especiais de vez em quando, mas de programar as refeições diariamente, de ter de variar e de fazer as compras para cumprir com o programado nem pensar. Felizmente, cá em casa há quem goste mais do que eu. 
No ano passado, quando fiz a minha primeira panela de doce gostei da experiência. Gostei de dar um frasco aos meus pais e à minha irmã de doce feito por mim. E gostei de o comer, claro. Este ano repeti a proeza e, à parte de uns ajustes que terei de fazer numa próxima vez, ficou bom. Agora apetecia-me continuar a fazer compotas. Talvez. Quem sabe.
Ana Cristina


terça-feira, julho 15, 2014

O Xulé 30#

Foi feito a pensar na sua dona, e aguarda há muito que ela venha passar as férias a Portugal, para se conhecerem e, quem sabe, irem juntas para a Dinamarca. Também faz parte do grupo restrito dos Xulés que têm uma saia de bolinhas, a combinar com os da Alice e das suas amigas (a sua dona também é uma amiga). 
Tem criado grandes simpatias entre quem a conhece por isso esperamos ansiosamente pela opinião da L.

E, para quem esteja interessado, fique sabendo que em breve mostraremos um montão de Xulés, alguns deles ainda sem dono.
Ana Cristina

quarta-feira, junho 11, 2014

Uma camisola pintada para uma amiga


É muito bom pegar nos pincéis, há muito tempo postos de parte porque ultimamente tenho estado mais virada para outros materiais, e pintar uma camisola para uma amiga como se fosse para nós. A camisola tem a "nossa" cor. As tintas são nos "nossos" tons preferidos e ficam sempre bonitas no fundo escolhido. Os motivos, sendo especialmente pintados a pensar na ofertada, correspondem também ao nosso gosto. O resultado é uma peça que nos orgulhamos. Mostro-a pendurada agora, mas posso dizer-vos que fica muito melhor vestida na sua dona. Em mim também não ficava mal mas, nesse ponto, com ela está muito melhor.

A verdade é que fiquei com vontade de voltar a pintar camisolas e, quando voltar de uns dias de férias que estou a passar por terras alentejanas, acho que vou pintar algumas. Nem que seja só para mim.
Ana Cristina

quarta-feira, abril 30, 2014

Mais malhas



Aproveitando a época das malhas em duas agulhas, no final do inverno ainda fiz outras duas peças. Mostro-as agora, não porque tenham sido oferecidas recentemente, mas porque as fotos ficaram, primeiro à espera de ser tiradas e depois de ser mostradas neste blog. Pode ser que sirvam de inspiração para o trabalho de verão na preparação da estação outono-inverno que se seguirá.
Bem, continuando, no dia em que ofereci  as golas aos sobrinhos, recebi da Rita a proposta de fazer umas perneiras para a Alice que, ao que parece, que queria muito ter umas.
Achei graça porque eu lembro-me de ter pelo menos dois conjuntos de perneiras, umas em castanho mesclado, outras com uns bonecos coloridos a dar a volta à perna. Deve ser de as ter usado, nos anos 80, que tenho um certo carinho pela peça de vestuário que são as perneiras e que agora parece que estão na moda outra vez. Fazem-me sempre lembrar as bailarinas do "Fame" e um estilo desportivo. 
Claro que aceitei a proposta de imediato e sem surpresa. Surpreendida fiquei quando, na despedida desse mesmo dia a Alice me veio abraçar e agradecer a gola nova. Aproveitou para me lembrar do novo projecto e fazer mais um pedido;  "- Tia, quando fizeres as perneiras podias-me fazer também umas luvas?". "- Upss", disse eu, "- Mas eu não sei fazer luvas...". Ao que ela respondeu: "- Podes sempre tentar."
Não tentei. Resolvi fazer-lhe umas "luveiras", palavra que passei a denominar a peça que cobre os braços e parte das mãos com o objectivo de as aquecer, e que na net encontrei definidas como "polainas da braço". Não interessa como se chamam, mas que foram um sucesso foram.
A Alice, que já valoriza as peças feitas especialmente para ela, depois de receber as perneiras e luveiras levou-as para a escola vários dias e emprestou as luveiras às amigas. Segundo ela há uma série de amigas que também querem umas. 
Parece que, além de Xulés, posso fazer luveiras quando quiser oferecer um presente a meninas de 8-9 anos. E se estiverem largas não faz mal, porque se não estiverem vão ficar de tanto uso.
Ana Cristina

domingo, abril 13, 2014

Voltar às malhas, depois de tantos anos

Desta vez sem a ajuda da madresita, e sem recurso ao "Grande Livro dos Lavores", mas com o apoio do You Tube (pelos vistos a ferramenta moderna de aprendizagem) no relembrar de pontos e pormenores mais simples da malha em duas agulhas, ou knitting, como lhe quiserem chamar.

Foi um entusiasmo recente, do final deste inverno, e por contágio de algumas colegas que andam a dar os primeiros passos nesta técnica.  Eu estou um bocadinho mais adiantada, porque em tempos, há muitos e longos anos, ainda fiz umas camisolas para mim e para as bonecas. Coisas simples e sem grande técnica mas que resultaram.
Lembro-me da primeira camisola que fiz, e que foi minha grande companheira durante mais ou menos vinte anos (talvez encontre nos álbuns fotográficos dessa camisola e vos possa mostrar) e que acabou por ter um fim quase trágico quando foi adoptada pelo Pilas.
Mas voltando à malha em duas agulhas, desta vez, num instante os dedos obedeceram e a vontade de fazer uma peça em malha chegou.
 Resultou em duas peças.
Golas para os sobrinhos, porque está na moda voltar às malhas e eu gosto de peças pequenas.
Ficaram giras não ficaram?
Ana Cristina

quinta-feira, abril 03, 2014

Xulés 31# e 32#

Foram oferecidos há umas duas semanas por conta do festejo de aniversário da R, uma das grandes amigas da Alice.
O Xulé 31# é da K, uma menina que estará quase a fazer 2 anos. É colorido e com ar bem disposto.  
O da saia, o 32#, fez parte das encomendas feitas pela Alice para as amigas que seriam premiadas com bonecos-meia com saia à semelhança do seu. Neste grupinho está o Xulé 29#, que já mostramos aqui, mas também o 30#, que por enquanto não podemos mostrar porque a sua futura dona não imagina que o vai receber. Neste, tive a ajuda da Alice, que ajudou a escolher a meia com uns corações virados ao contrário e a cor da saia.
Já recebi o parecer da dona mais velha, que me garantiu que tanto ela como a sua mana gostaram dos presentes. Andarão por Lisboa e iremos segui-los de perto.
Ana Cristina

quarta-feira, março 19, 2014

Apresento-vos o Xulé 27#


Feito especialmente para a sobrinha Joana, e oferecido antes do seu nascimento o Xulé 27# tem sobretudo uma aparência alegre.

Foi aprovado pelo controlo dos irmãos mais velhos mas, por enquanto tem sido poupado dos testes de resistência a que são sujeitos os deles numa tentativa bem sucedida de respeito pelos brinquedos da mana bebé. Já é alvo de alguns períodos de observação por parte da sua pequena dona. Actualmente companheiro de berço (ou companheira porque tem ar de menina) adivinha-se que possa ser protectora de noites bem dormidas como são os da Alice e do Vasco. 

Tal como os outros Xulés foi feito integralmente à mão. Os materiais usados foram; meia, enchimento sintético anti-alérgico, botões e guizo.
Ana Cristina



quarta-feira, março 12, 2014

Xulé 26#


As crianças amigas das Oficinas RANHA vão aumentando e recebendo os nossos Xulés, os bonecos de meia feitos à mão e com enchimento sintético que vamos tentando espalhar pelo país. O Xulé 26# foi entregue a uma menina especial que fez um ano no final de Fevereiro. Estava previsto recebê-lo desde que tinha nascido... Cor garrida e muitos corações para uma personalidade que se avizinha forte e a crescer rodeada de amor.
Ana Cristina

quinta-feira, março 06, 2014

Uma encomenda para uma amiga especial

Quando a Alice recebeu o Xulé dela ficou muito contente por saber que seria um modelo especial. Um toque de menina mais velha, que fica de pé,  e com uma saia de berloques tipo bailarinha de dança do ventre. Na altura prometi-lhe que só faria outro, sempre diferente mas igualmente de saia se ela o autorizasse. 
E por época do Natal passado recebi uma encomenda especial. Um Xulé de saia para uma amiga especial que sempre mostrou muito carinho pelo Xulé da Alice. Da encomenda constavam dois dados, que a sua futura dona gostava de cor-de-rosa e que o seu Xulé teria saia como o da Alice. Teve a aprovação da Alice que já aproveitou para fazer mais uma encomenda e ouvi dizer que também teve a adoração imediata da sua dona.
Saiu assim o Xulé 29#, que foi oferecido à Didi pela sua festa de aniversário. 
Ana Cristina
Aproveito para dizer que criei mais uma etiqueta, a dos Xulés.

quarta-feira, março 05, 2014

O nosso Carnaval

Quase que me esquecia de mostrar imagens das mascaradas deste ano...
Com vista a conseguir ser eu a fazê-las, já falávamos nos desejos deles desde Janeiro. É engraçado como alguns sonhos podem ser pueris, mas eu tinha este há muito tempo: conseguir fazer as máscaras de Carnaval dos meus miúdos. Este ano, também por estar de licença, mas essencialmente por ter começado a pensar e tratar do assunto com antecedência, o objectivo foi bem sucedido.
 
Para o Vasco, máscara de Batman: calças pretas de fato-de-treino + camisola polar com tecido preto a fazer de capa, cosido nos ombros, e aplicações do símbolo e do cinto em feltro amarelo + máscara + lança-morcego em musgumi

 

 

Para a Alice, máscara de Gótica (ainda estou para perceber onde foi ela arranjar esta ideia...!): leggings pretas + collants de rede vermelhos (quem diria que havia collants de rede para 8 anos?!) + saia tipo tule cinzenta + camisola preta com aplicações de caveira + colete polar preto com aplicações em feltro vermelho e preto, com ataches (de papelaria...!)...



... e, como a riqueza das coisas está nos pormenores, fazer uma espécie de pulseira com feltro vermelhor e ataches, pintar as unhas e o cabelo de preto, juntamente com uma boa maquilhagem, usar muitas pulseiras e colares alusivos...



Modéstida à parte, os putos estavam o máximo...
Rita

segunda-feira, fevereiro 17, 2014

WIP

Eu e a Cristina estamos a pensar em lançarmo-nos para novos projectos... para "treinar" criatividades e capacidades, forjam-se trabalhos, desta vez cá para casa...

Rita

quarta-feira, fevereiro 12, 2014

Os Xulés de 2013


Foram muito poucos.  Não admira, já não eram novidade. E a verdade é que quase todas as crianças das nossas relações mais próximas já receberam um. E depois de uma produção que incluiu 23 Xulés (o Xulé 17# são dois gémeos verdadeiros) e 8 mini-Xulés em 2012, no ano seguinte a produção das Oficinas RANHA foi em muito menor quantidade. Hoje mostramos alguns.
O Xulé 23#, 24# e 25# seguem um modelo muito semelhante mas seguiram para casas diferentes, uma no norte e as outras duas na região de Lisboa. O 23# e o 25# são os dois cinzentos, e podia pensar-se que ficariam muito semelhantes mas resultaram em bonecos bem diferentes. Seguiram em períodos diferentes para duas crianças amigas das Oficinas. O 24#, que foi feito em tons de roxo e lilás, foi uma encomenda que recebemos e seguiu para uma menina que, quando bebé andava sempre a perder um dos sapatos. Por esse motivo tem um calçado e outro à lapela.
 
Esperamos que estejam a fazer muito sucesso nas suas respectivas famílias e, quem sabe, recebemos o feed-back sob a forma de uma foto dos seus donos com os Xulés by Oficinas RANHA.
Em breve mostrarei aqui mais alguns...
Ana Cristina



domingo, dezembro 29, 2013

O artesanato deste ano

Neste Natal, não houve tempo nem possibilidade de fazer as prendas todas, ou quase todas, de forma artesanal... da minha parte, com excepção das mãos dos miúdos cosidas no saco desportivo para os tios (e nuns embrulhos feitos de publicidade costurada), também não houve grandes costuras (a Cristina ainda fez uns Xulés, nomeadamente para a nova sobrinha, um lindo de morrer!!!)...
Para os amigos e familiares pequenos, estas Oficinas voltaram aos pincéis, o que lembrou gozos passados... este foi o resultado:


Rita

segunda-feira, novembro 04, 2013

O Halloween deste ano

É verdade que não festejámos o Halloween como em outros tempos, com a família e amigos todos "horrivelmente" mascarados... por outro lado, cá em casa continua-se a viver a data, desta vez através dos pequenos... enquanto se sonha poder voltar a fazer um convívio como o de antigamente, planeiam-se as máscaras pedidas.
 
Este ano, como em outros momentos, fui deixando tudo para o último dia... ele foi convencido a, como no ano passado, ir de esqueleto, uma vez que já tinha o pijama para a ocasião - não oferecia problema... Quanto a ela, não havia roupas cá por casa e queria ir de vampira... Os dias foram passando sem que eu me preocupasse com o evento... na tarde de quarta-feira, tive que me armar de ideias...
 
 `
Corri à Graça, onde comprei à pressão uma capa baratucha, numa loja de chineses... em casa, com um pedaço de feltro vermelho, fiz um corte apressado para uma gola a rigor e cosia-a com um alinhavo à dita capa... não me terá demorado mais de 15 minutos...


Veio depois a escolha da roupa: camisola vermelha, leggins pretas e o único vestido preto da Alice (sim, para quem tem boa vista, o vestido de 04 ou 05 anos tornou-se uma túnica de 08). Aproveitando um papel brilhante colante que havia cá por casa (utilizado há uns anos para a mesma técnica: estrelas numa roupa rosa para uma máscara de fada), recortei uns morcegos e colei-os no vestido túnica... feito já depois de ela se ir deitar, o que originou grandes sorrisos de surpresa pela manhã...

           
No final, os pormenores... um colar dentro dos mesmos tons, as unhas vermelhas (pretas no Vasco) e a maquilhagem horripilante... Eles saíram e voltaram todos contentes e ela referiu até se ir deitar como tinha gostado deste Halloween e a pena que tinha de ter acabado.
Acabou por ser tão bom ter deixado tudo para a última da hora e recordar a mim mesma como os miúdos não precisam de muito para serem felizes e como, posta à prova, eu consigo ser uma verdadeira "idiota"...
Rita

quinta-feira, maio 02, 2013

Do Vasco para o primo

Em consulta às fotografias, reparei que ainda não tinhamos mostrado a prenda para o António, a condizer com as das irmãs... a da mais velha... e a da do meio...
Desta vez usámos um desenho do Vasco. Talvez por causa da infantilidade do desenho, ou das cores ou do tamanho, adorei o resultado:



Rita